Após a polêmica entre o presidente da Assembleia, José Riva (PP), e o deputado Ademir Brunetto (PT), que apresentou requerimento para que a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Casa fizesse uma auditoria nas contas da secretaria de Estado de Saúde (SES), referentes ao exercício de 2009, a matéria entrou em votação no Legislativo na sessão desta quinta (24). Com 16 votos contrários e apenas o aval de Brunetto e do deputado Percival Muniz (PPS), a Assembleia barrou a auditoria nas contas da pasta, comandada por Pedro Henry (PP), que por diversas vezes criticou a gestão dos recursos do setor, chegando a indicar superfaturamento na compra de medicamentos nas gestões anteriores.
Da tribuna, Brunetto lamentou a decisão dos parlamentares. Ele reclamou que nesta quarta (23) os deputados mostraram-se favoráveis e, um dia depois, mudaram o entendimento.
A proposta de auditoria nas contas da Saúde foi apresentada por Brunetto, após Riva propor e o plenário acatar o pedido de auditoria externa nos balancetes na secretaria estadual de Educação (Seduc), pasta comandada pela petista Rosa Neide Sandes de Almeida. Indignado com o requerimento de Riva, por avaliar que se trata de uma represália ao PT pelo fato da executiva do partido em Cuiabá ter decidido apoiar o movimento dos médicos contra a terceirização na Saúde, Brunetto sugeriu uma investigação não apenas na Seduc, como na pasta comandada por Henry.
Diante do mal-estar que sucedeu a sessão matutina desta quarta (23), ele e Riva retornaram ao plenário no mesmo dia, pela tarde, com o discurso de que não há divergências entre PP e PT. Para tanto, resolveram assinar em conjunto o requerimento que pede investigação na Saúde. Porém, a proposta foi descartada pelo plenário nesta quinta.
PRIVATIZAÇÃO É ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA Alguns anos atrás um Presidente da república desencadeou um processo de liquidação do patrimônio público mediante o que se convencionou chamar de privatização. O argumento era o mesmo: o Estado não dispunha de recursos para investir em determinadas áreas, a estrutura administrativa do Estado consumia todos os recursos, etc. Não conseguiu terminar o seu mandato sem precisar do aval do sucessor, para buscar recursos, justamente aquele que combatia a privatização. O ostracismo político que se encontra esse ex-presidente é a comprovação do equivoco cometido. Não bastasse isso, o seu sucessor se reelegeu, elegeu a Presidenta Dilma como sucessora e emplaca altos índices de popularidade. Apesar de tudo isso, teimosamente o Governo do Estado de Mato Grosso, com apoio da Assembléia Legislativa e com o discurso inflamado do Secretário de Estado da Saúde, parecem ter contagiado inclusive, o caótico sistema municipal de saúde de Cuiabá. A população mato-grossense saberá lembrar de quem vendeu seu patrimônio. O nome de cada um dos deputados, secretário de saúde e a chancela do governador estarão marcados como responsáveis pela comercialização da saúde pública, tendo na tumba política que estão entrando, ao lado de seu nome a epígrafe: Aqui já um vendilhão. Ninguém é bobo. Todos sabem que o que as OS (Organizações Sociais) querem é o dinheiro público e o que o Estado quer é eximir-se da responsabilidade por incompetência. A onda privatizante surgiu da incapacidade do atual e dos antigos secretários de saúde e com a conivência com a atual e antiga composição da Assembléia Legislativa, que tinham o dever de cuidar do interesse público e negligenciaram. A população não é culpada pela incompetência dos gestores – apesar de muitos terem votado neles – por isso, é injusta a comercialização da saúde pública. A Constituição brasileira não proíbe o sistema privada, nem a filantropia, ou atividades desenvolvidas através de organizações sociais desde que não seja a custa da saúde pública. Qualquer organização social pode construir e gestar um hospital, sem que seja necessário liquidar aquele que foi construído com o dinheiro público. Se as organizações sociais tem dinheiro para investir, que construam, que comprem unidades hospitalares, que doem equipamentos, e atendam outras necessidades e certamente toda a sociedade mato-grossense será agradecida. No que diz respeito aos gestores públicos, estão assinando seu atestado de incompetência e de total desprezo ao interesse público. Hilda Suzana Veiga Settineri
PRIVATIZAÇÃO É ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA Alguns anos atrás um Presidente da república desencadeou um processo de liquidação do patrimônio público mediante o que se convencionou chamar de privatização. O argumento era o mesmo: o Estado não dispunha de recursos para investir em determinadas áreas, a estrutura administrativa do Estado consumia todos os recursos, etc. Não conseguiu terminar o seu mandato sem precisar do aval do sucessor, para buscar recursos, justamente aquele que combatia a privatização. O ostracismo político que se encontra esse ex-presidente é a comprovação do equivoco cometido. Não bastasse isso, o seu sucessor se reelegeu, elegeu a Presidenta Dilma como sucessora e emplaca altos índices de popularidade. Apesar de tudo isso, teimosamente o Governo do Estado de Mato Grosso, com apoio da Assembléia Legislativa e com o discurso inflamado do Secretário de Estado da Saúde, parecem ter contagiado inclusive, o caótico sistema municipal de saúde de Cuiabá. A população mato-grossense saberá lembrar de quem vendeu seu patrimônio. O nome de cada um dos deputados, secretário de saúde e a chancela do governador estarão marcados como responsáveis pela comercialização da saúde pública, tendo na tumba política que estão entrando, ao lado de seu nome a epígrafe: Aqui já um vendilhão. Ninguém é bobo. Todos sabem que o que as OS (Organizações Sociais) querem é o dinheiro público e o que o Estado quer é eximir-se da responsabilidade por incompetência. A onda privatizante surgiu da incapacidade do atual e dos antigos secretários de saúde e com a conivência com a atual e antiga composição da Assembléia Legislativa, que tinham o dever de cuidar do interesse público e negligenciaram. A população não é culpada pela incompetência dos gestores – apesar de muitos terem votado neles – por isso, é injusta a comercialização da saúde pública. A Constituição brasileira não proíbe o sistema privada, nem a filantropia, ou atividades desenvolvidas através de organizações sociais desde que não seja a custa da saúde pública. Qualquer organização social pode construir e gestar um hospital, sem que seja necessário liquidar aquele que foi construído com o dinheiro público. Se as organizações sociais tem dinheiro para investir, que construam, que comprem unidades hospitalares, que doem equipamentos, e atendam outras necessidades e certamente toda a sociedade mato-grossense será agradecida. No que diz respeito aos gestores públicos, estão assinando seu atestado de incompetência e de total desprezo ao interesse público. Hilda Suzana Veiga Settineri
Toma atento Brunetto você não tem poder nem em seu Gabinete quer bater de frente com outros deputados ainda mais Riva você não percebe a sua falta de espaço na AL e no Governo Será preciso dizer expressamente que você é incopetente ou delicado igual seus colegas parlamentares cortando vocÊ aos pouco - Você é igual DIABETES quando sobe demais acaba sendo cortados aos poucos que é seu caso.
Infelismente esses são os deputados que temo. Não querem a criação da CPI. Pois bem são os mafiosos do PP, Tendo como chefe maior da mafia, o hoje Secretario de Saude,PH. Com Ze Rivana frente da AL,com escandalos cruciais, na politica do MT.Como tem O secretario de Saude,na politica nacional. Denegrindo nosso Estado. E o pior com o Governador sendo conivente, com os mesmos.
HAHAHAHAHAHAHA!! Desculpem-me, força do hábito!
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