Sexta, 10 de Setembro de 2010, 11:16 h
Eleições 2010 | 09/02/2010 - 09:55

PR escala 4 para definir alianças, eleger Maggi e manter bancadas

Patrícia Sanches

Wellington Fagundes, presidente do PR   Os deputados federais e pré-candidatos à reeleição Wellington Fagundes e Homero Pereira e o ex-presidente do Detran Moiséis Sachetti receberam a missão de organizar, definir estratégias e as alianças em nome do PR, maior legenda do Estado com 33 prefeitos, 18 vice, 229 vereadores, 6 deputados estaduais e 2 federais e ainda a cadeira de governador. Fagundes é o presidente. Sachetti, que antes conduzia o partido, agora é o primeiro-vice-presidente. Homero integra a Executiva como segundo- vice-presidente e, o ex-deputado Emanuel Pinheiro, secretário-geral. Eles têm aproveitado o trunfo das ações partidárias, como, por exemplo, a Caravana 22, para percorrer os municípios e pedir votos, com vistas a reforçar suas próprias pré-candidaturas. Fundado em 2007, o PR possui, segundo a Executiva, cerca de 7 mil filiados e quer chegar a 100 mil neste ano.

   Os republicanos abdicaram do projeto de indicar o nome que disputará a sucessão de Maggi e vão se concentrar na campanha de Maggi ao Senado. O partido já bateu o martelo quanto à aliança com o PMDB, em adesão ao nome do vice-governador Silval Barbosa. O ex-secretário-adjunto de Segurança Pública Cezar Zílio cuida da área financeira da legenda. O vogal mais influente é Maggi. Compõem também a Executiva como vogais os deputados estaduais João Malheiros, Mauro Savi, líder do governo na Assembleia, Sebastião Rezende, Sérgio Ricardo, Jota Barreto e Wagner Ramos, assim como os prefeitos de Água Boa, Maurício Tonhá; de Tangará da Serra, Júlio Ladeia; de Várzea Grande, Murilo Domingos; e de Colíder Celso Banazeski, o empresário Paulo Leão, o secretário estadual de administração Geraldo de Vitto e o presidente do Cepromat, Luiz Fernando Caldart.

    O maior desafio do PR não é apenas eleger Maggi governador, mas manter ao menos as mesmas bancadas na Assembleia e na Câmara, além de apostar na reeleição de Silval, que assume o governo a partir de 31 de março. Por mais que "pinte um quadro" recheado de otimismo, a cúpula, em verdade, enfrenta processo de desgaste e risco de perda de filiados. Não fosse a lei pró-fidelidade partidária, instituída pelo TSE a partir de 2007, alguns deputados já teriam abandonado o barco do PR, principalmente por não lançar o chamado cabeça-de-chapa para o Palácio Paiaguás.

Comentários:
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  • Donizete F Nascimento | 12/02/2010 13:51
    Barra do Garças

    Olhando-se por este ângulo,tudo bem.É que soa estranho,porque vice não é eleito...e no caso de Maggi seria senador.OK. Concordo que muitos descontentes poderiam migrar do PR(como também ocorre em outros Partidos)não fosse a fidelidade partidária.Mas enquanto não tivermos menor número de partidos,com membros comprometidos de verdade com suas Ideologias,a atual lei de fidelidade partidária é só o que impede o troca-troca desenfreado de partidos.

  • Donizete F Nascimento | 11/02/2010 23:20
    Barra do Garças

    Confesso que não entendi esta nota,em sua parte final. Falam em eleger Maggi Governador e reeleger Silval...então estamos em 2014! E Silval no distante 2010 foi eleito o quê,mesmo? Me ajudem,por favor.

    Resposta - Prezado Donizete, o Silval deve assumir o mandato no Paiaguás no próximo mês e, no cargo de chefe do Executivo, concorrerá ao posto de governador. Nesse caso, entende-se por busca da reeleição. Atenciosamente - Romilson Dourado 

  • Pierre | 10/02/2010 09:56
    cuiaba

    Vá lá chefe, mostre que o senhor faz politica diferenciada dos comuns!!

  • Chacal | 09/02/2010 15:32
    pocone

    agora so falta combinar com os eleitores de mato grosso.

  • Milton Ribeiro | 09/02/2010 12:43
    Cuiabá

    É Senador Eleito, o Governador Blairo Maggi, isso ninguem dúvida, mas não faz sucessor! Comprou Prefeitos e Vereadores com doação das maquinas, enquanto a Dengue Mata!, a Policia sucateada! Secretária da Fazenda com uma politica Nazista. E o Governo acha ainda que está abafando! Estão prendendo caminhões de mercadorias, multando, enquanto os impostos já são pagos, ou seja, o contribuinte está sendo obrigado a pagar duas vezes o mesmo imposto sobre emissão de nota fiscal.O Secretário Eder gosta de ir na imprensa por qualquer coisa, e agora EU o DESAFIO a provar isso em público.Esse é um Governo de arrecadações, Governo Empresa!, não um Governo solidário, humano,com Justiça Social! É possível buscar o crescimento tambem com Justiça Social.






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