Sábado, 26 de Maio de 2012, 12:03 h
Repercussão | 22/08/2011 - 11:36

Taques quer criação de agência especializada em escoltas em MT

Valérya Próspero

     O senador Pedro Taques (PTB) foi destaque em entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo desta segunda (22). Seu papel na comissão para reformulação do Código Penal e sua história de vida foram abordados para mostrar as dificuldades vividas por juízes e promotores, tendo como exemplo o caso do assassinato da juíza Patrícia Acioli.

     O parlamentar defende que haja uma comissão para analisar os casos de escolta e que seja criada uma agência para executá-la. Na entrevista, Taques conta que precisou dos serviços por 6 anos, assim como sua filha, em casos distintos.

     Em sua carreira como procurador da República se envolveu em assuntos polêmicos. Um deles foi a investigação contra João Arcanjo Ribeiro, que teria pago R$ 300 mil para um segurança de boate matá-lo. Ele citou também suas participações no juri de Hidelbrando Paschoal, ex-deputado do Acre preso por assassinato e formação de quadrilha, e na primeira ação da Sudam, que culminou no envolvimento do então senador pelo PMDB Jader Barbalho, que na época precisou renunciar à presidência do Senado.

    Taques argumenta que uma agência própria é muito importante para se criar uma doutrina, com agentes treinados e gente especializada, mas ela serviria apenas para a execução da segurança e não para analisar quando ela começa ou termina.

Comentários:
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  • Antonio Carlos | 22/08/2011 18:43
    Cuiabá

    A Segurança Pública, com seus poucos recursos e investimento pífio, não dá conta nem de investigar homicídio de jornalista, quanto mais garantir a segurança de ninguém. V. Exa. deveria é votar uma lei que revogue o Estatuto do Desarmamento, pois este sim está causando esse descalabro de mortes, na medida em que o bandido não compra sua arma, instrumento de trabalho, em lojas, pouco liga para a campanha do desarmamento, pois sua arma não está sendo procurada pela polícia e ele, o bandido, está completamente protegido, com a certeza que a sua vítima não tem como reagir. Tem atá carreiras dentro da Segurança Pública que é discriminada e não possui porte de arma, apesar de estar combatendo a criminalidade no dia a dia, comparecendo a todos os locais de crime, examinando e recolhendo provas e sem condições de garantir a sua própria segurança e nem das provas que recolheu.

  • Marcio Kalufe | 22/08/2011 16:54
    Cuiabá

    Senador, nobre Senador... Todo dia morre milhares de pessoas que foram ameaçadas neste Brasil. Até dias atrás estavam achando tudo natural. Só pobre estava morrendo. Mas foi só matarem gente rica que tudo passou do normal. AGORA SIM, O BRASIL ESTÁ VIOLENTO. Chega de hipocrisia e venha legislar para a sociedade em geral que na sua maioria é pobre...

  • Leo Kuiabano | 22/08/2011 13:31
    Cuiabá

    Considerando que todos são iguais perante a Lei, o Senador também deveria criar uma agência especializada para escoltar cada um dos contribuintes que vivem expostos a violência no dia à dia, principalmente em Mato Grosso, onde não se tem qualquer segurança. Ou será que juizes são melhores do que o Zezinho que vende picolé?






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