O deputado federal Júlio Campos (DEM), que ganhou destaque na mídia nacional por responder no Supremo Tribunal Federal (STF) a um processo por homicídio decorrente de disputa de terras, divulgou, em nota, que acredita que o Ministério Público Federal deva acatar o pedido de arquivamento do processo.
Coincidentemente, o inquérito que apura o suposto envolvimento do deputado em dois assassinatos ocorridos em Guarujá (SP) em 2004, foi parar no Supremo poucos dias depois de um “mal-entendido” envolvendo o deputado e o ministro do STF, Joaquim Antonio Barbosa, quando Júlio, ao esquecer seu nome, referiu-se a ele como “aquele moreno escuro”.
O parlamentar esclarece que tanto os trâmites processuais da Justiça de São Paulo quanto do Superior Tribunal de Justiça (STJ) apontam que não existiu participação de Júlio nos crimes e que os responsáveis pela investigação decidiram por não realizar mais diligências.
A nota ainda acusa o veículo Congresso em Foco, primeiro a divulgar a lista de parlamentares que respondem a processos no STF, dando posterior destaque ao caso de Júlio, de ser parcial e que, na maioria das vezes, após a apuração dos fatos, as denúncias são infundadas e têm o propósito de manchar a reputação de pessoas em evidência.
Eis, abaixo, a íntegra da nota
" Coloco dois pontos de reflexão:
1º - Notícia divulgada pelo Congresso em Foco em 13 de outubro de 2010 possuía como manchete a afirmação de que “um quarto dos parlamentares reeleitos respondem a processo no STF - dos 320 parlamentares que renovaram o mandato no Congresso, 76 são alvos de inquérito ou ação penal no Supremo Tribunal Federal”.
2º - O mesmo jornal – Congresso em Foco - hoje em 04 de maio, ponderou por identificar o Deputado Júlio Campos (DEM/MT) com o inusitado fato do Excelentíssimo Ministro Joaquim Barbosa questão superada e tendenciosamente distorcida para uma conotação racista totalmente inexistente no contexto do pronunciamento.
A atenção da mídia desta vez é o suposto envolvimento do deputado Júlio Campos em crimes ocorridos em São Paulo, motivados por disputa de terras no estado de Mato Grosso e submetido à apreciação pelo STF.
Quanto ao tema, o fato é que o Estado Democrático de Direito pressupõe investigações policiais e que a matéria, por questão de competência, chegou à Suprema Corte. Contudo, conforme trâmites processuais que tramitaram na Justiça Estadual de São Paulo, como no Superior Tribunal de Justiça (STJ), eventualmente a participação do congressista não existiu.
Os responsáveis pela investigação ponderaram por não mais formular pedidos de diligências, de modo que o deputado pode dizer hoje que “Tenho a consciência tranqüila e creio que o Ministério Público Federal acatará o pedido de arquivamento do inquérito”.
A matéria divulgada pelo Congresso em Foco pode provocar emoções, as mais distintas possíveis, tanto comover o leitor como despertar-lhe repugnância sobre a forma inconsistente que as informações foram colocadas.
Importante, portanto, ponderar os fatos antes de formar sua convicção. Para não sermos conduzidos, portanto, como navio sem direção que se move ao ímpeto da maré, indispensável melhor conhecimento de causa.
Voltando aos dois pontos de reflexão - o “alto número” de deputados que respondem a processos perante o STF, e o “grave” envolvimento do Deputado Júlio Campos, têm em comum a parcialidade da notícia, a aparência do absurdo, quando na verdade apenas refletem o procedimento comum de apuração, que no mais das vezes, como o haverá de ser ao longo da verificação dos fatos, não chegam a passar de denúncias infundadas cujo propósito consiste tão somente em manchar a reputação de pessoas em evidência política que estão na verdade atentos à ética e à boa condução da coisa pública, como o é o respeitável congressista Júlio Campos."
Mário Thadeu - Chefe de Gabinete
O governo de Júlio Campos foi marcado pela truculência, dele e de seu secretário de segurança, Oscar Travassos. Este último, como desembargador aposentado, chegou a usar de seu prestígio no Tribunal de Justiça para demitir juízes que não acobertasse suas torturas nos porões de suas delegacias. Tudo isso com a permissão do governador Júlio Campos. Pena que o povo matogrossense ficasse no silêncio aceitando esses criminosos que deveriam ser julgados como tais ...
Façam uma auditoria da Cemat, da sanemat, do Bemat e de muitos outros ...mat por aí, a partir do periodo em que esse senhor fulano de tal fora governador e discubrirão quem realmente começou a falência da Cemat e de muitos outros "mat" de MT... Perseguia e demitia, através de seus puchas-saco, funcionários honestos e trabalhadores que se manifestavam contrários a sua política escruta. ...a partir de chefes de divisão, todos ocupantes de cargos de confiança eram obrigados a doar 10% de seu salário em favor de seu partido político... uma vergonha!!! guando o senhor Gabriel Novis Neves estava em campanha política pleiteando a prefeitura de Cuiabá, esse senhor, fulano de tal, que naquele momento era governador de MT, levou-o até o Prédio João Dias (Cemat morro da luz), e nas imediações da garagem da diretoria que ficava no sub-solo, ordenou que todos os funcionários fossem até lá e os comprimentassem dizendo; "Gabriel Novis, meu voto é seu" e assim nós o fizemos poís, o contrário colocaríamos em risco de demissão...essa imoralidade política imposta por esse senhor fulano de tal, com certeza, acontecera em outros orgãos públicos mas, como as urnas não tem olhos nem ouvidos, o tiro saiu pela culatra, e esse senhor Gabriel Novis Neves fora derrotado nas urnas juntamente com seu ditador e sua falta de escrúpulos políticos... Naquela época o slogan desse fulano de tal era, "Quatro anos de governo, quarenta anos de progresso" que se transformaram os oito anos de governo em quarenta anos de atraso" pois, na verdade esse fulano de tal, queria mesmo éra fazer de MT, seu curral eleitoral. Agora, é triste ver que aqui em MT ainda tem muito eleitor burro, votando em canditanos que na verdade deveriam estar presos
Quem não se lembra da sua eleição pra governador? Eu me lembro muito bem de como foi "construida" Esse é o cara!
É dona Elvira Bicudo, por haver tipo de pessoas entre nós, é que são eleitos gente do calibre de um Julio Campos. A senhora não sabe nem escrever corretamente. Com certeza é mais uma das analfabeta em todos os sentidos que vota nessa pessoa!
É dona Elvira Bicudo, por haver tipo de pessoas entre nós, é que são eleitos gente do calibre de um Julio Campos. A senhora não sabe nem escrever corretamente. Com certeza é mais uma das analfabeta em todos os sentidos que vota nessa pessoa!
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