O presidente da OAB de Mato Grosso, Cláudio Stábile, considera normal as reclamações de candidatos a respeito dos supostos erros de correção nas provas da segunda fase do exame da Ordem deste ano. "Nós consideramos normal esse tipo de reclamação e os candidatos que tiveram problemas terão seus casos analisados", afirmou.
Stábile argumentou ainda que a aplicação e correção dos testes sempre foram feitos por insitituições de credibilidade. "Antes as provas eram feitas pela Universidade de Brasília (UnB), famosa por realizar concursos por todo país, e agora a responsável é a Fundação Getúlio Vargas (FGV)", disse.
Nesta quarta (8) a OAB informou que não vai solicitar que a FGV faça uma nova correção das provas, como chegou a anunciar que faria. A decisão ocorreu depois que a fundação explicou que o erro estaria nos espelhos divulgados no site e não na correção em si. Com a nova publicação dos espelhos, a Ordem entendeu que não haveria prejuízo para os candidatos.
Os espelhos são uma espécie de respostas modelos para as questões subjetivas. Por meio deles, os candidatos podem criar seus argumentos para interpor recursos contra o resultado da correção da prova. A reclamação ocorreu porque os espelhos não estariam claros, gerando interpretações ambíguas. Com a publicação dos espelhos corretos, nesta quinta (9), começa a valer o prazo de três dias para a interposição de recursos.
Mas esta não foi a única reclamação. Alguns candidatos também se queixaram que o padrão de contagem das notas apresentou falhas. Sobre o assunto a instituição argumentou que "não houve qualquer incongruência ou divergência de somatório". Mais de 100 mil estudantes realizaram o exame este ano, mas apenas 12% dos candidatos foram aprovados na segunda etapa.
Todos sabem que a OAB passou a permitir somente a consulta do "código seco". Só que ao elaborar a prova ela se esqueceu de verificar que a maioria dos materiais disponiveis, atualizados, deixaram de publicar algumas leis mais antigas. Nessa prova em profundo desrespeito ela exigiu que os examinandos discorressem sobre o Decreto Lei 57/66 que fala sobre IPTU de propriedade dedicadas a atividade agricola instalada em área urbana. Essa correção da OAB/FGV novamente foi uma vergonha, na base do famoso olhometro.
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Isso são falácias da OAB, reserva de mercado, mas o PL 186 do senador Gilvan Borges vai acabar com esse tal exame. Não existe profissão mais fiscalizada no Brasil que a de advogado, pois temos a outra parte advogado ou defensor público, temos o Juiz de direito, em alguns casos o MP, a OAB e finalmente os profesores de direito acompanhados dos estagiários na audiência, portanto se o advogado não tiver competência logo será advertido ou punido por um deles. Medicina lida com a vida humana e não tem exame. Isso tem que acabar, é a indústria do exame e cursinhos e 200 reais por exame. André Tréchaud é 6º suplente de deputado federal pelo PR, Empresário do setoor de limpeza, Bacharel em Administração e Bacharel em Direito tendo a 3ª colocação entre os melhores da turma.
A prova do Enem que foi cheia de irregularidades a OAB pediu a anulação, mas a seu próprio exame ela ignora os sucessivos erros que vem acontecendo, em especial do exame 2009/2, que foi decisivo para a troca do Cespe/UnB para a FGV, e agora esse exame 2010/2. A OAB critica os erros dos outros, mas é incapaz de sanar os seus próprios erros.
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