Serys Marly disse neste domingo, minutos antes de votar nas prévias do PT, que se for derrotada por Carlos Abicalil na disputa interna por candidatura ao Senado, vai se dedicar à campanha à sucessão presidencial de Dilma Rousseff. Ela chegou no diretório municipal, no bairro Bandeirantes, em Cuiabá, às 10h, entrou na fila que já estava com 15 pessoas e votou em si próprio numa urna de lona. Usando uma blusa vermelha, cor símbolo do petismo, Serys carregava no pescoço um colar escrito "Jesus". A senadora que atua no Congresso Nacional desde 2003 se diz vítima de uma campanha dura liderada pelo grupo de Abicalil, presidente estadual da legenda.
"Um partido que se diz democrático, pra que fazer isso comigo? Mas a militância vai dar resposta hoje!", comentou a parlamentar. Ela afirma que foi patrolada pelo comando regional e pressionada a desistir da pré-candidatura à reeleição. Adianta que, se não obtiver voto da maioria para disputar as eleições novamente, não apoiará Abicalil e sua prioridade passará a ser a defesa do nome de Dilma para o Palácio do Planalto. Serys afirma ser representante da ala feminina e faz apelo dramático: "Se o PT me rejeitar hoje é porque eu fui incompetente".
A senadora e ex-deputada estadual por dois mandatos revela ter percorrido 35 municípios em campanha interna pelo direito à recandidatura. Ela batizou sua chapa de "Bem Querer". Por mais que esperneie, Serys dificilmente derrotará Abicalil, que, em tese, conta com apoio da maioria e figura em melhores condições nas intenções de voto para uma disputa ao Senado. O PT que já é sinômino de conflitos, vive clima de racha ainda maior nesta fase de pré-campanha, momento em que a militância debate e até troca farpas na definição de candidaturas majoritárias e proporcionais.
Abicalil deve votar por volta de meio-dia. Na sede do diretório há pouco movimento. Nenhuma faixa foi colocada na frente do prédio, diferente de outras épocas. Os petistas já decidiram que não terá candidatura própria a governador. A tendência é de fechar composição com o governador Silval Barbosa (PMDB), que busca a reeleição, numa aliança com peemedebistas, petistas, republicanos e progressistas. O plano B seria adesão ao nome do empresário Mauro Mendes, que concorreu a prefeito da Capital em 2008 pelo PPS, foi para o PR do ex-governador Blairo Maggi e agora está no PSB.
Mas como a senhora é absurda em dizer que se o PT a recusar e porque a senhora não foi uma boa senadora, por acaso a senhora é senadora só dos filiados do PT., depois dessa a senhora pode pegar sua mala e cair fora mesmo., vai ser absurda assim na casa do chapeu, vai pro geriatra maluca
O mundo, o Brasil, Mato Grosso e a política ficarão melhores com sua tardia aposentadoria. Já se vais tarde!!! Vou de Táxis!!!
Não sou PT muito menos Serys,mas pela envergadura politica MT (Brasil) ainda precisa de Derys....
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