Integrantes do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) irão suspender suas atividades a partir desta quarta (25). No dia 18, após uma reunião entre professores de 50 municípios, a decisão já havia sido anunciada. Entretanto, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargador Rui Ramos, afirmou que até esta sexta (20) seria tomada alguma medida para amenizar a situação, já que é vetada a contratação de profissionais em período eleitoral. Como não houve qualquer resposta, os professores ameaçam novamente cruzar os braços.
De acordo com o presidente da Sintep-MT, Gilmar Soares, a decisão do TRE fere o princípio constitucional de garantir direito à educação. "É um absurdo que se negue aos cidadãos o direito à educação de qualidade em nome do direito à transparência nas eleições" desabafa. Por conta da decisão, trabalhadores que se afastam por problemas de saúde ou pedem a saída do trabalho, por exemplo, não são substituídos. "São muitas as escolas em que os coordenadores voltaram para as salas de aula. Em outras, dispensam os alunos e essa situação é insustentável", complementa.
Em Canarana (a 838 km de Cuiabá) os problemas são os mesmos. Na escola Norberto Schawntes, mesmo com ajustes que, por si só, precarizam as condições de aprendizagem, faltam professores para 20 aulas semanais. "Hoje contamos com apenas um coordenador para cerca de 1,3 mil alunos. Antes eram três. Um faleceu e outro voltou para a sala de aula", explica o secretário adjunto de formação sindical do Sintep e coordenador, Paulo Roberto Guimarães.
O impasse acontece por conta da falta de professores na rede pública de ensino, já que o TRE barrou novas contratações com base no acórdão n.º 18.881. O conflito entre governo e professores levou o Ministério Público do Estado (MPE) a abrir um inquérito civil para investigar a secretária de Estado de Educação (Seduc) por improbidade administrativa. O MP questiona o não preenchimanto de 2 mil vagas que estão habilitadas desde junho.
caso a senhora secretaria Rosa Neide tivesse chamado os 2.500 professores concursados com certeza a situação não seria tão emblemática, não entendo pq não foi chamado os professores concursados..
aguardem a eleição acabar, pelegada do pt. agora não é momento de encher o saco com esta anarquia de greve. o salario ta bom, a saude ta uma beleza\, a segurança é modelo, o agronegocio esta satisfeito, os ricos mais ricos, os pobres, mais miseraveis, as pessoas humildes morrendo na fila da pericia do inss por inanição, o pac - programa de aceleraçao do crescimento da mentira e do engodo a pleno vapor, esperem pra depois do p´leito, que ninguem vai ligar para esta choraminguação.
O espolio deixado por BLAIRO e SILVAL,para a sociedade matogrossense é muito grande,tudo que esta acontecendo na Educação é culpa da dupla, pois um esteve a frente do governo por 7 anos e tres meses, passou o bastão para o vice dar continuidade aos desmandos e ai esta, os nossos filhos fingindo que estudam e o governo finge que ensina, e assim vão nos enrolando e os dois com as caras brilhando de oleo de peroba, pedindo votos, alardearam um mega concurso e antes de dar posse aos aprovados já estão querendo contratar interinos, isto é uma industria que interessa a quem? Ja sabiamos que em periodo de campanha não se contrata, por que a SEDUC não se previniu? Cade os professores substitutos? Devemos refletir muito na hora de votar, será que essa dupla merece a nossa confiança depois de oito anos a frente do governo, nos deixa essa herança, vamos passar mais quatro anos por isso?
O grande PLOBREMAR, é que todos da educação foram pegos de supresa, ninguém sabia que haveria eleições este ano, pois trata-se de uma coisa inédita tal como Cuiabá sendo uma das sedes da Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas no Rio de Janeiro. Obviamente existem os casos imprevisíveis tais como o óbito, acidentes, doenças, algum professor que ganha na MEGA-SENA SOZINHO e outros fatores. No mais, professores que se aposentam, professores que entram de férias ou de Licença prêmio, Licença maternidade, tudo isso é previsivel e até controlável, se houvesse um minimo de organização e planejamento. Agora vem com essa de GREVE, é pra caba.
nunca vi na minha vida medico entender de educação, ele entende sim, de saúde, isso é o reflexo da incompetencia de Saguas na frente da secretaria de educação..... da o troco nas urnas pessoal....
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