Sábado, 26 de Maio de 2012, 11:31 h
Palácio Paiaguás | 07/02/2012 - 16:27

Servidores da PGE ameaçam entrar em greve por reajuste e novo PCCS

Patrícia Sanches

Fachada da PGE      Servidores da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) estão em estado de greve e ameaçam cruzar os braços caso o governo não reajuste o salário e encaminhe projeto à Assembleia para criar um Plano de Cargos, Carreira e Salários. Conforme a presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso (Apromat), procuradora Gláucia do Amaral, por enquanto, os trabalhos continuam. “Eles são fundamentais para o trabalho dos procuradores, atuando, por exemplo, em perícias judiciais e na realização de cálculos”, pondera Gláucia.

     Ainda segundo ela, os servidores compõem a carreira de apoio aos trabalhos executados pelos procuradores. “São motoristas, engenheiros, pessoas que fazem cálculos e cuidam da tramitação interna da PGE”, pondera. São 64 funcionários. Segundo o presidente da Associação dos Servidores da Procuradoria Geral do Estado (Asproger), José Tolentino Confessor, as negociações tiveram início em janeiro do ano passado, mas até agora não prosperaram. Ele pondera que também reivindicam melhorias salariais, economistas, contadores e advogados. “Conseguimos protocolar a solicitação de uma reunião com Silval Barbosa, mas ainda não houve resposta sobre a data”, diz.

     A perda salarial entre 2000 e 2012 é de 60%. Como os servidores têm consciência de que não conseguirão reajuste tão alto, pedem que ao menos seja feito um realinhamento dos subsídios. “O impacto é mínimo na folha de pagamento”, avalia.

     Diante da crise, a Assembleia já teria entrado nas negociações por intermédio do presidente da Mesa Diretora, José Riva (PSD). O governo estaria tentando impedir a deflagração de um novo movimento grevista. Desde que assumiu o comando do Paiaguás, Silval já teve que contornar paralisações nas secretarias de Educação e Meio Ambiente, na Empaer e no Detran.

Comentários:
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  • JosÉ William | 10/02/2012 13:04
    ALTA FLORESTA

    Infelismente ao que tudo indica nosso querido estado de Mato Grosso só terá um Governador de Verdade na próxima Eleição. Após aumentos absurdos de impostos é inadmissível tamanho descaso com os serviços públicos e com os servidores. Servidores da SECITEC e Escolas Técnicas estão em GREVE desde o dia 07 de novembro do ano passado e o Governo não dá a mínima. Nunca houve reajuste salarial e nem PCCS existe. concurso público o único foi em 2004 quando ainda eram somente 4 escolas, hoje são mais de 10. a Escola Técnica de Diamantino está sendo cedida para O IFMT. O QUE SERÁ DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM NOSSO ESTADO?

  • José Araujo Dimas | 09/02/2012 15:44
    Cuiabá

    FALTAM 5 CATEGORIAS GOVERNADOR! O Governador e o atual Secretário da SAD gostam de pisar na bola e com isso provocam a ira de servidores, ocasionando, com essa atitude, mas desgaste, pois não cumpre com suas palavras, além infringir a lei estadual de 2010 assinada por ele mesmo. Ficaram somente menos de 30% das carreiras para serem contempladas com o devido aumento salarial, mais especificamente, 5 (cinco) categorias, que na verdade é onde tem o menor número de servidores. Era para tudo ter sido resolvido até dezembro de 2011. Será que vai ser preciso fazer greve? Tomara que não seja necessário chegar a isso, mas os direitos são para todos, não é mesmo? Repito: Faltam 5 categorias!

  • Paulo Henrique | 09/02/2012 10:25

    Mais de 99% das categorias já foram atendidas em 2011, ou seja, menos de 1% dos servidores efetivos do Estado estão sendo prejudicados pela falta de isonomia. A maior parte das 6 categorias começaram as negociações com o governo no início do ano passado, qual foi o erro? não entraram em greve?

  • Mario | 08/02/2012 19:33
    cuiaba

    com medo de colocarem os outros comentarios rd news....vai doer em quem?

  • Amarildo Constantino | 08/02/2012 13:02
    Cuiabá

    Este Governador e o atual Secretário da SAD são uma Vergonha, não honram suas palavras, além infringir a lei estadual de 2010 assinada por ele mesmo. Ficaram somente menos de 30% das carreiras para serem contempladas, mais especificamente, 6 (seis) categorias, que na verdade é onde tem o menor número de servidores. Era para tudo ter sido resolvido até dezembro de 2011. Será que vai ser preciso fazer algo semelhante ao que acontece lá na Bahia?






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