Autor do projeto de Lei que pretende incluir no rol dos crimes hediondos a corrupção, o senador Pedro Taques (PDT) é o entrevistado no quadro especial de Romilson Dourado no RDTV desta sexta (9). Também participa do bate-papo com o parlamentar o jornalista convidado Ronaldo Nadaf. Além da repercussão nacional de sua proposta, o senador, que é presidente do diretório estadual de seu partido, fala sobre as perspectivas da sigla para as eleições de 2012.
Às 9h02 - Chega ao fim o RDTV desta sexta.
Às 8h58 - Taques revela que, na capital federal, os senadores têm direito a utilizar um automóvel, que no seu caso é um veículo Fiat Marea, ano 2003, usado anteriormente pela ex-senadora Serys Marly (PT) e a dispor de um apartamento funcional com direito a R$ 500 de telefonia fixa e mais R$ 500 para gastos com energia elétrica.
Às 8h56 - "Um senador tem salário bruto de R$ 24 mil, verba indenizatória de R$ 15 mil e mais R$ 17 mil para custeio de passagens aéreas", disse. Ele ressalta que o parlamentar pode contratar até 65 assessores. Taques diz que tem 11 servidores comissionados em Mato Grosso e seis em Brasília.
Às 8h55 - Taques agradece a participação no programa e ressalta que quer ser um bom servidor público e aproveita para prestar contas de seu trabalho.
Às 8h53 - "Sou candidato a ser um bom senador", declara Taques, desmentindo a possibilidade de interromper o mandato para disputar o Palácio Paiaguás em 2014.
Às 8h51 - Taques esclarece que não houve qualquer intervenção no diretório municipal de Cuiabá e sim uma determinação da executiva nacional, que entendeu que houve fraude na eleição que definiu o comando do partido na Capital.
Às 8h49 - O parlamentar lembra que Adevair, representante de seu partido na Câmara, votou favorável à concessão, mesmo que ele, como presidente da comissão provisória, tenha uma opinião divergente. "Tento convencê-lo com argumentos, mas ele é seguidor do seu voto. O partido tem liberdade".
Às 8h48 - "Na minha casa falta água", reconhece Taques.
Às 8h47 - O parlamentar defende uma maior discussão em torno da concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário, mas esclarece que é contrário à medida adotada pelo prefeito Chico Galindo (PTB) em Cuiabá.
Às 8h46 - Taques questiona se Mato Grosso realmente teve prejuízos com a demissão de Pagot.
Às 8h45 - "Não posso fazer julgamento de valor sobre Luiz Antônio Pagot (ex-diretor-geral do Dnit). Fui autor do requerimento para que ele prestasse esclarecimentos no Congresso", diz.
Às 8h44 - Internautas perguntam ao senador sobre as denúncias de corrupção no Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit).
Às 8h42 - "Para mim, nós vivemos num Estado capitalista, mas penso que três setores devem ser administrados pelo poder público: Segurança, Saúde e Educação", avalia o senador.
Às 8h40 - O pedetista pontua como principais pontos a serem enfrentados pelo Governo a segurança pública e saúde.
Às 8h39 - Para Taques, na Agecopa existe muita conversa e pouca ação.
Às 8h37 - "Não tenho nada contra Eder Moraes. Ao que me consta, até agora ele tem feito um bom trabalho, mas essa briga com o Carlo Brito é boa para a Copa?", avalia o parlamentar.
Às 8h35 - O senador levanta dúvida sobre a legitimidade dos números apresentados em relação aos dois modelos de transporte, já que não existe nenhum projeto consistente à respeito. "Queremos saber o que está sendo feito de concreto pela Agecopa", conclui.
Às 8h33 - "O eleito precisa de legitimidade para decidir. O VLT é muito mais ágil que o BRT, mas será que nós temos condições de pagar esta conta?", questiona Taques. Ele ressalta que é preciso abrir a "caixa-preta" do modal, que não pode ficar restrita à Agecopa.
Às 8h32 - Da redação, a editora Flávia Borges questiona o posicionamento do senador, que em sua página no microblog twitter disse que falta comando à Agecopa.
Às 8h27 - "Não posso esconder meu passado. Julier é meu amigo, mas ele precisa se decidir. Eu recomendo que pessoas de bem participem da política. Ele seria um grande cidadão que poderia contribuir para a política", comentou o parlamentar.
Às 8h25 - Do estúdio, a apresentadora Rozane Ribeiro faz a pergunta do internauta Jorge Negão, de Rosário Oeste, ao senador. Ele pergunta quais os planos do PDT para as eleições e se Taques prefere o juiz federal Julier Sebastião da Silva ou o empresário Mauro Mendes (PSB).
Às 8h23 - "A emenda transforma o parlamentar em um mandante do orçamento", ressaltou o senador que promove um debate sobre a questão no Congresso. "Emendas nem sempre são liberadas e existe um jogo de troca de favores. Alguns parlamentares aceitam votar a favor ou contra determinado projeto em troca da liberação de emendas".
Às 8h22 - Taques avisa que, depois de reunião com o governador Silval Barbosa (PMDB), comprometeu-se a destinar os R$ 13,5 milhões a que tem direito em emendas parlamentares ao chamado Pacto por Mato Grosso.
Às 8h20 - "Conseguimos para Mato Grosso 10,2 mil bolsas do Pró-Jovem, mas só isso não basta, queremos fiscalizar a aplicação destes recursos", afirmou o parlamentar.
Às 8h17- Assim como os cidadãos, o presidente da Assembleia, José Geraldo Riva, e o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), acusados de improbidade administrativa, merecem uma resposta. "Como senador, não posso mandar no Poder Judiciário, não posso mandar na Assembleia, Isso faz parte da democracia, o que não faz parte é a demora no julgamento", ponderou, lembrando que ele defende o julgamento dos processos que o deputado e o conselheiro respondem.
Às 8h15 - O parlamentar revela que foi justamente a demora no julgamento dos processo um dos principais motivos que fez com que ele pedisse sua exoneração do Ministério Público Federal (MPF) para investir na carreira política. "Como cidadão, fico indignado com essa morosidade", disse.
Às 8h13 - Nadaf lembra a morosidade do judiciário e pergunta ao senador se junto ao projeto, existe alguma proposta para agilizar o sistema para o efetivo cumprimento das penas. "O processo no Brasil demora em média 12 anos. No Chile, isso demora, em média, 8 meses", ressalta Taques, destacando que a culpa é do sistema.
Às 8h12 - "Não é quantidade de pena que diminui a criminalidade e sim a certeza de que ela será aplicada", avaliou Taques.
Às 8h10 - O senador inicia falando sobre seu projeto de lei que inclui a corrupção no rol dos crimes hediondos. Segundo o parlamentar, o projeto tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde pode ser aprovado de forma terminativa, sendo encaminhado diretamente à Câmara Federal para a aprovação.
Às 8h08 - Romilson, Taques e Nadaf fazem as considerações iniciais.
Às 8h06 - Tem início o quadro especial. Confira a entrevista com Taques.
Às 8h04 - Presidente do PDT, Taques avalia o pedido de licença do vereador por Cuiabá, Adevair Cabral (PDT), que contemplará o suplente Paulinho Brother na próxima semana.
Às 7h58 - Começa o RDTV desta sexta. Senador acompanha o programa e se prepara para entrevista no segundo bloco.
Às 7h49 - Romilson, Nadaf e Taques se preparam para a entrevista. Enquanto colocam os microfones, batem um papo descontraído no estúdio 2.
Às 7h47 - Taques já está no RDTV. O parlamentar é acompanhado pelo seu assessor de imprensa, Jean Campos.
Às 7h44 - O convidado desta sexta, Ronaldo Nadaf, aguarda o entrevistado Pedro Taques no estúdio do RDTV.
Às 7h29 - O senador está a caminho do RDTV, no bairro Cidade Alta. O programa vai ao ar em poucos minutos. Acompanhe.
10(nota dez) PEDRO TAQUES NOTA DEEEZZZZ.
Transparência e honestidade. Sempre me orgulho de vc, senador!
Parabéns senador pela tranparência com seus eleitores e pela sua seriedade. Que essa tranparência sirva de modelo aos demais políticos do estado de MT.
Acompanhei a entrevista, foi muito boa. Parabéns Rdnews pela iniciativa de colocar debates na internet e parabens ao Taques pelo honroso mandato.
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