No quadro especial de Romilson Dourado no RDTV desta sexta (16) o senador Blairo Maggi (PR) faz um balanço de seus oito meses de atuação no Congresso e fala sobre a Copa de 2014, o cenário estadual e suas perspectivas políticas. A jornalista convidada é a editora-adjunta do RDNews, Patrícia Sanches. Do estúdio, Laice Souza comanda o programa e traz as perguntas dos telespectadores que participam pelo chat e na redação, Flávia Borges, completa a roda de entrevista ao parlamentar.
Às 9h25 - Após uma hora de entrevista, chega ao fim o RDTV desta sexta. Em instantes, confira o quadro especial na página do RDTV.
Às 9h21 - O senador finaliza dizendo que o move, tanto a ele, quanto ao seu colega de Senado, Jayme Campos (DEM) é aumentar na ordem de R$ 1 bilhão os recursos para Mato Grosso por meio de ações federais, incluindo o FPE.
Às 9h19 - Maggi aplica uma nota mediana ao seu sucessor, Silval Barbosa (PMDB), dando nota 6 ou 7 para sua gestão. Ele afirma que o peemedebista tem um jeito diferente de comandar o Estado. "Eu era mais centralizador, não deixava ninguém ficar falando o que ia ou não ia fazer, as decisões eram minhas", disse.
Às 9h18 - "O importante é que Mato Grosso não teve nenhum prejuízo", concluiu sobre o episódio.
Às 9h16 - Romilson relembra o escândalo do maquinário, sobre a compra de máquinas superfaturadas para o programa "MT 100% Equipado" e o ex-governador ressalta que cumpriu seu dever antes de deixar o cargo. "O dinheiro transitou diretamente do Banco do Brasil para aqueles que venderam as máquinas. Se esse dinheiro tivesse transitado pela conta do Estado, certamente a tesouraria teria reconhecido essas diferenças", explica.
Às 9h14 - Maggi afirma que se sente com o dever cumprido mas reconhece que gostaria de avançar mais em áreas como a Segurança Pública, por exemplo. "As pessoas tem que entender que existem limites para o governador".
Às 9h12 - Do estúdio, Laice pergunta como o senador avalia seu mandato de governador. Ele revela que não sente nenhuma saudade da época em que comandou o Palácio Paiaguás. "Acho que a gente deve ser julgado pela média e a minha avaliação é que nesse período de oito anos Mato Grosso mudou muito, não por causa do Governo, mas porque a sociedade fez a sua parte", ponderou.
Às 9h09 - Maggi adianta que está realizando, no Senado, um estudo para avaliar as mudanças efetivas da mudança do Código de Processo Penal.
Às 9h05 - O paramentar avalia que o ex-secretário de Meio Ambiente, Alexander Maia, ao bater de frente com a Assembleia, criou um problema político para o Governo.
Às 9h04 - Maggi reconhece a possibilidade de criar um desgaste com o governo federal, mas aponta a assinatura do requerimento para a instauração da chamada CPI da Corrupção como uma saída viável para provar a lisura do partido.
Às 9h01 - "PSD está conseguindo catalizar todos os descontentes. Ontém mesmo o deputado José Riva me convidou para ir para a sigla nova", comentou.
Às 9h00 - Sobre as eleições na Capital, Maggi destaca que um partido que tem um pré-candidato como o deputado Sérgio Ricardo (PR) não pode dispensá-lo.
Às 8h58 - Com base em Rondonópolis, o senador avalia a gestão do prefeito José Carlos do Pátio (PMDB) e pontua que falta ao prefeito saber dizer "não" mais vezes.
Às 8h55 - Maggi comenta que conversou com o ex-presidente da Agecopa, Adilton Sachetti nesta quinta (15) e o ex-republicano lhe garantiu que não disputaria a prefeitura de Rondonópolis. "Se ele for candidato, terá o meu apoio", afirmou. Em resposta à editora do RDNews, Flávia Borges, ele completa que não conversa com o deputado Percival Muniz (PPS) desde o ano passado e desmente os rumores de ter garantido apoio à pré-candidatura do parlamentar.
Às 8h54 - "Tudo o que o Estado Brasileiro puder passar para a iniciativa privada por meio da concessão, desde que haja uma regulação, eu sou favorável", completa.
Às 8h52 - O parlamentar revela que o prefeito Chico Galindo (PTB) conversou com ele sobre a concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário da Capital e, na ocasião, ele foi claro em dizer que a medida era a mais viável. "Sou totalmente favorável", disse.
Às 8h50 - O internauta Felipe, de Cuiabá, pergunta porque, enquanto governador, Maggi dispensou o BID Pantanal. "Tínhamos um programa que tinha muito mais dinheiro para estudos do que propriamente para as obras que realmente interessam à população", explicou. "Era um programa de preservação de meio-ambiente dentro do Pantanal".
Às 8h48 - Do estúdio, Laice Souza traz a pergunta do diretor da Famato, Rogério Romani, que questiona Maggi sobre preocupação do Código Florestal com a área urbana. "Temos que ter a mesma lei, o mesmo peso e a mesma pedida para todo mundo. Se não pode ficar na APP no campo, também não poderá ficar na cidade", respondeu.
Às 8h45 - "Já manifestei minha opinião favorável ao Bus Rapid Transit (BRT), mas manda quem está no cargo", comenta o senador à respeito da polêmica escolha do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) como modelo de transporte para a Copa de 2014.
Às 8h44 - O ex-governador, que instituiu em seu mandato, a Agecopa, admite que o modelo proposto por sua gestão falhou.
Às 8h43 - Ele ressalta que não acredita que Pagot esteja envolvido em qualquer escândalo.
Às 8h35 - Maggi defende que as pessoas não devem ser removidas de onde já estão. "Tem gente que acha que as Áreas de Preservação Permanente (APPs) devem ser desocupadas, mas isso não se adequa à realidade do Estado. São famílias que moram há décadas em algumas dessas áreas no Pantanal, isso não acontece no Rio de Janeiro, onde o Congresso tem mais votos, por isso a discussão chegou a este nível", ponderou.
Às 8h41 - "Cobrei na tribuna diversas vezes que o Planalto desse aos outros partidos o mesmo tratamento dado ao PR. Eu cobro, mas sei que isso não vai acontecer", desbafa o senador.
Às 8h40 - Maggi confessa que o PR se sentiu injustiçado com a atitude da presidente Dilma Rousseff (PT) em relação ao Ministério dos Transportes, no episódio que culminou na demissão de Pagot.
Às 8h39 - "Com a presença do Luiz Antonio Pagot no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) a bancada não precisava se preocupar com a infraestrutura. A partir da sua saída, estamos vivendo uma experiência nova", avalia.
Às 8h34 - Romilson lembra que muitas pessoas estranharam o posicionamento de Maggi no debate sobre o Código Florestal. "O senhor se tornou um ambientalista?", questiona.
Às 8h30 - Maggi revela que está pronto para derrubar o veto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à matéria que trata da distribuição dos royalties do Pré-Sal.
Às 8h26 - Patrícia pergunta ao senador o que pode ser feito à respeito da criação de novos municípios, lembrando que no Mato Grosso existem distritos distantes de sua sede. "O problema é que a grande maioria dos votos do Congresso vem de uma região que não precisa de mais cidades", explica o parlamentar.
Às 8h25 - "O início foi frustrante, mas hoje me sinto absolutamente a vontade no Congresso", admite Maggi.
Às 8h24 - Ele ressalta que o papel do senador é exercido nos bastidores.
Às 8h23 - Para Maggi, o começo do mandato de senador foi muito difícil. "As comissões ainda não estavam formadas, no primeiro mês só tinha a tribuna e aquilo era muito entediante", comentou.
Às 8h22 - "Vamos ao debate e ao embate", inicia o senador.
Às 8h20 - Tem início o quadro especial do RDTV com Maggi.
Às 8h17 - Dentro de instantes, começa a entrevista ao vivo com o ex-governador.
Às 8h05 - Maggi admite que desde que assumiu o mandato no Senado não teve tempo de viajar às suas bases eleitorais, mas tem recebido os prefeitos em seu gabinete.
Às 8h04 - Começa o RDTV. Do estúdio 2, o senador acompanha o programa ao lado de Romilson.
Às 8h01 - Para se manter informado, Maggi se transformou num assíduo internauta. "Preciso estar sempre ligado a internet para saber o que acontece nas comissões que não faço parte. A população acha que o senador tem que saber de tudo", disse.
Às 7h53 - Maggi se diz animado com o trabalho na capital federal e as discussões acerca do Código Florestal e do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
Às 7h52 - Em bate-papo descontraído, o senador revela que existem duas formas de atuar em Brasília: fazendo barulho na tribuna ou trabalhando nos bastidores. "Eu prefiro os bastidores", admite.
Às 7h49 - No estúdio 2, Maggi e Romilson aguardam o início do programa.
Às 7h45 - O senador chega ao estúdio do RDTV acompanhado de sua assessora de imprensa, Alana Casanova.
Qual o ponto de vistao do ex-governador sobre o esquema das maquinas superfaturadas e também com relação ao riva ter 144 ações no lombo e ser acusado de ter desviado 500 milhões de reais?
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