Cuiabá, 19 de Janeiro de 2017

Curtinhas

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Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 08h:18 | Atualizado: 05/12/2016, 08h:38

Esforço pela lista tríplice do MPE

ana luiza peterlini sema curtinhas

 

A promotora de Justiça Ana Luiza Peterlini, que atuou por 15 meses como secretária de Meio Ambiente do Governo Taques, disse a colegas do MPE que, se conseguir votação suficiente para compor a lista tríplice e, mesmo ficando em segundo ou terceiro lugar, aceitaria sem qualquer constrangimento uma possível nomeação pelo governador ao posto de Procuradora-Geral de Justiça do Estado. Já os outros três candidatos à chefia do MPE (José Antonio Borges, Mauro Curvo e Eliana Maranhão) adiantaram que só aceitarão o cargo se ficarem em 1º lugar das urnas do próximo dia 14, quando promotores e procuradores escolherão quem comandará o MPE-MT. A prerrogativa da escolha, a partir da tríplice, é do governador. Enquanto Ana Luiza propaga ter apoio do Palácio Paiaguás, os outros três são identificados como candidatos de Paulo Prado, prestes a concluir a 4ª gestão como chefe do MPE. O cargo ganha importância porque, além da voz de comando sobre uma instituição respeitada, o procurador-geral geralmente influencia na escolha dos 4 membros do Gaeco e do Naco, órgãos que vêm agindo de forma dura no combate à corrupção e a atos de improbidade.

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Comentários (16)

  • macos ferreira de souza | Terça-Feira, 06 de Dezembro de 2016, 11h26
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    Pera ai, o MP trabalha para cumprir a lei, se na constituição de MT diz que o governador pode escolher qualquer um dos três mais votados, então nao tem nada demais, como disse o conversa fiada, -muda a lei- e pare de mi mi mi

  • jose de faria lima | Terça-Feira, 06 de Dezembro de 2016, 08h56
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    Isso mostra o quanto é ética esta Douta Promotora...sqn Aposto que ontem era uma das "celebridades" escolhidas a dedo para assistir a Palestra do Dr. Sérgio Moro sobre ética e combate a corrupção, cujo "convite" saiu pela bagatela de R$1.800,00 mais ou menos, financiados com o dinheiro público...

  • Rodrigo | Terça-Feira, 06 de Dezembro de 2016, 06h03
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    Pela Constituição Federal, o MP na verdade, não deve fazer lista tríplice (somente a Constituição Estadual diz isso e ela está abaixo da Federal). O Governador deveria imitar o Presidente. Indicar uma pessoa para o Parlamento sabatinar e aprovar. Apenas isso. Muito melhor. Espero que o Governador altere a Constituição Estadual, independente do resultado.

  • Gilstinho | Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 22h15
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    é uma eleição muito desleal, ainda mais, esta senhora pertelinni na maior cara de pau, declarar que aceita ser o procurador do MPE mesmo ficando em ultimo lugar na votação. Cade a democracia e a cidadania do mais votos ser procurador geral de justiça. O próprio nome já diz tudo procurador gersl de justiça. O mais sensato e correto é a srª Ana Luiza Peterlini ser honesto e se DECLARAR impedimento, tendo em vista seu relacionamento muito intimo com o governador.Caso contrario, então pra que eleição ja que antes do resultado das urnas ja se sabe o resultado de que vai ser nomeado ao cargo;

  • Mauro | Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 17h43
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    A promotora de Justiça Ana Luiza Peterlini já vai assumir devendo favores ao governador, que tem secretário preso por investigação do GAECO. Não quer dizer que ela após ser nomeada não vá manter a isenção necessária, mas é evidente que isso é bastante difícil e persiste uma suspeição que coloca em questionamento o próprio MPE. Por esta razão vejo que o Conselho Nacional do Ministério Público precisa se mobilizar contra essas intromissões.

  • Dalagnol | Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 17h39
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    Esse governo é uma decepção, sua preocupação desmedida com a nomeação do Procurador Geral do Estado depois da deflagração da investigação na SEDUC é avessa aos princípios democráticos. Pessoas investigadas e/ ou próximas a outras investigadas e condenadas jamais deveriam escolher o Chefe do MP. O Brasil precisa tomar jeito.

  • Nilma | Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 17h36
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    A forma de indicação precisa ser imediatamente revista e o governador que teve seu secretariado investigado ou que tenha secretário condenado, como vem a ser o caso de Taques deveria ser impedido de escolher e deveria ser mantido o mais votado entre seus pares.

  • Silvano | Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 17h35
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    É no mínimo questionável o envolvimento do governador nesta eleição, depois do ocorrido na SEDUC.

  • Davi | Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 17h34
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    É vergonhosa a atuação do governador nos bastidores, praticando tráfego de influência sem a menor cerimônia. Toda a problemática teve início com a investigação do GAECO na SEDUC e sua insistência para que a promotora vença cria uma suspeita sobre seu governo.

  • Conversa fiada | Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016, 16h31
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    Tá certo, tá na constituição a prerrogativa do Governador. Se não concordam, mudem a constituição. O resto é conversa fiada!

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