O governo alegou, na manhã desta sexta (09), que o decreto concedendo férias coletivas a todos os servidores do Executivo foi publicado de forma equivocada. Com isso, após a repercussão negativa, foi publicado um novo decreto, desta vez com a expressão “férias acumuladas”. De acordo com o secretário de administração, César Zílio, a iniciativa se deve ao grande número de servidores com o benefício vencido, recebendo indenização. “A medida vai representar uma economia de cerca de R$ 30 milhões aos cofres públicos”, afirmou.
O novo decreto 886/2011, que revogou o publicado na quinta (8) sob o número 882/2011, traz em seu texto a regulamentação do benefício da licença prêmio e de férias que se encontram acumuladas para servidores públicos, inclusive, os comissionados, da administração direta, autarquias e fundações do Poder Executivo. Além disso, também foi acrescentado sete dias de descanso em relação ao primeiro decreto. O período estipulado é de 12 de dezembro deste ano a 18 de janeiro de 2011.
A medida, entretanto, possivelmente resultará no corte de servidores comissionados. Embora negue, Zílio admitiu que o governo vai “enxugar” a máquina após uma avaliação política e financeira, o que, provavelmente deve ser feito nesse período. “Vamos adotar medidas que não são simpáticas, mas necessárias”, declarou, afirmando estar se referindo às férias. Logo em seguida, porém, o secretário acrescentou que os cortes estão sendo discutidos. “Falamos em diminuir os cargos comissionados, pois precisamos adequar máquina à realidade financeira. Ao todo hoje são 2.207 servidores a um custo de R$ 400 mil por mês”, pontuou.
A decisão do governo foi tomada a partir da constatação de que, em média, 9 mil servidores estão com férias acumuladas, “abusando” da indenização. Em um primeiro momento, entretanto, o benefício será concedido apenas para 3 mil funcionários. “Tem que ser feito de forma gradativa. Então, os 6 mil restantes vão receber a concessão pela escala que será feita em 2012”, explicou Zílio.
Quanto ao diálogo, que não houve antes da publicação do decreto, cobrado pelo presidente da Assembleia, José Riva (PSD), o secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda, declarou que o governo tem autonomia para criá-los. “Discutimos internamente com cada pasta e foi uma decisão do governador. Silval declarou que férias são um direito do servidor e a indenização é exceção. Além disso, é prejudicial não só para os cofres, mas também para o servidor que não descansa”, explicou.
Lacerda garantiu ainda, que a concessão do “descanso” não causará prejuízo algum à população e ressaltou que as pastas de Saúde, Segurança Pública e Educação não estão incluídas na determinação. Zílio classificou a medida como corajosa. “Há anos tentava-se regulamentar as férias por meio de decreto, mas não acontecia. Desta vez, o governador resolveu marcar a data e deixou flexibilidade para cada secretaria escolher o melhor período”, ponderou.
Esse governador é uma mentira, quando presidente da Al, quem mandava de fato era o Riva, agora como Governador quem manda é o Riva e Bezerra. Por isso, o Estado vai ver suas economias se exaurirem e vai chegar o tempo de os funcionários não receberem os salários em dia, abram o olho servidores estaduais - Governo, Al, TJ, TCE e autarquias.
e os 10% dos aprovados no concurso hem governador quando vao ser chamados pois eles passaram chega de cargos de comissão chega de sacanagem com quem realmente merece quem estudou quem passou no concurso... DEUS esta de olho governador silval barbosa
Governador uma coisa ser mal assessorado outra coisa é ser honrado nunca imaginei que o SENHOR fosse covarde a tal ponto de não chamar quem passou no Concurso Publico, O senhor como estudande ou com formação em DIREITO deveria saber o que se passa na CF/ 88 E O DIZ NA LEI COMPLEMENTAR 04/90
Que conversa fiada...O coitado do servidor que leva sem ter culpa. Desde quando a gente consegue indenizar férias? Se tem férias indenizadas, foi o proprio governador quem autorizou. Isso já é estabelecido em Decreto. Só quem chega perto do Governador para conseguir essa autorização expressa são os seus proprios correligionários políticos, que estão levando grana de todos as maneiras. Vamos moralizar esse Estado Senhor Governador, começe diminuindo o numero de cargos comissionados (que aumentou em 600% desde 2002 e os terceirizados que estão entupindo as secretarias. Estou no Estado a 30 anos e nunca vi uma situação tão degradante..
CONCORDO COM O JUAREZ, ALI NO INTERMAT É UMA ZONA. ALÉM DE QUE TEM MUITOS CARGOS TERCERIZADAS, TEMPORÁRIOS E CONTRATADAS. GOVERNADOR TEM QUE VER ISSO! QUANTOS OS CONCURSADOS FICAM ESPERANDO.
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