Cuiabá, 22 de Fevereiro de 2017

Judiciário

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Quinta-Feira, 16 de Fevereiro de 2017, 19h:14 | Atualizado: 17/02/2017, 14h:08

Juíza cita ataques, deixa redes sociais e vai seguir na luta contra quadrilhas

Reprodução

post Selma Arruda

Selma Arruda atribui decisão de excluir páginas Selma Arruda I e Selma Arruda II a ataques pessoais

A juíza da Sétima Vara Criminal Selma Arruda, responsável pela operação Sodoma, que resultou na prisão de figuras como o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e recentemente do advogado Francisco Faiad (PMDB), anunciou que está se retirando do Facebook no prazo de 48h.

Na decisão, Selma revela que nome de Faiad no esquema é assustador

Selma Arruda atribui a decisão de excluir as páginas Selma Arruda I e Selma Arruda II a ataques pessoais que tem sofrido por conta das decisões judiciais que profere. Na postagem, ela afirma sofrer acusações infundadas por tentar aplicar a justiça e as leis contra poderosos no Estado. A juíza assinala ainda que as agressões tem cunho pessoal e familiar. 

Juíza manda bloquear R$ 6 mi de Silval e mais 6 por desvio de R$ 8 mi

Selma Arruda também reclama que pessoas que classifica como marginais afirmam que ela tem pretensões políticas e tentam desqualificá-la. No texto, a magistrada ainda ressalta a própria honestidade. 

Depois de expor as razões para se retirar das redes sociais, Selma Arruda faz um compromisso com os seguidores e assegura que, enquanto tiver forças, continuará lutando contra as quadrilhas que se instalaram em Mato Grosso.   

Juíza recebe recurso e pode decretar prisão de Alan por desvios na Seduc

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Comentários (14)

  • Sebalho | Segunda-Feira, 20 de Fevereiro de 2017, 13h31
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    Primeiramente causa estranheza as contas da eleição 2014 de Pedro Taques só serem julgadas agora, pois era evidente as falhas na prestação de contas, portanto, o governador teria que ter sido afastado de suas funções, assim como o Carlos Fávaro. Em segundo, mais estranheza causa ainda a soltura do Alan Maluf, que poderia através de delação premiada apontar o chefe do esquema de desvios que, segundo ele, seria para quitar dívidas de campanha do atual governador do Estado. Mas a Justiça só está preocupada com o ex-governador. Chutar cachorro morto é fácil, até eu.

  • cuiabano | Segunda-Feira, 20 de Fevereiro de 2017, 06h59
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    e questão de tempo para filiar se ao PSDB......

  • Jango | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 16h44
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    O que eu mais gosto de ver nos justiceiros é a imparcialidade...

  • antonio silva | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 12h40
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    Eu acho que a nobre juíza deve continuar o seu trabalho normalmente, sem os estardalhaços que vem patrocinando no dia a dia, inclusive se expondo na mídia de forma a suscitar questionamentos de toda ordem, vez que a sua missão é J U L G A R, não importa quem, mas o crime que houvera cometido. Há mais ou menos um ano e meio ela vem ocupando espaço na mídia, quero crer na expectativa de notoriedade, como se não fosse sua obrigação funcional, tomar as providências que a lei exige. Muitos magistrados de grande saber jurídico já jurisdicionaram em nosso Estado, no entanto, nunca foram alvos de tantos holofotes. Brilharam pela forma discreta e honesta na pratica dos atos de competência do Judiciário. Seu trabalho é importante? Extremamente necessário, porém com a discrição que a TOGA exige, daqueles que a usam.

  • Juliano Frazão | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 17h31
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    Os juízes e promotores atuais querem se tornar celebridade. Mas há distorções inadmissíveis, como o tratamento diferenciado aos investigados pela fraude na seduc, que estão todos livres.

  • neto galo zoiudo | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 15h16
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    E a questão dos combustíveis do Marmeleiro? É que a nova quadrilha esta no poder. Sai uma e entra outra e o povo sofre.

  • Pedro | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 14h42
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    Pedro, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Masson | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 13h33
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    Entre as funções de um juiz não está a de se auto-promover publicamente. Se a juíza em tela tivesse atuado somente no processo não haveria preocupação e possibilidade de nulidade absoluta do feito. Desta forma, ao invés de contribuir para a punição aos culpados, pode tê-los ajudado.

  • macedo | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 10h58
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    vamos juntos passar o Pais a limpo

  • joao batista da costa | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 09h56
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    Assim como aconteceu com um Procurador da lava jato em um culto religioso na semana passada, a senhora deveria estar ciente do perigo que um servidor de carreira publica como a senhora e outros correm quando se expõem publicamente, pois por tras daqueles que se locupletaram existem muitos lobos famintos "alguns por pura ignorância", outros por ter perdido a mamadeira dos corruptos. A prova ta nas pesquisas a favor do lula no Nordeste. A sociedade esta atenta as artimanhas deles.

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