Em 1º de setembro de 2009, o então governador Blairo Maggi, acompanhado de Silval Barbosa, que presidia a Assembleia Legislativa, entregava para Chica Nunes, na época presidente da Câmara Municipal, as chaves do prédio que passaria a ser do Poder Legislativo Municipal. Antes, chamava-se Palácio Filinto Muller e foi sede da AL por 33 anos, desde 1972. Pertencia ao Estado. Hoje, denomina-se Paschoal Moreira Cabral a sede da Câmara.
Chica foi uma das que lutaram pela transferência do prédio, situado na Barão de Melgaço, no centro da Capital, assim que houve inauguração da sede da Assembleia, batizada de Palácio Dante de Oliveira, no complexo do Centro Político e Administrativo.
O movimento dos vereadores demoveu o governo do Estado de transformar o prédio onde hoje é a Câmara num centro cultural e que iria abrigar 3 pastas: Turismo, Cultura e Esporte e Lazer.

Os então deputados Joaquim Sucena e Alencar Soares, o desembargador Jurandir de Lima, Riva, Maggi, Silval, Verinha Araújo, Zé do Pátio, Mauro Savi e Pedro Satélite, em enfrente ao antigo prédio da Assembleia, no ato que marcou a transferência à Câmara
Fotos: Demóstenes Milhomem
Mais não é só os vereadorzinhos que estão disputando com a Magda e o rimão Silvan, vejam nesta foto o bando dos peixes maiores que pensam que vão passar a vida toda levando pro seus bolsos o dinheiro público, olha o exemplo e as notícias de hohje de um ex-Deputado e Conselheiro seu trono desmoronou e se cuidem que o desta turme que deve também irá demorar, porque A JUSTIÇA DE DEUS PODE ATÉ TARDAR PARA NÓS HUMANOS, SÓ QUE A HORA DESTE PAI TODO PODEROSO E MISERICORDIOSO CHEGA PRA QUEM QUER QUE SEJA, É VIVER E CRER......
Só gente boa! Se gritar pega, não fica um!
O que esta tal Chica Nunes e uns certos vereadorzinhos fizeram com a Câmara Municipal de Cuiabá não foi brincadeira, até parece que fizeram aposta com a Magda e o irmão Silvan pra ver quem roubava mais.
Hermínio Jota Barreto (PR) e José Carlos Junqueira de Araújo, o Zé do Pátio (PMDB), "coladinhos", conversam baixinhos em uma das sessões da Assembleia, em 2007. Ambos apresentam trajetória política similar e coincidentes, mas quase sempre em palanques opostos. Os dois foram vereadores por Rondonópolis. Barreto, que usou bigode por várias décadas, exerceu também mandato de prefeito no início dos anos 1990. Hoje quem é prefeito é Pátio. O republicano é ligado ao deputado federal Wellington Fagundes, enquanto Pátio é "cria" do também federal Carlos Bezerra. Barreto é deputado estadual pela quarta vez, Pátio esteve na Assembleia por duas legislaturas. O republicano é fiscal da secretaria de Fazenda, narrador esportivo e dono de emissora de rádio. O peemedebista é professor e engenheiro civil. Ambos tomaram tanto gosto pela política que nunca mais retornaram à iniciativa privada. Foto: Demóstenes Milhomem

Em junho de 2006, o então governador e hoje senador Blairo Maggi conduz, em Cuiabá, a cerimônia que marca a formatura da primeira turma do Terceiro Grau Indígena. Graças a esse projeto pioneiro, conduzido numa parceria entre Unemat, secretaria de Educação e prefeituras, colaram grau na época 186 professores índios de 180 etnias de MT e mais 20 acadêmicos de 14 etnias de outros Estados. A proposta é ter uma estrutura diferenciada, possibilitando formação que respeite os diferentes saberes, ou seja, com olhar para a diversidade, convivência prática e valores de diferentes. O projeto avançou depois, com surgimento de curso de pós-graduação para professores licenciados pelo Terceiro Grau Indígena. A foto acima traz, na primeira fila de autoridades, entre elas parlamentares e secretários, o então deputado Renê Barbour (já falecido), Antonio Kato, Humberto Bosaipo, Carlos Abicalil, Jacy Proença, Terezinha e Blairo Maggi, Taisir Karim, Dante de Oliveira (já falecido), Ilma Grisoste e Ana Carla Muniz.
Foto: Demóstenes Milhomem
Jonas Pinheiro, que foi do PDS, depois PFL e DEM, ocupava o segundo mandato de senador, quando, em fevereiro de 2008, veio a falecer. Era um dos principais porta-vozes dos segmentos do agronegócio no Congresso Nacional. Antes, tinha sido deputado federal por três vezes. Tinha formação em medicina veterinária e possuía 2 grandes fazendas. Era casado com a ex-deputada federal Celcita Pinheiro. O mandato de Jonas foi concluído por Gilberto Goellner. Na foto ao lado, tirada em julho de 2005, durante encontro estadual do PFL, em Cuiabá, Jonas posa para fotografia ao lado de correligionárias e do então senador Marco Maciel (PE), que em 2010 não conseguiu se reeleger para o quarto mandato. Maciel acumulou 44 anos de vida pública, em diferentes cargos, como de deputado estadual e federal, de governador e de vice-presidente da República. Foto: Demóstenes Milhomem
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
José Geraldo Riva chegou à Assembleia, em 1990, como deputado pelo PMN, na mesma época em que Jayme Campos foi eleito governador. Então corretor de imóveis da região do Vale do Arinos, ele começou a trajetória política como prefeito de Juara. Na época, com 23 anos de idade, foi o mais jovem prefeito do país.
A foto acima foi tirada por Demóstenes Milhomem quando Riva fez uma visita à Assembleia, ainda enquanto prefeito, em 1983. Estava de barba e quase cabeludo, já com os primeiros sinais de que entraria para o time dos carecas.
Hoje, ele está no quinto mandato de deputado, portanto, há mais de 20 anos no Legislativo. Depois do PMN, militou no PTB, PSDB, PP e está no PSD. É o que tem mais tempo de casa como parlamentar. Curiosamente, desde quando se elegeu deputado, nunca mais deixou a Mesa Diretora, ora como primeiro-secretário, ora como presidente. Controle hoje um duodécimo de praticamente R$ 20 milhões mensais.
Fotos: Demóstenes Milhomem e Maurício Barbant
.... e, se houver justiça... quem sabe... da Assembléia para a CADE....!!!!!!
E pensar que meu pai avisou ao então prefeito de Juara que a policia estava no seu encalço, o mesmo foi correndo pra zona rural da cidade de fusca véio, se esconder!
olha voces estão enganados o riva se elegeu deputado em 1994 e assumiu em 1995 sendo eleito primeiro secretario na chapa do deputado gilmar fabris. em 1990 o riva não se elegeu ficou na suplencia quando teve um enpate de votos com homero pereira 3103 a 3103 votos perdendo na idade.se vcs quiserem saber tudo sobre a brilhante história deste homen é só entrar em comtato comigo atraves do meu email...

Benedito Santiago foi deputado entre 82 e 87. Então funcionário da Assembleia, entrou para a história como primeiro representante no Nortão no Legislativo mato-grossense. Morava em Alta Floresta. Era um político polêmico e sem papas na língua. Na imagem acima, ele aparece, de pé, discursando para um grupo de colegas parlamentares, na sala da presidência da AL. Na cena estão ainda os então deputados Ernani Martins (com cigarro na boca), Eduíno Orione, Chico Monteiro, Kasuo Sano, Oscar Ribeiro e Joaquim Sucena (sentado logo atrás).

Vítima de um acidente aéreo, Santiago fica paraplégico. Após receber alta, é levado numa maca à AL. Colegas recepcionam-no. Pedro Lima segura na mão direita de Santiago, enquanto Alves Ferraz aparece com lenço na boca e Oscar Ribeiro de costas à imagem. No fundo, estão João Bosco e, sorrindo, João Magalhães (já falecido).
Fotos: Demóstenes Milhomem
Vez ou outra Pedro lima aparece em fotos do passado atuando pela Ass. legislativa, penso do porque o mesmo foi se envolver, se manchar, cair na corrupção com a operação mala preta. Fica a pergunta...Lamentável, mala preta!

João Marinho grava passagem sobre o desfile de 7 de Setembro em Cuiabá para a TV Centro América (Rede Globo). Era 1977. A TVCA foi a primeira emissora a inaugurar programação local, em 13 de fevereiro de 1969, marcando a chegada da televisão na capital uma década antes de Mato Grosso passar pelo processo de divisão territorial para o surgimento de Mato Grosso do Sul. Um dos primeiros repórteres de TV em MT, Marinho foi também secretário de Imprensa da Assembleia, em 1992. Hoje fora da atividade jornalística, João Marinho reside na Cidade Alta, em Cuiabá. Quem entrou para a história televisiva no Estado foi também João Antonio Paiva (já falecido). Ele era fotógrafo e, atendendo a um pedido do então governador Pedro Pedrossian (68/71), fez cobertura de uma solenidade no Palácio Alencastro, que era sede do governo de MT e que hoje pertence à Prefeitura de Cuiabá.
Foto: Laércio Ojeda
Neu querido amigo João Marinho, você continua bonito (e eu mais mentiroso). rsrs Brincadeiras à parte, bom vê-lo fazendo a história da imprensa deste Estado. Tenho orgulho de ser seu amigo. Um abraço fraterno.
Parabens Marinho, GRANDE PROFICIONAL, VAMOS SAUDAR TBM O AMIGO PROFESSOR CELSO CHACOM, DEVEMOS MUITO A VC AMIGO, PROFESSOR, CELSO CHACOM E QUEM ESTA SEGURANDO A CAMERA NESTA FOTO COM O MARINHO.
Este papel de trazer a memória daqueles que fizeram ou ajudaram a fazer história de e em Mato Grosso,seria DA GLORIOSA TVCA,que sabemos que de cuiabana não tem nada,mas é muito bom rever alguém como o João Marinho.
O João Marinho é um dos profissionais mais imparciais que conheço, aprendeu desde cedo que o trabalho deve ser conduzido com muita responsabilidade!!!

A fotografia acima é da obra do hospital Central ou Regional, tirada nos anos 1970, no complexo do CPA, em Cuiabá. Na época, ainda no governo José Fragelli (71/75), o projeto estava sendo executado. Hoje, 40 anos depois, o prédio se transformou em um depósito de lixo produzido pelos órgãos públicos do próprio Centro Político Administrativo. As obras iniciaram e foram paralisadas algumas vezes. O Ministério Público aponta desvio de recursos e irregularidades no projeto. Enquanto isso, entra e sai governo e a população cuiabana, que convive com o caos na saúde, cobra a construção de um hospital regional. É a única capital sem uma unidade dessa.
Foto: Arquivo/Misc
Não tinha percebido que a foto é do palácio Paiaguás. Somente após o comentário do José Antônio. Se possivel, o RD poderia colocar a foto atual do Hospital Central, como cita a matéria.
Como já devem ter percebido, a foto é do Palácio Paiaguás em construção

Ex-deputado e ex-senador Jonas Pinheiro, que faleceu 2006, discursa em ato do extinto PFL (hoje DEM) na década de 1980, em Cuiabá, ao lado do ex-vice-presidente e ex-governador Aureliano Chaves (MG), que faleceu em 2003, aos 74 anos. Na foto aparecem, entre outros, Francelino, o então deputado Branco de Barros e os vereadores Hilton Taques e Maria Nazaré Hans, que ocupou o mandato por seis vezes, além dos ex-deputados Ubiratan Spinelli, Pedro Lima e Júlio Campos. Das lideranças da época que aparecem na foto, está na ativa hoje, em cargo eletivo, só Júlio. Voltou a exercer mandato de deputado federal, depois de ter sido prefeito, senador e governador.
Foto: Demóstenes Milhomem
Estive presente a este evento politico,como filiada ao PFL (ex-PDS)hoje DEMOCRATAS,para recepcionar o então ex-Governador de Minas,ex-Vice Presidente da Republica de João Figueiredo,e ex-Ministro de Minas e Energia do Governo Sarney, Dr.Aureliano Chaves de Mendonça,na epóca candidato do PFL a Presidente da Republica, em 1989.Teve poucos votos ,e o eleito foi o Fernando Collor de Mello (do PRN).Aurealiano foi um dos politicos mais honrados e digno deste Brasil,é pena que não tenha chegado a Presidencia ,foi faria uma faxina etica nos corruptos deste Pais.
Após um dos momentos históricos da política em Mato Grosso, com a promulgação da Constituição Estadual de 1989, o então deputado Luiz Soares (de terno branco) mostra o livro editado com as leis que estabelecem direitos e obrigações de toda a sorte de atitudes tomadas pelos cidadãos em seus limites territoriais, especialmente entre os entes do Poder Público e, destes, com a população. Soares posa para fotografia junto com alguns colegas parlamentares, entre eles João Teixeira e os irmãos José e Márcia Lacerda e Aristo da Riva, fundador de Alta Floresta. Servidoras da Assembleia, como Nadir Nascimento Silva, também posam para fotografia.

A Constituição de MT é oficializada um ano após a Carta Magna de 88. Foram três anos de discussões até sua promulgação. Hoje, exige-se adequação junto à Federal, que já recebeu nos últimos 20 anos nada menos que 53 emendas. Advogados sugerem que, primeiro, é preciso que a Assembleia Legislativa avalie os erros contidos na Carta Estadual. Depois, que faça checagem sobre os artigos que já foram declarados inconstitucionais pelo Supremo e, por fim, avalie artigos inconstitucionais, mas que ainda não foram declarados pelo STF como tais.
Foto: Demóstenes Milhomem
Sinceramente eu não sei o que o Romilson tem com o Luiz Soares, fica dando mídia para uma andorinha que não faz mais verão, que não tem mais densidade eleitoral e prejudicou um monte de Servidores da Saúde de Cuiabá. Obs.: Esta é a segunda vez que eu falo neste assunto e não foi publicado, levando a entender que o meu questionamento está correto!!! O que vocês querem? Levar o Luiz a ser vitorioso na eleição para Vereador? Tomem juízo!!!
O povo feio!


Em 1978, começavam as obras de construção do hoje Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, que convive com tantas problemáticas que está prestes a ser interditado. Uma imagem registrada em 1990 mostra a fachada da unidade hospitalar, já em funcionamento. Nestes últimos 20 anos, o HPSMC passou por várias reformas estruturais e recebeu novos equipamentos mas, mesmo assim, continua sendo um dos calcanhares-de-aquiles da administração da Capital. Não consegue atender a demanda e se tornou alvo de críticas constantes da população.


Em 1992, o então prefeito Frederico Campos participa da solenidade de inauguração da reforma do hospital e entregue de ambulâncias. Na foto ele cumprimenta o médico Edmar Anunciação, que comandava a unidade.
Fotos: Eurípedes Andreato/Misc
dr frederico campos esse foi um dos melhores governadores , sem interesses financeiro....simples..
Dr. Frederico apesar de ter sido um grande governador e um prefeito razoável, não fez a primeira reforma do PS. Na verdade o Dr. Frederido Müller, então secretário municipal de saúde nos anos 80, tendo o Dr. Preza como diretor do PS, realizaram estudos e promoveram a construção da unidade de queimados.


Na década de 1990, o então suplente Ricarte de Freitas, do Nortão, toma posse na Assembleia. Ele é conduzido ao plenário pelos então parlamentares Jorge Yanai (de terno branco), com Hermes de Abreu (de lado) e Moacir Gonçalves (de bigode). Depois, perante à Mesa Diretora, Ricarte presta juramento à Constituição. Ele tinha saído das eleições de 1994 com 12.907 votos, o que lhe garantiu a primeira suplência. Em 98, concorre a deputado federal, obtém 30.898 votos pelo PSDB e fica na suplência de novo. Já em 2002, consegue se eleger, também pela sigla tucana, com 66.125 votos. No pleito de 2006, ano em que se envolve na chamada máfia das sanguessugas que lhe trouxe desgastes sem precedentes, Ricarte tenta novo mandato, desta vez pelo PTB, e registra uma votação decepcionante: 22.672 votos. Com 50 quilos mais magro, ele fica na segunda suplência. A partir daí cai no ostracismo político. Se muda de Sinop para Brasília e se torna consultor. Agora, volta a ocupar função pública. Nomeado pelo seu colega do PTB, prefeito Chico Galindo, Ricarte cuida do Escritório de Cuiabá na Capital Federal.
Fotos: Demóstenes Milhomem
pelo amor de DEUS não desenterra esse não... pior que ele nem o Galindo consegue ser. Todo munda só fala mal do cara. O cara é sujeira, amigo na hora de pedir voto, depois é traíra além de corrupto.
É mais um cria da familia Campos,que depois de eleito se mandou para o lado do Dante. Em 1990 Jaime candidato a Governador e Julio Campos,ao Senado,lançaram o Ricarte para deputado estadual pelo PL(integrante da "União por Mato Grosso"),ficou como 2º suplente,pois o 1º suplente foi o Gilmar Fabris.Jaime o nomeou Diretor da Codemat,e em 1992 com as elelções municipais,assumiu a vaga do Barretinho(eleito Prefeito de Rondonopolis).Depois disso,passou apoiar o PSDB de Dante,.Não deixou nehnhuma saudades a nos Sinopenses,pois se sujou com o "sangue suja, mensalão e outras coisitas mas,lá em Brasilia.
Mas quem planta só colhe o que plantou, eu fui coordenador dele em Colniza em 2002 onde ele foi o Deputado federal mais votado, e lamentavelmente não fez absolutamente nada em 4 anos, e ainda se envolveu em esquemas de corrupção, pessoas deste padrão devem ser banidos totalmente da politica brasileira.

Todo de branco e segurando uma folha com a mão esquerda, Oscar Ribeiro possa para fotografia em seu gabinete na Assembleia com lideranças da região de Cáceres. Oscar foi deputado estadual por três legislaturas (74, 78 e 82) e, no biênio 79/80, presidiu o Legislativo mato-grossense. Foi ele quem deu posse ao então governador Frederico Campos (79-83). Depois da experiência como deputado, Oscar foi conselheiro do TCE. Hoje milita no DEM (ex-PFL), do qual é presidente estadual. Assim como Oscar Ribeiro, aparecem na fotografia de roupa branca os então deputados estaduais Samuel Greve e Walter Fidélis e ainda Pedro Lima (o último da direita).
Foto: Demóstenes Milhomem
esse deputado OSCAR RIBEIRO FOI UM VERDADEIROBAGRE ENSABOADO CONSEGUIA ENGANAR TODO MUNDO COM ESSE GEITO TODO SORRISO PT
esta traz lembranças de pessoas que muito fireram por porto esperidiao, como saudoso januario santana nosso primeiro prefeito e seu irmão carlos luiz gomes "carlinhos lebre" lutaram muito pela nossa emancipação politica, juntamente com os outros como eurico pereira leite, clarismindo silva, moaccir alves correia, dr. apolo pelegato de freitas
Roo vive hoje o que Campo Grande viveu no passado. Cresce por força própria porque se depender do governo, tudo de melhor só ocorre na capital. Enxergam ao redor do palácio e ponto. Daí a vocação de ser contra os governos. Esse daí por enquanto tá sem sal e sem açucar. Razão dos regular positivo e negativo neste patamar. Ou seja mais ou menos, tanto faz, deixa pra lá, ninguém presta mesmo etc.etc, etc
Rondonópolis vive hoje o que Campo Grande viveu no passado. Tudo o que é bom, grande, viável só acontece na Capital. O interior é tudo no improviso, tudo meia boca etc. Razão porque quem vive no interior se revolta com os governos, que só enxergam ao redor do Palácio e bem perto.
Rondonópolis vive hoje o que Campo Grande viveu no passado. Tudo o que é bom, grande, viável só acontece na Capital. O interior é tudo no improviso, tudo meia boca etc. Razão porque quem vive no interior se revolta com os governos, que só enxergam ao redor do Palácio e bem perto.
Os irmãos Júlio e Jayme Campos vêm "reinando" na vida pública no Estado desde a década de 1980. Ambos foram prefeitos de Várzea Grande, governadores e senadores. Júlio ocupou mais cargos eletivos. Estreou como prefeito, depois governador, chegou à cadeira de deputado federal e de senador. A partir daí veio o declínio. Amargou derrota para governador, em 98, e perdeu também para prefeito de Várzea Grande, em 2008. Nesse interím das duas derrotas, Júlio, que representou a velha direita, com militância no PDS e PFL, que se transformou no DEM, assumiu o cargo de conselheiro do TCE, se aposentou prematuramente com salário de quase R$ 30 mil e, a partir das urnas do ano passado, conseguiu voltar à ativa, com sua eleição para deputado federal. Jayme (DEM) exerceu 3 mandatos de prefeito, foi governador (91/94) e desde 2007 ocupa a cadeira de senador.

No final de 1990, Jayme é diplomado como governador, numa solenidade no ginásio da UFMT. Na foto, ele aparece ao lado do irmão Júlio, que está acompanhado da esposa Isabel Campos. Ainda na primeira fila surge Antonio Kato, ex-secretário-adjunto do governo Blairo Maggi. Logo atrás vem, entre outros, o então vice-governador Wilmar Peres de Farias (já falecido), Domingos Campos, pai dos irmãos Júlio e Jayme e já falecido, o ex-deputado Ricardo Corrêa, o ex-prefeito de Cuiabá Roberto França, e os então parlamentares da época Paulo Moura, Ninomya Miguel, Jayme Muraro, Hermes de Abreu e Wilson Santos e o deputado federal Wellington Fagundes.
Foto: Demóstenes Milhomem
Nos do nortão de Mato Grosso,só temos a elogiar e agradeçer o Governo dos irmãos JULIO e JAIME CAMPOS,pelo muito que fizeram pelo desenvolvimento do Estado,principalmente do Nortão.Se temos asfalto,desde 1984 de Cuiabá até Sinop,em seguida até Alta Floresta,devemos a Julio Campos,que fez em 4 anos 870 kilometros de pavimentação´,sem FETAHB,e se temos Energia eletrica(linhão de Cuiabá/Sinop/alta Floresta,)devemos a JAIME Campos,que nos trouxe a luz.Sem falar de escolas,hospitais,abastecimento de agua,segurança,e principalmente estimulo para trabalharmos.Hoje somos perseguidos pelo IBAMA,SEMA,Ministério Publico,Policia Federal,e tudo mais. No tempo dos CAMPOS....eramos felizes e não sabiamos.Volte JULIO ou JAIME,temos saudades do progresso.
Oi pessoal, foi lançado um novo site de compra coletiva www.rsurbano.com.br Eles vendem bolsas, biquínis, maiôs, vestidos, moda fitness, sapatos, tênis, ou seja, tudo que nós mulheres gostamos. Abs
Julio e Jayme são companheiros não deixam ninguém na estrada. Nos dois governos nós matogrossenses éramos felizes e não sabiam. Não tinham a ambição de cobrar impostos mais caros do país, tínhamos segurança e não adianta mais falar mal dos Campos. Jayme governador em 2014.
ATUALMENTE RESIDO EM CUIABÁ, MAS CRESCI EM VARZEA GRANDE. ME LEMBRO, COM CLAREZA, A DISPUTA DA ELEIÇÃO VENCIDA POR JÚLIO CAMPOS CONTRA RUBENS DOS SANTOS - NA ÉPOCA PRESIDENTE DO OPERÁRIO - E UMA DOS SLOGAN DA CAMPANHA DO JÚLIO ERA: O OPERÁRIO NÃO VAI ACABAR, MAS ACABOU ASSIM COMO O FUTEBOL MATOGROSSENSE E COMO VÁRZEA GRANDE TAMBÉM, POIS HOJE V. GRANDE - ANTES CIDADE INDUSTRIAL - É UMA CIDADE DORMITÓRIO QUE NÃO TEM CENTRO, SHOPPING, CINEMA, EXPOSIÇÃO, CARNAVAL, ÁREA VERDE (PRAÇA)OU SEJA, NÃO TEM CULTURA E ENTRETENIMENTO, NO INÍCIO O MURILLO TENTOU A FEICOVAG QUE ACABOU DESABANDO. ADEMAIS ESSA FAMÍLIA QUE POR GERAÇÕES E GERAÇÕES DOMINOU A CIDADE, COM IDÉIAS JURÁSSICAS, NUNCA FEZ NADA PARA O POVO E O RESULTADO ESTÁ AÍ: UM GRANDE AGLOMERADO EM TORNO DE UMA RODOVIA, SEM MEMÓRIAS, SEM CULTURA.
Um folclórico político local dizia em alto e bom som: "Aqui na Vàrzea Grande, quem não é Campos é índio". Adivinha quem é?

Com aproximadamente 11 km, a avenida Beira-Rio foi construída na década de 1970, pela empreiteira Enco Engenharia e Comércio Ltda na gestão Rodrigues Palma. Na foto acima, tirada em 1977, nota-se o trevo já pavimentado, entre a avenida Miguel Sutil e o Mercado do Peixe. No fundo, aparece a casa de Fenellon Muller em reforma. Engenheiro civil, político e educador, Fenellon morou em Três Lagoas e em Cuiabá. Foi nomeado intendente-geral do município de Cuiabá na década de 1930 pelo então governador Mário Correia da Costa, e exerceu também, sob a chancela de Getúlio Vargas, a função de interventor federal em Mato Grosso.

Beira-Rio recebe asfalto e iluminação ainda nos anos 70. A fotografia mostra trecho entre Novo Terceiro e Porto.


As imagens acima já mostram uma Miguel Sutil de Cuiabá recém-inaugurada, há 24 anos, em que aparecem o trecho da mesma avenida e o Porto e, à direita, Várzea Grande. Na outra imagem, observa-se a avenida ligando a Miguel Sutil à rua Barão de Melgaço, tendo ao fundo (à esquerda) o conjunto Habitacional Cophamil. Em dezembro de 2006, quase quatro décadas depois, o então prefeito Wilson Santos e o ex-governador Blairo Maggi inauguram as obras de revitalização da avenida, que passa, então, a se chamar avenida Manoel José de Arruda, em homenagem ao ex-prefeito e deputado estadual na década de 50. Desta vez, a avenida recebe recapeamento, drenagem, canalização, iluminação, urbanização e paisagismo. Por ela, trafegam diariamente cerca de 17 mil veículos. A região abriga 2 faculdades (Unic e Unirondon). Liga Cuiabá a Várzea Grande pela ponte Sérgio Motta.
Fotos: Eurípedes Andreatto, o Nené/Misc
Tempos áureos do progresso cuiabano, aqueles em que havia Palma na Prefeitura e Garcia Neto no Governo em completa sintonia. Cada bairro foi contemplado com alguma obra de grande porte. A av. da prainha teve canalização coberta, sainda daquela fedentina em que vivia a capital. Diversas áreas de lazer foram construídas, inclusive calçadões...
Eu tive o prazer de fazer parte da equipe da Andrade Gutierrez que concluiu estas duas obras importantes para a Cidade de Cuiabá.
Duas correções, Avenida Beira Rio não tem nenhuma ligação com o Bairro Novo Terceiro, a construção da Avendia começou com a Enco e foi concluída pela Andrade Gutierrez, assim como a Rodoviária de Cuiabá cameçada pela Enco e terminada pela Gutierrez.

Nos anos 1980, padre Raimundo Pombo (à esq.) conversa com Lenine Póvoas e com Wilson Barbosa Martins, que foi o primeiro governador eleito por Mato Grosso do Sul, em 82, pelo voto popular, e hoje está com 93 anos e mora em Campo Grande. As eleições de 80 entraram para a história de Mato Grosso como uma das mais polêmicas. Padre Pombo concorreu a governador pelo velho MDB, que se transformou em PMDB, contra Júlio Campos, do antigo PDS. Houve denúncia de compra de votos escancarada em favor de Júlio, que depois da experiência de comandar o Palácio Paiaguás veio a ser deputado federal e senador e, após se aposentar como conselheiro do TCE, voltou a ocupar cargo eletivo. É deputado federal. Surgiram comentários na época de que até urnas de lona foram jogadas no rio. Júlio conquistou o governo com 51,6% dos votos válidos (203.605 votos), contra 47,9% atribuídos ao peemedebista Pombo. Há três décadas, quando Júlio e Pombo se enfrentaram nas urnas, Mato Grosso tinha 580,4 mil eleitores. Hoje são 2 milhões. Raimundo Pombo não só foi rejeitado pela Igreja por ter sido candidato a governador, como veio a morrer anos depois praticamente abandonado na periferia de Cuiabá.
Foto: Demóstenes Milhomem
Assiste Big Brother é um cara inteligente, tá explicado!
Aquilo na eleição foi carisma? Rsrssr! Bala, mortes, urnas boiando no rio Cuiabá, xará, tu estás muito por fora ou é um tremendo de lambe botas!
Concordo com as palavras do Dep. Júlio Campos. Quem abandonou o Pe. Pombo, foram os peemedebistas que usaram do carisma do mesmo em 1982 para se eleger e em 1986 lhe deram as costas, vetando sua candidatura ao Governo: Bezerra e Dante.
Olha! tem alguns comentários que estão parecendo a turma do (Daniel) do BBB Big brother, todo mundo diz que voltou nele, E mesmo assim acabou (perdendo) por pouco pra Maria, Aqui em Mato Grosso em 1982 tivemos uma das eleições mais disputada da Historia, por uma diferença muito pouca, como no (BBB), o Candidato Júlio Campos ( venceu) o PE. Bombo, esse tinha por ser padre e prof. o carisma dos eleitores da capital, só que Júlio Campos é filho da segunda maior cidade do Estado, V. Grande e tinha o carisma dos eleitores do interior também, e por isso (venceu ) as eleições daquele ano,
Romilson Dourado: Como meu nome foi citado nessa reportagem sobre o Padre Raimundo Pombo com o qual eu disputei democraticamente a primeira eleição direta para Governador do Estado de Mato Grosso,em 15 de novembro de 1982,venho esclarecer o seguinte: Como ex-aluno salesiano,sempre respeitei o meu ex-professor de matematica e geometria Padre Pombo, mais fomos sim adversário politico nas eleições de 1982.Mesmo sendo vitorioso,não tripudiei sobre sua pessoa,pois o reconduzi ao cargo de Membro do Conselho Estadual de Educação,e designei-o como Presidente desse Orgão,com salário equivalente a de Secretário de Estado,automovel oficial,e outras vantagens que o cargo oferecia. Nas eleições de 1986,o Padre Pombo ja havia rompido e abandonado o PMDB, e filiou-se junto com o ex-Governador Frederico Campos,no Partido Municipalista Brasileiro(PMB),e formamos a ADM(Aliança Democratica Municipalista,integrada pelo PFL,PDS,PMB,PL,e outros partidos)e lançamos e apoiamos Padre Pombo a uma cadeira de Senador,junto com Ricardo Corrêa,sendo o outro candidato.Frederico,foi nosso candidato a Governador e Zezinho dos Santos,do PFL de Poconé, foi o Vice.Eu,Jonas Pinheiro,Ubiratam Spinelli,Zanete Cardinal,Bosaipo,Olivio Beltrão,fomos candidato a Deputado Federal,a Assembleia Nacional Constituinte.Portanto desde 1986,que o Padre Pombo,rompeu com oPMDB e passou a integrar o nosso Grupo Politico.Eu,Jaime,Dr.Zelito Monteiro,Frederico Campos,fomos realmente visita-lo no Patronato Santo António no Coxipó da Ponte,algumas vezes,antes dele morrer na decada de 90.Nunca fiz, e não faço politica,com sentimento de odio contra ninguem. Tanto que fui adversário do Bezerra,do falecido Governador Dante,do falecido deputado Gilson,e nunca deixamos de ser amigos pessoais.Portanto, aqueles frustados e amargurados,que fazem politica com odio e revanchismo,o nosso repudio e o nosso perdão.Que DEUS dê o descanço ao velho mestre Raimundo Pombo.

As primeiras unidades habitacionais do bairro CPA, que se expandiu tanto que pode ser considerado hoje um distrito, foram entregues no governo Júlio Campos, hoje deputado federal. O então ministro dos Transportes Mário Andreazza visitou Cuiabá em 1983 para participar de um dos atos que marcaram a entrega das chaves das casas, financiadas pela União, por meio do Banco Nacional de Habitação (BNH), extinto em 1988, e com contrapartida do Estado. Na época, assessores de Júlio espalharam faixas com frases alusivas ao evento, uma delas elogiava Andreazza, que depois emprestou seu nome uma das principais avenidas de Várzea Grande. Andreazza era militar e foi ministro dos Transportes dos governos Costa e Silva e Médici e responsável por obras como a ponte Rio-Niterói e a Rodovia Transamazônica. Também é tido pela história política como um dos signatários do Ato Institucional nº 5 (AI-5), que fechou o Congresso e mandou prender lideranças de oposição.

No gabinete do então presidente da Assembleia, Ubiratan Spinelli, Mário Andreazza posa para fotografia com o então governador Júlio Campos (à esq.), o deputado Benedito Santiago, que sofreu acidente aéreo e hoje está paraplégico, e o empresário Ueze Elias Zahran, dono da TV Centro América, afiliada da Rede Globo em MT.
Fotos: Demóstenes Milhomem
Realment o nosso Mato Grosso,não valoriza quem trabalhou com afinco pelo desenvolvimento da nossa terra,pois o Governador Julio Campos,e a suta equipe de auxiliares,entre os quais incluo o Eng.Haroldo Arruda,mereciam ter sim um estatua na entrada do CPA pelo muito que fizeram pelo setor habitacional do estado.Sem recursos do Fethab(hoje arrecardando mensalmente mais de 60 milhoès de reais)Julioi entregou mais de 20 mil casas populares,construida com material de primeira,e a custo subsidiado.CPA,3,4,Tijucal,Morada do Ouro,Santa Amalia,foram feitas por esse pessoal do Julio,que hoje são atè xingado pelo ingratos e safados de MT,Cuiabá e V.Grande.Governador como Julio,nunca mais teremos.So se ele voltasse.e Viva o JJC.M
o servidor de carreira do estado precisa ser lembrado pelo governantes para motiva-lo, o que vemos hj em dia, são pessoas com nome na justiça participando de atos oficiais, fiscalizando contas, e aparecendo em eventos sociais....o servidor publico honesto , só é lembrado qdo é aposentado...salario bom nada.....
E daí ? Isso não muda nada. Quem venceu aquela eleição, foi Padre Pombo, que não levou, graças ao "filhote da ditadura" na foto.
Entendam o que vou dizer. Essas casa populares tiveram prestações bem mais módicas do que as atuais com as mesmas dimensões (para efeito de comparação). Embora o custo de construção fosse um pouquinho maior, mas que era absorvido pela COHAB através do BNH.
Nesse momento, como uma das primeiras moradoras do CPA I , não poderia deixar de lembrar o principal responsável pela construção do CPA I, II,III e IV o grande engenheiro Haroldo Arruda que na época era o Presidente da Cohab e que todos (inclusive o próprio Andreazza e Júlio Campos) achavam impossível realizar uma obra deste porte naquela época Dr. Haroldo com competência realizou.Pena que para muitos , quando citam esqueçam das principais pessoas que realmente fizeram por esse estado.
Frederico Carlos Soares Campos, ex-prefeito de Cuiabá por duas vezes, foi o segundo governador após a divisão territorial de MT, entre 1979 e 1983. O primeiro foi o então vice Cássio Leite de Barros, entre agosto de 78 a março de 79. Considerado "filhote" da ditadura, Frederico acabou indicado pelo presidente Ernesto Geisel. Antes, conduzia a secretaria de Obras do governo Garcia Neto (75-78). Assim, seu primeiro mandato não foi definido por voto popular. Sobrinho do general Dilermano Gomes Monteiro, Frederico foi nomeado prefeito de Cuiabá (67-69) pelo então governador Pedro Pedrossian. Nas imagens de 82, já com o título de governador, Frederico discursa ao lado do prefeito Gustavo Arruda e do ministro do Transporte Cloraldino Severo.

Somente no seu terceiro mandato é que Frederico Campos (na foto discursando) conquista mandato por votação nas urnas. Foi eleito prefeito da Capital em 88 pelo já extinto PFL (hoje DEM). Comandou o Palácio Alencastro de 89 a 93. Em 2006, pelo PTB, tentou retornar ao cenário político como deputado estadual, mas não se elegeu. Aos 84 anos, ele exerce hoje o cargo de diretor-financeiro da Companhia de Saneamento de Cuiabá (Sanecap)
Fotos: Walter Machado/Misc

Este senhor de cabelos longos que parece ANTONIO MARCOS, é o famoso BIGODÃO da Morada do Ouro, homem integro, honesto e esposo e pai maravilhoso.
Dr. Eduardo Monteiro, o senhor se lembra quem foi os candidatos à vice-governador de Osvaldo Sobrinho em 1994 e Luis Scaloppe em 1990 ? Abraços.
Quando Frederico Campos,foi Governador eleito indiretamente pela Assembleia Legislativa(1979-1983)o Vice Governador foi o Dr.José Vilanova Torres(ex-Prefeito de Cuiabá,no governo José Fragelli),e em 1986 quando ele disputou a eleição diretamente pelo povo,o candidato a Vice,foi o ex-Prefeito de Poconé e Conselheiro aposentado do TCE-MT, Zezínho dos Santos(ainda vivo e com saude,morando na capital do Pantanal).Frederico/Zezinho,da coligação PFL-PL-PMB-PTB-PDC e outros,disputaram contra o PMDB de Carlos Bezerra e Edison de Freitas,por sinal os piores Governadores da História de Mato Grosso,em termos admistrativos.
É, DR FREDERICO FOI UM DOS MAIS HOMESTO GOVERNADOR DESTE ESTADO E NÃO CONSEGUI ELEGER-SE DEPUTADO,E O ULTIMO GOVERNADOR QUE DEU UM ROMBO DE 44MILHÕES ELEGUE-SE SENADOR,SERA PORQUE ELE É MAGGICO?
Eu gostaria de saber quem foi candidato à vice-governador na chapa do Dr. Frederico Campos em 1986, quando ele concorreu contra o Bezerra. Alguem se lembra ?
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