As autoridades ainda não conseguiram esclarecer quem foi o autor da trama que atestou a presença do já falecido milionário Olympio José Alves numa audiência na 3ª Vara Cível em Várzea Grande. Até mesmo a origem da fortuna é um mistério. Durante a audiência foram transferidos mais de R$ 8 milhões da conta de Olympio para uma empresa. Estão sob investigação os advogados Alexandre Peres do Pinho, que defende a empresa beneficiada, e José Henrique Fernandes de Alencastro, que acompanhou durante a audiência o homem que se fez passar por Olympio. O juíz, Marcos José Martins de Siqueira, que presidiu a audiência, vai enfrentar uma sindicância na Corregedoria Geral de Justiça.
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O estranho é nenhuma das partes ter informado no processo a morte da "parte". Se fosse uma causa de beixo valor certamente isso não teria ocorrido. Estranhíssimo. Que tem tolo é claro, resta saber quem são os envolvidos. E realmente, o sistema de identificação das partes e testemunhas é muiti frágil, incentiva esse tipo de "substituição ilegal". A parte boa disso é que a justiça deve rever esses procedimentos adotados antes de iniciar as audiências.
SUZANA E FRANCISCA MIRANDA...vcs nao sab em o que dizem....e vao continuar como duas idiotas...como vc sabe que um documento e falso...me digam...vcs saberiam sao videntes...deixem de ser hipócritas.....cambadas de imbecis
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Só não esclarece pq nao quer, já que as audiências são obrigatóriamente gravadas, em imagem e som. e deve ficar no arquivo do computador do gabinete do juiz e com uma cópia no setor de informática, além de um dvd-rom com as imagens, dentro do processo.
'Já é quase de praxe o assessor do Juiz fazer a identificação das pessoas que estarão na audiencia. O Juiz (que pensa que é Deus) só entra depois. Além disso, muitas das vezes,o promotor não está presente e constam no termo a sua presença e ele só assina depois. Por isso, já não fornecem a cópia do termo logo após a audiencia (antes forneciam) e é claro que facilita esse tipo de acontecimento. O Deus quando entra pensa que está tudo certo e dá continuidade à audiencia, na qual, aliás o advogado, quanto menos falar, melhor. É nitida a autoridade que os dois (juiz e promotor) tentam passar. Até seus lugares são diferenciados. Ficam em cima um ao lado do outro, enquanto o advogado aqui em baixo humilhado pelo olhar prepotente dos dois que estão em cima. O juiz deve ser investigado sim e o promotor também. O que estavam fazendo que não viram o vivo se passar pelo morto? Ora, se nãoestavam em conluio, falhavam na sua função, não?
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