Os presidentes do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjusmat), Rosenwal Rodrigues, da OAB-MT, Cláudio Stábile, e do Tribunal de Justiça (TJ), José Silvério, solicitaram ao governador Silval Barbosa (PMDB) apoio financeiro para atender às reivindicações dos servidores em greve desde segunda (3). Os quatro se reuniram no gabinete do peemedebista, no Palácio Paiaguás, durante a tarde desta quarta (5).
Mais 5 mil servidores reivindicam o pagamento de vencimentos relacionados à Unidade Real de Valor (URV). Esse passivo pode ultrapassar R$ 200 milhões, conforme revelou nesta semana o presidente do TJ. Eles também pedem pagamento de salário família, além da promoção salarial de oficiais de Justiça com Ensino Médio como se tivessem curso Superior. Esta discussão entrou na pauta de reivindicações após a Resolução Nº 48 do Conselho Nacional de Justiça, que dispõe sobre a exigência de curso superior como requisito para os novos servidores.
A reunião desta tarde foi focada na URV. Silvério alegou que não tem recursos em caixa para efetuar o pagamento exigido. Ele esclareceu que precisa de suplemento orçamentário do governo para arcar com a pendência. Apesar disso, Silvério ponderou que um levantamento está sendo realizado para apurar quem tem dividendos a receber e o montante a ser pago. Stábile, por sua vez, alertou que a greve tem reflexos negativos no andamento das ações. “Se já há o acúmulo de processos, com a greve isto pode se intensificar. Então estamos aqui para entender as solicitações dos servidores”, disse o presidente da OAB.
Cauteloso, Silval preferiu não garantir mais recursos. Afirmou que necessita ter em mãos uma análise técnica antes de afirmar se pode ou não destinar algum suplemento ao TJ. Já os servidores continuam a paralisação. Todas as tardes parte dos grevistas se reúnem em frente ao Fórum da Capital. Eles mantêm apenas os serviços essenciais do Judiciário, como cumprimento de mandados referentes à atendimento médico, com risco de morte ao paciente, e dos alvarás de soltura.

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Sra Meire, sou oficial de justiça a 21 anos, e me sinto muitísso ofendido com sua acusação, pois vc se refere de maneira geral e não me encaixo nesse grupo. E mais, se vc acha que ganhamos tão bem e é tão fácil, preste um concurso como eu fiz e se torne uma oficiala, só não se esqueça que vc vai perder a mordomia da sombra, do seu ar condicionado e vai passar o dia inteiro ao sol de casa em casa enfrentando as mais diversas situações e correndo risco de morte tal qual ocorrido recentemente com nossa colega no Rio de Janeiro. Portanto pense de forma coletiva , pois a greve que me beneficiará, alcança vc também.
O problema é que tem muita gente sem concurso ganhando muito bem.Os oficiais querem mais o que? cobram por fora tudo o que fazem
Inclusive o Sr não é Sr Anderson... Inclusive o Sr não está nem aí p os servidores, os advogados deveriam estar apoiando os servidores em primeiro plano, afinal vcs dependem deles para a agilidade de vossas ações... Faça-me o favor...
Deixa de ser ignorante Sra Rosemeiry, óbvio que ele levou um servidor junto para dar mais transparencia a reunião, para não incorrer-mos novamente no erro de ter um representante subornado como ocorreu várias vezes no passado... afff é cada uma
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