Blog do Romilson Cuiabá, 06 de Julho DE 2020 Rdnews RDTV facebook twitter RSS

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BRIGA

Não apertarei mão de Taques na reunião de bancada, avisa Henry

Por 15/11/2010, 07h:00 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:28

 

 


Pedro Henry mostra que a briga com o xará Pedro Taques não acabou, mesmo com o fim da campanha eleitoral

   O deputado federal Pedro Henry (PP) e o senador Pedro Taques (PDT) terão que se cruzar muitas vezes pelos corredores do Congresso Nacional, nas reuniões de bancada e no plenário durante as votações conjuntas do Senado e Câmara. Mesmo assim, nenhum dos dois está disposto a ter uma relação amigável com o outro. Muito pelo contrário. A rusga entre ambos durante o período eleitoral em Mato Grosso deixou cicatrizes incuráveis.

   Não que os dois tenham se relacionado em algum momento de suas vidas. Aliás, mal se conheciam. A expectativa, no entanto, é que passadas as eleições, pelo menos possam se entender no parlamento. Caso não tenha seu mandato definitivamente cassado, Henry deverá ocupar, a partir de 2011, mais uma vez nova cadeira na Câmara Federal. Taques, por sua vez, foi eleito para oito anos no Senado da República.

   Muito embora sejam Casas Legislativas distintas, ambas compõem o Congresso Nacional e não raro haverá reuniões conjuntas de Câmara e Senado. Fora os encaminhamentos de interesse de Mato Grosso, que devem angariar a participação dos dois num mesmo teto com muita frequência. Um exemplo são as reuniões da bancada e os eventos institucionais.

   Indagado sobre como seria sua relação com o xará, Henry demonstra irritação. "As divergências políticas e eleitorais permanecem", exclamou o deputado. Perguntado se apertaria a mão do ex-procurador na tentativa de manter uma relação amigável, o progressista garante que não. "Não é necessário apertar a mão de ninguém para trabalhar por Mato Grosso", conclui.

   Senador eleito, Taques não quis aprofundar no assunto. "Espero que ele (Henry) seja feliz", se limita a dizer.

   A briga entre Taques e Henry começou depois que a Operação Jurupari, desencadeada pela Polícia Federal, prendeu dezenas de acusados de envolvimento num esquema de extração, transporte e comércio ilegal de madeira em Mato Grosso. Foram 90 mandados de prisão e outro tanto de busca e apreensão. Entre os presos estavam parentes e assessores do deputado estadual e líder maior do PP no Estado, José Riva, entre os quais sua esposa, um irmão e um genro.

   A Operação Jurupari ocorreu em plena campanha eleitoral e foi desencadeada por determinação do juiz Julier Sebastião da Silva, amigo de Taques. Imediatamente as diversas forças políticas contrárias ao ex-procurador se mobilizaram para acusar o juiz federal de preparar a operação para favorecer o amigo em outras operações contra o crime organizado.

   A voz mais furiosa foi a de Henry, do mesmo partido e aliado de primeira hora de Riva. Ele comprou a briga e passou a confrontar diretamente Taques. Estava declarada uma guerra cujas armas foram uma sucessão de declarações na imprensa e até denúncia no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Henry era o porta-voz dos que afirmavam que a operação tinha cunho político e favoreceria o ex-procurador da República. Nada se provou e no final ambos foram eleitos e um “cessar fogo” não acordado parece ainda estar vigorando.

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Comentários (20)

  • ARISTEU | Terça-Feira, 16 de Novembro de 2010, 21h18
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    ARISTEU, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Ferando Alemnc | Segunda-Feira, 15 de Novembro de 2010, 22h32
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    Sugiro www.cadeianeles.com.br para ambos

  • francico | Segunda-Feira, 15 de Novembro de 2010, 22h14
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    s era que o famigerado ph nao tem desconfiometro? tenho certeza que pedro taques nao se esqueceu da velha fraze: quem mistura com porcos farelos comem,siga em frente senador /

PREOCUPAÇÃO

Com Covid-19, deputado se transfere para isolamento em Sorriso

Por 05/07/2020, 21h:53 - Atualizado: 05h atrás

faissal 680

Uma semana após anunciar que está com Covid-19, Faissal Calil (PV) decidiu se transferir provisoriamente de Cuiabá para o hospital 13 de Maio, em Sorriso, uma forma de se separar e evitar contágio do vírus aos pais, que são idosos.

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PT CUIABANO

De oposição a todos prefeitos ao isolamento político e social

Por 05/07/2020, 18h:43 - Atualizado: 09h atrás

pt 680

O PT, que no campo municipal foi oposição a todos os prefeitos, hoje está literalmente calado. Acéfalo, perdeu força, discurso, quadros, representatividade em cargos eletivos e adotou o isolamento político e social.

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Comentários (1)

  • Edmilson | Domingo, 05 de Julho de 2020, 22h14
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    Edmilson, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

EFEITO-PANDEMIA

O drama das academias em Cuiabá sem perspectivas de reabertura

Por 05/07/2020, 12h:17 - Atualizado: 05/07/2020, 12h:24

Romilson Dourado

smart fit 680

Assim como outras atividades econômicas, as mais de 100 academias em Cuiabá, fechadas desde 19 de março por causa da pandemia, não vão poder reabrir tão cedo.

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Comentários (2)

  • tonhaobocadura | Domingo, 05 de Julho de 2020, 14h54
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    As academias inteligentes mudaram o conceito e fizeram chegar todos os públicos, antes tudo era elitizado. Mais mesmo com a pandemia com índices elevados , um outro segmento animal abrirá 2 unidades a capital que prometem mudar também esse conceito

  • Emerson Nunes de Oliveira | Domingo, 05 de Julho de 2020, 13h47
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    Entreviste academias menores a realidade não é essa da reportagem

AULAS ONLINE

O pulo do gato do Farina em tempos de pandemia

Por 04/07/2020, 20h:21 - Atualizado: 04/07/2020, 20h:25

farina 680

O empresário e professor de Física, Sidney Farina, aproveitou a crise sanitária e econômica na esteira da Covid-19 para lançar o pulo do gato da Escola do Farina, tradicional instituição privada de ensino em Cuiabá com duas décadas no mercado.

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COMPOSIÇÃO POLÍTICA

2 sexagenários da política vão se unir na corrida a prefeito de Sinop

Por 04/07/2020, 10h:47 - Atualizado: 04/07/2020, 10h:54

jorge yanai 680

A disputa pela Prefeitura de Sinop deve unir dois veteranos da política mato-grossense, o ex-deputado federal Roberto Dorner (Republicanos) e o suplente de senador Jorge Yanai (Podemos).

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Comentários (4)

  • Dionasbrasil@hotmail.com | Domingo, 05 de Julho de 2020, 05h31
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    É notório que o objetivo dessa matéria é menosprezar os pré candidato por questões de idade. Senhor Ronilson qual é o limite de idade para uma ótima gestão no seu ponto de vista ?

  • João Carlos Vicente Ferreira | Sábado, 04 de Julho de 2020, 18h42
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    Porque a depreciação? Não os conheço, não são meus amigos, nas acho errado querer tirar sarro de outrem. Expondo-os. Sexagenário é vivência, experiência de vida que pode ser útil à sociedade. Todos envelhecem, lembrem -se disso.

  • Davi | Sábado, 04 de Julho de 2020, 13h06
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    Quem colocar com o DEM do Mauro Mendes perdeu o meu voto.

SAÚDE PÚBLICA

2 empresas vão tocar UTIs de hospitais regionais por R$ 31 mi

Por 04/07/2020, 09h:56 - Atualizado: 04/07/2020, 10h:01

gilberto figueiredo 680

Após pregão eletrônico, feito em abril, a secretaria estadual de Saúde, sob Gilberto Figueiredo, contratou nesta semana duas empresas para tocar, por R$ 31,1 milhões, as UTIs de quatro hospitais regionais.

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Comentários (2)

  • Jovem da baixada | Sábado, 04 de Julho de 2020, 14h22
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    Trabalho no Metropolitano e posso afirmar, com toda a segurança que a terceirizada que está atendendo no hospital tem mais baixas por covid que o próprio hospital, na guerra contra a pandemia, apenas os magnatas da saúde saem ganhando.

  • Amaral antunes | Sábado, 04 de Julho de 2020, 11h15
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    É treta. Empresa particular nesses locais é profissional sem qualificacao em intensivo, equipe reduzida, medicamentos de 5 categoria(o mais barato e com menos eficacia). Esses mandatarios nao visam a cura, visam lucro. Ate o secretario sabe disso, o historico desses hospitais e/ou setores terceirizados sao escandalosose nao sei porque insiste nisso.

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