Sexta, 25 de Maio de 2012, 15:34 h

Tangará da Serra | 16/03/2012 - 21:28

Federação perde processo e bancos devem instalar divisórias em caixas

Valérya Próspero

      A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), que representa os empresários do setor, perdeu ação na Justiça contra lei elaborada pela Câmara de Tangará da Serra que previa a obrigação de instalação de divisórias entre os caixas e o espaço reservado para clientes nas agências bancárias do município.

     A alegação da entidade se baseava na inconstitucional da lei, pois a matéria deveria ser de competência exclusiva do Executivo. No entanto, o relator do processo, desembargador José Jurandir de Lima, não acatou os argumentos. “Tem-se que a lei ordinária que determina a instalação de divisórias nas agências bancárias do município não deve ser de iniciativa exclusiva do prefeito, porquanto não se enquadra em nenhuma das hipóteses que trata o mencionado dispositivo”, salienta, em seu voto.

     Esta não é a primeira ação parlamentar para tentar solucionar a violência que assola os bancos no Estado. No início do mês, o vereador Toninho de Souza (PSD) ingressou com um mandado de segurança contra a Prefeitura de Cuiabá, sob Chico Galindo (PTB), na Vara da Fazenda Pública. Ele cobra o cumprimento do projeto de lei aprovado em dezembro de 2010, que prevê a presença de seguranças armados nas agências e nos caixas eletrônicos da Capital. Conforme a lei, os bancos também terão que ter vidro à prova de bala nas fachadas e portas giratórias com detectores de metais.

     Em julho do ano passado, o suplente de vereador Roosivelt Coelho (PSDB) também chegou a cobrar o cumprimento da lei 5.373/2010, que previa a instalação de biombos nos caixas eletrônicos. O presidente do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (SEEB-MT), Arilson da Silva, chegou a ir à Câmara em outubro solicitar aos parlamentares urgência na fiscalização para o cumprimento das leis sancionadas.

Tangará da Serra | 28/02/2012 - 20:59

Moradores querem o novo e não velhos caciques, afirma Jolando

Andréa Haddad

Rubens Jolando e Wagner Ramos     Estreante na política, o empresário Rubens Jolando (PR) aposta no perfil empresarial e no apoio do deputado Wagner Ramos, do mesmo partido, para vencer a disputa em Tangará da Serra, administrada pelo prefeito-tampão Saturnino Masson. Ex-gerente da Usina Itamaraty, posto que ocupou por 12 anos, executivo há 24 anos de empresa de calcário e empresário do ramo de combustíveis, ele aparece em segundo lugar, com 17,8%, na pesquisa estimulada de intenções de voto realizada pelo instituto Mark, em parceria com o RDNews, no município, entre 11 e 12 deste mês. A margem de erro é de 4,5% para mais ou para menos.

     Numa simulação com 7 possíveis candidatos, Saturnino lidera com 25,6%, 8 pontos à frente de Rubens. Mesmo atrás do adversário, o empresário acredita ser o “fato novo” na política local e, por isso, ter potencial para atrair os votos dos descontestes com as 3 últimas gestões, marcadas por escândalos que resultaram na instabilidade político-administrativa. “Os moradores esperavam por esta minha decisão de assumir a postura de pré-candidato. Ainda não chegou ao ouvido de todos que sou o único postulante ao cargo pelo PR e que tenho o apoio do Wagner, quando isto acontecer acredito que o desempenho será melhor ainda”, enfatiza.

Saturnino larga em 1º em Tangará da Serra; Rubens Jolando vem na "cola"

     Formado em Ciências Economicas e gestão empresarial, Rubens demonstra entusiasmo em romper com o classifica de "caos" deixado pelos últimos prefeitos, a começar pelo ex-prefeito cassado Jayme Muraro (DEM), sucedido por Júlio Cesar Ladeia (PR) e, num segundo momento, pelo ex-vice-prefeito do republicano José Jaconias (PT). O petista e Ladeia tiveram os mandatos cassados pela Justiça e Câmara por suposta improbidade administrativa no escândalo envolvendo a contratação da Oscip Idheas para gerenciar a saúde no município.

     “Acredito que o povo está cansado, vai apostar no novo, em quem tem o perfil mais técnico e quer levar o estilo empresarial para a política. Nossa cidade tem uma carência grande na área social”, avalia. Rubens lembra que, no comando da Apae, ajudava na capacitação de 276 alunos. “Quando os moradores ligarem que o Rubens Jolando da Apae é o pré-candidato, acredito que a aceitação será ainda maior”, aposta.

     A pesquisa está registrada sob número MT-000006/2012. Foram ouvidos 242 eleitores de 37 bairros da cidade.

Em 3 anos, 5 prefeitos; Wagner agora quer unidade pró-Rubens

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Tangará da Serra | 28/02/2012 - 16:00

Prefeito comemora resultado, mas desconversa sobre reeleição

Nayara Araújo

      O prefeito de Tangará da Serra, Saturnino Masson (PSDB) comemora o resultado da pesquisa realizada pelo Instituto Mark, numa parceria com o RDNews, mas pondera que ainda não definiu se vai disputar à reeleição, em outubro. Com 25,6% das intenções de voto, ele aparece em primeiro lugar. “É muito bom ser lembrado, mas acredito que é muito cedo para fazer pesquisas”, pontua.

      O terceiro colocado no levantamento, com 10,3% das intenções de voto, Silvio Delmondes (PRB), também se mostra animado com o resultado, mas a exemplo de Masson, pontua que não decidiu se vai concorrer. Ele é apresentador do programa Balanço Geral, da TV Vale (afiliada da Record), e ressalta que pretende ser deputado. “Estou muito feliz porque nem estou fazendo campanha. O partido faz questão que eu coloque meu nome á disposição, mas pleiteio vaga na Assembleia”, pontua.

        Conforme levantamento feito pelo Instituto Mark, entre os dias 11 e 12 deste mês, em 37 bairros, Saturnino Masson é o favorito. Ele comanda a cidade desde o ano passado, quando foi eleito de forma indireta. “Por ele ser o prefeito, é praticamente automático ser citado”, avalia Silvio, que aparece empatado tecnicamente com Ana Monteiro, a dona Ana (PSD), que está com 9,9% de intenções de voto. O apresentador tem o apoio de 10,3% das intenções de voto. 

Saturnino larga em 1º em Tangará da Serra; Rubens Jolando vem na "cola"

     Silvio lembra ainda que o município ainda vive forte instabilidade política. “A questão da prefeitura é bem complicada. Você pode ganhar, mas isso não significa que vai ficar até o final no poder”, pontua, numa referência a cassação dos mandatos do prefeito e vice, Júlio Ladeia (PR) e José Jaconias (PT), respectivamente. Logo em seguida, ele pondera que a briga política foi a única coisa boa que aconteceu na gestão de Masson, eleito graças a um consenso entre a maior parte das legendas.

      O prefeito, por sua vez, rebate a crítica dizendo que o apresentador sempre foi “polêmico”. Ele argumenta que as afirmações não o surpreendem e se defende dizendo que está apenas há 4 meses à frente da gestão. “É pouco tempo e a situação era bastante crítica. Faltavam salas de aula e a questão da saúde também era bem complicada”, enfatiza.

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Tangará da Serra | 28/02/2012 - 08:39

Hélio e Negão são mais cotados a vereador; 55% estão indecisos

Romilson Dourado

   O ex-vereador Hélio Nazaré (PR) e o vereador de segundo mandato João Negão (PSD) são os mais lembrados à Câmara Municipal de Tangará da Serra, que neste ano abrirá mais 7 vagas, saindo do quadro de 10 para 17 parlamentares. Essas mudanças, relacionadas ao número de habitantes, estão respaldadas pela PEC, aprovada pelo Congresso Nacional em 2009 e cujo efeito terá validade na próxima legislatura, que começa em 2013. Como Tangará da Serra registra 81.918 habitantes, pode contar com 17 vereadores, pois entra na faixa entre 80 mil e 120 mil habitantes.

   O nome do vereador Miguel Romanhuque (DEM) também aparece entre os primeiros colocados, com 4,1%. O petista Zé Pequeno é lembrado por 3,7% e o vereador cassado Paulo Porfírio, do PSD, detém 3,3%. Os vereadores Zedeca, do PMDB, e Luiz Henrique, do PTB, aparecem com 2,5% cada. Também pontuam na amostragem com 2,1% das intenções de voto os vereadores Claudinho Frare (PR) e Roque Fritzer (PDT).

   Diversos outros nomes figuram com menos de 2 pontos percentuais nas intenções de voto, segundo aponta a pesquisa Mark, feita em parceria com o RDNews nos dias 11 e 12 deste mês. Os pesquisadores entrevistaram 242 pessoas de 37 bairros. A margem de erro é de 4,5% para mais ou para menos. A pesquisa está registrada sob número MT-00006/2012. Se declararam indecisos 55,4%.

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Tangará da Serra | 28/02/2012 - 07:30

Sem tucano, Jolando bate todos

Romilson Dourado

    Em todos os possíveis confrontos, conforme as simulações feitas pelos pesquisadores da Mark, o prefeito tangaraense Saturnino Masson (PSDB) levaria vantagem hoje. Se ele tivesse como adversários o republicano Rubens Jolando, o peemedebista Fábio Junqueira e o democrata Miguel Romanhuque, o pré-candidato do PR conquistaria 30,6% das intenções de voto. Jolando, nesse caso, ficaria com 20,2%.

   Em caso de duelo como, por exemplo, entre Saturnino e Jolando, a diferença em favor do prefeito seria de 10,3 pontos percentuais. O tucano chegaria a 32,2%, enquanto Jolando obteria 21,9%. Saturnino sairia vitorioso contra todos os demais virtuais candidatos, como Ana Monteiro, Zé Pequeno, Fábio Junqueira e Miguel Romanhuque.

   Já sem o prefeito no páreo, a vantagem passa a ser do pré-candidato do PR. Jolando ganharia a Prefeitura de Tangará da Serra se tivesse como único adversário a ex-prefeita Ana Monteiro (34,7% a 14,9%). Venceria ainda o petista Zé Pequeno (33,9% a 12,4%), o ex-vereador Fábio Junqueira (34,7% a 10,3%), o vereador Miguel Romanhuque (36% a 10,3%) e o apresentador de TV Sílvio Delmondes (34,7% a 12,4%) - confira todos os cenários no quadro acima

   A pesquisa da Mark em parceria com o RDNews foi feita nos dias 11 e 12 deste mês em 37 bairros. A margem de erro é de 4,5% para mais ou para menos. Foram ouvidos 242 eleitores. A amostragem está registrada sob número MT-00006/2012.

  

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Tangará da Serra | 28/02/2012 - 07:30

Espontânea traz tucano com 14%

Romilson Dourado

   O nome do prefeito Saturnino Masson, do PSDB, aparece na liderança também na pesquisa espontânea - situação em que o eleitor declina preferência pela pré-candidatura sem auxílio de uma listagem. Segundo revela a pesquisa Mark, realizada nos dias 11 e 12 de fevereiro, 14,5% declararam que votariam hoje pela reeleição do tucano. Em segundo lugar aparecem empatados tecnicamente o empresário Rubens Jolando (PR), com 9,1%, e o deputado estadual Wagner Ramos, também da legenda republicana, com 8,3%. Wagner já anunciou que não será candidato e vem atuando como cabo eleitoral de Jolando.

    Diante de um quadro de pré-candidaturas confuso, o universo de indecisos é considerável. Nada menos que 50% dos tangaraenses não sabem em quem votar. A margem de erro é de 4,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistadas 242 pessoas de 37 bairros. A pesquisa está registrada sob número MT-00006/2012.

    Os demais nomes lembrados figuram com percentuais bem inferiores. Ana Monteiro (PSD), que foi prefeita quando da cassação do mandato de Jayme Muraro, é citada como preferida por 3,7%, mesmo percentual atribuído ao vereador pel PT Zé Pequeno, que também administrou Tangará da Serra por 90 dias. Depois são mencionados os nomes do comerciante Misrain, representante do CDL, e do apresentador de TV Sílvio Delmondes (PRB), ambos com 2,1%.

   Segundo a pesquisa, o vereador pelo DEM Miguel Romanhuque e o ex-prefeito Muraro contam com 1,7% cada. Abaixo de um ponto percentual são citados Fábio Junqueira, Luiz Henrique e Euclides Bigolin.

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Tangará da Serra | 28/02/2012 - 07:28

Dona Ana é a mais rejeitada

Romilson Dourado

   O nome mais rejeitado para a Prefeitura de Tangará da Serra é da pré-candidata do recém-criado PSD, Ana Monteiro, a dona Ana, revela a pesquisa Mark, feita nos dias 11 e 12 deste mês, em parceria com o RDNews. O instituto perguntou aos eleitores o seguinte: "Se as eleições fossem hoje e os candidatos fossem estes, em quem o sr(a) não votaria de jeito nenhum para prefeito do seu município?"

   O nome de Ana foi citado por 14,9%. Ela é esposa do ex-deputado e ex-prefeito Manoel do Presidente, já foi secretária de Assistência Social e exerceu mandato de vice-prefeita e, inclusive, assumiu o comando do município por alguns meses, assim que Jayme Muraro foi cassado.

   Como a margem de erro é de 4,5% para mais ou para menos, quatro pré-candidatos figuram empatados em terceiro lugar em rejeição. O apresentador de TV Sílvio Delmondes, do PRB, enfrenta resistência de 9,5%; o prefeito Saturnino Masson (PSDB) e o petista Zé Pequeno são rejeitados por 7,9%. Os nomes menos rejeitados são do empresário Rubens Jolando, do PR, com 5,8%, e do ex-secretário de Saúde e vereador do DEM Miguel Romanhuque.

   Os pesquisadores entrevistaram 242 eleitores de 37 bairros. A pesquisa está registrada sob número MT-00006/2012.

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Tangará da Serra | 19/02/2012 - 11:54

Zeca aproveita feriado para discutir eleição com lideranças da base

Nayara Araújo

Zeca Viana      O presidente estadual do PDT, deputado Zeca Viana, aproveita o feriado do Carnaval para debater com aliados de sua base eleitoral, em Primavera do Leste, as articulações em torno do pleito deste ano. Ele declara que pretende contar com apoio do irmão, o prefeito Getúlio Viana (PR), que está no segundo mandato. “O prefeito ainda não se manifestou, mas estou trabalhando para caminharmos juntos. Ainda não está nada definido e eu estou viajando hoje para Primavera e devo marcar uma reunião nesta semana para definir alguns nomes”, sustenta o deputado.

     Ele adianta que o PR não tem pretensões de candidatura própria. “Como eles não vão ter candidatura, é bem possível que nos apoie”, declara. Zeca também está articulando o apoio do vice-prefeito Paulo Eromar Bersch (PMDB). “O Paulo é um bom nome e estamos trabalhando para que ele nos apoie”, frisa.

     De acordo com o deputado, o PMDB conta com um número expressivo de pré-candidatos em todo Estado, chegando a atingir a marca de 52 pré-candidatos às prefeituras e 550 postulantes ao cargo de vereador. “Temos candidatos em várias outras cidades, como é o caso do Adriano, reitor da Unemat, em Cáceres, e do deputado Wagner Ramos, em Tangará”, finaliza.

Tangará da Serra | 10/02/2012 - 12:06

Em 3 anos, 5 prefeitos; Wagner agora quer unidade pró-Rubens

Romilson Dourado

Saturnino MassonRubens Jolando     Cidade-pólo do Médio-Norte, Tangará da Serra tem no comando hoje o quinto prefeito em apenas um mandato. Essa instabilidade política e jurídica que resultou na troca de gestor a cada 5 meses deve dominar o debate eleitoral. Os principais pré-candidatos à sucessão são unânimes em lamentar que brigas entre grupos, denúncias e esquemas de corrupção tenham trazido tantos prejuízos para o município que, ao contrário do que se constata no poder público, caminha a passos largos na iniciativa privada.

     Júlio Cesar Ladeia (PR) se reelegeu em 2008, com o petista José Jaconias de vice. A chapa obteve 18.068 votos, enquanto a única concorrente, a peemedebista Azenate Fernandes, chegou a 6.482. Começaram denúncias contra a administração. Ambos foram cassados. O então presidente da Câmara Municipal, vereador José Pereira Filho, o Zé Pequeno (PT), assume a cadeira de prefeito. Ladeia recorre da decisão e, sob liminar, retorna à prefeitura, junto com Jaconias. O prefeito sofre acidente automobilístico e pede licença do cargo, abrindo espaço para o vice seguir administrando.

     Eis que outro processo resulta em nova cassação de Ladeia e de Jaconias, desta vez por falta de decoro devido à contratação irregular do instituto Idheas, crime investigado na operação Hygeia. A contratação da oscip para cuidar da área da saúde trouxe prejuízos de aproximadamente R$ 6 milhões ao município. Diante de mais uma cassação, o novo presidente da Câmara, vereador Miguel Romanhuk assume a prefeitura e a Justiça decreta eleições indiretas. Numa votação entre os vereadores que terminou em 7 a 3, o empresário e ex-deputado Saturnino Masson (PSDB) é eleito prefeito, em outubro do ano passado, sendo o quinto no mandato, que teve início em janeiro de 2009.

    Unidade

Deputado Wagner Ramos, do PR    O deputado Wagner Ramos, único porta-voz da região na Assembleia, defende que os grupos políticos se unam nas eleições deste ano para acabar com tantas brigas na cidade pólo de uma reunião com 16 municípios. Curiosamente, Tangará da Serra era distrito de Barra do Bugres e, mesmo maior do que o município, só conseguiu ganhar independência administrativa em 1975. A cidade vem registrando bom crescimento, apesar do imbróglio político.

   Wagner não esconde sua preferência pessoal pela pré-candidatura do empresário, administrador e presidente da Apae, Rubens Jolando. Deseja que os demais, inclusive o prefeito Saturnino, venham apoiar o republicano. "Queremos alguém que não tem divergências com ninguém, que seja amigo de todos, que venha buscar unificação por Tangará, com boa formação e credibilidade. Esse nome é do Rubens".

    Apesar disso, há uma "inflação" de pré-candidatos. Os principais partidos se articulam nesse sentido. Enquanto o PR, trabalha o nome de Rubens Jolando, o tucanato quer Saturnino à reeleição. O PP diz ter 4 opções: Airton Franchini, Nadir Bariviera, Zé Delcaro e Ariovaldo Piva. O PPS cita 2 virtuais nomes a prefeito, sendo eles de Jakson Lorenzetti e de Rui Wolfart. Ao mesmo tempo que querem abrir para composição, os pedetistas vivem incógnita sobre quem lançar para prefeito, já que têm no páreo os empresários Idail Trubian, que é vice-prefeito, Carlos Perini, Adi Becker e ainda Leandro Ficagna e o advogado Celso Borges.

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Tangará da Serra | 06/02/2012 - 19:00

Apoiado por Wagner, empresário tenta prefeitura como fato novo

Romilson Dourado


  Rubens Jolando, pré-candidato do PR a prefeito de Tangará da Serra, e deputado Wagner Ramos, em visita ao RDNews nesta 2ª
Fotos: Nayara Araújo

   Morador em Tangará da Serra há 34 anos, o executivo e administrador na área de mineração Rubens Jolando, da Calcário Tangará, e presidente da Apae desde 2007, surge como espécie de fato novo na lista de pré-candidatos a prefeito. Ele está filiado ao PR e tem como principal cabo eleitoral o deputado estadual Wagner Ramos, que nas pesquisas feitas no ano passado aparecia na liderança na corrida à sucessão municipal. Wagner já definiu que está fora do páreo e que vai apoiar Rubens. Ambos visitaram a sede do RDNews, em Cuiabá, nesta segunda.

   Rubens se mostra empolgado com a possibilidade de concorrer, pela primeira vez, a um cargo eletivo. Ele defende coalizão das forças políticas locais e dos partidos. Entende que todos deveriam fazer um "pacto por Tangará da Serra", que há anos sofre por causa da instabilidade política, devido a brigas júridicas e eleitorais que resultaram na passagem de cinco na cadeira de prefeito somente neste mandato. Ele aderiu ao PR em 29 de setembro do ano passado, incentivado por um grupo de empresários, amigos e correligionários e, especialmente, por Wagner Ramos, que prefere continuar atuando e ampliando base como representante dos municípios do Médio-Norte na Assembleia.

    "Gosto do coletivo, da coisa pública", destaca Rubens, contador e com formação em ciências econômicas e que desde os anos 1970, quando morava em Barra do Bugres, está à frente da administração de grandes empresas e com foco em gestão autera e, como ele diz, "focado no futuro". O empresário e executivo da Usina Itamarati, que gera cerca de 5 mil empregos, e que também participou da fundação da Barralcool, destaca que vem dando contribuição social, especialmente como presidente da Apae, cujo mandato se encerra neste mês. A entidade conta com 67 funcionários e 278 alunos e movimenta orçamento de R$ 1,5 milhão por ano, 25% do valor custeado pela população.

   Perfil e planos

Rubens Jolando   Com perfil mais técnico que político e motivado pelo que chama de "olhos para o social", Rubens Jolando acumula também a função de diretor de Comércio e Serviços da Associação Empresarial e Comercial de Tangará da Serra e evita críticas aos possíveis adversários e não entra em confronto com o prefeito Saturnino Masson (PSDB), que sinaliza para disputa à reeleição.

   Diz entrar no páreo com "espírito empreendedor" e na esperança de agregar a todos. Segundo Rubens, Tangará, cidade-pólo do Médio-Norte, "é carente na área social" e entende que necessita de gestor que priorize esse setor, que seja estrategista para buscar investimentos e que atue com austeridade para controlar os gastos públicos.

    O deputado Wagner rasga elogios a Rubens. Diz que o amigo de legenda "tem perfil ideal para ser o próximo prefeito porque é simples, carismático, possui credibilidade, é culto e não quer briga com ninguém e busca unificar o município". Embora ensaie candidatura própria, o PR é da base do prefeito Saturnino e acredita que o tucano deva apoiar o nome de Rubens. Wagner Ramos aposta numa ampla aliança e observa que, curiosamente, a legenda republicana está integrada à coligação que apóia a presidente Dilma Rousseff, o PMDB do governador Silval Barbosa e o PSDB do prefeito Saturnino. "Podemos ter alianças com qualquer partido", avalia o parlamentar.

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Tangará da Serra | 30/01/2012 - 09:24

Masson busca secretaria para garantir investimentos à Copa

Valérya Próspero

Saturnino Masson, prefeito de Tangará da Serra     Depois de conseguir fechar as contas de Tangará da Serra no “azul”, o prefeito Saturnino Masson (PSDB), tenta angariar um lugar na concorrida disputa de verbas destinadas à realização da Copa de 2014. Este mês ele esteve na secretaria estadual de Turismo (Sedtur) para apresentar um vídeo mostrando as belezas da cidade. Seu intuito era sensibilizar os técnicos e conseguir verba para construção de um Centro de Eventos.

     O prefeito prevê que a obra custe em torno de R$ 7 milhões. Outra verba que, segundo Masson, já estaria negociada com o governador Silval Barbosa (PMDB), será destinada à reforma do aeroporto. São necessários quase R$ 6 milhões para fazer o balanceamento da pista, obras na recepção, dentre outras. “Isso é o básico para atrair os turistas. O restante são investimentos da iniciativa privada”, avaliou.

      Tangará passou por momentos turbulentos no ano passado. Masson foi eleito indiretamente e tenta "organizar a casa". Ele salienta que conseguiu pagar todas as dívidas. “Só ficaram as contas grandes para pagar ao longo dos anos e as que não estão bem documentadas”, explicou. A prefeitura possui 1,7 mil funcionários, mas o tucano não soube estimar a porcentagem de comissionados.

     Apesar de arrochar o orçamento e gastar somente o necessário, a manutenção de alguns cargos carregou a folha de pagamento, que ultrapassa os R$ 4 milhões. Isso equivale a quase metade da receita mensal do município, estimada em R$ 10 milhões. A Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2012 prevê R$ 182 milhões para serem executados ao longo do ano e mais R$ 40 milhões em convênios.

     Masson também espera que o desenvolvimento da cidade seja superior este ano, já que os prejuízos de credibilidade, resultante dos escândalos, afastou indústrias e demais empresários que investiriam na cidade. O tucano já foi prefeito do município por duas vezes e uma das razões que ele aponta para ter tido a maioria dos votos foi sua capacidade de comunicação com todos os grupos políticos.

     Ele preferiu não comentar os problemas enfrentados no ano passado e diz não acompanhar de perto os recursos impetrados pelo ex-prefeito Júlio Ladeia (PR) e seu vice José Jaconias (PT) para retomar o cargo.

Tangará da Serra | 02/10/2011 - 13:00

Saturnino e Idail tomam posse às pressas; secretariado sairá na 2ª

Glaucia Colognesi e Andrea Haddad

      Menos de 24 horas depois de eleitos indiretamente, o prefeito e vice-prefeito de Tangará da Serra, Saturnino Masson (PSDB) e Idail Trubian (PDT), respectivamente tomaram posse. Eles foram diplomados pela juíza eleitoral Tatiane Colombo ainda na manhã deste sábado (1°), um dia após o pleito.

     A cerimônia foi acelerada pelo fato do prefeito tampão Miguel Romanhuk (DEM) ter deixado o comando do Executivo na tarde de sexta para reassumir a presidência da Câmara Municipal a tempo de conduzir o processo eleitoral.

    Nesta segunda (3), eles devem anunciar o novo secretariado. Sob a influência do deputado estadual Wagner Ramos, considerado a principal liderança do PR na região, a sigla se articula para “abocanhar” quatro pastas, enquanto os petistas querem assegurar ao menos duas. As demais devem ficar nas mãos de indicados por lideranças do PDT E PSDB.

    Saturnino Masson e Idail Trubian foram eleitos com apoio de sete dos dez vereadores durante eleição que marcou a história de Mato Grosso por ser a primeira indireta no Estado.

    Acontece que tanto o prefeito, quanto o vice Júlio Ladeia (PR) e José Jaconias (PT) foram cassados pela Câmara, após serem acusados de ato de improbidade administrativa. Cerca de 1.500 pessoas acompanharam o pleito, dentro e fora do plenário. Masson assume o Executivo pela terceira vez. Ele já comandou o município por dois mandatos, de 1989 a 1996.

 

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Tangará da Serra | 24/08/2011 - 17:01

Presidente lê denúncias; sessão de cassação já dura mais de 8 h

Andréa Haddad

     Já dura mais de 8 horas a sessão da Câmara de Tangará da Serra convocada para apreciar o pedido de cassação do prefeito e vice afastados Júlio César Ladeia (PR) e José Jaconias (PT), respectivamente, além dos vereadores Genilson Komazae (PR), Celso Ferreira (DEM), Haroldo Ferreira de Lima (DEM) e Paulo Porfírio (PR). Todos estão afastados dos cargos eletivos por determinação do juiz Jamilson Haddad Campos, da Quarta Vara Cível da Comarca de Tangará, e respondem a ação civil pública por improbidade administrativa, tráfico de influência e pagamento de propina.

     A sessão teve início às 8h desta quarta (24). Os trabalhos são presididos pelo vereador Luiz Henrique Barbosa Matias (PTB), presidente em exercício da Mesa Diretora. O gestor responsável pelo Legislativo, Miguel Romanhuk (DEM), comanda a prefeitura desde o afastamento de Jaconias, em 11 de julho deste ano. Nesta etapa da sessão, são lidas as denúncias contra cada um dos suspeitos. Após o término, os vereadores investigados têm 15 minutos, cada, para apresentar a defesa oralmente. Em seguida, o pedido de cassação deve ser votado pelo plenário.

     A decretação da perda dos mandatos foi solicitada pela Comissão Processante (CP), composta por Jeane Rodrigues (presidente), Gilcélio Luiz Peres (relator) e Roque Fritzen (membro), com base no relatório emitido pela Comissão Especial de Investigação (CEI).

     O documento aponta que o termo de parceria, firmado em 2009 entre a prefeitura e a Oscip Idheas, com anuência da Câmara, provocou “rombo” de R$ 6 milhões nos cofres do município. À época, a gestão Júlio Ladeia terceirizou os serviços de Saúde. O contrato acabou rescindido em abril de 2010, após a Operação Hygeia, deflagrada pela Polícia Federal para investigar suposto esquema de corrupção envolvendo o Idheas.

Vereadores favoráveis à contratação do Idheas negam propina

Tangará da Serra | 11/07/2011 - 20:37

Miguel assume a prefeitura com promessas de cortes e auditoria

Patrícia Sanches

Miguel Romanhuk     Prestes a assumir o comando da Prefeitura de Tangará, o presidente da Câmara, Miguel Romanhuk (DEM), promete fazer uma espécie de “pente fino” nas gestões de Júlio Ladeia (PT) e José Jaconias (PT) à frente do Executivo para descobrir possíveis irregularidades. “Vamos fazer uma auditoria imparcial”, promete o democrata, que assume o comando da cidade nesta terça (12).

     Ele pondera a instabilidade política no município gera dificuldades na captação de recursos. Diante da situação, nada confortável, Miguel anuncia uma política de cortes em gastos considerados “supérfluos" . Ele diz que vai priorizar investimentos nas áreas de educação e saúde. As medidas foram anunciadas horas após o juiz da Quarta Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra Jamilson Haddad Campos afastar o prefeito em exercício Jaconias; o titular Ladeia, que já estava fora da gestão devido à decisão da Câmara; os vereadores Genilson Kezomae (PR), Haroldo Lima (DEM), Paulo Porfírio (PR) e Celso Ferreira (DEM), além do suplente Célso Roberto Vieira (PP).

     Todos são investigados por uma Comissão Processante pelos crimes de improbidade administrativa, tráfico de influência e indícios de recebimento de propina para aprovar uma mensagem do Executivo que adequava a legislação municipal à contratação da Oscip Idheas. “Essa já era uma decisão esperada. Alguém tinha que tomar uma providência e a Câmara deve cassar todos nos próximos dias”, adianta Miguel.

     Enquanto o democrata assume a prefeitura, o Legislativo fica sob o comando de Luiz Henrique Barbosa Matias (PTB).

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Tangará da Serra | 11/07/2011 - 18:35

Juiz afasta prefeito e vereadores; Miguel deve assumir o Executivo

Andréa Haddad

     O prefeito em exercício de Tangará da Serra, José Jaconias (PT), e quatro vereadores, foram afastados temporariamente do cargo por improbidade administrativa no contrato firmado pelo município, em 2009, com a Oscip Idheas. A decisão foi proferida nesta segunda (11), por volta das 16h, pelo juiz Jamilson Haddad Campos, da Quarta Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra. O presidente da Câmara, Miguel Romanhuk (DEM), deve assumir o comando do Executivo.

     No despacho, Jamilson também estende a determinação a Júlio César Ladeia (PR), prefeito afastado por decisão da Câmara, que instalou uma Comissão Processante para apurar as denúncias contra ele, o petista e os vereadores Genilson Kezomae (PR), Haroldo Lima (DEM), Paulo Porfírio (PR) e Celso Ferreira (DEM), além do suplente Célso Roberto Vieira (PP).

Vereadores favoráveis à contratação do Idheas negam propina

     O promotor Antônio Moreira da Silva ingressou, há mais de um ano, com ação civil pública contra os suspeitos. Em caráter liminar, ele solicitou o afastamento dos cargos, a suspensão dos direitos políticos e a indisponibilidade dos bens dos acusados para assegurar o ressarcimento de R$ 6 milhões aos cofres do município.

Ação de promotor proposta contra Jaconias gera desgaste

     O montante é referente ao prejuízo gerado, em apenas seis meses, com a contratação da Oscip Idheas pela prefeitura, em 22 de setembro de 2009. Apesar do parecer contrário do promotor e da assessoria jurídica da Câmara, o termo de parceria foi efetivado por Ladeia com o aval de cinco vereadores e, num segundo momento, renovado por Jaconias.

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  Veja aqui a íntegra da decisão

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Tangará da Serra | 20/04/2011 - 09:28

Ladeia "amarga" rejeição de 60%

Andréa Haddad

     No segundo mandato, o prefeito de Tangará da Serra, Júlio César Ladeia (PR), enfrenta desgaste e acumula 60,4% de rejeição. É o que revela a pesquisa do instituto Mark, feita em parceria com o RDNews, entre 16 e 17 deste mês.

     O percentual dos que aprovam o mandato de Ladeia é de 31,1%. Destes, 0,5% avalia que a administração republica é ótima, 6,3% consideram boa e 28,3% regular positivo.

     Dos 60,4% que desaprovam a gestão Júlio Ladeia, 10,2% julgam que o trabalho do prefeito é regular negativo, 19,5% entendem ser ruim e 30,7% consideram o mandato dele péssimo. Outros 4,4% não opinaram.

     Foram ouvidos 205 moradores, sendo 50,7% homens e 49,3% mulheres. Os pesquisadores percorreram 38 bairros da zona urbana. A margem de erro é de 5% para mais ou para menos.

     Ladeia foi eleito em 2004 para o primeiro mandato, com 16.154 votos. Quatro anos depois, conquistou a reeleição ao obteve 18.068.

     Em março deste ano, os vereadores instalaram uma Comissão Especial de Investigação (CEI) para apurar supostas irregularidades na contratação do Instituto Idheas, alvo de investigações por suposto desvio de recursos do Fundo Nacional da Saúde (Funasa) que culminaram na operação Hygeia, da Polícia Federal.

Ladeia diz que não vai perder sono por auditoria da Câmara

Tangará da Serra | 20/04/2011 - 08:59

Dilma acumula 78% de aprovação

Andréa Haddad

     A gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) é aprovada por 78,5% dos moradores de Tangará da Serra, entrevistados por pesquisadores do instituto Mark, entre 16 e 17 deste mês. A pesquisa é feita em parceria com o RDNews.

     Dos 205 entrevistados, 4,4% consideram o governo de Dilma ótimo, 38,5% avaliam como bom e 35,6% julgam ser regular positivo.

     Apenas 1,5% desaprova o mandato da presidente. Para 0,5%, Dilma faz uma gestão ruim e 1% avalia que o governo dela é péssimo. Não responderam ou não souberam opinar 20% dos entrevistados.

     A pesquisa do instituto Mark foi realizada em 38 bairros de Tangará da Serra. Foram ouvidos 205 moradores. Destes, 50,7% são homens e, 49,3%, mulheres.

     Dilma é ex-ministra-chefe da Casa Civil e foi eleita em outubro do ano passado, com 56% dos votos. Ela assumiu a presidência em 1º de janeiro deste ano.

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Tangará da Serra | 19/04/2011 - 19:40

Miguel não descarta candidatura

Andréa Haddad

Miguel Romanhuk     O presidente da Câmara de Tangará da Serra, Miguel Romanhuk (DEM), nega ter interesse em concorrer à prefeitura em 2012, mas não descarta a possibilidade de entrar na disputa por solicitação do partido. “Nunca cogitei concorrer a prefeito, mas se o partido precisar eu vou à luta”, afirma.

     Ele aparece em terceiro lugar, com 6,3% das intenções de voto, num cenário em que o deputado estadual Wagner Ramos (PR) não é incluído na lista de eventuais candidatos. A pesquisa do instituto Mark, feita em parceria com o RDNews no município, também revela que Miguel tem 1,5% da preferência na espontânea.

     Ao avaliar os dados, Miguel pondera que ainda falta um ano e seis meses para a eleição. “Ainda é cedo para pensar nisso, mas daqui a nove meses acredito que o cenário estará mais sólido para fazermos uma análise”, aponta.

     Ele demonstra empolgação ao falar do reconhecimento dos moradores sobre a atuação na secretaria municipal de Saúde entre 1997 e 2003. “Dizem que a cidade nunca teve um secretário tão bom quanto eu, então acho que a população tem uma avaliação positiva".

     Na eleição de 2008, Miguel ficou em primeiro lugar na corrida à Câmara Municipal com 2.014 votos. Após a posse, ele foi eleito presidente da Mesa Diretora da Casa.

Sem Wagner Ramos na disputa, Silvio e Ana ficariam empatados



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