O ex-governador Blairo Maggi (PR), pré-candidato ao Senado, foi o autor do pedido de investigação pela Auditoria-Geral do Estado para apurar indícios de sobrepreço na compra 705 máquinas e caminhões do “Programa Mato Grosso 100", revela a pasta da Comunicação, em nota divulgada nesta quarta. De acordo com cálculos dos auditores, a diferença entre o preço à vista e o a prazo, que foi paga indevidamente aos empresários vencedores das licitações, equivale a R$ 26,5 milhões. Os dois pregões foram realizados pela secretaria de Administração, com adesões da Infraestrutura. O assunto de que o Ministério Público entrou nas investigações por causa de suspeitas de irregularidades caiu como uma bomba - saiba mais aqui.
Em decorrência das medidas determinadas por Maggi, que renunciou ao mandato em 31 de março, e depois pelo seu sucessor Silval Barbosa (PMDB), R$ 6 milhões já foram recolhidos aos cofres estaduais referentes ao pagamento à vista. A diferença ainda não recolhida está sujeita a ajuizamento se não for devolvida no prazo determinado. O governo também informou que está apurando a diferença de R$ 15,2 milhões relativa ao recolhimento do ICMS sobre a operação. “Se forem constatadas irregularidades, a administração estadual tomará todas as providências necessárias”, assegura o governo, por meio de nota.
O procedimento de apuração foi instaurado em 5 de março. O relatório parcial foi entregue a Maggi no dia 30 do mesmo mês. Com o documento em mãos, o ex-governador determinou que a cópia dos autos fosse enviada às secretarias de Infraestrutura, Fazenda, Administração e à Procuradoria-Geral do Estado para instaurar processos administrativos. Maggi ordenou que a Auditoria-Geral auditasse os procedimentos de aquisições de maquinário e ônibus escolares pelo governo. Foram gastos R$ 242 milhões, a partir de financiamento, para compra de 705 máquinas pesadas. Elas foram repassadas às prefeituras.
Eis, abaixo, o que diz o governo acerca de supostas irregularidades na compra de maquinário
"Em virtude das notícias em torno de superfaturamento na aquisição de maquinários e caminhões, a Administração Estadual informa que foram de total iniciativa do Poder Executivo todas as providências para apuração e investigações, conforme sequência descrita abaixo:
1- A partir de denúncia, no dia 3 de março último, o governador Blairo Maggi determinou que a Auditoria Geral do Estado fizesse todas as apurações sobre as aquisições;
2- No dia 5 de março, a Auditoria Geral instaurou procedimento de apuração;
3- No dia 30 de março, a Auditoria Geral encerrou o relatório parcial e o entregou ao governador Blairo Maggi, que fez quatro determinações como se segue:
a. Que se encaminhasse cópia dos autos à Secretaria de Infraestrutura a respeito dos valores pagos;
b. Cópia à Secretaria de Fazenda, para apurar observância das regras da Legislação Tributária, caso contrário, se tomassem todas as providências legais visando o ressarcimento do erário estadual;
c. Determinou às secretarias de Infraestrutrura, de Administração e à Procuradoria-Geral do Estado que instaurassem processos administrativos para apurar eventuais responsabilidades;
d. Determinou que a Auditoria Geral auditasse os procedimentos de aquisições de maquinários e ônibus escolares efetuados no âmbito estadual.
4 - Tão logo assumiu, no dia 6 de abril o governador Silval Barbosa pediu todas as informações a respeito dos procedimentos anteriores;
5 - No dia 16 de abril, o governador Silval Barbosa fez três determinações a respeito:
a. a recomposição imediata da comissão e a continuidade das apurações em toda a sua extensão;
b. determinou à Auditoria Geral do Estado o encaminhamento ao Ministério Público para conhecimento e providências.
6- Como decorrência das medidas determinadas pelos governadores Blairo Maggi e Silval Barbosa, do valor de R$ 10,8 milhões levantados como sobre-preço cobrado pelas empresas vendedoras referente a diferença entre os preços à vista e com 180 dias, R$ 6 milhões já foram recolhidos aos cofres estaduais, visto que o pagamento foi feito à vista. A diferença ainda não recolhida está sujeita a ajuizamento se não for devolvida no prazo determinado;
7- A diferença de R$ 15,2 milhões relativa ao recolhimento do ICMS sobre a operação, está sendo apurada, e se forem constatadas irregularidades, a Administração Estadual tomará todas as providências necessárias".
Osmar Carvalho
Secretário de Estado de Comunicação
Gente cade o MPF nos fomos roubados e agora alguem foi PRESO procurem pela AGROPECUARIA CANAXUE q e onde esta escondido o dinheiro,e essas compras de fazenda qual a origem e com que dinheiro juro vou acompanhar este processo ate o fim essa eu pago pra ver
A casa caiu mesmo! Blairo, conselho de amigo, fica em casa. Seu tempo passou, aproveita e leva rivinha maravilha, deusvito, Eder boca mole de Moraes, Novack, pra gerenciarem suas empresas. Não te dou um ano e o senhor vai estar pobre e na miséria. rivinha e sua turma, é mui rapido. É um frash!!!!
"Seu Blairo Mággico" e o restante da turma da botina são arrogantes e presunços e acima de tudo prepotentes. Inflam o peito pra se vangloriarem de NADA que fizeram... quando só tentaram enganar os matogrossenses. Mas Deus é fiel. E a casa deles caiu e ainda vai desmoronar mais! Se preparem. A turma da botina vai picar a mula!
Parabéns Blairo Maggi por ter pedido para fazer o levantamento na aquisição dos maquinários, governo não precisa temer!!! Infelizmente existem alguns aproveitadores querendo tirar proveito, mas a verdade vai vir tona e o Governo de Mato Grosso mais uma vez mostra competência e honestidade!!!
Ou seja: se não houvesse denúncia o Estado nem investigaria.... Começaram a investigar porque houve denuncia.
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