O escândalo das cartilhas levou o pecuarista e ex-deputado Zeca D´Ávila a "jogar a toalha". Não será mais candidato à vaga na Assembleia Legislativa. Embora não admita publicamente, ele fez o comunicado da desistência à direção estadual do DEM, sob o conselheiro aposentado do TCE Oscar Ribeiro. Zeca se vê acuado pelo Ministério Público Federal. É um dos denunciados por suposto envolvimento num esquema de fraudes em processo licitatório que causou rombo de R$ 9,9 milhões ao erário.
Ex-presidente da Federação da Agricultura do Estado (Famato), Zeca conduziu, por 18 anos, o Fundo Emergencial da Febre Aftosa (Fefa), entidade civil mantida pelos pecuaristas, indústrias frigoríficas e empresas de leilões. Tem parceria com os governos federal e estadual, por meio da Delegacia de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea). órgão responsável pela execução do programa de erradicação da Febre Aftosa. Zeca comandou também o Serviço Nacional de Aprendizam Rural (Senar), criado desde o governo Fernando Collor. Foi por causa de "rolo" nas contas do Senar que o ex-deputado está sob investigação do Ministério Público Federal junto com outras 23 pessoas, entre elas o deputado federal e ex-presidente da Famato Homero Pereira (PR).
Zeca recebeu multa de R$ 8 mil do TCE por contas irregulares. Ele foi orientado a não ser expor mais na vida pública por causa do escândalo e, diante disso, vai protocolar pedido de renúncia da candidatura. Ele exerceu um mandato na Assembeia. Ficou de 2003 a 2006.
O MPF encaminhou à Justiça duas ações pedindo a responsabilização de Homero, Zeca e de mais 22 pessoas por envolvimento nas fraudes. Sustenta na ação civil pública por improbidade administrativa e na ação penal que, entre 2002 e 2010, a quadrilha de pessoas ligadas ao Senar e a empresas particulares fraudou quatro procedimentos licitatórios, na modalidade concorrência, e favoreceu a dispensa ilegal de licitação em oito contratos realizados com o Senar, então sob Zeca. As investigações começaram com base em relatórios de autoria da Controladoria-Geral da União em Mato Grosso (CGU), que indicaram fraudes nas aquisições, feitas com e sem licitação, de cartilhas e materiais pedagógicos destinados à execução do “Programa Agrinho” e do “Programa de Formação Rural e Promoção Social”, ambos de responsabilidade do Senar.
Esquema
O esquema consistia no prévio ajuste entre as empresas de qual seria a vencedora da licitação, por meio do envio de orçamentos de cobertura (orçamentos que premeditadamente apresentavam um custo mais alto do que os da empresa escolhida para ser a vencedora) à comissão de licitação. A organização criminosa apresentava propostas com diferença mínima de preços, mas todas com valores superfaturados. Após as simulações de uma competição entre os concorrentes ou a dispensa irregular na licitação, uma terceira empresa (LK Editora, na maior parte dos casos), que não participou do certame, prestava os serviços ao Senar-MT, mediante uma subcontratação não prevista nos contratos licitatórios.
Segundo o MPF, a organização é formada por dois grupos. O primeiro era composto por funcionários do Senar responsáveis por iniciar os procedimentos licitatórios, encaminhar os convites às empresas previamente escolhidas (normalmente distantes de Cuiabá), adequar o edital da licitação sempre inserindo cláusula de pagamento antecipado e receber os orçamentos de cobertura. O segundo grupo era de empresários. Eles colaboravam com os crimes encaminhando justificativas ao gerente técnico do Senar-MT para iniciar nova licitação, analisando o edital antes da publicação para adequá-lo às necessidades da quadrilha e terceirizando ilegalmente a execução dos contratos. Na ação penal os pedidos do MPF são pela condenação dos denunciados por formação de quadrilha, por frustrarem o caráter competitivo de licitações e por dispensarem licitação fora das hipóteses previstas em lei.
MAS O BIGODUDO HOMERO MESMO COM O ESCANDALO DAS CARTILHAS É CANDIIDATO ESTA DEBULHANDO DINHEIRO A VONTADE POR AI.
A Lei nº 8.429/92 regula os atos de improbidade administrativa contra os agentes públicos. Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente. Obs: O mais triste é que os mesmos sem saber, acabam criando um carater podre, uns gadarenos. São tão cegos, manipulados pelo deus mamon que no final de tudo somente acaba prejudicando outros (irmãos de sua raça).
São só investigações, ainda é cedo. Parece motivação política, já que o Sr. Zéca é extremamente competente e honesto. Quem será que fez uma denúncia descabida dessas? Acho que estão até lendo....
Caro amigo Douglas, primeiramente Zeca não tem voto,portanto a coligação do PSDB não perde muito coisa, quem ganha é o povo, por outro lado a coligação do PT/PR/PP/PMDB,tem Henry,Riva, justiça seja feita esse sim tem votos, portanto que perder mais votos e essa coligação. Prá encerrar o Homero deveria seguir o mesmo caminho do Zeca, afinal que é o chefe,espero que o eleitor de MT,faça justiça não votanto nesses corruptos.
parabens sr zeca é assim que age, primeiro meteu a mão na grana agora se arrepende, ótimo mas devolva a grana do povoe va cuidar dos seus bens que não deve ser poucos afinal de contas o poder publico é uma vaca holandesa com mais de 600 tetas p poder alimentar toda essa corja de corruptos que temos no brasil uma abraço
2012:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2011:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2010:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2009:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
PORTAL | BLOG | RDNEWS NO SEU SITE | RDNEWS | EXPEDIENTE | ANUNCIE | CONTATO
Todos os Direitos Reservados - RDNEWS - Notícias e Bastidores da Política em Mato Grosso - 2006 - 2012
Fale conosco: (65) 3637-6104 ou 3637-8249