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SOLENIDADE | 29/08/2011 - 19:01

Falcão assume Meio Ambiente

Patrícia Sanches e Andréa Haddad

     Apesar de tentar amenizar o desgaste com elogios ao desempenho do coronel Alexander Maia à frente da secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema), o governador Silval Barbosa (PMDB) reclamou da demora na liberação das licenças expedidas pela pasta. “Não terei um pingo de constrangimento em cobrar celeridade nos processos”, avisou o chefe do Executivo, nesta segunda (29), no Paiaguás, durante a solenidade de posse do pecuarista Vicente Falcão no comando da Sema.

     O governador ponderou que procedimentos devem atender às exigências legais. Na mesma linha de agilizar os trabalhos, Falcão anunciou no discurso de posse a implementação do novo sistema de unificação da base cartográfica da Sema, o Cogel, previsto para entrar em funcionamento em até 2 meses.

     A expectativa deve diminuir o tempo de espera dos produtores e pecuarista pelas licenças. O novo secretário disse que as autorizações de pequeno potencial poluidor serão expedidas em até 30 dias, após a implantação do Cogel. Os procedimentos referentes às ações de médio e alto potencial polidor devem ser emitidos em 90 dias, no máximo. Até 31 de setembro deste ano, o novo secretário também quer implementar o sistema online de solicitação de licenças pelo site da secretaria. “Dermos um passo para frente e não podemos voltar à estaca anterior”, frisou Falcão.

     Em tom de despedida, Maia agradeceu pela oportunidade, mas aproveitou para se defender dos ataques de deputados e representantes de segmentos do setor produtivo. Segundo ele, os 18 meses de gestão à frente da Sema não foram tranquilos. “Houve operações da Polícia Federal, muitas queimadas, mas, mesmo com as aguras, tivemos satisfação proporcional”, salientou.

     Nesta quinta (1º), Falcão pretende se reunir com o secretário estadual de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, o democrata José Domingos Fraga (DEM), para afinar as atividades das pastas.

Comentários:
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  • Karen Rubineia | 01/09/2011 13:46

    sera que agora um secretario adjunto que nao aparece pra trabalhar sai ??? que ja era pra ter saido na epoca da prisao do daldegan e moacir pires....parabens ao falcao aproveita a oportunidade e vaza com esse boyzinho sem perfil para a funçao.

  • Domingos SÁvio Bruno | 30/08/2011 16:47
    VÁRZEA GRANDE/MT

    No estado de Mato Grosso os empreendimentos agropecuários e de base florestal tem muito a prosperarem, desde que exista uma consciência ambiental e produtiva eficaz trabalhando coesos. Há que se espantar os fantasmas dos leigos que opinam sem motivos, e de maneiras sempre do contra, que a meu ver estão apenas atrapalhando os seus próprios futuros inconscientemente. Necessitamos utilizar todos os nossos recursos renováveis com inteligência e com sustentabilidade, aprimorando o desenvolvimento com estudos científicos sérios. Necessário que este assunto seja tratado como argumento importante e com pessoas de conhecimento comprovado. Não adianta fazer coleta de opiniões populares sem base para defender seus argumentos, que parecem até serem pré-programados por elementos mal intencionados. Nosso estado deve ser trabalhado o agora com investimentos nos agronegócios e no ser humano. Não se pode mais perder tempo. Porém se houverem desrespeitos há que se tratar conforme prevê a legislação. É certo que há um bom futuro para a espera da nossa juventude, que deverá seguir com prosperidade, e que não pode ser frustrado por efeitos dos “ACHISMOS”. E para tanto há que se disponibilizarem possibilidades para as empresas efetuarem investimentos seguros, com a certeza do retorno. Os empreendimentos agropecuários e de base florestal como os madeireiros, reflorestadores, produtores com planos de Manejo florestais, produtores de grãos e de carnes, há que serem estimulados a fazerem mais investimentos e visando o crescimento econômico, gerando renda e empregos diretos e indiretos. E mais, promovendo o desenvolvimento local. A celeridade dos processos garantirá a sustentabilidade e segurança jurídica tão esperada. E tudo isso independem da aprovação imediata do código florestal. Se houverem modificações no tal código, que sejam feitas as correções necessárias nos referidos processos de LAU E CAR na SEMA. A solução está na agilidade e simplificação dos processos, aliada ao respeito aos profissionais, empresários, servidores e proprietários rurais envolvidos.

  • Leo Silva | 30/08/2011 10:11
    cBA-MT

    E O SILVAL AINDA FALA QUE NÃO TRABALHA SOB PRESSÃO, E O QUE É ISSO(????)

  • Antonio | 30/08/2011 09:49
    cuiaba

    Ruralistas, desmatadores, madeireiros, estão todos felizes: um fazendeiro na SEMA. É a motosserra vigiando a floresta.

  • Lorival F G Moreira | 30/08/2011 09:15

    A identidade do nomeado com o meio ambiente é só em parte do nome - Falcão. Ele foi plantado na SEMA, no currículo traz um grande desleixo na sua falida fazenda em Pouconé e uma passagem pelo MF, onde foi um simples burocrata...Esse é o secretário do Silval e indicado pelo Partido da Ré






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