Apesar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ter realizado uma inspeção no sistema de informática do Tribunal de Justiça após graves denúncias de manipulação na distribuição de processos no último dia 25, o desembargador Márcio Vidal, supervisor da Comissão de Auditoria Técnica de Tecnologia da Informação, apresentou uma lista com 14 sugestões ao presidente do Tribunal de Justiça, José Silvério Gomes, mas na realidade nenhuma delas realmente efetiva. Assim, a expectativa da sociedade, que cobra uma posição mais enérgica do TJ, é frustrada mais uma vez.
Entre os principais pontos abordados pelo magistrado está a proibição da contratação de estagiários e servidores tercerizados para atuar no setor. A medida é uma resposta a possíveis irregularidades na distribuição de processos, que teve início após um servidor do TJ ter sido flagrado em atitude suspeita no Departamento Judiciário Auxiliar (Dejaux), em 10 de março.
Após o incidente, os computadores foram lacrados e encaminhados para perícia. O ex-coordenador do Departamento de Informática Mauro Ferreira Filho, que estava supostamente “manipulando” o sistema, foi afastado do cargo até que todo o procedimento investigatório administrativo seja concluído. Além de sugerir a não contratação de estagiários e servidores terceirizados, Márcio Vidal entende que todos os gabinetes, que produzam votos, devem utilizar o sistema de gravação em pendrive e que uma rede interna restrita deve ser criada.
Apesar de um servidor ter sido flagrado em atitude suspeita, Vidal acredita que uma das medidas mais urgentes a ser adotada é proteger o sistema contra hackers. Para isso, ele pretende substituir as senhas que hoje são utilizadas, por um sistema de impressão digital. “Estamos preocupados com a garantia das informações, uma vez que a segurança é, acima de tudo, prioridade numa instituição provedora da Justiça”, enfatizou o presidente da Comissão.
Ainda conforme ele, é necessário instalar câmeras de segurança nas dependências do Dejaux e da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (TI) e que seja ampliado o controle no tráfego nos setores por meio de identificação de entrada e saída eletrônica nas portas de entrada e portas internas e externas das salas com cartões magnéticos. Além do desembargador, os trabalhos são conduzidos pelos servidores Johnny Ander Pereira Abdallah, coordenador de Tecnologia da Informação, Benedito Pedro da Cunha Alexandre, diretor de Conectividade, e Marcos Pinto Gomes Júnior, diretor de Sistemas e Aplicações. Entre outras coisas, eles realizam auditorias nas máquinas, tentam identificar se há acesso remoto ao sistema e quais são os riscos de invasão externa e interna.
Paralelo a isso, o Conselho Nacional de Justiça finaliza um relatório referente a uma inspeção em todo o sistema de informática do TJ. Os conselheiros também vão apontar as fragilidades do Tribunal e determinar a realização de alterações. Todas essas ações acontecem num momento delicado onde o TJ tenta recuperar a sua imagem junto a sociedade. Além de problemas com o sistema, que seria facilmente manipulável, desembargadores e juízes são investigados no Superior Tribunal de Justiça por suposta participação em um esquema de venda de sentenças.
Vidal, ô Vidal... relatório infantil, medíocre. Mudar o foco para os terceirizados... Pense um minuto criatura. Foram eles que foram pegos pela PF? Eles que andam vendendo sentença? Pensa...
Isso é coisa de gêeennte feia demasss !!! parece que jogaram o feto fora e criaram a placenta !!!! Deus me livre duma agrura dessa !!!!
Oh hominho feio !!!! Cruz credo !!!!
ISSO NÃO VAI DAR EM NADA, PORQUE IRÁ COMPROMETER MUITA GENTE NO TJ.
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