Blog do Romilson

| 08/10/2014, 18h:06 - Atualizado: 08/10/2014, 18h:32

Cidade-modelo de MT, Lucas do Rio Verde vai ter a maior ciclovia do país com 68 km


ciclovia lucas do rio verde

Trechos do perímetro urbano da ciclovia já sinalizados e prontos à inauguração em Lucas do Rio Verde

Lucas do Rio Verde, cravada no médio-norte mato-grossense como uma das 20 cidades brasileiras mais desenvolvidas, terá 68 km de ciclovias, sendo 59 km no perímetro urbano e 9 km paralelo a uma estrada vicinal. Nesta quarta, o prefeito e empresário Otaviano Pivetta, que administra o município pela terceira vez, fez inspeção nas obras. O trecho para acesso à zona rural está em fase de conclusão. O percurso urbano está pronto. A pista possui 3,5 metros de largura e está toda sinalizada.

Entusiasta e com visão empreendedora, Pivetta destaca que Lucas, com menos de 80 mil habitantes, passará a ter a maior ciclovia do país, superando inclusive a de Brasília. Enfatiza o orgulho de, com poucos recursos - os investimentos não chegam a R$ 1 milhão -, transformar o seu município, que já é referência em outros setores, também num modelo para ciclista e pedestre. O projeto da ciclovia, que é econômica, saudável e sem gerar emissões de gases na atmosfera, com uso da bicicleta para mobilidade urbana, não tem contraindicação. Começou a ser desenvolvido há quase dois anos, assim que Pivetta reassumiu a cadeira de prefeito.

ciclovia lucas do rio verde zona rural

Paralelo a uma rodovia de acesso à zona rural de Lucas também estão sendo feitos 9 km de ciclovia

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Comentários (22)

  • Débora | Quarta-Feira, 11 de Maio de 2016, 15h43
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    SP tem a ciclovia mais cara do Brasi: mais de 60 mil reais/km. Estão em péssimas condições, mal sinalizadas e mal adequadas. Não foi iniciativa para favorecer a mobilidade urbana e sim desculpa pra roubar dinheiro

  • Filipe | Segunda-Feira, 09 de Maio de 2016, 09h55
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    Parabéns a Lucas, mas tá longe de ter a maior ciclovia do país, só Rio e São Paulo tem cada uma mais de 400km em ciclovias.

  • Maria | Segunda-Feira, 09 de Maio de 2016, 09h19
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    Parabéns. Pena que mas mesmas os pedestres não São respeitados, correndo riscos. Eu mesma já fui atropelada na faixa certa.

  • rosangela | Quarta-Feira, 27 de Abril de 2016, 23h46
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    1 milhão?....e a do Rio de Janeiro custou 40 e nao chega aos pés dessa....eita roubalheira la no Rio

  • OTONIEL | Quarta-Feira, 27 de Abril de 2016, 10h30
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    É FÁCIL FAZER AS CICLOVIAS.... ,MAS LEMBRO AQUI O QUE ACONTECEU COM O RIO DE JANEIRO A POUCOS DIAS... EXISTEM REGRAS E LEIS A SEREM SEGUIDAS, E NESSE PONTO LUCAS DO RIO VERDE É UM PÉSSIMO EXEMPLO.... NENHUMA, REPITO, NENHUMA CICLOVIA DO PERÍMETRO URBANO SEGUE AS NORMAS DO CONATRAM E NEM AS PRÓPRIAS LEIS E DIRETRIZES ESTABELECIDAS NO PLANO DIRETOS DO PRÓPRIO MUNICÍPIO... AS LEIS EXISTEM PARA SEREM CUMPRIDAS!!! LUCAS É UM GRANDE EXEMPLO PARA O BRASIL, MAS DEVE RESPEITAR ESSE "PEQUENOS DETALHES", OS CRUZAMENTOS DEVEM SER SINALIZADOS, ASSIM COMO AS CICLOFAIXAS DEVEM FORNECER SEGURANÇA TANTO PARA OS CICLISTAS COMO PARA OS VEÍCULOS, E ISSO EM LUCAS NÃO EXISTE... AI QUANDO ACONTECE UMA TRAGÉDIA COMO A DO RIO DE JANEIRO AS PESSOAS VÃO COMEÇAR A SE QUESTIONAR SOBRE ESSAS LEIS QUE NÃO FORAM CUMPRIDAS, OU DEVO DIZER "PEQUENOS DETALHES" QUE FORAM PLANEJADOS PARA SALVAR VIDAS E NÃO APENAS PARA ATRAPALHAR O DESENVOLVIMENTO DO MUNICÍPIO...

  • eliane | Sábado, 23 de Abril de 2016, 10h03
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    Adoro este projeto sempre que posso vou andar de bicicleta pelos inúmeros locais existentes, no entanto, é necessário a revitalização de alguns lugares como a ciclovia da avenida Mato Grosso que está desgastada devido a utilização frequente pela população. No mais é exemplo para todo o Brasil. Amo este lugar.

  • José Adavancy de Lima | Segunda-Feira, 19 de Janeiro de 2015, 09h19
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    Sou fã n° 1 da cidade de lucas do rio verde, não conheço pessoalmente, e sim a través de fotos mas é linda e se Deus quiser logo logo estarei trabalhando aí, como operador de empilhadeira ou motorista.

  • solange batista | Domingo, 18 de Janeiro de 2015, 19h42
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    Hoje moro em Goiás, mas morei em Lucas Do Rio Verde de 1989 até 2009...a cidade é maravilhosa toda a infraestrutura é maravilhosa . A BR 163 é razoável a mesma coisa de todas as rodovias que não são duplicadas.

  • Bernardo Otto | Domingo, 02 de Novembro de 2014, 19h16
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    Ao Jonas! Se no seu município os recursos mal dão para a folha de pagamento é simples, diminuam a folha.

  • Bernardo Otto | Sexta-Feira, 10 de Outubro de 2014, 04h47
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    Ao Jonas! Se no seu município os recursos mal dão para a folha de pagamento é simples, diminuam a folha.

| 17/12/2018, 00h:02 - Atualizado: 16/12/2018, 19h:51

Esportes e saúde


sandra alves articulista perfil

Sandra Alves

O despertador anuncia os desafios do domingo, acordar, levantar, fazer café, reunir a tralha, partir. Mato Grosso tem o diferencial de oferecer uma série de passeios ecológicos aptos à reduzir o ritmo acelerado do cotidiano da cidade.

Os deslocamentos são curtos, mas suficientes para iniciar o bate papo. As melhores recordações são desses momentos, os tempos de loucura com carros pouco recomendáveis ao trajeto, a despreocupação com os alimentos e o prazer de comer e beber com fome.

Pode ser trilha em cachoeira, rapel, caiaque, SUP (stand up), mergulho, snorkel, cavalgada, bicicleta, corrida, nada de cimento, o importante é o contato com a natureza. Brisa e vento batendo no rosto, observar a vida.

Inevitável a presença daquele "criado por vó", não muito dado ao desapego do conforto diário, roupa limpinha, comida quentinha. Sabe-se lá porque mete-se a aventura que contraria totalmente essas regras. Não tem jeito, os adaptados ao rústico ajudarão, após dar boas risadas.

Minutos de silêncio e sintonia com a natureza. Certamente um desafio, o silêncio

Sandra Alves

Rir, trocar ideias, informações e dicas preciosas que só em grupos formados a partir de um ponto comum de afinidade. O interessante é que as uniões fluem naturalmente, os namoros antigos, as festas, a característica pouco condescendente da esposa com o futebol e a cerveja de quarta-feira são os temas que soldam as relações.

Minutos de silêncio e sintonia com a natureza. Certamente um desafio, o silêncio. Um amigo recusou-se a mergulhar inicialmente, argumentava o enorme perigo em permanecer só unicamente com seus pensamentos. De fato, abandonar o turbilhão de jogos, músicas e vídeos barulhentos para uma vivência consigo mesmo pode ser assustador.

Vale a pena a experiência, arrisque-se. Chapada do Guimarães, Nobres, Primavera do Leste, Jaciara, entre outras, oferecem diversos tipos de atividades especialmente para o final de ano e ano novo. Relacionamentos humanos e vivência com a natureza, vida em plenitude!

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandra_cristina_alves@hotmail.com)

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ALIADOS DE BOLSONARO | 16/12/2018, 08h:28 - Atualizado: 16/12/2018, 08h:29

Apressados estão comendo cru, afirma Medeiros sobre nomeações para cargos no governo federal


Assessoria

Medeiros Bolsonaro

Federal eleito José Medeiros acompanha resultado da eleição do 2º turno ao lado do presidente Jair Bolsonaro

O senador José Medeiros (Podemos), eleito deputado federal como segundo mais votado, afirma que a equipe do presidente da República eleito Jair Bolsonaro (PSL) ainda não começou a tratar sobre o preenchimento dos cargos comissionados em órgão públicos federais nos estados, o que inclui Mato Grosso.

Segundo Medeiros, o futuro chefe da Casa Civil da Presidência da República Ônix Lorenzoni (DEM-RS) tem sinalizado que as tratativas iniciarão somente em fevereiro. Isso porque pretende aguardar a posse no Congresso Nacional e a consolidação da base aliada de Bolsonaro para iniciar as  nomeações.

“Os apressados estão comendo cru. Já tem gente enviando currículos, mas o ministro Ônix não está tratando deste assunto. Primeiro, vai esperar a posse dos novos deputados federais e senadores. Não há pressa em fazer nomeações”, declarou Medeiros ao .

Existem 32 órgãos federais com representação em Mato Grosso, sendo que a maior parte tem cargos comissionados para indicação do governo federal. A lista incluiu ministérios, Ibama, Dnit, Funasa, Incra e INSS.  

Cargo confirmado

O deputado federal Victório Galli (PSL), que não foi reeleito e encerra o mandato na Câmara dos Deputados em 1º de fevereiro de 2019, se prepara para assumir cargo na Casa Civil da Presidência da República a partir da posse de Bolsonaro.

Juntamente com Leonardo Quintão (MDB-MG) e Ronaldo Nogueira (PTB-RS), que também não conseguiram renovar o mandato, será responsável pela interlocução do Palácio do Planalto com o Congresso Nacional, sob a coordenação do próprio Ônix. Paralelo ao exercício do cargo em Brasília,   já anunciou que pretende concorrer a prefeito de Cuiabá em 2020.

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| 16/12/2018, 00h:08 - Atualizado: 16/12/2018, 07h:40

Conhecimento e pratica andam juntos!


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Jackelyne Pontes

Penso que não há prática sem conhecimento, e não há conhecimento sem prática. Ambos necessitam ter uma íntima relação para que o sucesso profissional se estabeleça. As atividades de produção científica deverão ser a base de sua atividade prática, e esta é a oportunidade para que o conhecimento adquirido seja aplicado.

O desenvolvimento do conhecimento humano se dá quando este é aplicado em uma atividade de produção. Um dos maiores desafios que um professor se depara é fazer com que seus alunos transformem seus conhecimentos em prática, sendo assim acho pertinente fazer um paralelo entre conceitos adquiridos e fenômenos comuns. Em sala de aula procuramos sempre contextualizar o conteúdo com o conhecimento já adquirido pelo aluno, mas para que tenhamos sucesso na empreitada é necessário que estes mantenham a mente aberta a novos conhecimentos e estratégias, fazer conexões e principalmente não achar que os seus anos de prática sejam suficientes para um resultado positivo no final do período letivo, e ter humildade para reconhecer que ninguém sabe absolutamente “tudo de tudo”, e que sempre há algo novo a acrescentar ao nosso rol de competências e conhecimentos.

É interessante que o estudante cultive a curiosidade, a proatividade e a criatividade

Jackelyne Pontes

É interessante que o estudante cultive a curiosidade, a proatividade e a criatividade, aproveitando assim ao máximo as oportunidades e recursos oferecidos pelo curso escolhido. Colocar em prática o conhecimento técnico é primordial. O combustível que move o mercado de trabalho atual é o conhecimento, mas este engavetado ou emoldurado e pendurado na parede não tem relevância. É necessário saber fazer e fazer bem, e muitos de nós ainda estamos no meio do caminho desse processo, patinando na soberba de acharmos que o que sabemos é suficiente para a prática profissional e o que nos interessa é meramente oficializar a prática autodidata.

O nosso desafio diário é traduzir o conhecimento no “fazer”, é ordenar as práticas e vivências adquiridas, é guiar a habilidade motora pelos caminhos científicos, é buscar sempre estar sensível e perceber o quanto é importante focar-nos no aluno, deixarmos que este interaja com o meio, com os colegas, com os professores, e este comportamento gerará inevitáveis descobertas.

E para finalizar admitimos que a gestão do conhecimento é uma prática para o êxito profissional.  A oferta de mão-de-obra empírica é ilegal, o conhecimento teórico é necessário e valioso, assim como a formação técnico-científica, humanística e ética e gera profissionais com conhecimentos, habilidades e competências que permitam decidir e atuar com segurança e propriedade no exercício do seu ofício.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva pela UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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NOVA LEGISLATURA | 15/12/2018, 09h:46 - Atualizado: 16/12/2018, 08h:32

Jayme aguarda orientação do DEM sobre apoio a Jair Bolsonaro e vê acerto em escolha de ministros


Gilberto Leite

Jayme Campos

Jayme Campos discursa em evento político durante a eleição deste ano; democrata avalia escolhas de Bolsonaro

O senador eleito Jayme Campos (DEM) aguarda definição da direção nacional do DEM sobre a participação na base aliada do presidente da República diplomado Jair Bolsonaro (PSL).   Ocorre que o deputado federal Ônix Lorenzoni (DEM-RS), correligionário de Jayme, é o principal articulador político de Bolsonaro. O democrata foi anunciado como futuro ministro da Casa Civil da Presidência da República.

“Em princípio, o  DEM vai participar da base aliada do presidente Jair Bolsonaro. Temos confraternização em Brasília e certamente serão discutidos assuntos inerentes a nossa relação com o governo federal e os encaminhamentos a partir da posse dos deputados federais e senadores”, declarou Jayme ao .

Neste sentido, Jayme aguarda orientação do presidente nacional do DEM, prefeito de Salvador ACM Neto, que adiou o debate sobre o assunto para janeiro. Entretanto, não descarta manter a independência perante Bolsonaro.

É normal que o governo tenha suas dificuldades já que assume em 1º de janeiro um país em crise

Jayme Campos

“Tudo indica que seremos base aliada, mas ainda não tive uma conversa definitiva com o presidente do partido,   ACM Neto. Isso depende do entendimento. A princípio ficamos na base, mas também podemos ser independentes. Claro que tudo que é bom para o Brasil terá o apoio do DEM”, completou o senador eleito.

Jayme também considera que Bolsonaro acerta ao escolher ministros conservadores e de direita, alinhados ao seu pensamento. Ainda assim, acredita que o governo precisará fazer correções de rumos como ocorre na democracia.

“O presidente Bolsonaro está num bom caminho, escolhendo pessoas competentes para cargos estratégicos. Lá na frente, imagino que precisará fazer correções de rota, alguns freios de arrumação, o que é normal no processo democrático. É normal que o governo tenha suas dificuldades já que assume em 1º de janeiro um país em crise”, concluiu.

O democrata foi o segundo colocado na disputa para o Senado com 490.699 votos. Em 1º de fevereiro, Jayme assume seu segundo mandato não consecutivo como senador.

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Comentários (3)

  • Henrique Dias | Domingo, 16 de Dezembro de 2018, 18h52
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    Não acredito que o Jaime Campos, no Senado vai ser independente, isso é firula, pois o seu guru Julio Campos, apoiou o Bolsonaro desde o 1° turno, vestiu camiza,fez declaração no face pedindo apoio pro 17, com essa declaração deve estar querendo emplacar algum aliado do DEM de MT em cargos de Brasil, ou aqui no Estado. Sempre que os Campos, são de centro-direita e todos apoiaram o Jair Bolsonaro. Fala outra...Jaime

  • Shirley | Domingo, 16 de Dezembro de 2018, 09h29
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    Concordo plenamente com o ponto de vista do LUIZ POVOAS, pois o DEM partido do Jaime e Julio Campos, é o mais previlegiado pelo Governo Bolsonaro, já emplacou vários Ministros, Diretor de Orgãos Indiretos, vai emplacar a Presidencia da Camara com o Deputado Rodrigo Maia, e talvez a do Senado com o Senador Davi Alcolumbre,do Amapá, e ainda não sabe se vai fazer parte do Governo. Assim não dá, pois outros partidos estão com inveja do DEM...

  • Luiz Povoas | Sábado, 15 de Dezembro de 2018, 16h34
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    Cara, oque mais que o Jaime Campos e DEM quer do Presidente Bolsonaro, já emplacaram 3 Ministros (Onyx Lorenzoni,na Casa Civil, Tereza Cristina,na Agricultura, Henrique Mandeta ,na Saúde, e o parente dele Roberto Campos Neto, no Banco Central), e ainda não sabe se vai fazer parte da Bancada Governista ? Ora bolas...essa turma do DEM é super-gulosa,pare com isso....

| 15/12/2018, 09h:01 - Atualizado: 15/12/2018, 09h:06

Não arrisque sua vida para ter bumbum bonito


benedito figueiredo cirurgiao

Benedito Figueiredo

Apesar de a cirurgia plástica estar mais acessível, muitas mulheres que têm o sonho de ter um bumbum bonito recorrem ao preenchimento com substâncias não aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e de uso duvidoso ou proibido para preenchimento como o silicone industrial e ainda o PMMA ( polimetil metacrilato e alguns hidrogels que não são recomendados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica por oferecer riscos a saúde do paciente. Mesmo assim, algumas mulheres arriscam a própria vida aplicando esses produtos, as vezes em sua própria casa.

O silicone industrial que tem como finalidade a limpeza de carros e peças de avião, impermeabilização de azulejos e a lustração de painéis começou a ser usado para ‘fins estéticos’ na década de 70, principalmente por travestis, que buscavam formas corporais mais femininas. Então mulheres e homens aderiram a ‘moda’, que é clandestina e pode causar siliconoma, uma espécie de tumor causado pela reação do corpo a aplicação do produto que pode levar a necrose dos tecidos, embolia, reações alérgicas, dificuldades para andar, deformidades e morte por infecção generalizada.

Em alguns casos é possível retirar a substância com lipoaspiração, mas em outros é necessário remover partes do tecido

Geralmente quem aplica não tem conhecimento técnico, as chamadas ‘bombadeiras’ ou se identificam como ‘esteticistas’ ou ainda ‘massoterapeutas’, utilizam materiais de origem duvidosa e em locais sem a menor estrutura o que aumenta o risco de contaminação visto que os produtos não são estéreis e podem ainda entrar na corrente sanguínea provocando a morte por septicemia (infecção).

Em alguns casos é possível retirar a substância com lipoaspiração, mas em outros é necessário remover partes do tecido, já que o produto químico se espalha pelo corpo e adere à região muscular. A cirurgia radical pode deixar o corpo ainda mais defeituoso, mas às vezes é a única alternativa.

Portanto, vale o alerta: o baixo custo monetário não compensa os riscos e os danos causados à saúde. Pense nisso!

Se você realmente tem vontade de aumentar seu bumbum, procure um cirurgião plástico que ele vai te orientar sobre qual o melhor método a que você deve se submeter se seria uma prótese ou enxerto de gordura, mas o principal que seja um profissional habilitado, assim os riscos de algo dar errado diminuem substancialmente.

Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. E-mail: drbeneplastica@gmail.com

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| 15/12/2018, 07h:28 - Atualizado: 15/12/2018, 07h:44

O que é "Chopp" e qual a diferença para a cerveja?


vinicius Masutti colunista lateral fixo

Vinícius Masutti

Hoje vamos tirar de uma vez por todas essa dúvida que ronda as mesas de bar há muito tempo. O que afinal é Chopp e qual é a diferença dele para a cerveja na garrafa ou lata?

É quase uma unanimidade, que o Chopp é melhor que a cerveja, você já deve ter ouvido isso ou até falado muitas vezes. Mas a verdade é que o líquido que você bebe como Chopp é o mesmo que bebe na garrafa. Eu sei, parecem diferentes e você deve estar duvidando de mim, mas vamos lá descobrir o motivo do mito.

Pra começar, a palavra “Chopp” só existe no Brasil porque ela é uma má interpretação de uma palavra alemã e tem origem há séculos, nas primeiras cervejarias brasileiras. Os alemães que vinham ao Brasil para nos ensinar a fazer cerveja, costumavam pedir uma dose da cerveja, depois da produção, usando a expressão “Ein shoppen bitte!”, que seria algo como “Um caneco, por favor”. Isso porque a palavra “Shoppen” é uma unidade de medida, correspondente á cerca de 500ml, é inclusive uma palavra que nem se usa mais no alemão.

Acontece que para os brasileiro que não entendiam nada de alemão, ficou a relação direta entre a sonora palavra “schoppen” e a cerveja tirada dos barris ou tanques de fermentação. A partir de então, toda e qualquer cerveja fresca ou não pasteurizada servida no barril foi chamada de “Chopp”, e isso entrou inclusive para a legislação. Antes de continuar, um adendo. A pasteurização é feita para eliminar qualquer microorganismo indesejável da bebida, e estende a vida útil dela. Para ficar bem claro, cerveja pasteurizada seria como o leite de caixinha e cerveja não pasteurizada como o leite de saquinho, que tem vida curta e precisa ser mantido refrigerado, o mesmo vale para o barril de chopp não pasteurizado.

A diferença do chopp para a cerveja na garrafa ou lata, é justamente o envase, ou seja, o líquido é o mesmo

Vinícius Masutti

Bom, continuando na história do Chopp, por muito tempo a palavra foi sinônimo de cerveja não pasteurizada servida na pressão e é por isso que temos a impressão de que é melhor, porque geralmente é mais fresca e porque o serviço do Chopp acontece por uma injeção extra de co², que contribui para uma espuma mais cremosa. Mas, respondendo à questão inicial, a diferença do chopp para a cerveja na garrafa ou lata, é justamente o envase, ou seja, o líquido é o mesmo, o que os diferencia é o recipiente onde estão envasados, no caso do chopp, um barril.

Hoje, muitos Choppes já vem pasteurizados de fábrica, principalmente quando a fábrica é distante de onde será feito o serviço e por outro lado há cervejarias que não pasteurizam suas garrafas. Quando falamos sobre o mito da água, eu contei pra você que a diferença que fazia uma mesma cerveja parecer melhor em uma região do que em outra, era a proximidade da fábrica, lembra? Se não leu, clique aqui. Isso vale para o Chopp. Portanto, Chopp é a mesma cerveja da garrafa, só que envasada em barril e servida na pressão. Mas haverá sim uma pequena diferença sensorial, quando o Chopp for de uma fábrica próxima, porque nesse caso provavelmente não será pasteurizado e portanto terá mais frescor. Ficou claro? Qualquer dúvida, avise. Agora, escolha um bom chopp e divirta-se. Saúde!

Vinícius H. Masutti é sommelier especializado em cervejas, formado pela Universidade Positivo e Barista pelo Senac-PR e escreve exclusivamente neste espaço todo sábado. É responsável pelo treinamento e pela carta de cervejas de mais de 40 estabelecimentos pelo país, presta consultoria para bares, empórios e restaurantes, promove cursos e treinamentos sobre a bebida. Nasceu no Paraná e fincou raízes em Cuiabá. E-mail: viniciusmasutti@gmail.com

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MANDATO NO CONGRESSO | 14/12/2018, 10h:10 - Atualizado: 14/12/2018, 10h:20

Único reeleito, Bezerra lidera faltas nas reuniões de comissões; Galli é o mais assíduo dos 8 de MT


Gilberto Leite

Carlos Bezerra

Carlos Bezerra, reeleito, apresente alto número de ausências nas reuniões das comissões que participa na Câmara

Único deputado federal reeleito, Carlos Bezerra (MDB) também foi o mais faltoso nas reuniões das comissões permanentes  e especiais que participa, incluindo a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), considerada a mais importante por avaliar a constitucionalidade das matérias em tramitação, nos quatro anos da atual legislatura. O emedebista participou de 135 audiências, o que representa 40,13% do total. O levantamento está no site da Câmara dos Deputados.  

Já o deputado estadual Victório Galli (PSL), que não conseguiu renovar o mandato para os próximos quatro anos, é o mais assíduo nas comissões.  Membro titular da Comissão Permanente de Educação, o parlamentar compareceu em 1623 audiências, totalizando 97,88% de presenças. 

O segundo mais assíduo é Valtenir Pereira (MDB), que também não se reelegeu. O emedebista, membro da Comissão Permanente de Fiscalização Financeira e Controle, registrou 1134 presenças, que representam 95%.  

Na terceira colocação está o deputado federal Adilton Sachetti (PRB), que disputou o Senado e acabou derrotado. Titular nas comissões permanentes de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, participou de 514 audiências, que são 81,25% do total.  

O deputado federal Ságuas Moraes (PT), que não concorreu à reeleição neste ano e deixou a vida pública, é o quarto colocado no quesito assiduidade em comissões. O petista, que é membro da Comissão Permanente de Seguridade Social e Família, tem 346 presenças ou 72,60%.

O quinto colocado Ezequiel Fonseca (PP), com 472 presenças ou 72,58% do total,  é membro da Comissão Permanente de Viação e Transportes. O progressista também não conseguiu se reeleger.

Em sexto lugar aparece Nilson Leitão (PSDB), que se destacou no mandato presidindo a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e liderando a bancada do PSDB na Câmara dos Deputados, também foi candidato a senador e não obteve êxito eleitoral. Como membro de diversas comissões especiais e externas, compareceu em 360 audiências, que chegam a 68,10%.

Primeiro suplente na chapa do senador eleito Jayme Campos (DEM), Fabio Garcia (DEM) está na sétima colocação no quesito assiduidade nas comissões. Membro da Comissão Permanente de Minas e Energia, compareceu em 362 audiências ou 40,13% do total.

Em alguns casos, o número de presenças  é menor do que a registrada por deputados federais que aparecem atrás no ranking da assiduidade nas comissões. Isso ocorre porque o número de audiências varia de comissão para comissão e o critério observado é a porcentagem das presenças.  

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Comentários (2)

  • Jorge Pb | Domingo, 16 de Dezembro de 2018, 11h06
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    Galli fez um ótimo trabalho. Foi o sexto mais votado, infelizmente não conseguiu por conta da legenda e dos ataques sofridos por Ranalli, Nelson Barbudo e Selma Arruda que o traíram após entrarem para o PSL. NO inicio usaram o Galli para se aproximar de Bolsonaro e depois puxaram o tapete de Galli e saíram gastando dinheiro para derrubar o cara. Mesmo assim ele foi um guerreiro, pois foi o sexto mais votado. Se não fosse a coligação, Ele teria conseguido mesmo com esses ataques desonestos.

  • Arlindo Teixeira Júnior | Sábado, 15 de Dezembro de 2018, 09h19
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    O trabalho e as faltas de Carlos Bezerra Com relação às faltas computadas ao deputado Carlos Bezerra, em comissões da Câmara dos Deputados, gostaria de deixar claro que as mesmas são relacionadas a períodos que ele esteve em tratamento médico. E isso pode ser constatado na própria página da Câmara. O deputado Carlos Bezerra, é bom lembrar, é um dos parlamentares mais atuantes do Congresso Nacional, na apresentação de proposições, a cada ano, nesses três mandatos consecutivos, desde 2007. A página da Câmara também traz esses dados divulgados pela Secretaria da Mesa. Só para citar dois exemplos: o deputado Carlos Bezerra é o autor da PEC dos Domésticos que deu origem à lei que garante direitos trabalhistas a cerca de 8 milhões de profissionais em todo o País, tirando-os da informalidade e corrigindo uma injustiça da nossa Constituição. E também é de autoria do deputado Carlos Bezerra a lei que garante às mulheres a cirurgia plástica da mama em casos de mutilação decorrente do tratamento de câncer. Essa nova lei, que nasce de um projeto de Bezerra, faz justiça e valoriza a mulher brasileira, principalmente aquelas que não dispõem de condições financeiras para realizarem a cirurgia plástica, o que resulta em grave problema social e de autoestima. Apenas para citar dois exemplos, mas tem mais! Arlindo Teixeira Jr. – Assessor de Imprensa

| 14/12/2018, 00h:00 - Atualizado: 13/12/2018, 23h:33

A saga da "Famiglia Embolsonaram"


antonio cavalcanti ceara artigo

Antonio Cavalcante

Sempre desconfiei dos políticoides carreiristas, daqueles fisiológicos que não possuem nenhuma ocupação na vida que não seja brigar por cargos públicos (sem se submeter a uma suada aprovação em concursos), e seu único sonho é galgar o poder e se locupletar rápido e facilmente, mesmo que para isso tenham que atropelar todos os escrúpulos. Cargo público nenhum é para o engrandecimento pessoal do agente e muito menos para acumulação de fortunas às custas da grande maioria da população atirada na miséria e no abandono.

Quando escolho em quem votar, me interessa saber se ele é um trabalhador preocupado com a sua categoria, se milita nos movimentos sociais em defesa do meio ambiente, dos direitos humanos, dos explorados e das minorias, se é um bom professor, um médico, um advogado, um engenheiro, um artista; enfim, um profissional liberal ético, exemplar. Se é religioso, quero saber se ele preocupa-se com os problemas das injustiças sociais ou somente com questões espirituais.

Quando percebo que o candidato é um politicalhão que jamais teve uma carteira de trabalho assinada, que é um servidor público sem nunca ter passado num concurso, e mesmo assim, ostenta riqueza, fujo dele. A origem da sua fortuna, em via de regra, é ilícita, e tal sujeito tinha que estar bem distante do centro de decisões da administração pública e, não exercendo mandatos eletivos, seja lá qual for.

O ex-deputado federal Jair Bolsonaro é um desses carreiristas que, por 30 anos, desde quando foi afastado do exército, faz da política uma profissão, sempre fez parte do chamado “baixo clero”, como a exemplo dos golpistas Eduardo Cunha, Michel Temer e tantos outros. Só para explicar ao leitor: no Congresso Nacional, se convencionou tratar distintamente duas categorias de parlamentares. Os primeiros são os cardeais, os que de fato decidem que tipo de lei e política pública deve ser aprovada. São os “cabeças pensantes”, e atuam acima de seus partidos políticos e das bancadas temáticas. São poucos. A grande massa, os políticos locais, sem expressão, conhecimento técnico ou liderança, são chamados de “baixo clero”. Atuam em manada, geralmente porque recebem algum benefício para atuar nas votações em determinado sentido.

Bolsonaro – e filhos – se amoldam à segunda categoria, o baixo clero. Estes não foram talhados para a política com (P) maiúsculo, a política como a arte de bem governar os povos. Os caras do baixo clero fazem miséria, recebem mesadas, patrocínios de empresas que possuem interesse em votações, e até mesmo surrupiam uma parte dos salários de funcionários dos seus gabinetes.

No início do ano, a Polícia Federal investigava o delito de lavagem de dinheiro que envolvia políticos do Rio de janeiro, e percebeu que 60 dos 70 deputados estaduais teriam algum tipo de envolvimento. Pediram a prisão de 10 desses parlamentares, e também a quebra do sigilo bancário de 75 assessores lotados na Assembleia Legislativa. A decisão judicial, que foi tomada durante as eleições de 2018 e “não vazou”, revelou que um assessor do deputado Flavio Bolsonaro recebeu e movimentou R$ 1,3 milhão, estranha para quem recebe salário de R$ 8 mil.

O mais grave soube-se depois. O motorista endinheirado embolsou (e aí fica estreita a sua ligação com os “Embolsonaro”) dinheiro de outros 7 assessores do deputado estadual Bolsonaro, e depositou um cheque de R$ 24 mil na conta de Michelle Bolsonaro, a terceira esposa do presidente eleito.

Para quem vive apenas do salário parlamentar, é espantoso o crescimento patrimonial dos bolsonaros (mais de R$ 15 milhões)

A explicação dada pelos acusados, 2 ou 3 dias após a revelação do malfeito, é que se tratava de um empréstimo feito por Jair Bolsonaro ao motorista, que passava por dificuldades financeiras. Mas o sujeito que movimentou mais de R$ 1,3 milhão em um ano possui dificuldade financeira? Confrontado pela imprensa, Jair Bolsonaro diz que a quantia emprestada é ainda maior que os R$ 24 mil, mas que nada disso foi declarado à Receita federal, nem o empréstimo, e menos ainda os pagamentos feitos na conta corrente de Michelle Bolsonaro.

Trata-se de uma transação típica de quem quer ocultar algum negócio ilícito que a Lei de Lavagem de Dinheiro e a Lei da Sonegação Fiscal oferecem punição. No caso comentado, ao admitir o crime de sonegação fiscal, Jair Bolsonaro pode ser apenado com reclusão de 6 meses a 2 anos de cadeia.

O fato merece uma investigação bem mais séria do que feito até o momento, a quebra de sigilo deve aplicar os alvos, e retroagir pelo menos uns cinco anos no tempo, porque seguramente o “buraco” da sonegação é bem maior. Outra questão é a origem do dinheiro. Sabe-se que o motorista Fabricio é amigão da família Bolsonaro, assim de participar do churrasco e da pescaria. Mas isso não o exime de explicar porque a funcionária do gabinete de Jair Bolsonaro depositou dinheiro na sua conta, o mesmo que os 7 assessores de Flávio Bolsonaro. E, principalmente, deve justificar qual a origem da volumosa quantia que passou por suas contas, o que não combina com o salário de PM e motorista da família Bolsonaro.

O caso do motorista que mora em um muquifo com uma movimentação bancária milionária em sua conta pessoal, e agora revelado mais um, o do tenente-coronel, Wellington Servulo, que, trabalhando no gabinete de Flávio Bolsonaro por um ano e quatro meses, ficou 115 dias fora do país recebendo os salários e as gratificações pagas pela Assembleia Legislativa do Rio, nos faz lembrar das tramoias escabrosas dos vereadores do baixo clero cuiabano que denunciamos em 1999.

Para quem não se lembra, há 18 anos, escancaramos que a Câmara Municipal de Cuiabá, na época, conhecida como a “A Casa dos Horrores”, tinha em seus quadros com vultosos salários funcionários fantasmas, nepotismo e “contratados” que sequer sabiam que eram lotados na “Casa”. Nos processos, ficou comprovado que o dinheiro pago a tais servidores escorriam para os bolsos dos vereadores.

Para quem vive apenas do salário parlamentar, é espantoso o crescimento patrimonial dos bolsonaros (mais de R$ 15 milhões). Nas tramoias do Rio de Janeiro, será que os Bolsonaro não “embolsonaram” alguns caraminguás, algumas bufunfas?

Antonio Cavalcante Filho, o Ceará, é sindicalista e escreve neste espaço às sextas-feiras - E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (6)

  • Ely Leal | Sábado, 15 de Dezembro de 2018, 04h31
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    Mais uma vez o missivista flerta com o estelionato intelectual. Típico. Ao narrar os "crimes" da família Bolsonaro, esquece, esconde, subtrai coisas muito piores da família que endeusa. Se alguém tem culpa tem que pagar. Independe do sobrenome. Mas para o autor, seguidor doente da seita Lula-Comun-Petralhista, não é nada. Culpado são os outros. Não tem credibilidade por uma única razão. Não é justo. NÃO É JUSTO. Diz dos 30 anos de Bolsonaro na política e enriquecimento de R$ 15 milhões. Apedeuta! A média é R$ 500 mil por ano. Para um deputado federal? Sua fé cega e sua faca amolada só satisfaz o Torquemada que o edita e os membros do sindicato do crime que é o PT. Escreve aí, mulambo, sobre o enriquecimento do Lulinha. Da vendedor da Avon. Das palestras. De vistas caolhas, qualquer indício é confirmação de crime para os adversários. Todas as provas são inúteis para seus deuses. Comunistóide esquizofrênico comete artigos apenas para ser destratado, o que adora, na sua condição de mula de carga de ideias ladravazes daqueles a quem segue o obedece como bom estafeta!!!!

  • MAURO VG | Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2018, 20h16
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    Ceará, não pode falar da famíglia Embolsonaro que logo aparece um monte de gente para defendê-los, até parece que recebem alguns caraminguás para atacarem à todos que criticam essa família de políticos profissionais que não estão nem aí para o povo, querem mais é encher o bolso! discurso de anti corrupção não cola mais, são mais sujos que pau de galinheiro ou lençol de cama de puteiro! as máscaras estão caindo e logo, logo nem os que votaram neles acreditarão mais!

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2018, 17h33
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    BOLSONARO deve ser o presidente mais sábio do Brasil...fizeram a lavagem cerebral no Adélio...treinaram e programaram pra mata-lo. A facada era endereçada pro coração, e o Datena mostrou que um soldado de PM desviou o faca...Adélio recebeu a ordem: MATA SENÃO ELE ELEGE. Agora BOLSONARO já foi diplomado pelo TSE, já é praticamente presidente do Brasil. Agora a turma que conspirou contra o BOLSONARO não tem mais saída...se matarem, assume o General Mourão - linha mais dura ainda. Agora o Cesare Battisti vai voltar pra Itália pra cumprir prisão perpétua...vai morrer na cadeia. Vem aí a divulgação da delação do tio Palocci sobre a propina que correu no país...Palocci contou como o Lula e a Dilma passaram a mão na propina dos Fundos, dos Aviões, do Pre-sal...O que mais tio Palocci contou? Ih! Dá medo até de pensar, quando o BOLSONARO abrir a caixa preta do BNDES...dizem que emprestaram 404 BILHÕES...é muito BILHÃO. Como seguro morreu de velho e quem já foi picado por cobra tem medo até de linguiça...seria bom o BOLSONARO duplicar sua Segurança, e aumentar a Segurança do Adélio também, pra evitar queima de arquivo. Já vi esse filme...Lee Oswald, depois que atentou contra o Kennedy, foi eliminado pra não contar estórias. Adélio pode ser apagado também. Vai que abre o bico e conta estórias. Celso Daniel foi assassinado, e todas as pessoas que mantiveram qualquer contacto com ele no dia, foram sumariamente apagadas. Essa turma além de ladrões, são assassinos. Mandam matar, ou não mandam?

  • alexandre | Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2018, 12h39
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    Assessores de parlamentares de partidos como PSC, PT e PSOL são citados no relatório. Entre os nomes citados, aparecem auxiliares de Márcio Pacheco (PSC), Eliomar Coelho (PSOL) e André Ceciliano (PT). Ceciliano é o parlamentar com maior volume de movimentações atípicas, envolvendo quatro auxiliares e somando R$ 49,3 milhões. a movimentação atipica foi de 600 mil reais.....

  • Decio Adams | Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2018, 11h37
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    Isso me faz lembrar um versinho de uma música burlesca que diz assim: "Por cima é muito bonito, cheio de forofofó... se você olhar por baixo!!!! É puro trapo e nó." kkkkkkkkkkkkkkk.

  • alexandre | Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2018, 10h04
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    o lider mor peteba na PF em Curitiba, diz muito, o choro é livre... deixa a direita consertar o que a esquerda detonou...o pais...

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