O deputado estadual José Riva (PP), que voltou a comandar a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, aproveitou seu discurso de posse na Casa para fazer novas críticas à atuação da Polícia Federal na investigação de supostos crimes ambientais. Para Riva, as operações Curupira e Jurupari, deflagradas em 2005 e 2010, respectivamente, não passaram de escândalos que não resultaram em nada.
"É preciso ser legalista, não deixar de cumprir a legislação, porém não se pode mais ver órgãos ambientais usarem e até serem usados como armas para verdadeiros shows pirotécnicos, como os vistos nas operações Curupira, Jurupari e outras, que de fato nada contribuíram ou contribuem na melhoria do meio ambiente em que vivemos", disse.
Riva acabou sendo envolvido nas investigações do ano passado, quando sua esposa, Jenete Riva, na época coordenadora da Sala da Mulher, seu genro, Carlos Antônio, e o então assessor direto da presidência da AL, Adilson Figueiredo, foram presos e tiveram que prestar esclarecimentos à PF sobre susposta extração ilegal de madeira em áreas de proteção permanente, como reservas indígenas. O deputado chegou a afirmar que sofria perseguição política por parte do juiz federal Julier Sebastião da Silva, responsável pelo caso. Recentemente todos eles conseguiram habeas corpus definitivo e tiveram seus bens descongelados.
No discurso, Riva estendeu o "recado" aos que criticaram e discordaram do projeto do Zoneamento Sócioeconômico e Ecológico (ZSEE) do Estado. A matéria foi aprovada pelos parlamentares, mas antes que o governador Silval Barbosa (PMDB) desse seu veredito sobre o tema, a AL pediu o texto de volta. Mesmo sem chegar a um consenso final sobre o caso, o progressista ressaltou que o assunto foi amplamente debatido e que as más interpretações são feitas por "pseudo-ambientalistas, que sequer acompanharam as discussões nas bases", pontuou.
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Clique no link abaixo e confira a íntegra do discurso de Riva
Será que o deputado lembrou da falar do processo que a Janete Riva responde por trabalho analogo ao escravo na Fazenda Paineiras e também da compra do titulo podre deslocado de outra área com laudo forjado pelo valor de 50 mil reais para a propriedade avaliada em milhões que a justiça estadual está cozinhando em banho maria pois o deputado perdeu em varias instancias e falta dar o veredito de reintegração de posse e pagar pela madeira que foi explorada.Sem falar do cartório do Catuaí.
O povo de MT tem que aprender a votar direito, mas qdo o politico tem dinheiro compra os diretorios municipais e acabando dando nisso elegendo picareta igual ao Riva e muitos outros q temos por ai...
isso é muito perigoso, estamos vivendo em MT uma DITADURA enrrustida onde só uma pessoa manda na AL a justiça nâo pode mais investigar as corrupçôes se acha no direito de criticar um órgâo respeitado como é a POLICIA FEDERAL que esse sistema fique lá pela venezuela afora chavista em MT nâo.nâo demora muito começa censura na imprensa,lei da mordaça nos meios de comunicaçâo....ISSO É MUITO PERIGOSO.
Como eu faço para o MP ter acesso aos processos que se encontra na SEMA PARADOS, por que funcionários com cargos comissionados não trabalham contra quem esta lhe empregando, várias arbitrariedades feitas pelo RIVA contra o MEIO AMBEINTE em sua propriedades não são analisadas e sim arquivadas, não só as cometidas por ele mais também pelos outros DEPUTADOS que tem direito aos tais CARGOS COMISSIONADOS.
coitado desse homem tão honesto,tão perseguindo,que coisa,mas voce que votou nele merece isso,assim caminha humanidade.
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