A pouco mais de dois meses para deixar o cargo, o governador Blairo Maggi (PR) sancionou a Lei 9.301 que determina aumento dos salários dele próprio, do vice Silval Barbosa (PMDB) e dos 22 secretários de Estado. Todos eles passam a receber a partir de fevereiro R$ 13,5 mil mensais. O republicano deve deixar o cargo para se dedicar à pré-candidatura ao Senado. Com o reajuste, a folha de pagamento do primeiro escalão sofrerá aumento de 10,48%. e passa a ser de R$ 324 mil. Silval assume o posto já com salário maior. Ele articula também a troca do secretariado. Até agora, apenas três nomes foram confirmados na gestão do peemedebista. São eles Osmar Carvalho, que assumiu recentemente a secretaria de Comunicação, Vicente Falcão, que foi empossado na pasta de Apoio e Acompanhamento a Políticas Fundiárias e Ambientais, e Roseli Barbosa, esposa de Silval e que deve assumir a secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, no lugar de Terezinha Maggi.
A medida tem impacto de R$ 20 milhões ao mês na folha de pagamento dos servidores estaduais, que também passam a receber o reajuste. Na prática, o aumento vai beneficiar o peemedebista, que assume o Palácio Paiaguás em março, quando Maggi renuncia ao cargo para disputar uma cadeira no Senado.
Segundo informações da secretaria estadual de Fazenda (Sefaz), o republicano foi convencido a conceder o realinhamento depois de ser informado de que a medida também vai beneficiar diretamente os aposentados e pensionistas, bem como os ativos das categorias que estão vinculadas ao teto do governador: oficiais militares, delegados de polícia, procuradores e grupo TAF (Tributação, Arrecadação e Fiscalização).
A proposta de aumento dos salários do primeiro escalão foi aprovada pelos deputados estaduais no apagar das luzes do ano passado na Assembleia Legislativa. As discussões do reajuste envolveram deputados e os secretários Éder Moraes (Fazenda), Arnaldo Alves de Souza (Planejamento) e Geraldo de Vitto (Administração). Segundo Éder, o reajuste de 10,48% repõe não apenas a perda inflacionária (INPC) acumulada no período, mas acresce em 4% o ganho real dos servidores.
Quem compõe o primeiro escalão do governo Maggi
Diógenes Curado - Justiça e Segurança Pública
Eumar Novacki - Casa Civil
Alexander Maia - Casa Militar
Arnaldo de Souza Neto - Planejamento e Coordenação Geral
Eder Moraes - Fazenda
José Gonçalves Botelho do Prado - Auditoria-Geral
Neldo Egon - Desenvolvimento Rural
Pedro Nadaf - Indústria, Comércio, Minas e Energia
Terezinha Maggi - Trabalho Emprego, Cidadania e Assistência Social
Vanice Marques - Desenvolvimento do Turismo
Vilceu Marchetti - Infraestrutura
Ságuas Moraes - Educação
Geraldo de Vitto - Administração
Augustinho Moro - Saúde
Osmar Carvalho - Comunicação
Dorgival Veras - Procuradoria-Geral do Estado
Luiz Henrique Daldegan - Meio Ambiente
Baiano Filho - Esportes e Lazer
Paulo Pitaluga - Cultura
Chico Daltro - Ciência e Tecnologia
José Aparecido Santos - Projetos Estratégicos
Flávia Nogueira - Apoio às Políticas Educacionais
Vicente Falcão - Apoio e Acompanhamento às Políticas Ambientais e Fundiárias
Sou matogrossense com muito orgulho. fico triste com estas injustiças. sou contra a reeleição. Vem novidades por aí, principalmente, para o Senado. RSRSRSRS
O GOVERNADOR ESTA ATRASADO, O MEIO-PREFEITO DE CAMPO VERDE MT JA ESTA RECEBENDO MAIS DESTE VALOR A TEMPO, FALA SÉRIO RECEBE MAIS QUE O LULA A TEMPO.
Esse aumento não é para todos os servidores publicos como mencionado na reportagem, gostaria que fosse esclarecido que o aumento é só para servidores que tem o salario vinculado ao do Governador, que é uma minoria. O reajuste salarial para servidores públicos Estadual este ano deverá ficar em 8,11% a partir de maio. O reajuste será composto de 4,11% do Índice Nacional do Preço ao Consumidor (INPC) e 4% do aumento real concedido por meio da Lei 8.910 de 26 de junho de 2008. Em 2009 o reajuste foi de 10,48%. Segundo a superintendente de Gestão de Pessoas da SAD, Sandra Maria Fontes Almeida, os servidores do INDEA estão inseridos no aumento. O reajuste é resultado da negociação de uma política salarial única realizada em 2008 entre o Governo e os servidores públicos com a participação da CGTB. Em 2008, as carreiras que compunham o Fórum Sindical assinaram o Termo de Acordo Coletivo acertando um reajuste salarial de 8,32% para 2008, sendo 5,15% em relação à inflação conforme o INPC mais 3,17% de recomposição, além de 4% para 2009 e 4% para 2010, mais a inflação de cada ano. O aumento salarial, de 10,48%, foi autorizado para aposentados, pensionistas e servidores ativos que tem seus rendimentos diretamente vinculados ao teto do governador. São exemplos disso oficiais militares, delegados de Polícia, procuradores e o chamado grupo TAF (Tributação, Arrecadação e Fiscalização).
O que o Governador deveria fazer é se preocupar um pouco mais com os servidores da saude pois os mesmos estão revoltados com o atual descaso com que este governo trata os profissionais, ou seja, realinha salarios que estão atrelados ao seu, e o restante dos profissionais fica a ver navios. Enquanto os governates não tratarem os profissionais desta area com maior respeito, a saude continuará esse caos.
o bom é o incentivo fiscal de alguns amiguinhos do governador...icentivos esses que é alem do normal, e poderia ter mai educação, saude, segurança com essa verba....mas o governador e o sec de fazenda, só querem fazer propaganda de mentirinha...tchau silval....
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