O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Rubens de Oliveira, assinou carta de apoio irrestrito ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre todas as decisões tomadas pelo órgão. O documento foi elaborado no 90º Colégio de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil, em Teresina (PI), realizado na última semana, e contou com a assinatura de outros 23 desembargadores.
O documento é uma resposta às críticas da liminar concedida por dois ministros do STF contra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estava investigando supostos pagamentos irregulares de verbas atrasadas a juízes, desembargadores e servidores de todo país. A atitude do magistrado mato-grossense vai no sentido oposto de outros órgão do Estado, como o Ministério Público e a OAB, que manifestaram apoio ao Conselho, por acreditar que as medidas tomadas são pela transparência do Judiciário.
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Três órgãos de representação da magistratura, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), pediram a suspensão da investigação, que teria quebrado o sigilo bancário e fiscal de mais de 200 mil pessoas, sem autorização judicial. Na carta, os desembargadores defendem que a quebra de sigilo deve ocorrer apenas com autorização da Justiça. O CNJ, no entanto, nega a acusação.
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Confira a íntegra da Carta de Teresina
I - Manifestar profunda preocupação com o momento vivido pelo Poder Judiciário, em face da notória exposição negativa a que tem sido submetido, em detrimento da democracia.
II - Reiterar a importância de ser integralmente preservada a autonomia dos tribunais, consagrada na Constituição da República.
III - Enfatizar que o ordenamento jurídico brasileiro impõe a necessidade de autorização judicial para a quebra de sigilo fiscal e bancário, em respeito à dignidade humana.
IV - Reafirmar irrestrita confiança no Supremo Tribunal Federal, garantidor máximo dos princípios constitucionais e do regime democrático.
Teresina, 27 de janeiro de 2012.
Dr Rubens, o DR deveria é assinar seu pedido de exoneração, pois quem pratica o NEPOTISMO CRUZADO, (Prefeitura, Assembleia, SANECAP, Câmara dos Vereadores) não tem idoneidade Moral para presidir um Órgão desta importância.
Nenhuma novidade em relação ao que vem deste nosso Tribunal de "Justiça", quem não deve não teme, mas eles estão super arrepiados com tudo isso, não podem escutar falar em CNJ que tremem!!
Era de se esperar algo diferente disso? O presidente de um tribunal que vive atolado em denúncias teria atitude diferente? E por falar nisso até agora não ví a fuça do tal desembargador sakamoto dando explicações a sociedade sobre a soltura dos 40 assaltantes, e olha que já se passaram 30 dias e nada, parece que ele ignora TODOS os meios de comunicação do estado.
Interessante, muito interessante, interessantíssima a Carta de Teresina, convalidada pelo nosso eminente Desembargador Rubens de Oliveira. Ela nos permite algumas análises. Farei uma ou duas, no máximo. Ao clamar pelo exercício pleno da democracia, os Magistrados subscritores do documento nos levam a pensar, até mesmo com acentuada preocupação, que no entendimento deles, esse valor conquistado com muita luta e sacrifício do povo brasileiro, serve somente para alicerçar os desmandos que vem sendo cometidos pelo Poder Judiciário no Brasil e, ainda baseado nessa afirmação "democrática", dar continuidade à prática secular dos nossos Tribunais em manterem um círculo fechado e restritivo à sociedade em geral das ações nada republicanas por eles praticadas. No entendimento dos subscritores da Carta de Teresina, a democracia plena só se consolida escondendo os desmando de seus componentes. A democracia só vigora se não forem investigados pelo CNJ. A democracia só se consolida acobertando as ações imorais (muito delas ilegais) que beneficiam alguns de seus componentes, como por exemplo, no caso de São Paulo, a distribuição ilimitada, inexplicável, perdulária e contra os interesses do próprio Poder, de quantidades estratosféricas de dinheiro a alguns Desembargadores, sob o precário argumento de devolução ou outros risíveis e distantes da realidade e das necessidades dos contemplados com os milhões recebidos. Ainda a se levar em consideração os termos da Carta de Teresina, a democracia de um lado só deve beneficiar somente os Magistrados do Brasil inteiro, em detrimento da sociedade brasileira. Na visão dos Magistrados mantenedores da Carta de Teresina, a democracia não deve contemplar, por exemplo, celeridade nos processos judiciais, cumprimento integral dos prazos, desburocratização das ações do Poder Judiciário, aproximação dos Magistrados com a sociedade como forma até mesmo de contribuir com a educação do povo e visando reduzir a criminalidade e, em consequencia os números de processoas nas Varas Criminais e nos Tribunais Superiores, a transparência nas ações dos Desembargadores e Ministros Superiores, o dinamismo na execuição dos trabalhos judiciários, o empenho em dar integral e irrestrita publicidade a TODOS os atos praticados pela Justiça Pública e sua administração, dentre outras matérias relavantes e necessárias ao nosso povo. A democracia pleiteada pelos subscritores da Carta de Teresina é maquiavélica. Pretende impor medidas contra o CNJ e impedir que um órgão atuante de fiscalização puna com rigor aqueles que tem por obrigação exclusiva aplicar a lei e não, nunca, vilipendiá-la e transformá-la num objeto de satisfação e prazeres pessoais, ainda que inadmissíveis numa sociedade justa, iguualitária e... democrática. Daí o meu repúdio à Carta de Teresina. O Desembargador Rubens de Oliveira, em quem acreditei e comentei tempos atrás, fosse um Magistrado da nova geração, com idéias e ideais realmente democráticos e voltados aos interesses da sociedade e dos jurisdicionados perdeu um ponto comigo, me decepcionou. Mas ainda acredito que na Justiça Pública do Brasil surjam seguidores fiéis e intransigentes da ilibada, consagrada e hoje odiada (veja bem) pelos próprios pares (todos sabem por que) Ministra Eliana Calmon que, ao tentar aplicar a lei e demonstrar irreparável conduta procedimental e moral brinda efetivamente àqueles que sabem verdadeiramente o que significa DEMOCRACIA.
O governo do Estado foi notificado nesta terça (17), pelo desembargador Mariano Travassos, a prestar informações em 10 dias sobre a ação popular movida pelo vereador Antônio Fernandes (PSDB) contra o governador Silval Barbosa (PMDB) e o secretário estadual de Transporte e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves. O tucano alega que os 2 agiram na ilegalidade ao permitir que blocos de concreto fossem colocados na rodovia Emanuel Pinheiro, a MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães.
De olho numa possível reeleição, o tucano se encontra numa batalha árdua para desobstruir o início da pista, em frente ao supermercado Atacadão, pedindo a retirada dos blocos de concreto, conhecidos popularmente de “gelo baiano”. Além de dizer que a ausência de calçada provoca transtorno aos motoristas, o vereador sustenta que o número de acidentes tem crescido a cada dia. “Só espero que dentro do prazo de 10 dias não aconteça mais desastre”, dispara.
Enquanto o magistrado responsável pela relatoria, José Tadeu Cury, está de férias, a análise do pedido de liminar está sob os cuidados de Mariano Travassos, designado relator em substituição legal. A ação foi assinada pelo advogado Carlos Odorico Dorileo Junior. Nela, a defesa do tucano pede que a Justiça condene o governador e Arnaldo a restituírem os cofres públicos com os valores gastos para implantação e retirada dos blocos que, na opinião dele, foram colocados irregularmente no local.
Cel. Torquato, pessoa de boa indole, nos deixou saudade, fui ESTAFETA do seu gabinete na Assembléia Legislativa, passei a minha infancia junto aos seus familiares, aprendi e muito com os conselhos, DEUS O TENHA. JOSE MARIA EVANGELISTA SANTOS
O Vereador Antonio Fernando está corretíssimo. Aqueles monstrengos dos “gelos baianos” tem que ser retirado e cobrado todos os custos de instalação e retirada do Atacadão. Que seja providenciado policiamento permanente para impedir manobras proibidas e arriscadas pelos clientes que tentarem adentrar ao supermercado sem se deslocar até a rotatória existente logo à frente, sendo o Supermercado Atacadão obrigado a ressarcir o Estado pelo custo deste policiamento, outra alternativa é retirar os “gelos baianos” E FECHAR O SUPERMERCADO até que a rodovia seja duplicada. O problema foi criado pela instalação de um comércio com grande fluxo de veículos em local inadequado, culpa da Prefeitura que deu permissão para esta instalação ignorando problema óbvio que seria criado e pela omissão do Governo do Estado que permite que continue funcionando em uma via de sua jurisdição trazendo prejuízo e insegurança para a população. Mesmo depois da duplicação da Rodovia MT 251 o acesso ao local sempre será ruim, pois está em uma rampa forte está abaixo do nível da rodovia, problemas que jamais serão resolvidos, Cuiabá tem lugares melhores para instalação deste tipo de empreendimento.
Isso mesmo, o dr. Eder "Precatório" de Moraes, gosta de tudo bem explicadinho!
Com intuito de organizar por ordem de antiguidade as ações que tramitam na Primeira Instancia, a Corregedoria-Geral da Justiça começou, nesta segunda (09), uma fiscalização ordinária em nove Varas da Comarca da Capital. A análise é parte das metas consideradas como prioridade pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e visa dar mais velocidade ao trabalho do Judiciário.
A vistoria deve ficar sob a responsabilidade do juiz auxiliar da Corregedoria, Antônio Veloso Peleja Júnior, e três assessores. Segundo corregedor-geral, desembargador Márcio Vidal, serão examinados todos documentos e autos relacionados ao expediente forense. Além disso, servidores da diretoria do Fórum da Capital e das secretarias das Varas serão convocados para acompanhar os trabalhos e prestar esclarecimentos acerca da rotina de trabalho.
Durante o período de correição não haverá alteração na pauta de audiências e nos prazos processuais. O atendimento às partes e aos procuradores também será mantido. O corregedor-geral não descarta a possibilidade de qualquer cidadão fazer reclamações, sugestões, crítica ou elogio ao trabalho. Entre os objetivos da fiscalização está ainda dar prioridade às ações referentes à saúde, idosos, crianças e adolescentes, conforme determinação do CNJ.
OBRIGADA E CONTINUE SEMPRE AJUDANDO AS PESSOAS QUE PRECISA DE AJUDA ESPERO QUE VCS POSSAM ME AJUDAR NESSE CASO QUE ENVIEI PARA VCS QUE DEUS TE ELUMINEM SEMPRE OBRIGADA MAIS UMA VEZ
Depois de 17 anos, diversas greves e um longo processo de negociação, os servidores do Poder Judiciário vão começar a receber as perdas salariais que tiveram durante a conversão da moeda brasileira em 1994, quando o cruzeiro real passou a ser real. Nesta segunda (21), o presidente do Tribunal de Justiça Rubens de Oliveira determinou o pagamento dos funcionários referentes à Unidade Real de Valor (URV).
Apenas os funcionários que têm até R$ 11,9 mil a receber devem assinar o termo que foi disponibilizado na página da instituição. Eles irão receber tudo numa única parcela. Conforme Rubens de Oliveira, os recursos serão restituídos até 5 de dezembro. “Os servidores que têm crédito acima desse valor vão receber R$ 5 mil, a serem pagos em duas parcelas, a primeira em dezembro e a segunda em janeiro”, salienta o desembargador.
Ele garante ainda que se houver sobra orçamentária no final do exercício de 2011, ela será utilizada para o pagamento de servidores que possuem créditos de menor valor. Com a medida, a diretoria do TJ se antecede às ações judiciais e facilita o processo. Conforme termo de compromisso firmado entre o TJ e Sinjusmat, os servidores deveriam ajuizar ação de execução para recebimento de seus direitos relativos à URV. Para quitar todo o débito com os mais de 4 mil servidores, que têm direito ao benefício, estima-se que serão necessários aproximadamente R$ 200 milhões.
DESAPOSENTACAO POQUE TANTA ENROLACAO POR PARTE DO JUDICIARIO SE A CAUSA E REAL
e os servidores do detran, quando é que vao receber os seus direitos, já que os seus salários é o menor do estdo?
Tudo bem e lovuável. Embora o presidente esteja fazendo nada mais do que sua obrigação, já que administrações passadas nada fizeram (inclusive de maçons, tidos como formadores de opinião e exemplo de postura moral), a não ser para os seus assessores, parentes, desembargadores e alguns juízes, existem muitos servidores com duas certidões. Uma expedida recentemente e outra há mais de dois anos. E agora, uma vez que os valores são bem diferentes?
Blz...tudo isso é mto bonito, mas e os servidores que tambem tem direito de receber URV e foram exonerados ano passado ou esse ano que nem tiveram acesso aos valores que tem direito....oTj trancou e nao informa de jeito nenhum os valores....e dizem que nao tem nem previsão.....o q passou passou né presidente....agora esses servidores nao prestam mais para o Tj ...ate fim do mes estou entrando com umaq ação para receber tambem a decisão do CNJ é clara pagando um servidor ...tem que pagar todos sem discriminação...

Rubens de Oliveira é empossado ao lado de Silval Barbosa, José Riva e do presidente da OAB, Cláudio Stábile
Foto: Sissy Cambuim
Eleita em outubro do ano passado, a nova diretoria do Tribunal de Justiça foi empossada nesta terça, 1º de março. Até 2013, o Judiciário de Mato Grosso terá o desembargador Rubens de Oliveira como presidente, Juvenal Pereira, vice-presidente e Márcio Vidal na corregedoria-geral de Justiça. Pela primeira vez, a cerimônia foi realizada no Plenário do TJ.
O evento contou com a participação de aproximadamente 300 pessoas, entre elas as principais autoridades do Estado. Ao lado do novo presidente, sentaram-se o governador Silval Barbosa (PMDB), o presidente da Assembleia, José Geraldo Riva (PP), o procurador-geral de Justiça, Marcelo Ferra, a juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Agamenildes Dias arruda Vieira Dantas, representando a ministra Eliane Calmon, e o presidente da seccional de Mato Grosso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cláudio Stábile.
Já a ala vip contou com o vice-governador Chico Daltro (PP), os secretários de Estado Roseli Barbosa(Setecs) e Eliene Lima (Secitec), os deputados federais Carlos Bezerra (PMDB) e Valtenir Pereira (PSB), os estaduais Guilherme Maluf (PSDB) e Luizinho Magalhães (PP) e os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim e Alencar Soares, o defensor-geral André Prieto, além do assessor especial do senador Blairo Maggi (PR), Eumar Novacki.
Outras autoridades, como os secretários de Estado, Pedro Henry (Saúde), Diógenes Curado (Segurança Pública), Osmar Carvalho (Comunicação), Djalma Sabo Mendes (Acompanhamento das Obras do PAC e da Copa) e o deputado estadual Ezequiel Fonseca, fizeram questão de marcar presença na solenidade, mas acompanharam o evento da plateia.
A duração do evento e, principalmente, do discurso do presidente empossado proporcionaram cenas inusitadas. Henry e Vidal, por exemplo, demonstraram uma certa impaciência em seus semblantes. Já Eliene não pôde esconder o cansaço e por alguns segundos foi flagrado de olhos fechados. Ao final da cerimônia aqueles que estiveram na ala vip fizeram uma fila para cumprimentar os empossados.
Às 12h - Teremos um horizonte bem positivo, diz Diógenes
Buscando uma maior aproximação com o Poder Judiciário para desenvolver os trabalhos à frente da secretaria de Estado de Segurança Pública, Diógenes Curado já se encontrou com a nova diretoria do TJ para realizar esses entendimentos. “Teremos um horizonte bem positivo em relação a isso”, destacou.
De acordo com o secretário, é preciso integrar cada vez mais as forças. Ele reconhece que, há algum tempo, o TJ já tem feito todas as ações necessárias nesse sentido, mas que ainda não foi o suficiente para otimizar o trabalho da Segurança Pública. Depois de conversar com os membros da diretoria para o próximo biênio, Diógenes se mostra mais confiante nesta integração.
Às 12h12 - Imagem só melhora quando a sociedade vê resultados, diz Riva
Otimista com o discurso do novo presidente, Riva ressaltou que para cumprir a tarefa de restaurar a credibilidade, Rubens terá um grande desafio pela frente. “A imagem só melhora quando a sociedade vê os resultados”, disse. Ele ressalta, no entanto, que o Poder Judiciário deve ser debatido como um todo. Para isso, garante a parceria da Assembleia. “O Legislativo jamais se furtará do diálogo”, destacou.
Às 12h16 - Expectativa do Executivo é muito boa, avalia Daltro
Para o vice-governador Chico Daltro (PP), a parceria entre Executivo e Juciário deve continuar em clima harmônico. “Nossa expectativa é muito boa, positiva”, comentou, ressaltando que a nova diretoria é composta por desembargadores experientes que já demonstraram sua capacidade de trabalho e a vontade de desempenhar uma boa gestão.
Essa foto ficou boa. Imagina se o Oliveira resolve dar voz de prisão ao riva. riva não vai em evento deste tipo, vai que tem uma PP em seu aguardo! Ufffffa!!!
O presidente do Sindicato do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso (Sinjusmat) confirma que já protocolou o abaixo-assinado solicitando a intervenção nos departamentos financeiro e pessoal do Tribunal de Justiça. Segundo ele, a oficialização do pedido foi acompanhada pela Ong Moral. Apesar do Sinjusmat ter recebido uma cópia de uma outra representação da Ong, que denuncia a incorporação irregular de salários de pelo menos 400 servidores, o sindicato não assinou o documento em conjunto. “Apenas tomamos conhecimento sobre os fatos”, reforça o presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues.
Já sobre o abaixo-assinado, que tem mais de 20 mil assinaturas, Rosenwall ressaltou que o juiz-auxiliar da presidência do CNJ, Ricardo Chimenti, se sensibilizou com a questão e se comprometeu em apreciar o pedido ainda nesta semana. Ele enfatiza que um dos detalhes que mais chamou a atenção de Chimenti foi a notícia de que um magistrado havia devolvido dinheiro para o Tribunal de Justiça. Conforme revelou o RDNews com exclusividade, o desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho foi acionado no CNJ pela Ong Moral depois de ter devolvido R$ 400 mil ao TJ – veja aqui. “Nós anexamos as notícias sobre o caso e também apresentamos ao CNJ”, conta Rosenwal.
Além do abaixo assinado da Sinjusmat, a Ong Moral também já protocolou o pedido de intervenção federal. No novo pedido, eles argumentam que 400 servidores receberam incorporações salariais ilegais causando danos “irreparáveis” ao erário. Os membros frisam também, que cada um deles têm um salário médio de R$ 6 mil, que causa um rombo mensal de R$ 2,4 milhões, que ao ano somam R$ 28,8 milhões. Assim, como os valores vêm sendo pagos irregularmente desde 2000, os prejuízos aos cofres públicos já chegaria a R$ 288 milhões.
A ação ressalta que desde a edição do Enunciativo Orientativo 06 esse tipo de benefício não é mais concedido. “São equivocadamente ilegais e inconstitucionais, pois contrárias aos ditames da Lei Estadual nº 7.299/2000 e ao art. 37 da Constituição da República, além de gerarem prejuízo ao erário num montante impossível de ser reparado”, diz trecho da representação. Antes da incorporação ser tida como irregular, mais de 700 servidores também foram beneficiados. A expectativa é que os dois pedidos sejam analisados o mais rápido possível.
... não é rebeldia, é a certeza que o PDT, não tem ditadura, e sim democracia... Taques, vai para a convenção, seje humilde.... O estatuto do PDT, é claro...não é o Piveta que irá mudar....e acho que os convencionais do PDT, não tem "cabresto"...são democrátas... O erro ta no Taques mesmo...Viva a DEMOCRACIA!!! O Rodrigo está certíssimo!!
O desembargador Leônidas Monteiro, que completa 70 anos em 2 de junho, se aposenta nesta quinta (20), após participar da última sessão como membro do Tribunal de Justiça. O magistrado foi nomeado desembargador em 1992, após atuar por 26 anos como membro do Ministério Público Estadual. Agora, um procurador ou promotor de Justiça deve substitui-lo.
Entre os mais cotados a compor a listra tríplice estão o procurador de Justiça, Paulo Prado, e o promotor Marcos Machado. Prado comandou o MP por dois mandatos e hoje coordena o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Machado, por sua vez, tem bom trânsito em todos as instâncias do Poder e atua no MP há 16 anos.
Leônidas é o magistrado mais velho do Pleno. Ele presidiu o TJ entre 2001 e 2003 e também atuou comandou o Tribunal Regional Eleitoral nos entre 2008 e 2009. Com sua saída, sobe para 10 o número de cadeiras vagas no Pleno TJ, que é composto por 30 membros. A vacância foi provocada pela aposentadoria compulsória de quatro desembargadores e aposentadoria por idade de outros seis magistrados.
Ainda neste ano Jurandir Florêncio de Castilho e Antônio Bittar Filho, que completam 70 anos nos dias 29 de junho e 17 julho, respectivamente, também deixarão o TJ. Cada desembargador recebe em média R$ 24 mil mensais, além de uma série de outros benefícios.
Desconheço fato que desabone a conduta do ilustre desembargador, até por que numa longa carreira, se algo houvesse com certeza viria a tona, no meio desse tiroteio no tribunal, algum franco atirador, nem que fosse indiretamente ja o teria torpedeado, então só me resta parabeniza-lo pelo dever cumprido e desejar ao mesmo, um longo e merecido descanso com muita saude e curtindo as novas geraçoes da familia.
Se ele for tão honesto assim, vamos fazer uma busca para ver se tem algum parente em cargo público, é claro que tem como todos os outros, não tem um que salve, todos tem os desembargadores tem filhos magistrados, ou mulher, ou irmã, por que vcs sabem né, inteligencia é genética ou osmoze. Como preferir!!!!!!
Vai tarde. Sua presença no TJ/MT foi marcada pelo nepotisno e conivência com corrupção, sobretudo porque foi membro do Ministério Público, instituição referência no Estado. Passou seu filho pra juiz e vários da família, além de concursados são, também, incorporados. Todos fazem parte dos concursos realizados em comarcas do interior, cujo curriculum não era a competência e sim o DNA de juízes e desmbargadores. É só fazer o levantamente. VERGONHA!!!!!!!!!!
De fato o Des. Leônidas é um dos poucos exemplos de seriedade do TJ. Sua imparcialidade é incontestável, porém com os alvoroços do Tribunal nos últimos dias, nenhum Magistrado está sendo levado à seriedade que merece. Justo. Destaca-se que essa artilharia no TJ irá servir para renovar de vez os moldes jurídicos e morais de Mato Grosso. Portanto, visando, pois, essas mudanças, é pertinente que o Procurador Paulo Prado não assuma a vaga vacante, senão futuramente teremos novos escândalos.
UFA, até km fim vai escapar das investigacoes. Corre senao o bicho pega.rrsrsrsrsrsrs
O ex-presidente do Tribunal de Justiça Paulo Lessa revelou que a auditoria encomendada por ele apontou a existência de indícios de direcionamento de processos dentro da instituição. O suposto esquema ocorreria por meio do Departamento Judiciário Auxiliar e da Informática, com ajuda de servidores do TJ. “Na época acreditávamos que com a informatização isso seria impossível, mas na auditoria que encomendei detectamos sérios indícios”, relatou o desembargador que anunciou sua aposentadoria. Neste caso, uma sucessão de "coincidências" ocorreriam para que os processos fossem encaminhados a determinados magistrados.
Ele conta que foi verificado indício de participação de 3 ou 4 servidores no esquema que envolvia ainda lobistas e advogados. A propina para o direcionamento dos processos para determinados magistrados variava entre R$ 10 mil e R$ 30 mil, segundo noticiado por alguns veículos de comunicação. “Já ouvi falar também, por meio da imprensa, que poderia chegar a R$ 60 mil”, conta. Ainda conforme o magistrado, que teve a aposentadoria deferida nesta quinta (11) e publicada nesta sexta (12) no Diário Oficial, as investigações que vêm sendo feitas pelo Ministério Público Federal (MPF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciaram justamente após a entrega do relatório final feito por sua auditoria.
Ele ressalta que no levantamento não ficou comprovada a participação efetiva de nenhum magistrado. "Já ouvi muitos comentários, como todo mundo. Até me deparei com possíveis indícios em dado momento, mas não sei dizer nada a respeito disso", ponderou. Ainda segundo ele, tudo precisava ser feito com muito cuidado para se chegar a todos os envolvidos.
O corregedor Orlando Perri teria contatado, inclusive, a Delegacia Fazendária, que preparava a realização de uma operação, quando houve um vazamento de informação. “Devido a este vazamento, a Delegacia Fazendária teve de abortar a operação”, diz Lessa. Ele negou informações de bastidores que apontam a participação de seu filho Paulo Inácio Heleno Lessa no esquema de propina. "Eu jamais daria um tiro no pé se meu filho tivesse participação nisso. Quem começou toda esta investigação fui eu e isso é prova de que meu filho não está envolvido nisso", argumentou o desembargador, que alega ser vítima de retaliação.
Dr. Paulo Lessa, Dep. Roberto Jeferson e Juiz Leopoldino do Amaral. Ah!!! se houvessem mais pessoas desse jeito, com coragem de botar a boca no trombone e denunciar todas as falcatruas de pessoas hipócritas que se dizem probos, com certeza a corrupção diminuiriam bastante. Mas, cuidado Paulo Lessa, reforce a sua segurança, você viu o que aconteceu com o Leopoldino Amaral. Interesses de pessoas de poder estão sendo contrariados. Não se deixe intimidar, tem que denunciar mesmo. Acho que todos tiveram conhecimento das denúncias escritas e assinadas pelo finado Leopoldino Amaral, e todos sabem também porque ele foi assassinado, e ainda todos deduzem quem foram os supostos mandantes, porém tudo foi abafado e acabou em pizza. Que Deus o proteja e te dê vida longa para denunciar o que acontece nos bastidores do judiciário.
Acho que tem muita coisinhas também no TRE!!! uma perguntinha aos senhores magistrodos, "a quem interesa esse lenga lenga de nova eleição em leverger?" o povo de minha terra não merece o que esta acontecendo, é brincadeira esse tribunal.
Fernando Ordakowski

Em meio a um ambiente tenso, sob desgaste e muitas brigas internas, os magistrados tendem a ser, a partir de agora, mais duros em suas decisões para superar a imagem manchada do Judiciário mato-grossense, após o Conselho Nacional de Justiça "condenar", por unanimidade, 10 à aposentadoria compulsória, entre eles os desembargadores José Tadeu Cury, o ex-presidente José Ferreira Leite e o presidente Mariano Travassos. São acusados de desviar cerca de R$ 1,5 milhão de recursos públicos para beneficiar a loja maçônica Grande Oriente. O esquema começou em 2003, quando os envolvidos criaram uma cooperativa de crédito vinculada à maçonaria, da qual Ferreira Leite era grão-mestre.
Apesar da existência de um impasse sobre se o vice-presidente Paulo Cunha, que está hospitalizado sob suspeita de ter contraído dengue hemorrágica, deve assumir automaticamente o comando do Tribunal de Justiça ou se haverá uma nova eleição, a leitura corrente nos meios jurídicos e políticos é de que a postura da maioria dos magistrados deve mudar a partir de agora. Agentes públicos considerados fichas-sujas podem ver seus processos serem retirados da gaveta para um julgamento mais célere. Outros que estão cassados e que se sustentam nos cargos por força de liminares temem sofrer revés. Há temor de ganhar corpo uma campanha de "caça às bruxas", já alimentada nos bastidores por muitos magistrados. Muitos estão envergonhados com o novo escândalo.
Paulo Cunha, que só não está na presidência por causa do problema de saúde, é oriundo do Ministério Público. Tem fama de linha dura e cobrará mais rigor dos magistrados para melhorar a imagem da Justiça mato-grossense, afinal, este foi o segundo escândalo nacional em 11 anos. Em 1999, o então juiz Leopoldino do Amaral denunciou a maioria dos 20 desembargadores da época por uma série de crimes, como venda de sentença, fraudes em concurso público e até ligação com traficantes. Leopoldino foi assassinado um mês depois no Paraguai.
Agora, o CNJ pune sete juízes e três desembargadores por montar um esquema que, por alguns anos, transformou a Justiça numa espécie de filial de maçonaria, o que mostra indícios de corrupção e de transgressão à lei. O mais grave é que essa postura partiu de autoridades que deveriam atuar como paradigma para a sociedade.
Auditoria do CNJ e levantamento da Polícia Federal comprovam os pagamentos indevidos a magistrados. Foram incriminados e retirados da ativa os três desembargadores (Tadeu Cury, Travassos e Ferreira Leite) e os juízes Marcelo Souza de Barros e Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, que se aproveitaram dos altos cargos ocupados dentro da administração da corte para receber créditos e também para determinar o pagamento de benefícios aos demais acusados, sendo eles Antônio Horácio da Silva Neto, Irênio Lima Fernandes, Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, Graciema Ribeiro de Caravellas e Maria Cristina Oliveira Simões.
Procurador Paulo Cunha, pessoa de conduta ilibada, competentíssima, sem dúvida, vai levantar o moral do TJMT. O TJMT tem Magistrados competentíssimos e tenho certeza que se unirão ao Dr. Paulo.
Opa!!! Finalmente uma luz no fim deste obscuro túnel. Oxalá o nosso Judiciário tome mesmo essa atitude de moralização.
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Tem o TRibunal de Contas tambem e la sim tem so os pos graduado no assunto... esses um milhao e meio que desviaram todo esse tempo no tribunal de Justica, a turma de la desvia em uma semana.... Moleza para eles, tiram de letra. Nao tem ninguem pra fiscalizar eles...fazem o que bem querem com o nosso dinheiro....
Devemos interceder à Deus pelos nossos governantes e autoridades para que sejam instruídos em seu labor. Nossa justiça deve estar atenta para amparar os injustiçados ao invés de injustiçar mais ainda os oprimidos, o povo. A bíblia nos diz que Deus se inclina para os menos favorecidos e essa deve ser a postura dos nossos magistrados. Louvo a Deus, pois, de forma maravilhosa, tem agido em favor do nosso povo, na medida em que faz cair aqueles indurecem o coração para ouvir sua voz e levanta pessoas que inclinam seus ouvidos para ouví-Lo e andar em seus caminhos, como magistrados, em favor das pessoas. Deus o abençoe, Desembargador Paulo Cunha, e o inspire em sua luta contra os corruptos e na direção da honestidade e transparência no Poder Judiciário de Mato Grosso. Aqueles que o conhecem sabem que será instrumento nas mãos de Deus, digo isso não para engrandecer seu nome, mas o nome de Deus através da sua vida!
Após 31 dias, servidores do Tribunal de Justiça encerraram nesta quinta (17) a greve da categoria. A decisão foi tomada por volta das 14h30, em Assembleia Geral em frente ao órgão. Eles tomaram a decisão um dia após o Conselho Nacional de Justiça negar o recurso proposto pelo presidente do TJ, Mariano Travassos, na tentativa de “barrar” a implantação do novo Sistema de Desenvolvimento de Carreiras e Remuneração (SDCR) do Judiciário, aprovado na gestão do ex-presidente Paulo Lessa.
Estima-se que 660 servidores serão contemplados com a implantação do SDCR, que prevê incorporação salarial após mais de cinco anos em cargo de DAS. Travassos anunciou a criação de um comitê gestor para fazer as adequações em, no máximo, 60 dias. Ele terá que “desembolsar” nada menos que R$ 200 milhões para implantar o sistema. O presidente também terá que pagar a verba pecuniária referente a licenças-prêmio e férias.
A partir de janeiro, os servidores passam a receber acréscimo salarial de 16,66%. Em contrapartida, terão que cumprir uma hora a mais de expediente. Travassos só começará a quitar em maio as perdas salariais previstas em lei, estipuladas em 7%. Em junho, recebem novo acréscimo de 16,66%. Em greve desde 16 de novembro, os servidores voltam a trabalhar nesta sexta (18), um dia antes do recesso de fim de ano. (Andréa Haddad)
Seu Marcio é ACETABOLO, o encaixe do femur com o osso do quadril, é uma articulação, pois femur quando fratura nem sempre o acetabolo esta junto.
Muito estranha essa volta....pq voltamos só com promessas e de concreto, nada!
Falaram em reajuste pq a jornada vai aumentar, mas e o resto????? Quando vou receber meu adicional por tempo de serviço confiscado??? E minha licença-prêmio? E a URV???????????
Pelo amor de Deus!!
Com relação a esta notícia, é bom deixar claro que TODOS os serventuários da justiça serão comtemplados com o SDCR, é equivicado dizer que 660 servidores serão comtemplados, pois, o plano de carreira foi feito para os servidores do Poder Juduciário sem distinção. Outro ponto que tenho visto muito ser comentado é a questão de esse 660 servidores adquiriram suas incorporações salariais por ocupação de cargos comissionados na gestão do então Presidente Desembargador Paulo Lessa, isso é outro equívoco, as incorporações forão sendo adquiridas ao longo da história dos servidores do juduciário, pois, tinha previsão legal no ordenamento jurídico, hoje não podendo mais ser contemplados com tal legalidade. Quero aproveitar e parabenizar os servidores da justiça e em especial Rosenval pela luta incansável em nome dos servidores da justiça e de suas família. Parabenizar também este conceituado site e os demais que tiveram o comprometimento em levar a verdade a sociedade da crise pela qual a justiça matogrossense passou.
Como diz aquele velho ditado. Só acrecito vendo!. Acho que vai ficar só no blá, blá blá. De concreto nada realmente. Deveria continuar até ter uma resposta firme. Mais uma vez a greve vai servir só para os mais abastados do TJ. Enquanto nós os abestados só nos ferramos. Más, deixa quieta estou indo cumprir mais um mandado gratúito daqui a trezentos quilômetros de estrada péssima com meu veículo, vou ter que emprestar dinheiro para abastecer. Quem mandou não ser parente dos grandes? FUI. SE VOLTO VIVO, NÃO SEI !
Enquanto muitas pessoas trabalham oito, nove horas por dia, também como servidores estaduais, não tem o direito de vender 1/3 das férias muito menos suas licenças prêmio, servidores que trabalham seis horas por dia, para o TJ, podem realizar suas vendas e ainda acham ruins?!
Não menosprezo os servidores da justiça, mas é uma injustiça por eu ser também servidora estadual e não ter os menos direitos.
Todos devemos agradecer por ter nossos empregos, concursados, por mérito próprio sem dedo político, valorizar e claro NÃO RECLAMAR, não esta satisfeito? Pega o boné e vaza existem milhões de pessoas que trabalham muito mais, com serviços pesados, ganham muito menos e estão loucos para terem seus empregos....
Façam seus trabalhos que é para isto que vocês ganham!
Por unanimidade, os membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) negaram nesta terça (15) o recurso proposto pelo Tribunal de Justiça, órgão comandado pelo desembargador Mariano Travassos, à decisão que determina o pagamento de salários atrasados dos servidores do Judiciário mato-grossense. Funcionários do órgão comemoram a decisão no processo relatado pelo ministro Leomar Barros Amorim de Sousa. Nos bastidores, Travassos pressionava para que o recurso fosse apreciado apenas em 2010, mas não teve força suficiente para impedir a votação.
Ele não efetuou o pagamento sob alegação de que os procedimentos teriam sido ilegais. Contudo, relatório técnico elaborado pelo CNJ, por meio da secretaria de Controle Interno, apontou que não havia irregularidade nos atos do ex-presidente Paulo Lessa, que antecedeu Travassos. A briga entre a administração do TJ e os servidores do Judiciário culminou na greve da categoria desde 16 de novembro. Não há data para terminá-la.
Segundo a proposta aprovada na gestão Lessa, 660 servidores seriam contemplados com a incorporação salarial após exercer cargos de DAS por mais de cinco anos. Agora, para cumprir a determinação do CNJ, Travassos terá que “desembolsar” nada menos que R$ 200 milhões para se adequar ao novo Sistema de Desenvolvimento de Carreiras e Remuneração (SDCR) do Judiciário. Terá que arcar também com o pagamento da verba pecuniária referente a licenças-prêmio e férias. (Andréa Haddad e Flávia Borges)
esse direito e dos servidores, abrigaçao do senhor e cumpri, entâo pague o que devido ao mesmo ???
salarios bons para o servidor do judiciario, e do executivo? essa porcentagem que o blairo deu não ta com nada...
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
é isso aí dívida foi feita pra pagar, não é assim com todos os viventes???, com ele é pra ser diferente??? de jeito nenhum é pagar, pagar e pagar, não resta outra solução e ainda mais esse poder tem dinheiro de sobra pra quitar esses débitos senão não tem nem onde gastar essa dinheirama toda e é pra ontem viu desembargador presidente do TJ/MT.
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
Mariano Travassos se nega a negociar com o Sindicato dos Servidores, sob Rosenwal Rodrigues
Mais de 4,5 mil servidores do Tribunal de Justiça estão de “braços cruzados” desde segunda (16), para demonstrar a insatisfação com a falta de avanço nas negociações pelos direitos da classe. Em princípio, a paralisação duraria apenas sete dias, entretanto, como o presidente do TJ, desembargador Mariano Travassos, não deu sinais de que pretende negociar, os funcionários debaterão nesta quinta (19), durante nova assembleia-geral, a possibilidade da greve se estender por tempo indeterminado.
Segundo o presidente do Sindicato do Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), Rosenwal Rodrigues, além de debates sobre a continuidade do movimento grevista, vão ocorrer passeatas e outras manifestações com a participação de servidores de todo o Estado. “Vamos provar que o movimento não é isolado. Cerca de 95% dos servidores aderiram à paralisação”, garante o sindicalista. Segundo ele, apenas os mandados de segurança de urgência e emergência estão sendo cumpridos. “Estamos fazendo a soltura de presos e cumprindo as decisões relacionadas à saúde”, explica Rosenwal.
Após ser comunicado sobre a paralisação, Travassos emitiu um posicionamento oficial sobre o movimento. No documento, ele diz que recebe a decisão com “pesar”, afirma que a greve não tem “fundamento razoável , como se demonstrará” e que causará prejuízos aos juridicionados e aos próprios servidores. O presidente do TJ argumenta também que “preza pela valorização dos servidores, não medindo esforços no sentido de respeitar a categoria, garantindo-lhes os direitos que lhes são assegurados pela legislação de regência, sem, contudo, deixar de observar os princípios constitucionais impostos ao administrador”.
O representante dos servidores, por sua vez, contrapõe as alegações. Segundo ele, o magistrado não se esforça para quitar dívidas antigas com os funcionários. Algumas se arrastariam há mais de seis anos. “Tudo isso não passa de conversa para boi dormir. Queremos os nossos direitos. Têm servidores que esperam o pagamento de benefícios há anos. Se ele (Travassos) está à frente do TJ, é ele quem tem de pagar”, cobrou o sindicalista.
Além de atrapalhar o andamento normal dos procedimentos jurídicos, a paralisação tem efeito imediato no resultado da chamada Meta 2, de autoria do presidente do STF, sob o ministro mato-grossense Gilmar Mendes. O projeto prevê a identificação e julgamento de todos os processos judiciais distribuídos até 31 de dezembro de 2005.
Reivindicações
Os servidores querem o pagamento dos 11,98% referentes ao cálculo retroativo à troca do plano Cruzeiro para o Real. Segundo eles, existe uma decisão judicial que confirma o fato dos cálculos terem sido errados e os servidores lesados.Travassos se negaria a pagar. Outro ponto polêmico entre os servidores e Travassos é o reenquadramento dos salários, sob análise no CNJ. Recentemente, o presidente do TJ conseguiu que o relator do caso, Leomar Barros Amorim Sousa, suspendesse o julgamento após receber o relatório técnico elaborado pelo CNJ, por meio da secretaria de Controle Interno, onde não aponta nenhuma irregularidade nos atos do ex-presidente Paulo Lessa, argumento usado pelo presidente do TJ para não efetuar o pagamento.
Segundo a proposta, 660 servidores seriam contemplados com a incorporação salarial após exercer cargos DAS por mais de cinco anos. O benefício foi autorizado durante a gestão Lessa. Caso o CNJ julgue improcedente a ação de Travassos, o TJ terá que “desembolsar” nada menos que R$ 200 milhões para se adequar ao novo Sistema de Desenvolvimento de Carreiras e Remuneração (SDCR) do Judiciário. Cobram também a verba pecuniária referente a licenças-prêmio e férias, assim como a participação na elaboração de projetos de lei que atinjam diretamente o interesse dos servidores. (Patrícia Sanches)
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Clique aqui e aqui e leia o documento assinado por Travassos
Quero deixar meu apoio ao Presidente do Sindicato.
Que esta lutando por nossos direitos, e se Deus nos iluminar seremos abençoados.
Parabéns pela greve, senhores servidores do Poder Judiciário... Voces não reivindicam nada senão o cumprimento do que já prometido e comprometido à toda Classe.....Sou da opinião de que, não acreditem mais em promessas... Aguardem, como estão, de braços cruzados, as atitudes REAIS do Tribunal para com voces....
Sucesso nesta luta... Continuem.....
O TJ é o único poder, em que a casta tem todos
os direito que lhes cabe, e uns direito indevidos.
E a maioria dos funcionários tem só o direito bá-
sicos, e olhe lá.....
Agora o restante dos funcionários ganham uma merreca, e o píor é que não tem nenhum órgão
que fiscalize de verdade, o CNJ é só para ingles
ver. TJ de MT receber um excelente duodécimo,
mais de 18 milhões por mes. A direção fica pen-
sando em que vão gastar com a sobra do din-
heiro. Umas das provas que sobra dindin foi
a compras dos corollas em que eles(desembar-
gadore) nem usaram... Vamos desembargador
Travassos dê aumento para esse pessoal, só
para constar, eu não funcinário e nem parente
de funcionário.
EU ACHO QUE OS DIREITOS SÃO IGUAIS.....PELO MENOS É O QUE DIZ NA COSNTITUIÇÃO ....PERGUNTO? PQ OS DESEMBARGADORES RECEBERAM ESSE DINHEIRO E OS FUNCIONÁRIOS NÃO PODEM RECEBER, PQ?
ACHO QUE OS SERVIDORES DEVEM PARALIZAR GERAL MESMO E CHAMAR ATENÇÃO A NÍVEL NACIONAL, PQ ASSIM TEREMOS ESCLARECIMENTOS SOBRE OS FATOS QUE LA ACONTECE, ......PELO MENOS EU ACHO QUE A SOCIEDADE MERECER ESCLARECIMENTOS.....................PQ A JUSTIÇA É PARA UNS E PARA OUTROS NÃO????? A GREVE DE PERPETUAR GERAL ATÉ RECEBER O ULTIMO CENTAVO DE DIREITO QUE NÃO É ESMOLA!!!!
O des. Mariano é um homem sério honesto e que com certeza só esta respeitando a legislação em vigor e principalmente as decisões emanadas do CNJ, tenho certeza que ele vai cumprir a lei e todos no fim terão seus direitos respeitados
A desembargadora Clarice Claudino da Silva, mediadora das conciliações realizadas entre a prefeitura e os médicos da Cuiabá, determinou nesta quinta (5) que o Executivo tem 24 horas para apresentar um plano emergencial de escoamento dos pacientes que continuam sem atendimento por causa da reforma do Hospital e Pronto-Socorro da Capital (HPSMC) e da greve da classe médica. A prefeitura também deverá se manifestar sobre a nova proposta de piso salarial apresentado pelo Sindicato dos Médicos (Sindimed). Esta foi a 2ª audiência de conciliação realizada no Tribunal de Justiça entre prefeitura, sindicato, Conselho Regional de Medicina, Ministério Público, Câmara de Vereadores e OAB-MT.
Durante a reunião, outras pautas foram discutidas juntamente com a questão salarial, como as medidas para melhorar o atendimento aos usuários do serviço. Segundo a desembargadora, os resultados das reuniões de conciliação estão sendo positivos e podem indicar o fim do "cabo-de-guerra" entre os médicos e a prefeitura. A magistrada afirmou que "por ser um assunto amplo e complexo", a solução pode não decorrer das conciliações. Nesse caso, a capacidade de cada envolvido deverá ser analisada para julgar o Agravo de Instrumento nº 119046/2009 interposto pelo Ministério Público em desfavor de Cuiabá e Estado, e que originou as audiências de conciliação.
prefeito eu admiro muito vamos valorizar os medidicos,els estuda pra que...
Essa eu vou pagar para ver.
A prefeitura está sem rumo, desgovernada, sem planejamento nenhum e assim fica difícil apresentar um plano. Na verdade Wilson Santos e sua turma não sabem o que é isso!
Dinheiro para gastar com propaganda enganosa na televisão tem e muito, agora para valorizar quem efetivamente trabalha esse prefeito diz não ter.
A Prefeitura de Cuiabá tem, salvo engano, 19 secretarias. Para valorizar os médicos basta que o prefeito parasse de usar cargos públicos para pagar dívidas da campanha e assim extinguisse no mínimo umas cinco secretarias mais um tal de IPDU...
Para arrumar mais dinheiro, basta parar de gastar o dinheiro público com propagandas enganosas. Se tivesse serviço prestado, obras em andamento o povão reconheceria, agora, essa montanha de propagandas somente contribui para a indignação do cidadão consciente.
Somente com essas duas medidas teria no mínimo UM MILHÃO DE REAIS mensais para melhorar a saúde de Cuiabá. Gestão é isso e não querer aumentar impostos para pagar a incompetência do prefeito e seus secretários.
É isso: RESOLUTIVIDADE Wilson Santos, e não estórias para boi dormir.
Se a Desembargadora decretar a Prisão do Prefeito esse negocio ai sai rapidinho do papel. Quer apostar??? Entregue esse caso ai na mão do Dr Julier, que a coisa se resolve em dois tempo, mandato de prisão e resolução do caso. Ai a comunidade fica feliz.
VAI SER BOM CUIABÁ TER UM BOM PLANO
DE SAÚDE EMERGENCIAL....
A criação de nada menos que 983 cargos neste ano no Tribunal de Justiça chamou a atenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que já investiga o caso e solicitou informações ao presidente do TJ, Mariano Travassos, revela o jornal A Gazeta desta quinta (5). Desde que assumiu a presidência do Tribunal, em março deste ano, Travassos tem se envolvido em intensos embates com o Sindicato do Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat). Os servidores ameaçam, inclusive, deflagrar uma paralisação por 7 dias se ele não sentar na mesa de negociações.
O principal embate ocorre devido à implantação do novo Sistema de Desenvolvimento de Carreiras e Remunerações (SDCR), aprovado durante a gestão de Paulo Lessa. Travassos se nega a pagar a incorporação salarial de 660 servidores , que adquiriram o benefício após exercer cargos DAS por mais de cinco anos.
O caso também está no CNJ e significará um impacto de R$ 200 milhões no orçamento do TJ, devido ao fato de ser retroativo. Apesar de se negar a realizar a incorporação, Travassos utilizou o SDCR para justificar a criação dos quase mil cargos questionados pelo Conselho. A nova investigação deve provocar desgaste na imagem do magistrado que comanda o Judiciário.
Travassos argumenta que criou os cargos para solucionar um problema apontado pelo Tribunal de Contas, que em análise dos balancetes financeiros referentes ao primeiro quadrimestre deste ano, detectou irregularidades como a existência de número maior de servidores em relação aos cargos previstos no SDCR. Isso aponta que existia mais servidores do que cargos criados pelo novo sistema de carreira. Por isso, foram criados os cargos de auxiliar judiciário, de agente de infância e juventude, oficial de justiça e técnico judiciário.
A medida, segundo Procedimento de Controle Administrativo que tramita no CNJ, onera os cofres do Poder Judiciário em R$ 18,4 milhões por ano. O relator do caso, o conselheiro, Marcelo Nobre, “intimou” o presidente do TJ a enviar as informações sobre a decisão, que foi aprovada pelo pleno do tribunal com um placar de 12 votos a 10. (Patrícia Sanches)
Ué,cadê o meu cargo?? Eu também quero entrar nessa festa.Vergonha.
Acho engraçado que tem um Desembargador que posa de paladinho da moralidade e denunciante, mas tem telhado de vidro, pois como explicar a casa do Manso de 3 milhões de reais, pois herança não foi Excelência, pois vosso pai era muito sério, mas tbém muito pobre !!!! Desce a máscara falso moralista.
é simples é so diminuir os salarios e beneficos dos desembargadores garanto que sobra recurcos para outros envestimentos socias...... com o dos outros e facil gerir....
Esses desembargadores se acham o tal, e o que é píor, na nossas custas. Eles fazem o que querem,
e não dá em nada!! Estão acima do bem e do mal.
Isso tem que acabar!!! Em pleno século 21, é mo-
le....
rapaz! este judiciário matogrossense é uma vergonha. estes desembargadores se acham uns deuses. além dos sálarios exorbitantes, recebem benécias de todo tipo, inclusive de cunho pessoal. tudo isso pago com nosso dinheiro. o pior de tudo iso é que não podemos fazer nada. neste tribunal, além destes maguinatas, todos os servidores ganham mais que um médicos do pronto socorro, que lida com condiçoes péssimas para salvar vidas. criem vergonha na cara. pelo menos façam de conta que respeitam o contribuinte que paga seus astronômicos salários e mordomias. NOS RESPEITEM.
RDNEWS, fiquem de olho neles, mostrem ao povo estas aberrações.
A queda-de-braço entre os servidores do Tribunal de Justiça e o presidente Mariano Travassos continua e os mais de 5,5 mil funcionários ameaçam “cruzar os braços” por sete dias para demonstrar a insatisfação com a falta de avanço nas negociações pelos direitos da classe. Nesta sexta (30), por exemplo, o presidente do Sindicato do Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat) Rosenwal Rodrigues, entregou um documento em que comprovaria a existência de R$ 34,5 milhões em caixa referentes ao orçamento do TJ, o que possibilitaria o pagamento de direitos como férias e licença-prêmios atrasadas.
“São pendências de outras gestões que eles alegam não ter dinheiro para pagar. Esse documento prova o contrário. Não estamos pedindo nada demais, apenas os nossos direitos”, disse Rosenwal, pouco antes de entregar o relatório ao presidente do Supremo Tribunal Federal e Conselho Nacional de Justiça, Gilmar Mendes. Durante a entrega do documento, o presidente do sindicato reforçou a decisão de paralisação em massa, que deve atrapalhar o resultado da chamada Meta 2, de autoria do próprio presidente do STF, que prevê a identificação e julgamento de todos os processos judiciais distribuídos até 31 de dezembro de 2005. “Acredito que os servidores não vão paralisar as atividades e que a Meta 2 vai ser cumprida”, declarou Mendes ao ser questionado sobre o assunto.
Segundo Rosenwal, o ministro garantiu que analisará a documentação e fará todo o possível para viabilizar uma resposta positiva. Ainda não há data para o início da paralisação, mas ela deve ocorrer nos próximos dias. “Vamos colocar barricadas de cestas básicas, armar tendas, enfim, fazer uma grande manifestação em frente ao Fórum de Cuiabá”, conta.
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"Acredito que os servidores não
vão paralisar as atividades e que a Meta 2
será cumprida", diz Mendes
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Ele reclama também do fato de Travassos não ter pago ou planejado o pagamento dos 11,98% referentes ao calculo retroativo a troca do plano cruzeiro para o real. “Trata-se de uma decisão judicial que confirma o fato dos cálculos terem sido errados e os servidores terem sido lesados, mas ele (Travassos) não quer pagar”, reclama. Ainda segundo Rosenwal, alguns servidores teriam recebidos e outros não. “Não entendo porque todos não tiveram acesso ao seu direito. Estamos falando de uma decisão judicial”, reforça.
Outro ponto polêmico entre os servidores e Travassos é o reenquadramento dos salários, sob análise no CNJ. Recentemente, o presidente do TJ conseguiu que o relator do caso, Leomar Barros Amorim Sousa, suspendesse o julgamento após receber o relatório técnico elaborado pelo CNJ, por meio da secretaria de Controle Interno, onde não aponta nenhuma irregularidade nos atos do ex-presidente Paulo Lessa, argumento usado pelo presidente do TJ para não efetuar o pagamento – veja aqui. “Não entendo porque não foi julgado. Eles (CNJ) já têm todas as informações e queremos logo uma resposta”, cobrou o líder sindical.
Segundo a proposta, 660 servidores seriam contemplados com a incorporação salarial após exercer cargos DAS por mais de cinco anos. O benefício foi autorizado durante a gestão Lessa. Caso o CNJ julgue improcedente a ação de Travassos, o TJ terá que “desembolsar” nada menos que R$ 200 milhões para se adequar ao novo Sistema de Desenvolvimento de Carreiras e Remuneração (SDCR) do Judiciário. (Patrícia Sanches e Flávia Borges)
Só gostaria de saber para vai todo dinheiro arre-
cados dos cartórios e custas processuais, pois é
sabido por todos que nada nesses cartórios ou
qualquer certidão expedido pela varas cíveis ou
criminal sai de graça ou fiado!! TC recebe um dos
maiores duodécimo do governo. Agora tem uma
casta privéligiada nesse citado órgão, que rece-
be os maiores salários da Casa.
O resto dos servidores recebem uma mereca!!
Os desembargadores tem os maiores privilégio
que se possa imaginar. A folha de pagamento
é um verdadeiro segredo de Estado!!
Quando são indagados sobre os gastos do TJ
essa perguntar fica sem respostas.
O Tribunal de Justiça é um público, por isso são
obrigado a prestar contas de seus gastos.
Mas, todo mundo tem medo do TJ, deputados,
TCE e até uma parte da imprensa.
A maioria tem rabo preso!!!
parabens Rosenwaldo estamos confiando primeiramente em nosso SENHOR JESUS e depois na sua competencia pois sabemos que vc é um lutador guerreiro!!!!! e que vai em frente sem medo de errar e acima de tudo confiando em nosso SENHOR JESUS que ele vai fazer justiça na justiça, EU CONFIO NO DEUS KI EU SIRVO PORQUE EU CONHEÇO O PODER DESSE TODO PODEROSO, PORQUE TA ESCRITO: NA BIBLIA KI DEUS Ñ É HOMEM PARA KI MINTA E NEM FILHO DO HOMEM PARA KI SE ARREPENDA, AINDA ESSE ANO IREMOS RECEBER, EM NOME DO NOSSO SEHOR JESUS CRISTO.!!!!


Travassos empossa Alberto Ferreira que, em seguida, recebe os cumprimentos dos demais desembargadores
Fotos: Josinei Moreira
Em meio ao clima tenso que paira sobre o Tribunal de Justiça nos dias que antecedem a divulgação pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) do relatório da inspeção realizada no órgão mato-grossense - veja aqui, o mais novo membro da corte, Alberto Ferreira de Souza, negou nesta quinta (15) que as frequentes trocas de acusações entre desembargadores comprometa a imagem do Judiciário mato-grossense. “Se existem atritos entre membros desta corte, não há um respingo sequer na instituição. Os problemas não são suficientes para manchar a imagem”, avaliou nesta quinta (15), após a solenidade em que foi empossado no cargo de desembargador.
Questionado sobre a denúncia feita na gestão do ex-presidente Paulo Lessa, de pagamento irregular de créditos a magistrados durante o período em que o desembargador José Ferreira Leite presidiu o Tribunal de Justiça, Alberto desconversou e disse que a instituição se sobrepõe aos seus membros.
Ele reconheceu que existe certo distanciamento da sociedade em relação à atuação do Poder Judiciário, em especial dos desembargadores do TJ, mas ponderou que nem todos têm tempo de acompanhar o trabalho dos magistrados. “A sociedade não dispõe de tempo para comparecer às sessões. Ao contrário do STF, que já conta com a TV do Poder Judiciário, nós ainda não temos um canal para divulgarmos nossas ações”. Segundo ele, o presidente Mariano Travassos vem trabalhando para sanar as dificuldades de acesso e de conhecimento da população sobre o Judiciário. “O Travassos tem buscado alternativas e em breve passaremos a contar com um canal de televisão, fora o que já é divulgado pela internet”.
Posse
Na solenidade em que assumiu o cargo de desembargador, pelo critério de merecimento, em substituição a desembargadora Shelma Lombardi de Kato, que se aposentou, Alberto exaltou a coragem como principal requisito para a efetivação do exercício independente e austero da magistratura. O magistrado foi escolhido em 1º de outubro, conforme adiantou o RDNews - confira aqui e aqui.
Ele fez questão de mencionar os desafios enfrentados pelos juízes de primeira instância. “Para ser juiz, na verdadeira e sublime expressão do vocábulo, é preciso ter coragem, para enfrentar e contrariar os poderosos, para sofrer as consequências da maledicência, para não se perturbar no torvelinho das paixões humanas”.
A produtividade foi um dos critérios que levaram Alberto a ser o mais votado na eleição para o cargo. Ele atuou por 16 anos na Terceira Vara de Fazenda Pública. Proferiu 3.378 sentenças com e sem julgamento de mérito, 6.652 decisões interlocutórias e realizou 163 audiências entre janeiro e março de 2009. Segundo informações do TJ, ele foi o responsável pelo melhor rendimento entre as varas especializadas da Fazenda Pública.
Prestigiaram a cerimônia o vice-governador do Estado, Silval Barbosa, a deputada estadual Chica Nunes, a procuradora-geral de Justiça Substituta, Eliana Maranhão, o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), o membro do CNJ, Jorge Hélio Chaves de Oliveira, a diretora do Fórum Federal, juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, o defensor público-geral do Estado, Djalma Sabo Mendes, o advogado Ussiel Tavares, o presidente da AMAM, Walter Pereira de Souza, e o primeiro mato-grossense a integrar o Conselho Nacional do Ministério Público, Almino Afonso. (Flávia Borges e Andréa Haddad)
Ja Dizia o Velho Bezerra da Silva...
Se Gritar Pega Ladrão...Não sobra um mermão
CRISE DE MORALIDADE
Parabéns, GLORIOSA JUSTIÇA Mato grossense, só fazem o bem para a SOCIEDADE. sempre combatendo as irregularidades, né.....
Que bom seria o Osama aparecer nesse plenário trazendo com ele uma bombinha.
Essa afirmação desse novo Desembargador chega a ser uma piada e de muito mal gosto. Ora os atritos que imperam na Justiça de Mato Grosso decorrem de vergonhosos escândalos financeiros, de apropriação da coisa pública, de acusações mútuas com provas publicadas inclusive na imprensa e isso tudo não mancham o Judiciário?!?!
Como é que são resolvidos esses atritos? Será que existe um cronograma?
E o que será que mancha Judiciário de MT?
Passou da hora da Justiça de Mato Grosso dar bons exemplos. Até agora é só decepção.
Que vestuário mais ridículo desses senhores.
2012:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2011:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2010:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2009:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2008:
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2007:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2006:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
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