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Sexta-Feira, 23 de Dezembro de 2016, 15h:40 | Atualizado: 23/12/2016, 15h:40

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Governo e Consórcio têm reunião e obras serão retomadas em 90 dias

GcomMT/Maria Anffe

wilson santos em coletiva de imprensa vlt.jpg

   Secretário da Secid, Wilson teria se animado em reunião com Consórcio VLT

O secretário estadual de Cidades, Wilson Santos (PSDB), passou a manhã toda desta sexta (23) reunido com o Consórcio VLT, para chegar a um acordo sobre a retomada das obras que estão há mais de dois anos paradas. Segundo uma fonte palaciana, o tucano saiu bastante animado do encontro, pois uma etapa importante do processo foi encerrada.

Nos bastidores confirmam que já foi realizado um acordo financeiro, entretanto, é guardado "a sete chaves", porque o assunto ainda será debatido com o MP e TCE. A expectativa é de que a obra seja retomada em até 90 dias. A obra do modal deveria ter ficado pronto a tempo da Copa do Mundo de 2014, realizada em junho e julho de 2014.

O VLT deverá ser implantado em dois eixos em Cuiabá e Várzea Grande, na região Metropolitana: um do aeroporto Marechal Rondon até o Centro Político Administrativo (CPA); e o outro entre o Coxipó e o Centro da Capital. Este foi considerado a principal obra para o mundial, orçado inicialmente em R$ 1,477 bilhão.

 As obras já consumiram R$ 1,06 bilhão dos cofres públicos, segundo a Secid. O projeto deveria ter sido executado até março de 2014, contudo, ainda hoje é objeto de desentendimento entre o governo estadual e o consórcio responsável na Justiça. Ambos estão em processo de conciliação e o empreendimento já passou por auditoria. Os serviços foram paralisados em dezembro de 2014.

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Comentários (2)

  • Manoel Risa | Sábado, 24 de Dezembro de 2016, 09h48
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    O governo precisa primeiro analisar a importância desse modal para cuiaba e vg e avaliar o que ha foi gasto. O povo precisa de ações mais objetivas sem policagem. Se od responsáveis a época desviaram e não cumpriram com o modal então é só responsabilizar confirme a lei e de imediato reiniciar as obras. Rã muita balela e pouca ação e não foi pra isso que elegemosos atuais gestores do estado. Eu creio e com ctz esse modal VLT será um legado nesse governo. Avante

  • Carlos Nunes | Sábado, 24 de Dezembro de 2016, 09h19
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    Não custa informar, mais uma vez, o que disse um senhor bem humilde, depois que lhe narraram O QUE ERA O VLT. Estava ele embaixo de um pontinho de ônibus caindo aos pedaços, da periferia, quando disseram que o Silval ia fazer o VLT. Depois de matutar muito com a sua sabedoria popular, de vida, pois nem estudo tinha, esse senhor concluiu: VLT? NÃO VAI DAR CERTO, É MUITO COMPLICADO! Aí, a gente levanta hipóteses, pois acreditamos ser mais inteligentes (SERÁ?): 1) será que uma pessoa embaixo de um pontinho de ônibus caindo aos pedaços, concluiria - se não conseguem manter em bom estado nem pontinho de ônibus baratinho; vão fazer quase 40 Estações do VLT e mantê-las? No começo é uma beleza, mas depois vem o tal de custo de manutenção que precisa muito dinheiro. 2) quanto custa realmente abrir uma cidade de ponta a ponta para fazer Alicerce bem feito, e as Estações? Tudo o que estiver na frente, embaixo, nas imediações, vai pró espaço; destruído por máquinas, tratores: asfalto de boa qualidade, avenidas, ruas, calçadas, adutoras, canos, rede de energia, telefônica, internet, e muito mais. Quanto custa todo esse patrimônio existente, consolidado que vai pró espaço? Quanto custa para refazer tudo isso? Imaginem que todo esse patrimônio já existente, custa BILHÕES DE REAIS; então a obra não vai custar barato, pois tem que acrescentar nos custos QUANTO VALIA o que foi pró espaço. Tem que fazer essa Contabilidade. 3) aí, vem outros itens que já foram divulgados exaustivamente pelos diversos sites da capital, tais como: Cuiabá, agora é que tem 580 mil habitantes, segundo o IBGE, não tem ainda demanda suficiente de passageiros para o VLT; quando tudo estiver pronto, toda a estrutura do VLT vai consumir de energia elétrica, o que consome uma cidade com 90 mil habitantes. A Energisa vai encher os bolsos até fofar; o Dr. Ruy Ohtake, especialista em VLT, informou que, para fazer essa obra bem feita, vai demorar mais de 4 anos - bem feita do Dr. Ohtake é bem feita mesmo, começa com um estudo geológico sério, pois a cada tipo de solo, tem que fazer um tipo específico de Alicerce bem feito; onde passará o VLT, não passará mais ônibus, pois se não tem demanda suficiente pró VLT, para dois sistemas de transporte ao mesmo tempo, é que não terá mesmo - mas os ônibus virão dos incontáveis bairros e despejarão os passageiros nas Estações do VLT. Como ficará esse sistema de logística? Haverá desemprego de motoristas de ônibus, funcionários? O preço da passagem de integração ônibus-VLT cobrirá o custo de ambos, ou o Governo vai ter que injetar dinheiro mensalmente para cobrir a diferença? Enfim essas e dezenas de perguntas deveriam ser feitas e respondidas, antes de retomar a obra do VLT, e até registrar em Cartório, pois se no futuro próximo o negócio der errado, identificam-se os responsáveis por isso. Campinas já teve VLT, funcionou por 5 anos, e desistiram do negócio, e olha que lá, para baratear os custos, aproveitaram até uma rede de trilhos já construída, e mesmo assim não deu certo. Depois descobriram que era um verdadeiro abacaxi; bom era só a propaganda marqueteira. Não me digam que depois, vão descobrir que, o senhor bem humilde estava certo, quando disse: VLT? NÃO VAI DAR CERTO, É MUITO COMPLICADO! Nesta época das vacas magras, do dinheiro curto, da pindaíba financeira, onde não tem dinheiro nem para garantir a folha de pagamento dos servidores, sem depender de verba federal; não tem dinheiro para repassar para os poderes; não tem para pagar RGA; resta saber: Onde será que esses 700 Milhões que vão torrar no VLT, vão fazer uma falta danada? Dos 141 municípios de MT, onde será que esse dinheiro podia ser bem aplicado. Não me diga que será na Saúde, que ainda vai morrer gente, hospitais filantrópicos vão ficar com o pires na mão, reclamando a beça da falta ou do atraso das verbas. Pelo menos vão ter uma desculpa boa: NÃO TEM DINHEIRO, porque estamos torrando no VLT, uai. VLT é, no mínimo, para Estado, para cidade, onde o dinheiro esteja sobrando a beça; e não para lugar onde esteja faltando aufa. Tem uma turma que quer comparar Cuiabá com o Rio de janeiro; lá a cidade tem mais de 6 Milhões de habitantes, portanto uma superdemanda. Se bem que, no programa eleitoral do Crivella, novo prefeito da cidade, mostrou ele visitando as instalações do novo VLT movido a Magnetismo, construído por cientistas brasileiros, que gasta só um terço de energia que o VLT espanhol (o nosso VLT) - o que significa que o VLT espanhol ficará obsoleto em pouco tempo, pois o Magnético será mais econômico, nem precisa abrir toda a cidade, pois com o Magnetismo, ele fica mais leve. Por que o Crivella visitou o VLT Magnético? Será que é porque ele enxerga longe?

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