Cuiabá, 29 de Julho de 2014

Curtinhas

  • Pressa da prefeita Enercia

    Terça-Feira, 29/07/2014 13h:29

    A prefeita de Jauru, Enercia Monteiro (PT), está batendo duro junto a seu secretariado no sentido de apoiar o projeto de reeleição do presidente da Assembleia, deputado Romoaldo Júnior (PMDB). Como o município é um dos poucos onde petistas e tucanos fazem parte da administração e têm convivência política harmônica, a pressão da prefeita, que até ameaça arrancar da equipe quem não seguir sua orientação, acabou provocando reviravolta. Mas, antes disso, alguns secretários podem pedir exoneração. Maria Aparecida, a Cidinha, que comanda o Bem-Estar, por exemplo, se declara eleitora do deputado Guilherme Maluf, do PSDB, mesmo partido da secretária, e adiantou que tende a deixar o cargo por não concordar com a imposição da petista. Nos bastidores, o comentário é que Enercia estaria fingindo que apoia Lúdio (PT) ao Governo, quando estaria em campanha para Taques (PDT). Enquanto isso, na Câmara, o PSDB está de olho em outro infiel, o vereador Adilson Monteiro que, a pedido da prefeita, apoia o peemedebista Romoaldo.

  • Frustração e desistência

    Terça-Feira, 29/07/2014 11h:44

    mario nadaf   Aumenta a lista de vereadores desistentes de candidaturas a deputado estadual. Em princípio, eles costumam se empolgar porque são instigados a entrar no páreo acreditando nas palavras de incentivo e nas promessas de estrutura dos dirigentes partidários. Além disso, não precisam renunciar ao mandato legislativo e nem mesmo pedir licença do cargo para entrar na campanha eleitoral. Depois descobrem que não possuem a mínima chance de eleição. É nessa hora que jogam a toalha. Somente da Câmara de Cuiabá desistiram Leonardo Oliveira (PTB), Lilo Pinheiro (PRP), Oséas Machado (PSC) e, agora, Mário Nadaf (foto). Filiado ao PV, Nadaf, a exemplo dos demais, corria risco de ter votação pífia, frustrando a expectativa de se buscar visibilidade eleitoral. Alegou que um dos motivos para a desistência é a falta de estrutura. Nadaf é mais um que acha que candidatos majoritários devem "bancar" os proporcionais. O tiro saiu pela culatra.

  • Metas e choque de gestão

    Terça-Feira, 29/07/2014 11h:11

    José Riva admite que participa do governo há 20 anos, atuando como situacionista nas gestões Dante, Blairo e Silval. Prefere dizer que ajuda na governabilidade. Apesar disso, afirma que, como deputado, se manifesta com independência e autonomia e que levantou vários questionamentos de ações do Palácio Paiaguás. Na entrevista ao vivo ao RDTV desta terça, o candidato a governador pelo PSD promete, se eleito, desenvolver o que chama de choque de gestão, tanto que explora o slogan "Força e Experiência para Mudar MT". E faz promessas. Assegura que, se tornar chefe do Executivo, vai entregar as obras do VLT em 2015 porque entende que não faltam recursos e que, se preciso, fará espécie de mutirão. Diz conhecer a realidade do Estado, propõe "um governo presente", construção de mais um hospital regional, o fim das OSS na gestão das unidades de saúde, quer Unemat em Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, plantões odontológicos nas maiores cidades e criação de secretarias regionais.

  • Riva vê vitória no 1º turno

    Terça-Feira, 29/07/2014 09h:53

    jose riva   Em entrevista ao vivo nesta terça no estúdio do RDTV, web TV do Grupo Rdnews, o candidato a governador José Riva (foto), do PSD, disse estar tão convicto da vitória, que prevê ganhar no 1º turno. Admite, porém, que hoje se encontra em desvantagem. Seus principais concorrentes são Pedro Taques (PDT) e Lúdio Cabral (PT). Segundo o deputado de 5 mandatos, ao mesmo tempo que acha possível se chegar a um inédito 2º turno, já que os três candidatos são fortes, enfatiza que entrou na campanha para vencer. Lembra que optou pela disputa de última hora e se mostra empolgado porque, segundo ele, diariamente vem recebendo adesão de lideranças e de eleitores em geral, inclusive daqueles que, em princípio, estavam apoiando Taques. Acredita que, com a intensificação da campanha, com divulgação do plano de governo, aliado a visitas aos municípios e com o horário eleitoral, crescerá nas intenções de voto.

  • Pagot na coordenação

    Segunda-Feira, 28/07/2014 22h:27

    luiz pagot   O "trator" está de volta, agora para ajudar na estratégia de conduzir Pedro Taques ao Governo. Luiz Antonio Pagot, hoje filiado ao PTB, é o novo coordenador-geral da campanha do principal candidato oposicionista. Ele foi fundamental nas duas eleições de Blairo para governador e também senador. É daqueles que buscam ações práticas para efeitos imediatos, mesmo que sejam necessários atropelar etapas. Sabe operar nos bastidores e atrair aliados. Na gestão do ex-padrinho político, atuou como braço-forte, passando por três pastas: Infraestrutura (hoje Transporte e Pavimentação Urbana), Casa Civil e Educação. Respondeu também pelo cobiçado cargo de diretor-geral do Dnit, onde foi demitido pela presidente Dilma após escândalo. Pagot entra no lugar de Adilton Sachetti, que continua ajudando na coordenação. Resta saber se conseguirá levar também para a campanha de Taques o ex-governador Blairo, filiado ao PR, que apoia Lúdio ao Paiaguás.

  • Avião e ajuda a candidatos

    Segunda-Feira, 28/07/2014 19h:10

    Dos três principais candidatos a governador, Riva é o que melhor dispõe de estrutura. Percorre os municípios de avião e tem "fôlego" para seguir assim até o final da campanha. Em cada uma das 141 cidades possui equipe trabalhando seu nome. E essa logística deve se ampliar. Lúdio, mesmo beneficiado pela máquina, já que é o candidato da situação apoiado pelo governador Silval, enfrenta dificuldades financeiras para tocar a campanha. Não conseguiu definir nem o nome do coordenador-geral e discute indicações para as regionais. O petista visita os municípios mais distantes numa aeronave cedida pelo deputado Mauro Savi, primeiro-secretário da AL. Taques, por sua vez, apesar de contar com apoio de grupo de empresários fortes, definiu o planejamento estratégico, com coordenadores regionais, mas também depende da ajuda de aliados para se deslocar aos municípios. Em princípio, pegava carona na aeronave do senador Jayme, que desistiu da disputa à reeleição. Agora, quem salva Taques com avião é Marcelo Maluf (PSDB).

  • Prefeito do PR com Taques

    Segunda-Feira, 28/07/2014 18h:25

    dilceu rossato prefeito sorriso   Apesar de ainda não ter oficializado ao PR, o prefeito de segundo mandato de Sorriso, empresário rural Dilceu Rossato (foto), já está mergulhado na campanha de Pedro Taques ao governo. No último sábado, por exemplo, ele recebeu o candidato oposicionista, participou da agenda, que incluiu reunião com produtores rurais, pregou no peito a "praguinha" da marca do candidato pedetista, exibindo o número e a coligação "Coragem e Atitude pra Mudar". Rossato foi ainda para o palanque junto com Taques. Enquanto o PR está na coligação do petista Lúdio Cabral, candidato da base governista, Rossato optou pelo oposicionista, alegando ser "a melhor opção". A ligação do republicano e do pedetista é reforçada pelo vice-prefeito de Sorriso, Xuxu Dal Molin, que também é pedetista e candidato a deputado federal. Em 2012, Pedro Taques, já senador, teve forte participação na campanha vitoriosa de Rossato à prefeitura.

  • Salles no lugar de Jayme

    Segunda-Feira, 28/07/2014 18h:10

    rogerio salles   Após quatro dias batendo cabeça sobre quem indicar para o Senado pelo grupo de oposição, já que Jayme renunciou à candidatura, o DEM concluiu que não tem nome com boa visibilidade eleitoral para sugerir. Chegou-se a pensar em Leôncio Pinheiro, irmão do ex-senador Jonas (já falecido) e que teve atuação pífia quando presidiu a Empaer. Por fim, desistiu de vez. Coube ao tucanato escolher. E o nome deve surgir da região Sul, a mesma de Wellington Fagundes (PR), que concorre ao Senado pela base governista. O produtor rural Rogério Salles (foto), que está em campanha a deputado federal, recebeu convite e tende a aceitá-lo. Será a segunda vez que disputará o Senado. O filiado tucano e ex-peemedebista ocupa hoje o cargo de vice-prefeito de Rondonópolis pela segunda vez. Primeiro, da gestão Bezerra. Agora, de Percival. Salles foi também vice-governador de Dante e assumiu o comando do Estado por 8 meses em 2002.

  • Pressão por apoio e recusa

    Segunda-Feira, 28/07/2014 10h:34

    dilemario alencar   Pedro Taques não aceitou as pressões de Júlio Pinheiro (PTB), que, para apoiá-lo ao governo, fez duas exigências. Primeira, que seu colega petebista Dilemário Alencar (foto) fosse espécie de porta-voz dos vereadores na coordenação da campanha do pedetista. Isso levaria o vereador a pedir licença de três meses para o suplente Néviton Fagundes assumir cadeira na Câmara. Esse acordão fora "costurado" por Pinheiro antes de procurar o candidato do PDT. Segundo, que Taques se comprometesse a apoiar Pinheiro à reeleição à Mesa Diretora da Câmara e ainda a reforçar o nome do hoje presidente do Legislativo municipal em futuras candidaturas, inclusive para deputado estadual no pleito de 2018. Taques pulou fora. Júlio Pinheiro, então, procurou Riva, com quem fechou entendimento. A conversa foi tão boa que promete fechar com um grupo de 18 dos 25 vereadores no sentido de fazer campanha para o candidato do PSD.

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