A prefeitura de Várzea Grande, sob administração de Tião da Zaeli (PR), parece estar realmente empenhada em retirar o nome da cidade do ranking de epidemia da dengue no Estado. Para isso, a prefeitura está usando iniciativas como a distribuição de conteiners e telas para caixas d´água, além da aplicação de multas para os moradores que não prevenirem a proliferação do mosquito em suas residências.
No ano passado, a cidade registrou 3,9 mil casos de dengue, com 8 mortes. Só no início deste ano, duas pessoas já morreram com suspeita de dengue hemorrágica. Segundo a secretaria de Saúde, sob Jaqueline Guimarães, 70% dos focos do mosquito transmissor estão localizados em caixas d´águas das residências, por isso a distribuição de 10 mil telas, que serão instaladas pelos soldados da 13ª Brigada do Exército.
O presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Várzea Grande, Jéverson Missias, afirma que a multa de cerca de R$ 500 faz parte da lei aprovada pela prefeitura, que permite a entrada de agentes nos quintais e residências para verificar como anda o controle da doença. Os valores recolhidos nessa multa, serão destinados a ações preventivas contra a dengue nos anos seguintes. Já a distribuiçãos de caixas coletoras visa o recolhimento de lixos e entulhos em bairros que apresentam maior índice de proliferação do mosquito, a fim de que a população não jogue mais os detritos em terrenos baldios.
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Queria apenas saber do Sr. Missias qual será a base legal para aplicar a multa. Ele vem apenas dizendo coisas que não se coadunam com o princípio da legalidade na administração. Se o Sr. Missias permite uma sugestão, deveria ele se aconselhar com seu irmão que é jurista, assim não cometeria tantos atropelos e não diria tantas besteiras. Quanto ao fato de retomar as obras do PAC em VG, pergunta-se: se a licitação foi anulada, sob que contrato estão sendo tocadas as obras? Espero a resposta do Ministério Público, ou é mais uma "afronta" aos cofres públicos, pois, alguém está sendo beneficiado. As empresas que "ganharam" a licitação não podem, porque foi revogado o certame, continuar as obras, e, sabe-se, que nem a prefeitura, nem o DAE, tem condições de administrá-las diretamente.
Queria apenas saber do Sr. Missias qual será a base legal para aplicar a multa. Ele vem apenas dizendo coisas que não se coadunam com o princípio da legalidade na administração. Se o Sr. Missias permite uma sugestão, deveria ele se aconselhar com seu irmão que é jurista, assim não cometeria tantos atropelos e não diria tantas besteiras. Quanto ao fato de retomar as obras do PAC em VG, pergunta-se: se a licitação foi anulada, sob que contrato estão sendo tocadas as obras? Espero a resposta do Ministério Público, ou é mais uma "afronta" aos cofres públicos, pois, alguém está sendo beneficiado. As empresas que "ganharam" a licitação não podem, porque foi revogado o certame, continuar as obras, e, sabe-se, que nem a prefeitura, nem o DAE, tem condições de administrá-las diretamente.
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