O secretário estadual de Saúde, Pedro Henry (PP), jogou na empresa UniHealth a culpa pelo vencimento das 20 toneladas de medicamentos, que serão incinerados nas próximas semanas. Segundo ele, a empresa já vinha demonstrando sinais de desinteresse e seria a responsável pelo mau gerenciamento da Central de Assistência Farmacêutica. Henry afirma que chegou a negociar um novo contrato, reduzindo de R$ 685 mil para R$ 380 mil o valor que o Estado paga mensalmente pela prestação dos serviços. "Eu achei que com isso nós íamos caminhar de forma equilibrada e ter eficiência no processo. Infelizmente, isso não aconteceu", ressalta.
A UniHealth atua junto à secretaria há mais de três anos. A empresa é responsável por administrar o recebimento e a distribuição dos medicamentos adquiridos pela pasta para pacientes e unidades de saúde. O procedimento, contudo, é extremamente defasado, o que possibilitaria uma série de falhas como casos de medicamentos que não são retirados pelos pacientes que falecem durante o tratamento. "O procedimento é todo manual. Se uma receita se perde o remédio fica lá estocado. Estamos trabalhando com uma tecnologia de 20 anos atrás", reclama Henry.
Apesar das acusações, o secretário pondera que o Estado ainda apura, por meio de uma auditoria, outras possíveis causas do problema. Entre as suposições que Henry aponta está a compra de lotes inteiros de medicamento com o prazo de validade perto do fim ou a aquisição de uma quantidade superior à necessária. "Existem alguns casos que já comprovamos uma compra excessiva para o consumo dentro do prazo de validade e ninguém tomou a precaução de distribuir esse medicamento antes que ele vencesse. Vamos apurar a responsabilidade", garante.
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"Já comprovamos uma compra excessiva
para o consumo dentro do prazo de
validade e ninguém tomou precaução"
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Para solucionar o problema, o secretário afirma que pretende implantar no Estado a Farmácia Cidadã, adotada no Espírito Santo. "Nossos técnicos já conheceram o modelo, que é totalmente informatizado", afirma. No sistema, os dados dos pacientes que precisam de medicamentos específicos serão enviados pela internet para uma central que se responsabilizará pela entrega do produto. Além disso, a pasta conta com uma nova plataforma de compras, com o registro de preço de 1,2 mil produtos, que deve entrar em funcionamento em 60 dias.
Segundo Henry, o sistema deve ajudar a revolver o problema das liminares que chegam à secretaria solicitando medicamentos de alto custo. "Cada vez que chega um processo desse a secretaria fica exposta às regras de mercado", afirma, numa referência à urgência das compras, que passam a ser feitas sem processos licitatórios. Outro problema que poderia ser solucionado é o da demora nas aquisições de rotina. "O Estado não compra remédio nenhum em menos de 180 dias. Esta demanda de liminares é uma consequência desse tempo", reclama.
De acordo com um levantamento realizado pela secretaria, de novembro de 2010 a abril de 2011 foram concedidas 1912 liminares, sendo 891 para procedimentos cirúrgicos, internações e exames e 1021 para assistência farmacêutica. Enquanto 92 dessas ações ainda não foram iniciadas pela pasta, outras 3 mil estão ativas. Elas correspondem ao fornecimento mensal de medicamentos. Henry afirma ainda que pelo menos 20% dos remédios solicitados estão em falta na secretaria ou são distribuídos em pequenas parcelas.
Somente um governo do "nype" de Silval Barbosa tem coragem de nomerar um cidadão conhecido por sua extensa ficha de processos e investigações criminais contra a Administ. Pública para ser secretário estadual de saúde. Só se for secretariar a saúde dele, porque do cidadão matogrossense, mais facil contar com "sangue-suga". Ops, esqueci que sangue-suga é a operação da Pol. Federal contra o cartel da saúde.
Já ouviram falar no "toque de Midas" - tudo o que tocava, virava ouro. Em Mato Grosso temos o "toque da corrupção", "toque da batata podre". Este Pedro Henry e família, tudo o que toca, fica podre, normalmente, o mal cheiro está vinculado à corrupção, falta de vergonha na cara, incompetência. Mas, sempre procura encontrar um suposto responsável. Nunca assume o que faz ou deixa de fazer. Quando será que este cara vai aposentar politicamente? Será outro ACM?? José Sarney?? Mato Grosso não merece.
E aí, como fica? Quem irá ressarcir o cofre público? Nós, que pagamos impostos, com sacrifício, queremos apuração firme e devolução de tudo para a sociedade.
Gean Carlo não e DUAS toneladas como o Senhor comentou SÃO VINTE TONELADAS de medicamentos vencidos, da quase para lotar uma carreta, culpa emprinha contratada por gestures incompetentes e corruptos. Duvido muito que o Estado será ressarcido do prejuízo, NÓS OTÁRIOS vamos pagar a conta.
O SECRETÁRIO NÃO SABE O Q ESTA DIZENDO E NO FUNDO ELE SABE QUE ISSO NÃO É VERDADE TEVE DE ACHAR ALGUEM CULPADO POR TUDO ISSO, MENTIROSO
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