A tensão entre o governador Silval Barbosa (PMDB) e do defensor-geral André Luiz Prieto devido ao veto à criação de 65 cargos na Defensoria Pública está mobilizando até a bancada federal. Depois da decisão de Silval a relação entre os gestores ficou mais conflituosa do que já estava. Prieto afirma que a medida causou uma crise institucional e que o órgão não aprova o Governo.
Para tentar acalmar os ânimos, na próxima semana, o peemedebista vai se reunir com Prieto. A conversa vai ser mediada pelo deputado federal Valtenir Pereira (PSB), que foi corregedor da Defensoria e presidente-fundador da Associação Mato-grossense dos Defensores Públicos (AMDEP).
Diplomático, o socialista preferiu não entrar no mérito da questão e avaliar se a criação dos cargos era ou não necessária. “Mediador não entra no mérito do conflito. O intuito é encontrar, como parlamentar, o melhor caminho. Entendo as necessidades da Defensoria e as dificuldades do governo”, pondera.
Apesar do posicionamento, Valternir faz questão de ressaltar conhecer a importância de se fortalecer a assistência judiciária às pessoas carentes de Mato Grosso. “A defensoria faz bons trabalhos, importantes para ajudar quem não tem condições de pagar honorários”, avalia. Além dele, devem estar presentes no encontro o presidente da Assembleia, José Riva (PSD), e o deputado Sérgio Ricardo (PR), que teria sido o principal apoiador da criação dos cargos vetados.
O veto de Silval foi publicado no Diário Oficial que circulou nessa quarta (11). A justificativa foi o aumento dos gastos no orçamento do Estado, que está passando por um período de cortes. Prieto, por sua vez, garante que a abertura das vagas não sobrecarregariam o erário. Nem mesmo os deputados, que num primeiro momento deram aval ao projeto, no entanto, estão convencidos e devem manter a decisão do governador.
Deputados manterão veto a criação de cargos; Silval convoca reunião
Já que querem criar cargos e não tem grana para pagar os salários o Governador deveria cortar gastos com despesas de combustível, conta de telefone, energia e água da administração, bem como os Deputados reduzir os seus gastos com diminuição de assessores dentro de Gabinete e outros gastos desnecessários que todo eleitor sabe que existe... Se o Governador é ou não servidor público concursado ou não precisa ter pulso e ter postura firme no comando deste Estado... foi eleito pelo povo e precisa mostrar serviço. chega de inchaço na máquina administrativa
Tão querendo passar a carroça na frente do BURRO
So a título de informação Fernando, Governador também e um simples servidor publico, com período determinado. Já defensor publico será servidor publico para o resto da vida, pois e concursado.
É um absurdo isso... Só que a força esta sendo medida com Pietro Sergio Ricardo Novís Neves!
Sr.Fernando! Antes de omitir qualquer opinião sobr o assunto, conheça a matéria que está comentando. O Defensor Público Geral, não é um servidor, mas um Agente Político. A Defensoria Pública possui por dispositivo constitucional autonomia administrativa financeira. Assim não pode o Senhor Governador, aliás, que de lei não entende nada, tratar a Defensoria Pública como Secretaria de Estado. É lamentável!
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