O vereador cassado Lutero Ponce (PMDB) bem que tentou se defender da acusação do Ministério Público, protocolada em abril do ano passado, por mais um ato de improbidade administrativa, mas as justificativas ainda não convenceram o juiz José Zuquim Nogueira, responsável pela Vara Especial de Ação Pública e Ação Popular.
Alegando não ter examinado a documentação profundamente, o magistrado decidiu pelo adiamento do prazo para julgar o réu no processo de irregularidade. Para dar mais embasamento aos fatos, convocou o procurador-geral de Cuiabá, Fernando Biral, para se manifestar sobre a ação dentro do prazo de 15 dias.
Segundo Biral, a convocação com data em 16 de dezembro, ainda não chegou às suas mãos, mas já adianta que a manifestação da prefeitura se limitará a confirmar ciência do caso, uma vez que a administração foi a parte lesada.
Conforme a ação, Lutero desrespeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal quando aumentou a despesa com a folha de pagamento faltando pouco tempo para o término de seu mandato como presidente da Mesa Diretora da Câmara, durante o exercício de 2008.
A constatação foi feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que em seu parecer mostrou a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) aos servidores. Os dados foram então encaminhados ao Ministério Público, que entrou com ação acusando o parlamentar de comprometendo o orçamento do Legislativo e a administração de seu sucessor, o vereador Deucimar Silva (PP).
Quando assumiu a presidência da Câmara, o progressista questionou a aprovação do PCCS e se negou a honrar o compromisso firmado por Lutero. Deucimar reclamava do impacto mensal de R$ 90 mil na folha de pagamento, que subiu para R$ 820 mil. A medida gerou uma queda-de-braço com os servidores, que acabaram conquistando o direito ao pagamento na Justiça.
Esta não é a primeira ação contra Lutero, o peemedebista perdeu o mandato, justamente por ser acusado de causar um rombo superior a R$ 7,5 milhões aos cofres do Legislativo.
Resposta ao Marcelo: Meu caro amigo Marcelo. Melhor presidente da Câmara? 1)Praticou atos de improbidade comprovados pela polícia fazendária; 2)Por meio de fornecedores (inclusive de uma floricultura) se utilizou notas frias para justificar saídas de caixa; 3) Teve as contas reprovadas pelo TCE - (na fase da auditoria imparcial do TCE) 4) O inquérito foi acolhido integralmente pelo ministério público, tendo grande repercussão nacional - fiquei sabendo dos atos de improbidade enquanto ainda morava em SP) 5) Tornou-se inelegível como determina a lei de improbidade; 6) Foi preso com outras 10 pessoas, na operação crepúsculo - da polícia fazendária; Marcelo, acho que já é o sufciente. Agora cabe uma pergunta a você meu caro amigo. Se o Lutero foi o melhor presidente, o que será que fêz o pior presidente da Câmara de Cuiabá?
Srs. o ex-vereador Lutero mecere ter sua defesa , mas tem que ser clara e precisa não tem que ser confusa,quem não deve,não teme.
Podem falar o que quizerem se Lutero,mas sem sombras de duvidas ele foi o melhor Presidente que ja passou pela camara de cuiaba em respeito aos servidores.
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