A construtora Sanches Tripoloni Ltda, que executa várias obras de grande porte no Estado, foi uma das principais doadoras da campanha do governador reeleito Silval Barbosa (PMDB). A empreiteira doou R$ 1,2 milhão para o projeto político de Silval, que gastou R$ 21,2 milhões para “liquidar a fatura” ainda no 1° turno. No último dia 22, a empresa Sanches Tripoloni foi apontada como uma das responsáveis por um suposto superfaturamento de obras do Dnit, realizadas em Cáceres.
O TCU, inclusive, promoveu a citação solidária do ex-superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes do Mato Grosso (Dnit/MT), Rui Barbosa Egual, do atual superintendente, Laércio Coelho Pina, do coordenador de estruturas, Eduardo Calheiros de Araújo e construtora, após um relatório apontar a existência de irregularidades nas obras emergenciais de reforço e recuperação da Ponte Marechal Rondon sobre o Rio Paraguai.
Confira alguns doadores da campanha de Silval
Foram verificados sobrepreços no serviço de execução de estacas-raiz, no fornecimento e cravação de camisas metálicas e no monitoramento de tráfego, por isso, eles terão que devolver R$ 2,5 milhão a autarquia. Entre as obras que a Sanches Tripoloni toca no Estado está a pavimenta da BR-364 entre Deciolândia e Itanorte, num trecho de 79 quilômetros, sendo que o empreendimento está avaliado em R$ 132,8 milhões, além da reforma das pontes dos rios Araguaia e Garças. A construtora chegou a participar do processo licitatório relativo a construção da nova arena do estádio verdão, mas não saiu vitoriosa. Na época o consórcio Santa Bárbara acabou saindo vitorioso.
Além de empreiteiras, Silval também contou com a ajuda dos bancos Rural e BMG envolvidos no escândalo do mensalão. Conforme o jornal Folha de S. Paulo, apenas o Banco Rural, que em 2006 não contribuiu com nenhum político, doou neste ano R$ 1,33 milhão para oito candidatos. Entre eles estão os governadores de Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, André Puccinelli e Silval Barbosa, respectivamente. Ambos receberam R$ 500 mil cada um.
O chefe do Paiaguás recebeu outros R$ 500 mil do BMG que, assim como o Banco Rural, foi responsabilizado pelo financiamento do esquema do mensalão. Conforme a denúncia, eles conduziriam operações de crédito em desacordo com os princípios de seletividade, garantia e liquidez.
kkkkkkhahahaheheheheihihihih que novidade...não podia "revelar antes das eleições senão o grupo" seria condenado...NAS URNAS e cadê o TRE, MP etc?????
Querida, a empresa acima citada na reportagem é SANCHES TRIPOLINE. E a empresa a qual voce se refere nos fundos do Lojão do queima em Rondonópolis é TRIPOLO e não tem nada a ver com isso...Presta atenção.
Pra que servem o MP e o TRE mesmo???? ahhhhh sim, só para os PEQUENOS, idiotas Matogrossenses....
As mascaras começaram a cair.Voces vão acompanhar o que vem por ai.Escandalos,desmandos, superfauramento.Tudo isso comprado a um preço muito alto.Espero que a imprensa tenha um comportamento diferenciado .
Que novidade há nisso? Sempre foi assim, todos sabem, mas a hipocrisia é maior. Empreiteiras, bancos, indústrias, todos doam dinheiro para as camapanhas políticas. De graça, só pelo`"amor" ao embate? Óbvio que não, Madre Tereza de Calcutá era uma só. Todos sabem que muita grana de origem pública foi "pulverizada" e depois "canalizada" na forma de doações. Foi assim na década de 90 e ainda será assim nas próximas eleções até que se torne obrigatoriamente público o financiamento das campanhas eleitorais.
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