Cuiabá, 27 de Fevereiro de 2017

Executivo

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Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 09h:19 | Atualizado: 11/01/2017, 13h:08

Atraso

Folha de professores tem problema, mas governo garante que paga hoje

A folha de pagamento de parte dos professores do Estado não foi paga por completo ontem (10), último dia legal para quitar os salários.

Conforme a secretaria de Fazenda, houve um erro de processamento por parte do banco, mas o dinheiro deve estar na conta até o final da manhã.

A Sefaz não soube dizer o número de pessoas prejudicadas nem o valor que deixou de ser pago. Ressalta, porém, que as liberações estão sendo realizadas em ordem alfabética. 

A folha líquida de dezembro soma R$ 409 milhões para pessoal da ativa, inativo e pensionista, sendo que os valores dos recebimentos são creditados nas respectivas contas dos funcionários. Do total, R$ 269 milhões correspondem à folha dos funcionários em atividade e R$ 140 milhões são destinados aos inativos e pensionistas.

O Governo do Estado estabeleceu calendário de pagamento para o dia 10 do mês seguinte ao trabalhado, o que desagradou os servidores que recebiam no último dia do mês trabalhado. Antes  da mudança, o Executivo precisou fazer escalonamento dos pagamentos. As mudanças são em decorrência da crise econômica. 

Governo interrompe escalonamento e folha sai todo dia 10 por 8 meses

  • Nota do governo
  • O Governo de Mato Grosso esclarece que realizou todos os procedimentos para o pagamento dos servidores públicos estaduais no prazo legal, 10 de janeiro. Em razão do não pagamento a alguns servidores, o Governo do Estado solicitou, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), informações do Banco do Brasil, que reconheceu um atraso no processamento na folha de alguns servidores da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc).
  • O Banco do Brasil informou à Secretaria de Fazenda que o problema já foi corrigido e que os pagamentos que ficaram pendentes foram realizados na manhã desta quarta-feira (11.01).

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Comentários (7)

  • Pedro Cáceres | Quinta-Feira, 12 de Janeiro de 2017, 13h19
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    Pedro Taques foi eleito Senador da República e posteriormente governador do Estado com o apoio incondicional dos servidores públicos. Entretanto, na eleição ao governo do Estado, em busca de financiamento de campanha se aliou ao agronegócio. Em razão dessa parceria teve como vice Carlos Fávaro e fez TUDO O QUE O AGRONEGÓCIO exigiu, especialmente as desonerações fiscais que abalam até hoje a economia do Estado e em nome dessa parceria se voltou contra os servidores de carreira que sempre lhe apoiaram e agora se vê num bêco sem saída. Se Fávaro ou o Blairo sair ao governo estará Pedro Taques abandonado pelo agronegócio, que deverá seguir um dos seus e não conta mais com o apoio dos servidores.

  • rocha | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 18h50
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    Pedrinho pede para sair !!!!! incompetência pura !!! Nunca mais Taxiii

  • alexandre | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 14h27
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    A greve da SEDUC não foi declarada ilegal os 61 dias ?, quem inscreve em divida ativa é a PGE e eles não conseguem cobrar os grandes devedores, quanto mais os pequenos, para inscrever em divida ativa tem que haver PAD, contraditorio e ampla defesa e a SEDUC não tem condição de fazer PAD de 60% dos servidores demoraria uns 5 anos ou mais, outra coisa: vai descontar as faltas em janeiro quando não há contrato de trabalho em vigência ? todos os acertos e descontos devem ser feitos na rescisão do contrato, portanto se o governo não fez, " quem dorme perde direitos" que assuma o adiantamento liquido negativo, os poucos que ainda vão trabalhar sem receber são os que tem respeito aos alunos e querem a renovação do contrato, ameaçar pratica comum deste governo, por isso não consegue o apoio dos servidores, lembre se que os contratados são via CLT portanto é no TRT 23 que seria a briga e lá o governo não manda...

  • ROBSON JOSÉ | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 13h32
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    Nesse caso as contas que deveriam ser pagas no dia 10, é o Banco do Brasil que será responsável pelos juros cobrados? Já que, segundo o governo, é o Banco o responsável pela falha, nesse caso, o governo do Estado de Mato Grosso que já não respeita mais o trabalhador, deveria ao menos exigir essa responsabilidade do banco, seria o mínimo que o Estado faria para o servidor. Não se esquecendo que, determinadas financeiras, no caso de atraso no dia 10 é cobrado o juro do dia 30, já que o vencimento era no dia 30 de cada mês.

  • willian | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 11h30
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    Essa é boa, o mês passado aconteceu a mesma coisa. Essa será a mesma desculpa todo mês. Pior que o banco não pode rechaçar o que dizem, pois caso contrário, o governo contrata outro para gerir suas contas.

  • cristiano carvalho | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 11h19
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    Todo mês a mesma desculpa, salários sendo pagos em pingadinho durante o ultimo dia em que ele deve pagar. Nos meses anteriores ocorreu atraso nos salários dos aposentados. Isso só demonstra a total falta DE RESPEITO DO GOVERNO COM OS SERVIDORES PÚBLICOS

  • Teka Almeida | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 09h54
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    Todo mes a mesma desculpa pela incompetência. Esse P.T conseguiu fazer do nosso estado uma ESTAGNAÇÃO.

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