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Senado

Sob desgaste, Serys não recua da reeleição

04/01/2010, 07h:37 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

 Fernando Ordakowski 
  
Serys Marly enfrenta embate no PT com Abicalil para garantir direito à recandidatura, mesmo atrás nas pesquisas


   A senadora Serys Marly (PT) chega aos 65 anos, a serem completados no próximo 4 de abril, determinada a enfrentar nas urnas de outubro deste ano um desafio político tão difícil quanto o que resultou na sua eleição para senadora, em 2002. Ela insiste na tese da reeleição, mas há dois complicadores no seu caminho. Primeiro, figura entre as "lanternas" nas pesquisas de intenção de voto, ou seja, hoje não teria a mínima chance de reconquistar o mandato. Ela costuma contrapor essa tese ao lembrar que em 2002 não era lembrada pelos institutos como favorita e conseguiu garantir a segunda vaga ao Senado. Segundo, no embate interno por uma das duas cadeiras no Congresso Nacional, Serys perde para o colega, deputado federal Carlos Abicalil, presidente estadual do PT.

    Como não abre mão da recandidatura, a tendência é que os petistas tenham que decidir nas prévias quem lançará para o Senado, se Abicalil ou se Serys novamente. A senadora se encantou com Brasília, onde detém poder e bom trânsito nos Ministérios e junto ao Palácio do Planalto. Por outro lado, acabou se distanciando das bases. Não consegue levar mais a rotina de quando era deputada estadual. Mudou também a postura política. Foi-se aquela Serys combativa. Na pele de deputada, ela liderava as massas junto com os sem-terra na luta pela reforma agrária, com bancários e servidores grevistas, enfim, com as minorias. Da tribuna na Assembléia Legislativa, Serys denunciava o governo do Estado. Fez oposição dura aos governos Jayme Campos (91/94) e Dante de Oliveira (1995/2002) e também no primeiro mandato da gestão Blairo Maggi (2003/2006). Costumava apresentar dossiê, cobrava reivindicações da classe operária e partia para o ataque a qualquer crítica que recebesse.

   Primeira mulher a ser eleita senadora por Mato Grosso, em 2002, quando obteve 574.563 votos, Serys está mais presente na burguesia, expressão muito utilizada nos movimentos de esquerda quando se referem aos abastados. Foi derrotada ao governo do Estado em 2006 e agora só pensa em esticar o mandato de senadora. Daqui a 10 meses os eleitores vão dizer "sim" ou "não" ao pleito de Serys, mas, claro, se ela conseguir consolidar seu projeto político, "patrolando" Abicalil.

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Comentários (17)

  • Joao Paulo Pedroso | Quarta-Feira, 13 de Janeiro de 2010, 21h51
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    A Senadora Serys foi uma das maiores decepcoes do povo de Mato Grosso! Nao eh concebivel suas atitudes em defesa de CALHEIROS E SARNEY. Ser derrotada em seu proprio ninho e um castigo muito pequeno. Fora traira......

  • epaminondas | Quarta-Feira, 06 de Janeiro de 2010, 13h17
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    A participação dessa Senadora em Brasilia foi pífia. Tentou defender o indefensável e se lambuzou.

  • epaminondas | Quarta-Feira, 06 de Janeiro de 2010, 13h14
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    0

    Essa Senadora nada contribuiu para Mato Grosso. Tá passando da hora de se aposentar.

PROJEÇÃO POLÍTICA

Investida no novo presidente da AL

Por 24/02/2021, 16h:25 - Atualizado: 5min atrás

Rdnews/arquivo

max russi 680

Agora presidente da Assembleia, Max Russi (PSB), que se identifica como "deputado social", aos 45 anos, quer chegar a postos mais importantes na vida pública.

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CONTRATO EMERGENCIAL

Governo freta avião para transportar indígenas em MT

Por 24/02/2021, 12h:59 - Atualizado: 03h atrás

indios kayapo 680

Quem pensa que índios da etnia Kayapó, na região de Colíder (Nortão), não viajam de avião está enganado. Com autorização do Ministério da Saúde, um monomotor, às custas da União, está agora à disposição dos indígenas para atender casos emergenciais de saúde.

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Comentários (1)

  • Chico Bento | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 15h34
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    Enquanto isso o trabalhador que produz e paga impostos, tem de viajar durante mais de 24 horas num busão para se deslocar de sua cidade à Cuiabá atrás de um atendimento no hospital de Câncer, ortopedia, exames que só fazem na capital, etc.

INFRAESTRUTURA

Mais 2 mil km de concessão de rodovias

Por 23/02/2021, 14h:54 - Atualizado: 23/02/2021, 14h:55

Mayke Toscano

mauro mendes 680

O governo estadual já promoveu a concessão de quase mil km de rodovias e planeja entregar, até final do próximo ano, mais dois mil km à iniciativa privada.

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Comentários (5)

  • Realista mais realista que o rei | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 08h46
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    "Bão demax" isso! O estado entra com a realização da obra paga com os impostos de nos contribuintes, e depois passa para alguém lucrar horrores cobrando mais uma vez desse contribuinte tão surrupiado. Brasil acorda!

  • Caio junior | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 07h59
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    REFAZENDO COMENTARIO: MAURO PEDAGIO MENDES.

  • Caio junior | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 16h43
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    Caio junior, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

DIVERGÊNCIAS

Na bronca com o cacique do MDB

Por 23/02/2021, 13h:10 - Atualizado: 23/02/2021, 13h:10

juarez costa 680

As divergências entre líderes regionais do MDB não devem cessar tão cedo.

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CAOS

Atoleiro na 158, a rodovia da vergonha veja

Por 22/02/2021, 21h:47 - Atualizado: 22/02/2021, 21h:48

atoleiro 680

A rodovia da vergonha, especialmente um trecho de 120 km sem asfalto da 158, entre Alô Brasil e o entroncamento com a MT-322, no Norte-Araguaia-Xingu, foi destaque hoje no Jornal Nacional.

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Comentários (12)

  • Leverger | Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2021, 15h40
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    Onde há índios, nada pode ser feito. O MP, o CIMI, a FUNAI, as MISSÕES, as ONG'S, a Norueguesa e outros não deixam, não pode. Até a velhinha do watt sapp diz: Num vai não, pode não, vai asfaltar não.

  • Orlando | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 20h22
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    Nossa, como este Chirrão é idiota! E quer aparecer. Vai ver que o Carluxo para em fardos de capim para ele postar estas idiotices. Mais um pobre de direita mais perdido que minhoca no asfalto quente.

  • Kleber Ferreira Mendes | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 14h28
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    É estranho ler a reportagem e não ver que esse trecho passa dentro de uma terra indígena, e por isso não pode ser asfaltado. Infelizmente os ambientalistas, indigenistas e toda essa turminha da lacrolândia não permitirão que esse trecho seja asfaltado. E para quem não sabe, já tem projeto para contornar toda a área indígena com BR asfaltada. Só falta agora dinheiro no orçamento para tal obra.

NOVA MESA DA AL

Na presidência com as bênçãos do Paiaguás

Por 22/02/2021, 21h:03 - Atualizado: 22/02/2021, 21h:07

max russi 680

A definição por Max Russi como próximo presidente da Assembleia, cuja eleição já acontece nesta terça, recebeu de imediato a chancela do Palácio Paiaguás.

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Comentários (6)

  • Elifas jose ribeiro | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 11h44
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    ESSE MESSIAS DEVE SER UM RIVA-BOY OU ENTÃO É DO CURRAL LA EM JUARA

  • Gutemberg Abreu | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 08h39
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    E a eleição da AMM? até quando vão deixar o Neurilan lá?

  • Zeca | Terça-Feira, 23 de Fevereiro de 2021, 08h05
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    Messias, Janaína cometeu tanto erro, que jamais será reeleita deputada. Ninguém mais acredita nela. Nem servidor, nem empresário, nem profissional liberal, nem ninguém mais. ela conseguiu decepcionar todas as pessoas de classes sociais e econômicas que lhe apoiava.

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