
Senadores Blairo Maggi, Pedro Taques e Jayme Campos debatem o Código Florestal, em encontro na Acrimat
Fotos: Kamila Arruda
Se depender do senador Pedro Taques (PDT) a votação do Código Florestal no Senado não deve ocorrer de forma célere como defendem algums setores da sociedade organizada. No encontro realizado pela Acrimat, neste sábado (16), para debater o assunto, durante a 47ª edição da Expoagro, Taques fez uma série de ponderações a cerca do projeto. "A Câmara Federal passou 12 anos para votar essa proposta, não dá para debater em apenas dois meses no Senado", reclama.
As ponderações do ex-procurador da República foram somadas às críticas do jurista Luis Carlos Silva de Moraes, integrante da Comissão de Aprimoramento de Cobrança do Crédito Tributário no Brasil (Comaco), que palestrou no encontro. A explanação fez um comparativo entre o primeiro Código Florestal criado no país e a matéria atual.
O senador Jayme Campos (DEM), por sua vez, destacou que a previsão é que o texto seja finalizado até setembro deste ano. Ele ponderou, no entanto, que a matéria merece uma dedicação especial da bancada mato-grossense por se tratar de um Estado que vive da produção agropecuária. "Nossa preocupação é porque envolve a vida de centenas de pessoas que vivem no campo", ressalta.
Apesar das possíveis modificações que o projeto deve sofrer, o senador Blairo Maggi (PR), que também participou dos debates, acredita que a nova legislação representará um equilíbrio entre a produção agrícola e a preservação ambiental. "Vamos ter certeza de que aquilo que consumimos não foi fruto de uma área devastada. Nenhum outro país no mundo tem uma lei que mostre essa preocupação", ressalta.
Além dos senadores, também participaram do evento o presidente da Assembleia José Riva (PP) e o deputado federal Homero Pereira (PR). A ausência mais notada foi a do secretário estadual de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar José Domingos Fraga (DEM).
Taques, tá certo... No senado a discussão que ter por base o carater cientifico, técnico, legal... Não pode ser/ter apenas carater politico a fim de atender os interesses da bancada ruralista... Valeu Taques não aceite e não ceda a pressão deste importante setor... O futuro das novas gerações também tem que ser levado em conta... Reduzir distância minima de APP e isentar quem desmatou/degradou de recuperá-la é preocupante... Não permita que as cidades no futuro sofra com alagamentos/inundações de casas construidas/legalizadas pelo ESTADO... Já não basta as catastrofes que temos visto pelo Brasil afora... Mortes e mais mortes porque estavam de maneira irregular/ilegal em área de risco SIMPLESMENTE agora o que o seu ALDO REBELO (PCdoB) tá querendo é legalizá-las... É claro que de carona os ruralistas com sua força politica/ecônomica estão contribuindo com isso... É a primeira vez, na história que ví os capitalistas deste país elogiarem um comunista, ai eu me pergunto, será que não tem alguma coisa errada, nisso!? O mais curioso de tudo isso é, que ate agora a Igreja Católica não se manifestou sobre o assunto cadê como fica as campanhas de fraternidade que nos últimos tempos sempre tem focado a "água" como fonte de vida... Espero, sinceramente que essa "omissão" não seja prá agradar alguns fiéis que são generosos na hora de pagar o dizímo...
Pedro Taques , por favor vê essa história que corre nos bastidores de que o Estado de Mato Grosso pagou recentemente uma fortuna de precatórios a uma empreiteira chamada Andrade Gutierrez de mais de 300 milhoes sem observância do percentual de 1,5% do orçamento e da fila exigida pela justiça. è verdade ou não é . Dizem que há uma denuncia no CNJ;
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