O presidente do Sindicato dos Médicos de Cuiabá, Edinaldo Fonseca Lemos, não descarta a possibilidade de uma nova greve da categoria, a exemplo do que aconteceu no ano passado, quando a paralisação durou 70 dias. O motivo é o não cumprimento, por parte do prefeito Chico Galindo (PTB), do acordo firmado em novembro de 2009. A conciliação entre as partes, que foi mediada pelo Tribunal de Justiça, previa o pagamento do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, horas extras e prêmios, além da insalubridade, benefício garantido aos trabalhadores que exercerem funções que possam colocar em risco à própria saúde. Em Cuiabá, porém, está comprometido desde 2006. Apenas 50% do direito foi pago. "Nós fizemos um parcelamento desse valor em 14 vezes, mas a prefeitura, que deveria ter iniciao o pagamento em janeiro de 2010, não fez nada", reclama Edinaldo.
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