Sem papas na língua, o polêmico presidente da Agecopa, Eder Moraes, não poupa críticas ao vereador cuiabano Edivá Alves (PSDB), ex-secretário de Trânsito e Transporte Urbano da Capital (SMTU), ao rebater as declarações do tucano sobre o suposto prejuízo que o VLT vai gerar aos cofres do município. “Não precisamos de ninguém para colocar pau na estrada, mas de pessoas com espírito público que queiram deixar um legado para Cuiabá”, reage Eder.
Segundo ele, não tem procedência a conta do parlamentar que demonstra custo de R$ 3 milhões para o município ao mês em manutenção com o VLT. “Ele faz comparativos equivocados. O governo do Estado, por meio da linha de financiamento, vai arcar com todo o custo da infraestrutura, operacionalização, integração do sistema, materiais como vagões e trilhos, além do modal em si. As prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande estão recebendo isto de presente, não vão ter gasto algum”, enfatiza.
Ao contestar o preço da tarifa do VLT calculado por Edivá, o presidente da Agecopa mandou o vereador fazer o dever de casa antes de reclamar do trabalho alheio. O tucano comandou por 2 anos a SMTU e retornou no último mês ao Legislativo. “Por que neste período ele não se preocupou em deixar um legado para que a sociedade consiga enxergá-lo como um bom gestor? O que o Edivá pretende com esta discussão é condenar o povo a andar de carroça”, dispara Eder.
Ele também reforça que as informações sobre as obras são repassadas diretamente aos prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande, na tentativa de contrapor a alegação de Edivá de que a Agecopa subestima a prefeitura, inclusive no aspecto da legalidade, ao não convidar representantes do Executivo municipal para as reuniões. “Tenho discutido constantemente com o prefeito e avançamos muito no diálogo”, rebate Eder.
Na avaliação do presidente da Agecopa, lideranças políticas passaram a usar as discussões referentes ao novo modelo de transporte coletivo, um dos projetos do Plano de Mobilidade Urbana para a Copa do Mundo de 2014, com viés eleitoreiro. “O Edivá quer jogar para a plateia, está entregue ao ostracismo político. Agora virou mania começar a discutir o novo modal de transporte para ganhar espaço”.
Tarifa Social
Eder explica que a tarifa social é viável porque o Estado não tem interesse no lucro. “O governo estadual só vai cobrar o custo da operacionalização. Se a tarifa for de R$ 3, por exemplo, teremos uma receita de R$ 80 milhões ao ano, o que é mais do que suficiente para manter o funcionamento”, frisa.
Ele também alerta para o risco de comparativos equivocados entre o VLT e BRT, pois no orçamento do modal sobre trilhos está incluído o custo de obras que, além de viabilizá-lo, vão melhorar de forma significativa o fluxo de veículos nas 2 cidades. “O VLT não é um produto simples, estão incluídos no valor o reforço do canal da avenida Prainha, os viadutos no trecho do bairro Cristo Rei e na avenida Fernando Correa da Costa, pontes sobre os rios Cuiabá e Coxipó, rebaixamento da fiação elétrica, com fios subterrâneos. Temos que analisar todo o contexto”, defende.
Ex-secretário-chefe da Casa Civil e de Fazenda, Eder garante que o risco de majoração da tarifa existe apenas na implementação do BRT, já que o financiamento só prevê o valor da obra e não contempla a compra dos ônibus. “A aquisição dos veículos, neste caso, seria feita pelos empresários e é evidente que eles iriam compensar o investimento com o aumento no preço da tarifa. O setor privado visa o lucro, ao contrário do Estado”, reforça..
Presidente da Comissão de Acompanhamento das Obras da Copa, instalada na Câmara, Edivá tenta comprar briga com Eder desde que o governador Silval Barbosa (PMDB) sancionou o novo modelo de gestão da Agecopa e nomeou seu então braço-direito no staff para a tarefa de debelar as brigas internas na agência e tirar as obras do papel a tempo da cidade não perder o direito de receber partidas do Mundial de 2014.
Cuiabá não tem como arcar com as despesas do VLT, afirma Edivá
Jardel Assis Guimarães o SENHOR é muito bem informado, pois não me lembro de ter sido candidato uma única vez, poderia me lembrar de alguma, poderia citar a que cargo fui candidato e quando. Sinceramente o SENHOR não sabe ler em nenhuma única vez disse que o sistema VLT é ruim ou pior que o BRT somente disse que é caro e que a população como um todo vai pagar a conta em especial os mais necessitados. Muitos comentários Deste Portal são no mesmo sentido, temos graves problemas na saúde, temos graves problemas de segurança só para citar dois que são sempre repetidos por outras pessoas. O Senhor Karlos fez comentário bem coerente NÃO PRECISAMOS DE COPA DO MUNDO, concordo com Ele porque o Estado todo vai pagar a conta salgada para termos TRÊS JOGOS insignificante aqui em Cuiabá enquanto que temos problemas de todas as vertentes em todos rincões deste Estado. Senhor Jardel Assis Guimarães quando contrapor a alguém se informe melhor para não dizer bobagem.
EM TODA ESSA HISTORIA OU ESTORIA, TEM UM PEQUENO DETALHE TALVEZ DESBERCEBIDO NA QUESTÃO DO VLT, VAI RESOLVER O PROBLEMA DO TRANSITO DE CUIABÁ....SERÁ...E OS VEICULOS CONTINUAM NESSA MERDA DE ENGARRAFAMENTO...COM A PALAVRA O SR BAMBAM EDER...
QUEM É EDIVA ? SERA QUE NAO E ESSE ENRROLADO PARADAO DEMAIS . QUEM TEVE A CORAGEM PARA VOTAR NESSE INDEVIDO ?
O Sr Eder criou um clima tal que qualquer questionamento relacionado ao modal é 'crítica ou se está sendo contra", e não é isso. Na verdade existem muitas dúvidas nas cabeças de nós usuários.Ele fala que o Estado vai subsidiar a tarifa, mas por qto tempo? Será que o Estado não vai privatizar o sistema num futuro bem próximo?Que o VLT é moderno, futurista,confortável, econômico(???) etc... todos nós sabemos. Mas isso tem um custo, quem vai pagar? Nos queremos um transporte eficiente,moderno e que atenda toda grande Cuiabá, VLT ou BRT, mas que penssem bastante para não jogarem nas nossas mãos uma bomba que após os jogos da copa nos usuários não tenhamos que desarma-la. Srs gestores parem de brigar e unam-se pelo melhor p/ o pavo.
Duvido se não tivesse rolando tanto dinheiro em jogo, estaria dando tanta briga assim, desse jeito não vomos chegar a lugar algum. Quem sabe se a população tomar uma atitude o problema será resolvido, por que brigar pelo dinheiro publicoé facil,mas resolver,e fazer o que tem que ser feito nimguem faz nada secretarios a população está de olho tá ligado.
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