Membros da cúpula do movimento Mato Grosso Muito Mais se reúnem na próxima segunda (21) com os pré-candidatos a deputado estadual para definir a forma de coligação na disputa ao pleito deste ano. Há lideranças que defendem a formação de um “chapão” com PSB, PDT, PPS e PV, enquanto outros entendem que as legendas deveriam estar separadas em duplas, como por exemplo PPS/PSB e PV/PDT. O horário e o local da reunião ainda não foi divulgado.
Mesmo sem uma definição, a possibilidade de uma disputa em chapas distintas vem causando reviravolta, especialmente em parte das lideranças pedetistas. Para esse grupo o partido será prejudicado se houver a divisão. Sobrinho do ex-governador Dante de Oliveira, Luiz Arthur de Oliveira, o Luluca, dirigente regional da Juventude Socialista do PDT, ameaça abandonar a pré-candidatura caso não haja o “chapão”. A mesma postura é adotada pelo ex-presidente do partido em Cuiabá, vereador Toninho de Souza. Ambos avaliam que o PDT serviria apenas de “escada” para outra legenda.
Luluca lembra que o deputado federal Valtenir Pereira, líder regional do PSB, trabalha com a possibilidade de se eleger com os votos de Otaviano Pivetta, deputado estadual e presidente do PDT no Estado. “Por que um chapão para federal é viável e para estadual não? Serviremos apenas de escada para os aliados”. Como hoje o PDT conta com uma cadeira na Assembleia, Luluca diz que o partido corre o risco de ficar sem representantes no Legislativo se o “chapão” não for formado. “Se não forem todos juntos, retiro minha candidatura”.
Ponderada, a ex-vice-prefeita de Cuiabá, Jacy Proença, diz que vai aguardar a convenção do PDT. Ela evita fazer conjecturas, mas admite que concorrer em chapas separadas dificulta a conquista de uma das 24 cadeiras da Assembleia. “Sem dúvida será mais fácil com o chapão, mas isso tem que ser uma decisão coletiva. Minha pré-candidatura está mantida até a convenção”.
Enquanto Toninho, Luluca e Jacy demostram preocupação com os rumos da coligação proporcional, o vice-prefeito licenciado de Cáceres, Wilson Kishi, não acredita que a formação de dois grupos vai prejudicar o movimento. “Os quatro partidos estão nivelados. Se dividir, acredito que elegeremos de dois a três em cada chapa”, calcula.
Caso seja formado o “chapão”, Kishi aposta que o movimento conquistará quatro cadeiras. “A forma de disputa não faz tanta diferença”, ameniza. Ele aposta que a pré-candidatura do ex-procurador Pedro Taques ao Senado vai ajudar a alavancar as candidaturas proporcionais. “Ele será o diferencial. Acredito que o Pedro Taques crescerá muito nas pesquisas quando o período eleitoral começar. O mesmo deve ocorrer com o Mauro Mendes”, avalia.
Quero ser solidário ao vice-prefeito de Cáceres no seu propósito de disputar uma vaga na Assembléia Legislativa. Kichi foi um dos melhores vereadores que passou pela Câmara Municipal e tem experiência para representar Cáceres na Assembléia. Os eleitores saberão escolher o candidato que reúne melhores condições e pra mim Kichi é meu candidato. Querem que ele dispute para federal, mas kichi tem possibilidade é pra estadual.
É necessario definir os critérios para a composição levando em consideração a candidatura majoritária que é o foco do processo. Entendo ser importante para a definição dos critérios, os principios ético do candidato, a densidade eleitorial, a regionalização das candidaturas considerando o peso estatistico de cada polo e o consenso de que todos devem correr riscos de ganhar ou perder. O ítem majoritário devem ter peso na disputa e assim as regioes de muitos votos deverão ter candidatos aos cargos de parlamentares estaduais e federal como forma de massificar o nome de Mauro Mendes. Sabedoria será a tonica neste processo politico de disputa desigual. Lembre-se de Davi e Golias. Se quizermos competir nos mesmos moldes dos capitlistas e com o poudo dinheiro que temos, o resultado será pifio; Se focalizrmos as propstas e as classes sociais que ainda desejam melhorias de valores para a nossa socieade de valores em decadencia, poderemos ter sucesso com qualidade ded nossos representantes. Vamos ao pacto pelos homens e mulheres de BEM. Jose´Marques Braga presidente PPS/VG.
O Kishi já era. Não chega a 4 mil votos.
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O pensamento do Josimar comunga com o meu entendimento de que, de qualquer forma o grupo será bom para uma disputa igualitária entre os futuros candidatos à deputado estadual. Todos entram em igualdade de condições e isso estimula a todos em sonhar com a vitória. Agora, se prevalecer o chapão, acho mais interessante e vantajoso para todos. Em tempo: no comentário anterior, onde se lê "entere$$$$a", leia-se "intere$$$a".
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