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BRIGA

Não apertarei mão de Taques na reunião de bancada, avisa Henry

Por 15/11/2010, 07h:00 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:28

 

 


Pedro Henry mostra que a briga com o xará Pedro Taques não acabou, mesmo com o fim da campanha eleitoral

   O deputado federal Pedro Henry (PP) e o senador Pedro Taques (PDT) terão que se cruzar muitas vezes pelos corredores do Congresso Nacional, nas reuniões de bancada e no plenário durante as votações conjuntas do Senado e Câmara. Mesmo assim, nenhum dos dois está disposto a ter uma relação amigável com o outro. Muito pelo contrário. A rusga entre ambos durante o período eleitoral em Mato Grosso deixou cicatrizes incuráveis.

   Não que os dois tenham se relacionado em algum momento de suas vidas. Aliás, mal se conheciam. A expectativa, no entanto, é que passadas as eleições, pelo menos possam se entender no parlamento. Caso não tenha seu mandato definitivamente cassado, Henry deverá ocupar, a partir de 2011, mais uma vez nova cadeira na Câmara Federal. Taques, por sua vez, foi eleito para oito anos no Senado da República.

   Muito embora sejam Casas Legislativas distintas, ambas compõem o Congresso Nacional e não raro haverá reuniões conjuntas de Câmara e Senado. Fora os encaminhamentos de interesse de Mato Grosso, que devem angariar a participação dos dois num mesmo teto com muita frequência. Um exemplo são as reuniões da bancada e os eventos institucionais.

   Indagado sobre como seria sua relação com o xará, Henry demonstra irritação. "As divergências políticas e eleitorais permanecem", exclamou o deputado. Perguntado se apertaria a mão do ex-procurador na tentativa de manter uma relação amigável, o progressista garante que não. "Não é necessário apertar a mão de ninguém para trabalhar por Mato Grosso", conclui.

   Senador eleito, Taques não quis aprofundar no assunto. "Espero que ele (Henry) seja feliz", se limita a dizer.

   A briga entre Taques e Henry começou depois que a Operação Jurupari, desencadeada pela Polícia Federal, prendeu dezenas de acusados de envolvimento num esquema de extração, transporte e comércio ilegal de madeira em Mato Grosso. Foram 90 mandados de prisão e outro tanto de busca e apreensão. Entre os presos estavam parentes e assessores do deputado estadual e líder maior do PP no Estado, José Riva, entre os quais sua esposa, um irmão e um genro.

   A Operação Jurupari ocorreu em plena campanha eleitoral e foi desencadeada por determinação do juiz Julier Sebastião da Silva, amigo de Taques. Imediatamente as diversas forças políticas contrárias ao ex-procurador se mobilizaram para acusar o juiz federal de preparar a operação para favorecer o amigo em outras operações contra o crime organizado.

   A voz mais furiosa foi a de Henry, do mesmo partido e aliado de primeira hora de Riva. Ele comprou a briga e passou a confrontar diretamente Taques. Estava declarada uma guerra cujas armas foram uma sucessão de declarações na imprensa e até denúncia no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Henry era o porta-voz dos que afirmavam que a operação tinha cunho político e favoreceria o ex-procurador da República. Nada se provou e no final ambos foram eleitos e um “cessar fogo” não acordado parece ainda estar vigorando.

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Comentários (20)

  • ARISTEU | Terça-Feira, 16 de Novembro de 2010, 21h18
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    ARISTEU, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Ferando Alemnc | Segunda-Feira, 15 de Novembro de 2010, 22h32
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    Sugiro www.cadeianeles.com.br para ambos

  • francico | Segunda-Feira, 15 de Novembro de 2010, 22h14
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    s era que o famigerado ph nao tem desconfiometro? tenho certeza que pedro taques nao se esqueceu da velha fraze: quem mistura com porcos farelos comem,siga em frente senador /

APOIOS EXTERNOS

Queda-de-braço entre deputados na eleição da Ucmmat

Por 24/02/2021, 20h:07 - Atualizado: 04h atrás

bruno rios ucmmat 680

O processo eleitoral na Ucmmat, que terminou hoje com a vitória à presidência do vereador e advogado Bruno Rios (PSB), por uma diferença de 13 votos, se transformou numa queda-de-braço entre deputados estaduais e federais.

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PROJEÇÃO POLÍTICA

Investida no novo presidente da AL

Por 24/02/2021, 16h:25 - Atualizado: 08h atrás

Rdnews/arquivo

max russi 680

Agora presidente da Assembleia, Max Russi (PSB), que se identifica como "deputado social", aos 45 anos, quer chegar a postos mais importantes na vida pública.

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Comentários (1)

  • Heleno | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 19h28
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    Primeiro tem estudar, como vai ser governador sem estudo?

CONTRATO EMERGENCIAL

Governo freta avião para transportar indígenas em MT

Por 24/02/2021, 12h:59 - Atualizado: 24/02/2021, 12h:59

indios kayapo 680

Quem pensa que índios da etnia Kayapó, na região de Colíder (Nortão), não viajam de avião está enganado. Com autorização do Ministério da Saúde, um monomotor, às custas da União, está agora à disposição dos indígenas para atender casos emergenciais de saúde.

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  • Chico Bento | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 15h34
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    Enquanto isso o trabalhador que produz e paga impostos, tem de viajar durante mais de 24 horas num busão para se deslocar de sua cidade à Cuiabá atrás de um atendimento no hospital de Câncer, ortopedia, exames que só fazem na capital, etc.

INFRAESTRUTURA

Mais 2 mil km de concessão de rodovias

Por 23/02/2021, 14h:54 - Atualizado: 23/02/2021, 14h:55

Mayke Toscano

mauro mendes 680

O governo estadual já promoveu a concessão de quase mil km de rodovias e planeja entregar, até final do próximo ano, mais dois mil km à iniciativa privada.

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  • Realista mais realista que o rei | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 08h46
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    "Bão demax" isso! O estado entra com a realização da obra paga com os impostos de nos contribuintes, e depois passa para alguém lucrar horrores cobrando mais uma vez desse contribuinte tão surrupiado. Brasil acorda!

  • Caio junior | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 07h59
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    REFAZENDO COMENTARIO: MAURO PEDAGIO MENDES.

  • Caio junior | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 16h43
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    Caio junior, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

DIVERGÊNCIAS

Na bronca com o cacique do MDB

Por 23/02/2021, 13h:10 - Atualizado: 23/02/2021, 13h:10

juarez costa 680

As divergências entre líderes regionais do MDB não devem cessar tão cedo.

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CAOS

Atoleiro na 158, a rodovia da vergonha veja

Por 22/02/2021, 21h:47 - Atualizado: 22/02/2021, 21h:48

atoleiro 680

A rodovia da vergonha, especialmente um trecho de 120 km sem asfalto da 158, entre Alô Brasil e o entroncamento com a MT-322, no Norte-Araguaia-Xingu, foi destaque hoje no Jornal Nacional.

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Comentários (12)

  • Leverger | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 15h40
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    Onde há índios, nada pode ser feito. O MP, o CIMI, a FUNAI, as MISSÕES, as ONG'S, a Norueguesa e outros não deixam, não pode. Até a velhinha do watt sapp diz: Num vai não, pode não, vai asfaltar não.

  • Orlando | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 20h22
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    Nossa, como este Chirrão é idiota! E quer aparecer. Vai ver que o Carluxo para em fardos de capim para ele postar estas idiotices. Mais um pobre de direita mais perdido que minhoca no asfalto quente.

  • Kleber Ferreira Mendes | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 14h28
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    É estranho ler a reportagem e não ver que esse trecho passa dentro de uma terra indígena, e por isso não pode ser asfaltado. Infelizmente os ambientalistas, indigenistas e toda essa turminha da lacrolândia não permitirão que esse trecho seja asfaltado. E para quem não sabe, já tem projeto para contornar toda a área indígena com BR asfaltada. Só falta agora dinheiro no orçamento para tal obra.

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