A greve dos servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso pode terminar nesta quarta (11), quando o governador Silval Barbosa (PMDB) vai apresentar nova proposta para o pagamento do passivo da conversão da URV em Real. Na oportunidade, todos os funcionários vão se reunir durante assembleia-geral para definir se encerram ou não a paralisação que já dura há três meses. Esta será a segunda vez que o governo tenta intermediar o término da greve.
Na primeira vez, em 26 de julho, o governador propôs efetuar o pagamento da URV por meio de carta de crédito, mas a ideia foi rejeitada pelos grevistas porque, segundo eles, não haveria nenhuma garantia de como e quando os recursos seriam pagos. “A expectativa é de que venha algo de positivo para a categoria. Assim que recebermos a proposta, vamos levar a apreciação dos servidores”, pontua o presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso (Sinjusmat), Rosenwal Rodrigues dos Santos.
Além da questão do URV, na época, foi proposto o pagamento de auxílio-alimentação no valor de R$ 400, exceto para os servidores incorporados, comissionados e oficiais de justiça. Além disso, a Resolução 48, que dispõe sobre a exigência de curso superior como requisito para os novos servidores, não seria implantada imediatamente. “Havíamos aceitado os R$ 400, desde que valesse também para os oficiais de justiça, e o parcelamento do pagamento da URV a partir de janeiro se tiver um calendário fixo”, enfatiza o sindicalista.
Nesta segunda (10), o presidente do Tribunal de Justiça José Silvério Gomes se reuniu novamente com o governador, que se comprometeu em apresentar uma contraproposta nesta quarta. A expectativa de Silvério e de Silval é que desta vez o impasse seja solucionado. De todo modo enfatizam que isso será feito considerando as possibilidades administrativas e legais. “Esta administração jamais se afastou do compromisso de buscar uma solução adequada e objetiva acerca do impasse, sem perder de vista os limites constitucionais e sempre primando pela observância dos preceitos legais”, reforçou Silvério.
voces só ainda nao voltaram porq estão recebendo salario, o povo q se dane, falta consideração e respeito pela população.
Foram espertos e nao aceitaram a tal carta de credito. A PM aceitou e se deu mal, pois está com ela apodrecendo embaixo do colchao.
...Pessoal leia na pagina do tjmt eles ja tem proposta ou sja nos pagar so ano que vem... vamos dizer um NÃO bem grande para eles e aguarda-los no natal...
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