Cuiabá, 21 de Janeiro de 2017

13-12-16 09h:31

"O grande problema da corrupção é o sistema político"

Promotor de Justiça Roberto Turim, candidato à Presidência da Associação Mato-Grossense do Ministério Público, afirma que instituição está no "olho do furacão". "Chega no Congresso e vira um pacotão", diz sobre votação das 10 medidas contra corrupção.

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Comentários (2)

  • Carlos Nunes | Quarta-Feira, 14 de Dezembro de 2016, 09h02
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    Depois da delação premiada da Odebrecht a nível nacional, e do Guizardi a nível local, ficou facílimo resolver o problema da Corrupção no Brasil. Agora só não resolvem se não quiserem. Os delatares deram o mapa da mina: 1) os ralos da Corrupção são 3 - Licitações e Concorrências; Pagamentos; e doações partidárias. Afirmaram que muitas Licitações e Concorrências Públicas já são cartas marcadas; já correu propina antecipada para determinada firma ganhar a concorrência. Nos pagamentos de contas a receber, que tem a receber dos governos, se não correr propina, não recebe. E que existe duas formas de pagar a propina: ou por caixa dois mesmo, ou por doação legalizada...doa a propina. Aí seria a hora de chamar um bom detetive, tipo Sherlock Holmes, com um faro de cão perdigueiro dos bons, e pedir que descubra uma forma de neutralizar tudo isso - depende de estratégia militar. Com isso acaba 90% da Corrupção no Brasil. Licitações e Concorrência milionárias ou bilionárias teria um fiscal com carta branca e poder de polícia para intrometer em tudo; a mesma coisa para pagamentos. Quanto às doações partidárias, sendo propina disfarçada, caberia aos TRE's antes de aceitar a prestação de contas, julgar, etc, investigar nos mínimos detalhes, tintim por tintim, centavo por centavo; passar tudo numa peneira bem fina.

  • Jose Coxipó | Terça-Feira, 13 de Dezembro de 2016, 11h26
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    Sr. Promotor, acorda! O poder Judiciário é infinitamente mais corrupto que o Legislativo, pelo simples fato de serem inimputáveis.