O deputado estadual e médico Aray Fonseca (PTB) saiu em defesa do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM) após as críticas do secretario estadual de Saúde, Pedro Henry (PP), que acusou a entidade de levar descrédito à sociedade. O órgão foi autor da denúncia que motivou o Ministério Público (MPE) a pedir a suspensão do contrato com o Instituto Pernambucano de Assistência à Saúde (Ipas) para o gerenciamento do Hospital Metropolitano.
Aray visitou a unidade de saúde na tarde desta quinta (21) para verificar o que realmente está sendo produzido pela Organização Social de Saúde (OSS). Ele também solicitou uma audiência com Henry. O encontro estava previsto para a última terça (20), mas foi adiado e acontecerá no próximo dia 27.
“Atacar o CRM de uma forma gratuita foi desnecessário”, pondera o parlamentar. “Henry deveria ter mais respeito com a categoria, principalmente por ser médico”, completou.
Ele ressalta que a entidade estava apenas defendendo os interesses dos médicos, que está numa situação desgastante em todo o Estado.
O deputado ainda critica a falta de um conselho gestor no novo modelo de gestão da saúde proposto pelo secretário. Aray, que comandou a pasta de Saúde de Cuiabá, cobra mais ações resolutivas por parte das OSS, que estão recebendo mais do que as unidades públicas e, por isso, deveriam prestar mais atendimentos.
Segundo o parlamentar, o repasse ao Ipas é de 2,8 vezes a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), o que vem gerando conflitos na rede credenciada. “O diretor da Santa Casa já me procurou dizendo que não quer receber o dobro do valor da tabela para realizar o atendimento, Já pensou se o Hospital Geral Universitário e os outros que atendem em parceria com o serviço público quisessem fazer a mesma coisa?”, questionou.
Aray ainda ressalta que o baixo número de atendimentos no Metropolitano é preocupante. Conforme o parlamentar, cerca de R$ 15 milhões, menos da metade do repasse à OSS, seriam suficientes para resolver o problema do Pronto Socorro de Várzea Grande (PSVG). “Tenho certeza que eles fariam muito mais atendimentos”, disse.
Engraçado o sujo falando do mal lavado, o que o Aray fez quando foi secretário municipal de saúde de Cuiabá, é só perguntar para o Luiz Soares (cabeção)
Porque dar mais dinheiro Público para entidades que não condiz com a realidade de tratamento? Onde sabemos que este procedimento é condenado. Atacar o CRM, o MP é um ato leviano e torpe de quem está desesperado. O Hospital Metropolitano é limpo, sim. Porque ainda não foi usado. É bonito, sim, porque é novo. Atende os pacientes com dignidade, muito cedo para opinar. Aliás, não existe porta de entrada. Os PS de Cuiabá e VG, sim. Os pacientes do Metropolitano são referenciados e escolhidos a dedo para realizar cirurgias que custam 3 a 4 vezes mais; os dos outros não. O Metropolitano, não atendem todos os casos, os outros hospitais e Prontos-socorros atendem tudo e de tudo, mesmo não tendo como atender e sem receber verbas altas como o Metropolitano recebe. Pergunto, porque não investir nos hospitais que atendem o SUS o mesmo que repassa para a OSS? Os hospitais conveniados ao SUS, tais como Santa Casa, Pronto Socorro de VG, Pronto Socorro de Cuiabá, Hospital Santa Helena, Hospital Júlio Muller, Hospital do Câncer, Hospital Só Trauma, Hospital Bom Jesus, Hospital São Lucas de VG, Hospital Santa Rita de VG, Hospital Lírio dos Vales VG, Hospital de Olhos Cuiabá, etc. Estes não recebem nem 1/4 do valor que são repassados para a OSS e prestam serviços e realização de cirurgias quatro x mais que a OSS. Estes têm capacidades de realizá-las muito mais se fossem reestruturados e lhes fossem repassados uma verba astronômica desta que passam para a OSS/mês. O reconhecimento do passado não é levado em conta para com estas instituições, que muito já fizeram por Cuiabá e para o Estado de Mato Grosso, bem como para até outras terras, e continuam a realizar. Já pararam para pensar nisso? Qual o motivo? Retaliações para com quem já prestou muitos serviços por Cuiabá e MT? Questões políticas? Questões pessoais? Interesses pessoais e de grupos? Porque não melhorar a assistência e condições de trabalho desses hospitais que estão aí a oferecer todos os dias seus leitos para a população sem ter uma verba astronômica dessa que oferecem a uma OSS? Reflitam. Quanto aos corruptos, corruptores e corrupção no poder público: Como fica? Quando vai acabar essa novela que não tem fim? Afinal a sociedade merece uma resposta urgente de quem aplica a nossa lei. Culpados ou inocentes? Precisamos ter esta decisão já. Queremos nosso dinheiro de volta, e prisão para os culpados. Não acham que devem deixar de proteger os Synbranchus marmoratus.
Somente quem é chego que não vê que Pedro Henry deve ser o dono desta OSS. É muita defesa e pouca produtividade.... Tomara q a Polícia Federal investigue a fundo tudo isto. Não vai ficar pedra sobre pedra... Não existe um Deputado Federal, deixar sua cadeira no congresso para vir ser Secretario de Estado, recebendo apenas o salário de secretário... Conta outra Pedro Henry.....
É o sujo falando do IMUNDO, se o Dr. Aray é tão bom parlamentar assim, por que deixou a Secretária de Saúde? Se ele é médico, qual a capacidade dele de gerir a SANECAP? Está mal com a população, depois da aula de empreendedorismo na SANECAP tenta recuperar o prestígio frente a população.
Quem é esse ex secretário de saúde (Aray) que fracassou na saúde! Não fez nada (com ele piorou) e agora vem defender o cooporativismo dos que nunca trabalharam! Caiu fora Aray o fracassado!
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