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Rumo à Copa de 2014 | 20/02/2010 - 09:36

Assut vai tentar barrar na Justiça demolição do Verdão pela Agecopa

Patrícia Sanches

   A Associação dos Usuários de Transporte Coletivo (Assut) propôs ação civil pública para “barrar” a demolição do estádio Governador José Fragelli, o Verdão. Se o pedido for aceito pela Justiça, a Agecopa terá um grande “abacaxi” para descascar e terá de agir rápido porque os prazos são curtos e há um acompanhamento rígido da FIFA. Além da não demolição do Verdão, a Assut requer a declaração de inconstitucionalidade da lei que criou a Agecopa, revela o jornal A Gazeta deste sábado (20).

   Para anular a validade da agência, a Assut argumenta falta de legitimidade para implementar e acompanhar o Plano Diretor Participativo da Política Urbana para a Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. A associação Alega também que, com a demolição do estádio, pode haver danos ambientais e aos bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico de Cuiabá. Para a Assut, todas essas decisões devem ser tomadas pelos prefeitos dos municípios da Baixada Cuiabana, assim como um Conselho Deliberativo de Desenvolvimento e Fundo de Desenvolvimento Metropolitano da Região Metropolitana, que nem sequer foram criados. As exigências estariam previstas no artigo 6º da Lei Complementar Estadual nº 340/08 e na Política Nacional de Desenvolvimento Urbano.

  O Verdão foi construído em 1976 e os defensores mais ferrenhos contra a demolição dele são os membros da cuiabania. A opinião da população da Capital também está dividida, mas uma solução para o impasse deve ocorrer logo - veja aqui. 

  Nova Arena

   Segundo a proposta do governo, aprovada pela FIFA, o novo verdão que será construído ao lado do Ginásio Aecim Tocantins e terá uma extensa arena para comportar mais de 40 mil pessoas. O estádio será de múltiplo uso, para que, depois da Copa, possa ser usado como centro de convenções, palco para shows, feiras, entre outros. O novo estádio contará com restaurantes, estacionamentos, lagos, bosque, pista para caminhada. A obra está orçada em R$ 430 milhões.

Comentários:
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  • Raimundo | 04/03/2010 13:38
    Cuiaba

    queria saber a origem do sebhor JEAN, que aparecem como diretor desta associação, qual serar a sua nocionalidade?, esse pessoal não anda de onibus, e que se intrmeter na cidade de cuiaba, quero que ele prove sua nacionalidade com documento e não com a fotocopía que a anda no bolso, porque o nome que ele usa é de um famoso françes. e ai.

  • Juscelino Ribeiro | 22/02/2010 14:12

    Essa tal de Assut, será que não tem com que se preocupar na categoria que representa ? A copa em Cuiaba é bom para todas as pessoas, agora neste momento vem querer aparecer.qual será o político que está por detrás desta Assut?

  • Bras Silva | 22/02/2010 14:03
    Cuiabá

    Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Anderson | 22/02/2010 12:49
    Cuiaba

    POR QUE NÃO SE LIGAM NO PROBLEMA SERIO DE TRFEGO QUE É CUIABA, MAS TENTAM SÓ ATRAPALHAR. QUESTÃO DOS SEMÁFAROS POR EXEMPLO. QUALQUER COISA PODEM ME PROCURAR, TENHO A SOLUÇÃO.

  • Lauro Portela | 22/02/2010 10:23
    Cuiabá

    Embargar a demolição do Verdão cheira a intenções políticas. Em primeiro lugar, o Verdão é um Estádio inacabado. Qualquer vista sobre as manchetes dos jornais à época de sua construção e inauguração podem comprovar isso. Como historiador, fiz uma pesquisa para um artigo que demonstrou que a nossa velha arena nunca teve seu projeto terminado. Sua construção já foi um abacaxi: obra de cunho eleitoreira, realizada pura e simplesmente por causa da rivalidade entre Cuiabá e Campo Grande. Se não fosse o Pedro Pedrossian ter construído o "Morenão" em Campo Grande (à época a maior cidade de Mato Grosso), nunca a elite de Cuiabá reivindicaria um "Verdão" (notaram a brincadeira com os nomes?). Até por que, nem mesmo em sua inauguração, o Verdão alcançou sua lotação máxima: 50 mil pessoas, chegando a 40 mil. Por isso, nunca as autoridades viram necessidade de finalização do estádio para abrigar 60 mil; tampouco obras de cunho cultural ou mesmo as arenas olímpicas para oito modalidade, conforme projeto divulgado à época. A pergunta que fica é: qual a intenção desses grupos ao embargar a demolição de uma obra incabada em pleno ano eleitoral? Quem está por trás dessas organizações? Mais mistérios em Mato Grosso.






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