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DELAÇÃO DE RIVA

Na AL, Fabris teria um “tratamento privilegiado” e recebeu R$ 12 mi veja

Por 09/10/2019, 14h:38 - Atualizado: 09/10/2019, 18h:54

Em sua tentativa de colaboração premiada com o Ministério Público Estadual, o ex-presidente da Assembleia José Riva detalha que o ex-deputado Gilmar Fabris (PSD) teria recebido “tratamento privilegiado” por determinação dos ex-governadores Blairo Maggi (PP) e Silval Barbosa. No total, Riva calcula que Fabris tenha recebido R$ 12 milhões da propina mensal, o chamado “mensalinho” - veja planilha abaixo.

O documento foi encaminhado à procuradora Ana Cristina Bardusco, coordenadora do Gaeco, responsável por diversas investigações envolvendo o ex-parlamentar. Riva vem tentando a delação desde 2017, quando começou a relatar crimes à PGR. No Supremo, o acordo não foi homologado.

Marcos Lopes

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Ex-deputado Gilmar Fabris, segundo José Riva, tinha bastante prestígio e recebeu propina até quando era suplente

No trecho em que cita Fabris, o ex-presidente da AL detalha o pagamento de propina entre 7 de outubro de 2003 e 1 de fevereiro de 2013, sendo que o mensalinho teria sido pago em cinco condições distintas.

“Nesse ínterim, situação diferenciada era a do deputado Gilmar Fabris, que nos dois últimos governos (Blairo Maggi e Silval Barbosa), recebia os valores referentes à propina, ainda que suplente, uma vez que, por determinação de ambos, deveria ter tratamento privilegiado, ou seja, receber a propina em dobro para manter seu pessoal contratado e pago por fora, acrescido de salário e mais verba indenizatória”, destaca.

O pretenso delator afirma acreditar que a informação é inédita. Entre outubro de 2003 e janeiro de 2005, teriam sido pagos R$ 640 mil a Fabris, sendo R$ 30 mil mensais, por meio de Riva, Silval Barbosa e Tergivan Moraes. De fevereiro de 2005 a janeiro de 2007, teriam sido repassados R$ 1,1 milhão, sendo R$ 35 mil por mês.

Já entre fevereiro de 2007 e janeiro de 2011, outros R$ 2,2 milhões teriam sido pagos. No período seguinte, que vai de fevereiro de 2011 a janeiro de 2013, Fabris teria recebido R$ 3,2 milhões, com uma propina mensal de R$ 100 mil.

O último período delatado por Riva em relação a Fabris vai de fevereiro de 2012 a janeiro de 2015. Por meio de Mauro Savi, Sérgio Ricardo, Luiz Pommot e Romoaldo Júnior, teriam sido pagos R$ 4,8 milhões ao ex-deputado, sendo uma propina mensal de R$ 150 mil.

Fabris foi presidente da Assembleia entre 1995 e 1996. No perído citado no documento, o ex-deputado não ocupou qualquer cargo na Mesa Diretora, apesar dos valores expressivos relatados. Ele só voltou ao núcleo de comando do Parlamento em 2018, como vice-presidente, deixando o cargo ao ter a candidatura de reeleição impugada com base na Lei da Ficha Limpa.

Riva afirma ser possível comprovar os pagamentos ilegais por meio de comprovantes bancários e notas promissórias, e também a participação dos parlamentares no desvio de recursos Assembleia por meio da assinatura de relatórios de recebimento de materiais falsificados, de forma individualizada.

Segundo o documento, Fabris “atestou falsamente o recebimento de materiais e serviços não entregues/prestados à ALMT pelas empresas alhures citadas como forma de conferir suporte ao pagamento de propina”.

Em um dos casos, o ex-deputado teria recebido R$ 100 mil em pagamento ilegal, referente a um mês de propina, pago com recursos da Assembleia por meio de uma transferência bancária.

Como provas adicionais, Riva ainda cita uma planilha descritiva apresentada no processo da Operação Ventríloquo. O documento comprovaria que Fabris se utilizou da ex-servidora Ana Paula Ferrari Aguiar para receber R$ 95 mil da propina desvendada pelo MPE na operação.

Outro lado

A reportagem tentou contato por telefone com o ex-deputado Gilmar Fabris, mas as ligações não foram atendidas.

Reprodução

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Veja, acima, os detalhes sobre os valores que teriam sido destinados a Gilmar Fabris e quem entregou à propina 

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Comentários (3)

  • EMÍDIO DE SOUZA MAJOR PSL MT. | Quinta-Feira, 10 de Outubro de 2019, 11h28
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    Recursos que zerava o défice Habitacional MT,A Associação Comunitária de Habilitação do Estado de Mato Grosso ACDHAM, CNPJ 01.199.831/0001.05, vem respeitosamente na presença de vossa excelência, Digníssimo Prefeito Emanuel Pinheiro, apresentar uma proposta de ampliação do Programa Bem Morar, aos 162 bairros que dispõe de matricula no município de Cuiabá-MT. Tendo em vista, que este programa foi idealizado pela gestão Emanuel Pinheiro, que tem como objetivo levar qualidade de vida à população mais carente. É um projeto que pode ser ampliado a construção de casas do presidente da Associação de Moradores de cada Bairro, a meu ver ao lado do centro comunitário. Posto que, 82% dos centros comunitários em Cuiabá estão abandonados por falta de arrecadação para contratação de um vigilante, o líder comunitário no exercício do mandato ira residir na casa do presidente, e zelar do centro comunitário que deveria ser um cartão de visitada comunidade. O programa começa a concretizar o sonho de famílias terem a casa construída ou reformada, através das orientações de como utilizar o cartão definitivo e conhecer a equipe técnica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Este projeto chegou numa boa hora, eu Emídio de Souza, defendo que o líder de bairro é muito importante na comunidade, mas precisa ser valorizado, pois assim que é eleito, a diretoria da associação, registra a Ata em cartório, Regularização do CNPJ, declaração de imposto de Renda anual, Alvara de funcionamento. O presidente de Bairro não ganha remuneração por dispor deste cargo, a grande maioria é autônomo e ganha um salário mínimo, sendo que, a maior parte do tempo esta a disposição da comunidade trabalho voluntario, ainda pagar água e luz, alimentação e remédio. Além da fonte 100 cem, o dinheiro cedente da Câmara Municipal de Cuiabá, que os vereadores estão locando veículos para cabos eleitorais visitar os bairros, seja a contra partida para construção ou reforma das unidades, é certo que os lideres de bairros conhecem todas as necessidades da sua comunidade. Com certeza, Emanuel Pinheiro, ficara na história, e toda comunidade vai se beneficiar dos centros comunitários. O Bem Morar é um programa que tem por objetivo reduzir o déficit qualitativo habitacional do município de Cuiabá ao ofertar os serviços de reforma, ampliação e melhorias de unidades habitacionais. Nós estamos melhorando a qualidade das habitações, exatamente o que diz a Constituição Federal: moradia digna. E é isso que o prefeito Emanuel Pinheiro briga e impõe uma gestão humanizada: condição de cidadão No Bem Morar, cada família beneficiada recebe um cartão reforma com até R$ 12 mil para ser investido em melhorias no lar sem necessitar devolver o valor ao Município. A avaliação da situação do imóvel é feita por equipe de professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que identifica as necessidades de melhorias e elaboram um projeto para a obra. A parceria entre Prefeitura e UFMT foi firmada por meio de um convênio de cooperação técnica entre a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária e Fundação Uniselva, uma oportunidade também de aprendizado para alunos da instituição que colaboram sob supervisão de profissionais qualificados. O valor repassado para cada família é calculado a partir das necessidades apontadas no projeto e deve ser destinado 25% para mão de obra e 75% para aquisição de materiais de construção civil. O recurso para atender a demanda é oriundo da Fonte 100 do Município. Cordiais Saudações Comunitárias. EMÍDIO ANTONIO DE SOUZA Diretor Executivo da ACDHAM

  • Jurema Lima | Quinta-Feira, 10 de Outubro de 2019, 11h24
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    Jurema Lima, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Gutemberg Gomes de Abreu | Quarta-Feira, 09 de Outubro de 2019, 18h34
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    Cabe aos citados provarem que não devem, O que acho muito difícil é o povo vai continuar a pagar a conta dos desvios?

Rondonópolis

Ato anti-vereadores por enterro de CEI terá pizza de 10 metros

Por 29/05/2020, 17h:45 - Atualizado: 48min atrás

cei rondonpolis 10

Vereadores de Rondonópolis, uma das cidades mais politizadas do Estado, enterraram no último dia 22 um pedido de investigação contra o prefeito Zé do Pátio e, com isso, provocaram a ira do Movimento Popular, que neste sábado realiza um ato de protesto na praça Brasil.

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LEGISLATIVO

Deputados perdem tempo com projetos inconstitucionais

Por 29/05/2020, 11h:47 - Atualizado: 06h atrás

Fablício Rodrigues

assembleia fachada 680

Vários deputados têm se debruçados em propostas que, ao final, resultam em nada de concreto. Não se atentam à constitucionalidade dos projetos, mesmo tendo à disposição corpo jurídico.

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PÓS-CASSAÇÃO

Ex-senadora agora monta escritório advocatício com 2 ex-assessores

Por 28/05/2020, 21h:55 - Atualizado: 29/05/2020, 07h:56

selma arruda 680

Juíza aposentada e senadora com mandato prematuramente cassado neste ano por crimes eleitorais, Selma Arruda ainda não conseguiu licença da Ordem para atuar como advogada.

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Comentários (2)

  • Reginaldo Povoas | Sexta-Feira, 29 de Maio de 2020, 10h47
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    Não preocupe não, em dezembro terá a eleições para o Senado, e esse Senador-BIONICO Carlos Favaro será expurgado do Senado, pelo cidadão Júlio José de Campos, que é um homem preparado e popular, que vai ocupar com dignidade o lugar da Dra Shelma Arruda. Xau Favàro, o breve.

  • Saulo | Sexta-Feira, 29 de Maio de 2020, 09h36
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    Senadora Selma, tá muito claro a manobra pro Favaro assumir, Eduardo Cardoso petista era seu advogado, Tofoli que deu a liminar também petista, isso é vergonhoso, tem que ter um meio de denunciar isso.

EM RONDONÓPOLIS

Governo Bolsonaro ama índio, diz ministra em MT veja

Por 28/05/2020, 18h:44 - Atualizado: 28/05/2020, 18h:50

damares discurso 680

A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), com um cocar sobre a cabeça, arrancou aplausos em Rondonópolis nesta quinta ao dizer que estava ali realizando a maior obra do Governo Bolsonaro, que é cuidar de vidas.

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Comentários (3)

  • Aldo | Sexta-Feira, 29 de Maio de 2020, 10h54
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    Não sei quem é mais sem noção, quem fala isso ou quem acredita! Brasil a deriva.

  • Leonildo | Quinta-Feira, 28 de Maio de 2020, 21h09
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    Que mentira!!!! E a boiada acredita....

  • Alberto | Quinta-Feira, 28 de Maio de 2020, 20h47
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    Bolsonaro ama índio? Kkkkkk. Quem foi que disse que a cavalaria americana, ao contrário da nossa, foi competente ao exterminar os índios americanos.

EM RONDONÓPOLIS

Senador é ignorado e deixa ato constrangido

Por 28/05/2020, 13h:01 - Atualizado: 28/05/2020, 13h:09

damares favaro 680

O senador Carlos Fávaro (PSD) passou o maior constrangimento hoje, em Rondonópolis, durante ato de entrega de alimentos e máscaras faciais a povos indígenas com a presença da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)

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Comentários (9)

  • Humberto Nunes (cerimonialista) | Sexta-Feira, 29 de Maio de 2020, 10h55
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    Falta de respeito e ignorantes em protocolo e cerimonial, Senador é mais importante que Deputados, Prefeitos ou Secretários de Estado. O Sen.Carlos Favàro deveria ter retirado do local imediatamente em protesto pelo desacato. Falhou também o seu colega Wellington Fagundes em não chamar atenção do Cerimonial, pois a ofensa não foi ao cidadão Favàro mais sim a instituição Senado Federal.

  • Cristiano | Quinta-Feira, 28 de Maio de 2020, 16h08
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    Medeiros é o candidato do Bolsonaro ao senado!

  • Lourinil | Quinta-Feira, 28 de Maio de 2020, 15h56
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    Ele estava no lugar errado. Nem senador é só está na cadeira pq fez manobras , o jeitinho para estar lá. O lugar é legalmente da juíza que foi tirada , na proxima eleição Coronel Fernanda a candidata do Presidente

BATALHA JURÍDICA

Pedido de Albano para voltar ao TCE será julgado pelo Supremo na terça

Por 28/05/2020, 12h:28 - Atualizado: 28/05/2020, 12h:31

gilmar mendes 680

A Segunda Turma do Supremo julga na sessão da próxima terça (2 de junho), um agravo regimental do conselheiro Valter Albano, pleiteando retorno ao cargo. O pedido de HC chegou a entrar na pauta ontem, mas a presidente, ministra Cármen Lúcia, não o colocou em julgamento porque a sessão já havia extrapolado o prazo.

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