Em um trecho de 25 km de pavimentação asfáltica que estão sendo executados na BR-158, na região de Ribeirão Cascalheira, no subtrecho entre Confresa e Vila Rica, estão sendo construídos nada menos que 165 galerias de águas pluviais que passam por sob a rodovia, média de uma a cada 150 metros. O preço deve estar muito bom para a empreiteira que toca a obra. A observação foi feita pelo servidor público em Cuiabá João Moessa, que trafega constantemente pela rodovia, principal via de acesso do Médio e Baixo Araguaia. A 158 corta Mato Grosso até a divisa com o Pará. Segundo ele, nem precisa ser engenheiro para concluir que "há algo errado".
"Não é preciso conhecer as áreas de contribuições com precisão destas galerias quem viu as antigas e as novas construídas contiguas e observa as áreas possíveis de contribuição em especial nos primeiros 25 km a partir de Confresa", escreve Moessa. Segundo ele, a montagem de tantas galerias num trecho que, a olho nu, não se percebe tanta necessidade, eleva os custos da obra. "É a população quem paga por esses serviços. A pavimentação dessa rodovia tão esperada pela população deveria ser motivo de muita alegria e até deve gerar muita alegria para aqueles que não sabem ou não se importam com os custos e os meios tortos como a obra é executada".
A ponte destacada na imagem abaixo foi construída para substituir uma galeria de metálica com seção de aproximadamente 12 m². Na opinião de Moessa, trata-se de uma obra desnecessária e questiona: "agora só falta construir o rio".


Fotos tiradas no último dia 9, sendo uma próxima e outra distante, mostram uma ponte de concreto construída sobre a rodovia BR-158, na região do Araguaia, com cerca de 60 metros, mesmo num trecho sem córrego ou rio
João Moessa enfatiza que a construtora poderia ter feito uma galeria de seção retangular adequada à vazão da área de contribuição com preço muito menor e que exige menos manutenção e não produz solavancos costumeiros aos veículos quando passam sobre pontes devido a recalque que quase sempre ocorrem dos aterros na entrada e saída.
Pelas imagens, nota-se que os aterros de acesso à ponte já estão sendo executados. O terreno sobre a ponte é de uma antiga estrada antes do início das obras. O desvio ao lado, narra João Moessa, foi executado sem construção de galeria provisória. "Simplesmente fizeram um aterro como se fosse um reforço ao talude da estrada original", critica o servidor público. Ele observa que, depois do aterramento, será aberto uma vala abaixo da ponte para desviar o pequeno riacho que passa pela galeria metálica. Numa outra etapa, a galeria será removida. "Nosso suado dinheiro vai rolar juntamente com a água por debaixo da ponte", reclama Moessa.

Esta galeria poderia ser de seção retangular mais adequada à vazão da área de contribuição e com preço menor
Fotos: João Moessa
Até aonde sei, empresa que executa a obra não pode ser a mesma que executou o projeto. Como poderia ser responsável pela determinação de 165 bueiros( galeria são complexos comerciais) em um trecho de 25 km? Com certeza vem determinado em projeto. O grande problema das obras públicas é a falta de projetos. Tudo é feito na base do ctrl c e ctrl v. e o pior q não conferem nada. Não conheço a realidade dessa região. Mas se existe algum absurto, deve ser questionado com o projetista. Tudo sempre é especificado e aprovado em projeto. Apos essa etapa, em cima do projeto,contrata se a empresa para execução. Me admira Sr João Moessa, engenheiro, lotado no setor de planejamento, responsável pelas obras do Detran, querer responsabilizar a empreiteira. Descobre sr João quem fez o projeto e desse a lenha nele. Aproveita e faz diligencia em outras obras e verá q os erros de projetos são absurdos. As empreiteiras agradecem.
Aos que dizem que não conheço a região fiz em torno de 50 viagens a região São Félix do Araguaia, Confresa e Vila entre 2008 e 2010, fiz em média três viagens por mês no período chuvoso do início de 2008. Não afirmei que todas a galerias e pontes são indevidas, a do Xavantino, do rio próximo que me falha o nome, do Tapirapé e a ponte de sua vazante indiscutívelmente tem muita vazão, a água que vai passar debaixo da ponte da foto é mesma que hoje passa pela galeria cuja foto está logo a seguir a da ponte cada um tira sua conclusão. Sr. Badé quando diz sujo falando do mal lavado se está se referindo ao Órgão que tabalho deveria se informar melhor a meu respeito, sou servidor não pode me confundir como o todo, se acha que existe algo de errado tem o direito e o dever de denunciar.
Só mesmo conhecendo a Região pra saber que este Senhor perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Agora na Sêca é fácil dizer que a Ponte é indevida, mas quando chega a chuva a Região vira um mar dágua. É necessário sim tomar providências e cuidar também do transbordo, pra que não aconteça o que aconteceu na Baía de Chocororé. Já fiquei 2 dias em um atoleiro na Região sem nem mesmo trator conseguir desatolar o ônibus. O Vale dos Esquecidos até na hora de sair da lama, tem quem aparece pra forçar a barra em mantê-la no lamaçal. Isso não pode acontecer.
Sem graca esse comentario, esse cidadao conhece a regiao? sabe do volume de agua ali nas epocas das chuvas? deverias saber q devem ter feito um levantamento topografico da area, ou ele vai querer q na epoca das chuvas alague tudo e ele venha dizer q deveria ter feito? Nao entendo como uma pessoa fica metendo o bedelho onde nao entende nada ou quer q a obra pare? nao sabemos das suas intencoes e caberia ate um processo por parte da construtora por falsa acusacao e pelo q vi os comentarios no site esse cidadao tem uma ficha nao tanto limpa. Vai ciudar da sua vida e de opiniao onde vc entende seu sem futuro.
Esse tal de "Moessa" perdeu boa chance de ficar quieto - - - - - - Sujo falando do mal lavado..........
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