Apesar de garantir que a convivência com o deputado Adalto de Freitas, o Daltinho (PMDB), não será abalada devido ao entrave jurídico acerca da ordem de suplência, Emanuel Pinheiro (PR) afirma que no âmbito partidário a situação ainda será discutida. "Será uma pauta extensa, mas também podemos debater como ficará a relação com o PMDB", adianta, numa referência à reunião que a Executiva estadual realizará na próxima semana. Ocupando os postos de primeiros suplentes da coligação e do partido, Emanuel e Daltinho, respectivamente, disputam a vaga da deputada licenciada Téte Bezerra (PMDB), que deixou a Assembleia para comandar a secretaria estadual de Turismo.
A "briga" teve início quando o peemedebista ingressou com um mandado de segurança solicitando a cadeira, até então ocupada pelo republicano, com base em decisões que já haviam beneficiado parlamentares de outros Estados.
A medida pode ter deixado os republicanos "magoados", já que alguns deles atribuem a lideranças políticas do PR, como o senador Blairo Maggi, o êxito do governador Silval Barbosa (PMDB) na disputa pelo Paiaguás no ano passado. Pouco antes de ingressar com o recurso, Daltinho chegou a afirmar que aguardaria o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tomar um posicionamento primeiro para evitar constrangimentos entre as legendas.
Para evitar embate, Daltinho espera TRE alterar suplência
O caso, contudo, acabou indo parar na Justiça e só foi solucionado na última quarta (27) quando o Superior Tribunal Federal (STF) colocou um ponto final na polêmica, definindo que os suplentes da coligação devem ser empossados no lugar dos titulares licenciados. Com a decisão, Emanuel, que só permaneceu na AL porque o colega de legenda Mauro Savi deixou o Legislativo temporariamente para um tratamento de saúde, obteve o direito de retornar ao cargo.
Para oficializar a determinação ele precisa ainda ingressar com um recurso na Justiça Eleitoral. O pedido deve ser encaminhado até esta segunda (2). "A partir daí é só uma questão de prazo para que ele (Daltinho), eu e a Mesa Diretora sejamos notificados", explica Emanuel. O parlamentar garante que não leva mágoas do colega pelo ocorrido. "Não ocorreu nada de maneira violenta. Ele estava no direito dele", pondera.
Acredito que o Deputado Adalto de Freitas vai ser agraciado com algum cargo no staff do Governo Silval, não creio que o governador vai deixar o Araguaia sem representante. Por aqui já estava difícil com o Dep Adalto, que sempre esteve lutando por esse povo,imagina se ficarmos sem ele. O Governo tbem precisa do Dep Adalto por aqui, para que seu governo seja bom.
Acredito que Adalto foi em busca do direito dele e do povo do Vale do Araguaia, uma vez que nós do Vale do Araguaia, não temos nenhum representante. E o Adalto não pode e não teve ficar fora da atual gestão, pois ele conhece todas as nossas necessidade e só nao fez mais por nossa região pelo fato do Maggi, além de priorizar os deputados de sua legenda (PR), estava preocupado com o Nortão do Estado que é mais povoado, ou seja, tem mais votos...
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