Sábado, 26 de Maio de 2012, 06:15 h
DIVERGÊNCIA | 24/03/2011 - 10:52

Deputados "vetam" a auditoria na Saúde; Brunetto não se conforma

Sissy Cambuim e Andréa Haddad

Ademir Brunetto   Após a polêmica entre o presidente da Assembleia, José Riva (PP), e o deputado Ademir Brunetto (PT), que apresentou requerimento para que a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Casa fizesse uma auditoria nas contas da secretaria de Estado de Saúde (SES), referentes ao exercício de 2009, a matéria entrou em votação no Legislativo na sessão desta quinta (24). Com 16 votos contrários e apenas o aval de Brunetto e do deputado Percival Muniz (PPS), a Assembleia barrou a auditoria nas contas da pasta, comandada por Pedro Henry (PP), que por diversas vezes criticou a gestão dos recursos do setor, chegando a indicar superfaturamento na compra de medicamentos nas gestões anteriores.

   Da tribuna, Brunetto lamentou a decisão dos parlamentares. Ele reclamou que nesta quarta (23) os deputados mostraram-se favoráveis e, um dia depois, mudaram o entendimento.

   A proposta de auditoria nas contas da Saúde foi apresentada por Brunetto, após Riva propor e o plenário acatar o pedido de auditoria externa nos balancetes na secretaria estadual de Educação (Seduc), pasta comandada pela petista Rosa Neide Sandes de Almeida. Indignado com o requerimento de Riva, por avaliar que se trata de uma represália ao PT pelo fato da executiva do partido em Cuiabá ter decidido apoiar o movimento dos médicos contra a terceirização na Saúde, Brunetto sugeriu uma investigação não apenas na Seduc, como na pasta comandada por Henry.

   Diante do mal-estar que sucedeu a sessão matutina desta quarta (23), ele e Riva retornaram ao plenário no mesmo dia, pela tarde, com o discurso de que não há divergências entre PP e PT. Para tanto, resolveram assinar em conjunto o requerimento que pede investigação na Saúde. Porém, a proposta foi descartada pelo plenário nesta quinta.

Comentários:
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  • Hilda Suzana Veiga Settineri | 28/03/2011 20:25
    CUIABÁ

    PRIVATIZAÇÃO É ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA Alguns anos atrás um Presidente da república desencadeou um processo de liquidação do patrimônio público mediante o que se convencionou chamar de privatização. O argumento era o mesmo: o Estado não dispunha de recursos para investir em determinadas áreas, a estrutura administrativa do Estado consumia todos os recursos, etc. Não conseguiu terminar o seu mandato sem precisar do aval do sucessor, para buscar recursos, justamente aquele que combatia a privatização. O ostracismo político que se encontra esse ex-presidente é a comprovação do equivoco cometido. Não bastasse isso, o seu sucessor se reelegeu, elegeu a Presidenta Dilma como sucessora e emplaca altos índices de popularidade. Apesar de tudo isso, teimosamente o Governo do Estado de Mato Grosso, com apoio da Assembléia Legislativa e com o discurso inflamado do Secretário de Estado da Saúde, parecem ter contagiado inclusive, o caótico sistema municipal de saúde de Cuiabá. A população mato-grossense saberá lembrar de quem vendeu seu patrimônio. O nome de cada um dos deputados, secretário de saúde e a chancela do governador estarão marcados como responsáveis pela comercialização da saúde pública, tendo na tumba política que estão entrando, ao lado de seu nome a epígrafe: Aqui já um vendilhão. Ninguém é bobo. Todos sabem que o que as OS (Organizações Sociais) querem é o dinheiro público e o que o Estado quer é eximir-se da responsabilidade por incompetência. A onda privatizante surgiu da incapacidade do atual e dos antigos secretários de saúde e com a conivência com a atual e antiga composição da Assembléia Legislativa, que tinham o dever de cuidar do interesse público e negligenciaram. A população não é culpada pela incompetência dos gestores – apesar de muitos terem votado neles – por isso, é injusta a comercialização da saúde pública. A Constituição brasileira não proíbe o sistema privada, nem a filantropia, ou atividades desenvolvidas através de organizações sociais desde que não seja a custa da saúde pública. Qualquer organização social pode construir e gestar um hospital, sem que seja necessário liquidar aquele que foi construído com o dinheiro público. Se as organizações sociais tem dinheiro para investir, que construam, que comprem unidades hospitalares, que doem equipamentos, e atendam outras necessidades e certamente toda a sociedade mato-grossense será agradecida. No que diz respeito aos gestores públicos, estão assinando seu atestado de incompetência e de total desprezo ao interesse público. Hilda Suzana Veiga Settineri

  • Hilda Suzana Veiga Settineri | 28/03/2011 16:58
    CUIABÁ

    PRIVATIZAÇÃO É ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA Alguns anos atrás um Presidente da república desencadeou um processo de liquidação do patrimônio público mediante o que se convencionou chamar de privatização. O argumento era o mesmo: o Estado não dispunha de recursos para investir em determinadas áreas, a estrutura administrativa do Estado consumia todos os recursos, etc. Não conseguiu terminar o seu mandato sem precisar do aval do sucessor, para buscar recursos, justamente aquele que combatia a privatização. O ostracismo político que se encontra esse ex-presidente é a comprovação do equivoco cometido. Não bastasse isso, o seu sucessor se reelegeu, elegeu a Presidenta Dilma como sucessora e emplaca altos índices de popularidade. Apesar de tudo isso, teimosamente o Governo do Estado de Mato Grosso, com apoio da Assembléia Legislativa e com o discurso inflamado do Secretário de Estado da Saúde, parecem ter contagiado inclusive, o caótico sistema municipal de saúde de Cuiabá. A população mato-grossense saberá lembrar de quem vendeu seu patrimônio. O nome de cada um dos deputados, secretário de saúde e a chancela do governador estarão marcados como responsáveis pela comercialização da saúde pública, tendo na tumba política que estão entrando, ao lado de seu nome a epígrafe: Aqui já um vendilhão. Ninguém é bobo. Todos sabem que o que as OS (Organizações Sociais) querem é o dinheiro público e o que o Estado quer é eximir-se da responsabilidade por incompetência. A onda privatizante surgiu da incapacidade do atual e dos antigos secretários de saúde e com a conivência com a atual e antiga composição da Assembléia Legislativa, que tinham o dever de cuidar do interesse público e negligenciaram. A população não é culpada pela incompetência dos gestores – apesar de muitos terem votado neles – por isso, é injusta a comercialização da saúde pública. A Constituição brasileira não proíbe o sistema privada, nem a filantropia, ou atividades desenvolvidas através de organizações sociais desde que não seja a custa da saúde pública. Qualquer organização social pode construir e gestar um hospital, sem que seja necessário liquidar aquele que foi construído com o dinheiro público. Se as organizações sociais tem dinheiro para investir, que construam, que comprem unidades hospitalares, que doem equipamentos, e atendam outras necessidades e certamente toda a sociedade mato-grossense será agradecida. No que diz respeito aos gestores públicos, estão assinando seu atestado de incompetência e de total desprezo ao interesse público. Hilda Suzana Veiga Settineri

  • Marcilio | 25/03/2011 09:58
    Alta Floresta

    Toma atento Brunetto você não tem poder nem em seu Gabinete quer bater de frente com outros deputados ainda mais Riva você não percebe a sua falta de espaço na AL e no Governo Será preciso dizer expressamente que você é incopetente ou delicado igual seus colegas parlamentares cortando vocÊ aos pouco - Você é igual DIABETES quando sobe demais acaba sendo cortados aos poucos que é seu caso.

  • Joviniano Canavarro Coelho Pimenta | 24/03/2011 15:22
    Caceres MT

    Infelismente esses são os deputados que temo. Não querem a criação da CPI. Pois bem são os mafiosos do PP, Tendo como chefe maior da mafia, o hoje Secretario de Saude,PH. Com Ze Rivana frente da AL,com escandalos cruciais, na politica do MT.Como tem O secretario de Saude,na politica nacional. Denegrindo nosso Estado. E o pior com o Governador sendo conivente, com os mesmos.

  • Eduardo Manfrin | 24/03/2011 14:52
    Cuiabá

    HAHAHAHAHAHAHA!! Desculpem-me, força do hábito!






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