O governador Silval Barbosa (PMDB) aproveitou o argumento de corte de gastos, anunciado nesta terça (16), para justificar o veto às emendas do presidente da Assembleia, deputado José Riva, que previa na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) um aumento do repasse da receita corrente líquida à Unemat e à Defensoria Pública para 2,5% e 1%, respectivamente. "Acho louvável a iniciativa. Gostaria de investir até mais do que isso, mas não tem como", ressalta.
Silval reconhece que a decisão pode frustrar os planos de implantar um campus da universidade na Capital e outro na região sul do Estado, mas pondera que o repasse, tanto à Unemat quanto à Defensoria, vem aumentando gradativamente desde 2003. "O Estado tem apenas um caixa. Não dá para fazer milagre", enfatiza.
Embora a emenda seja de sua autoria, Riva não adianta se vai articular a derrubada do veto na Assembleia. A proposta foi aprovada pelos deputados mesmo depois de Silval ter avisado que não gostaria que o aumento ficasse determinado na LDO. A justificativa do governador era não "engessar" o orçamento do Estado.
A decisão do governador irritou principalmente o defensor-geral André Luiz Prieto, que criticava o próprio aumento. Segundo ele, o repasse de 1% representaria um investimento de pouco mais de R$ 10 milhões, o que não seria suficiente. Prieto chegou a avisar que, sem mais verba, comarcas no interior do Estado correm o risco de fechar as portas, porque o órgão não tem mais condição de se manter com o que recebe.
500 milhões para negociação secreta tem! Tem que fazer milagres mesmo Silval, o taço foi rapado, pelo maggico. O pagamento de precatórios à empreiteira Andrade Gutierrez efetuado pelo governo do Estado, na gestão Blairo Maggi, fugiu da normalidade, não seguiu a ordem cronológica exigida por lei e o acordo foi firmado em uma ‘reunião secreta’ entre ambas as partes, que concretizou a quitação de uma dívida de quase R$ 500 milhões!
Haja milagre: O pagamento de precatórios à empreiteira Andrade Gutierrez efetuado pelo governo do Estado, na gestão Blairo Maggi, fugiu da normalidade, não seguiu a ordem cronológica exigida por lei e o acordo foi firmado em uma ‘reunião secreta’ entre ambas as partes, que concretizou a quitação de uma dívida de quase R$ 500 milhões!
Investimento p/a o bem da comunidade, diz com a cara de pau que não tem.. mas p/a campanha eleitoreira, o dinheiro surge que só Deus p/a saber de onde...
Silval ore ao são riva I. Esse é das causas impossivéis. Ele recebeu 140 ações no lombo e ficou impune em todas. Uma orda selvagem o acusou de desviar uns 500 milhões e isso tudo nunca deu em nada!
É governador, só um milagre mesmo. Esse é o nosso Pedrão oitentinha. A defesa do deputado federal licenciado Pedro Henry (PP), impetrou pedido para o réu ser retirado do processo do Mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF). Recentemente, a defesa de PH - que hoje comanda a Secretaria de Saúde de Mato Grosso -entrou com habeas corpus no STF para retirá-lo do processo do mensalão. Henry é réu por corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro!
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