O vereador de segundo mandato por Marcelândia, Ervino Kovaleski (PPS), o Nenzinho, reeleito com 270 votos, foi preso neste domingo (31), pela Polícia Civil, na operação Judas. O mandado foi expedido pelo juiz Anderson Candiotto e tem caráter temporário de cinco dias que podem ser prorrogados por igual período, antes da decretação da prisão preventiva. Investigações da Polícia Civil e Ministério Público revelam que o socialista recebeu dinheiro em troca de apoio político na eleição para a presidência da Mesa Diretora da Câmara de Marcelândia, conquistada pelo vereador Diego Bugarelli Grelak (DEM), parlamentar mais votado do município, com 367 votos.
O problema é que Ervinio foi eleito pela coligação que elegeu o prefeito Adalberto Diamante (PR), mas depois do pleito passou a integrar o grupo de oposição, representado pelos partidos DEM e PSDB, vinculados à madeireira Pronorte, que apoiou à eleição de Diego a presidente da Mesa Diretora. À época, o PPS chegou a solicitar a cassação de Ervino, mas a ação acabou anulada pela Justiça por vícios formais.
Segundo as investigações, Ervinio recebeu dinheiro da empresa Pronorte ao longo de 2009. Constam no processo cópia de cheques emitidos por Celso Luiz Padovani, presidente do DEM e administrador da Pronorte, em favor do socialista.
Recentemente, diante da expectativa da nova eleição para presidência da Câmara, Ervino teria solicitado R$ 6 mil a Padovani, mais um terreno no centro de Marcelândia e uma propriedade rural. Caso não recebesse tais vantagens, mudaria novamente para o grupo da situação. Diante da negativa do empresário, Ervino alterou se posicionamento político e inscreveu-se na chapa encabeçada pelo vereador Edivam Vieira Lima (PR), segundo mais votado no pleito de 2008, com 342 votos.
Conforme o delegado Luiz Henrique de Oliveira, há indícios de que Ervino também recebeu dinheiro do grupo que apoia o prefeito Adalberto Diamante. “A partir de agora é o que a investigação pretende esclarecer, podendo haver desdobramentos que, inclusive, leve a outras prisões, especialmente de outros políticos do município”, alerta. Segundo ele, o setor madeireiro do município sempre foi o responsável pela movimentação econômica, que vive em vertiginosa queda devido a intensa fiscalização e ações da Justiça contra os crimes ambientais.
O nome da operação, Judas, é uma referência ao apóstolo Judas Iscariotes, aquele que traiu Cristo e o entregou aos seus perseguidores em troca de 30 moedas de prata. Em Marcelândia, as principais vítimas de traição são os eleitores de Ervino Kovaleski.
baseado em que ervino esta preso existe algo de errado a populaçao quer saber se existe corup. tem coruptor justiça envestigue os denuciantes ou vc amarelarão esta e minha opiniaõ as peças naõ se encaxa , arruda , esta solto ;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
PARABENS POLICIA CIVIL E MINISTÉRIO PÚBLICO, assim que deve fazer com esses politicos corruptos......CASO PARECIDO ESTÁ ACONTECENDO EM NORTELANDIA, ATÉ HOJE NÃO FOI REALIZADA A ELEIÇÃO DA MESA DIRETORA, JÁ TEM VEREADOR QUE SE VENDEU POR R$ 35.000,00, POIS JÁ TROCOU ATÉ DE CARRO. ESTÁ NA HORA DA POLICIA CIVIL E O M. PÚBLICO AGIR AQUI TAMBÉM.
Parabens a policia civil de marcelandia. Até que enfins a casa caiu, penseu que ewste cara ia passar em branco. Pode apurar que tem muito mais, inclusive de pessoas que acupam cargos de confiança. O que estou dizendo tenho provas em mãos.
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