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TROCO NAS URNAS

Sob gozação de “senador sem voto”, Medeiros sai das urnas como o 2º mais voto a federal por MT

Com 82.528 votos, parlamentar silencia os críticos e surpreende os céticos

Por 27/10/2018, 16h:20 - Atualizado: 28/10/2018, 11h:49

Desacreditado pelas lideranças e boicotado antes e durante praticamente todo processo eleitoral, zombado por petistas que, numa campanha sistemática para queimá-lo, chamavam-no de “senador sem voto” e de “sem noção”, além de acusá-lo de “fraudar ata”, José Medeiros emergiu das urnas como uma força política autônoma. Calou a boca dos críticos e surpreendeu os céticos.

jose medeiros 250

Deputado eleito José Medeiros em carreata

Sem estrutura de campanha e concorrendo pelo nanico Podemos, Medeiros foi o segundo mais votado em Mato Grosso, conquistando cadeira de deputado federal com 82.528. Os chamados votos espontâneos “brotaram” de todos os 141 municípios. Quase todos de eleitores que querem renovação na política e passaram a admirá-lo pela retidão, pela postura firme no Senado, especialmente no combate à quadrilha que se formou em torno do PT que, sob Lula e Dilma no Planalto, quebrou e afundou o país na corrupção. Milhares acompanham suas atividades nas redes sociais.

Na primeira tentativa a cargo eletivo, em 2006, Medeiros só obteve 8.175 votos à Câmara Federal, pelo PPS. Policial Rodoviário Federal em Rondonópolis, ele passou a atuar nas articulações políticas como membro da Executiva da legenda socialista. Em 2010, foi indicado primeiro-suplente de Pedro Taques ao Senado. A chapa saiu vitoriosa e, quatro anos depois, Taques renuncia para se tornar governador, levando Medeiros a ganhar de presente os quatro anos de mandato. E se tornou uma das poucas vozes no Congresso a enfrentar o petismo. Conviveu com briga jurídica fraticida com o empresário de Sinop, Paulo Fiúza (PV), que alega ser dono da primeira-suplência e sustenta tese de fraude na ata de 2014, com alternância dos nomes na hora da homologação do documento na Justiça Eleitoral. Já na pré-campanha à reeleição ao Senado, Medeiros é surpreendido com a decisão do TRE-MT, que cassou o seu mandato e mandou empossar Fiúza de imediato. Abatido, desistiu da recandidatura e apostou as fichas na disputa à Câmara. Em outra frente, recorreu ao TSE e conseguiu suspender a decisão do TRE, prosseguindo no cargo até hoje.

Votação

As maiores votações de Medeiros, defensor intransigente do presidenciável Bolsonaro, vieram justamente dos três principais colégios eleitorais, sendo Cuiabá (17.436), Rondonópolis (17.131) e Várzea Grande (7.239). Mesmo em municípios não visitados pelo senador no decorrer na campanha, obteve-se boa votação.

Proporcionalmente, Medeiros “abocanhou” mais votos em Guiratinga, no Sul do Estado. Ali, na origem, chegou aos 1.570, o que representa 32,9%. Explica-se: hoje aos 48 anos, o potiguar de Caicó não nega a infância de garoto pobre e sofrido. Viveu parte da infância no distrito de Vale Rico, em Guiratinga.

Medeiros também conquistou 11% dos votos válidos (170) na vizinha Tesouro. Até mesmo do Araguaia, o senador do Podemos saiu com votação expressiva. Em Barra do Garças obteve 1.150 e outros 1.238 em Nova Xavantina.

Em vários municípios, contabilizou acima de mil voto, como em Campo Verde (1.093), Jaciara (1.865), Juína (1.168), Lucas do Rio Verde (1.099), Nova Mutum (1.285) e Pontes e Lacerda (1.048).

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Comentários (9)

  • Maria Elizabeth Freitas | Quarta-Feira, 09 de Janeiro de 2019, 14h48
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    Ele é muito bom mesmo, vai melhorar, vai ficar ótimo

  • Paulo Costantin Nopla. | Terça-Feira, 30 de Outubro de 2018, 14h22
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    Sem "Puxa saquismo". O Zé Medeiros mereceu ser eleito. Foi um excelente estrategista. Viu que seria muito dificil,sua eleição como senador, então optou humildemente,descer um degraú,e se candidatar a uma vaga de dep.federal. Foi tiro na mosca. Foi eleito com sobra. Vai continuar com visibilidade,por mas 04 anos,podendo até,e com muita moral,concorrer a vaga de prefeito de Rondonópolis,com chances de ser eleito. Essa HUMILDADE,faltou ao gov. Pedro Taques.Que mesmo vendo sua imagem muito arranhada,mesmo assim foi tentar a reeleição a governador do estado. Deu a lógica! não foi eleito. Talvez se tentasse, a dep.federal,teria chance de se eleger,e continuar na atividade politica,e em Brasilia.

  • Iracema Pereira da Silva | Domingo, 28 de Outubro de 2018, 16h33
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    Esse tem todo o meu respeito. Parabéns Deputado.

  • Marinalva | Domingo, 28 de Outubro de 2018, 13h24
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    Excelente matéria. O Brasil precisa de políticos assim.

  • Gutemberg Gomes de Abreu | Domingo, 28 de Outubro de 2018, 11h24
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    votei nele porque acompanhei o seu trabalho no senado que merece elogios porque enfrentou os caciques do congresso é sério e competente

  • Joilza | Domingo, 28 de Outubro de 2018, 07h56
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    Acompanhei seu trabalho. Fez um excelente trabalho com com bravura e desempenho. Nos representou, ouviu nossa voz, responde nos perguntas. Parabéns. Meu muito obrigada!🇧🇷🇧🇷🇧🇷 Continue nos representando. Se tiver um bom trabalho, o meu voto para governo é seu. Meu trabalho é de graça.

  • mariane F. de Flores | Domingo, 28 de Outubro de 2018, 00h21
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    Medeiros, de fato, me representa. É um político de postura. E só de ser contra o PT já tem o meu apoio

  • Manuel Alexandre Barão | Sábado, 27 de Outubro de 2018, 23h15
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    Esse cara, ele veio para acrescentar, novo, com caráter, inteligente e forte!!! Vai nos representar muito bem!!!!

  • Beto Indignado | Sábado, 27 de Outubro de 2018, 20h34
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    Parabéns, Romilson. Show de artigo.

em várzea grande

Se não puder ir à reeleição, Lucimar-Jayme vão lançar Hazama ou Kalil

Por 23/05/2019, 17h:05 - Atualizado: 03h atrás

Gilberto Leite/Rdnews/Arquivo

lucimar jayme 680

O senador Jayme Campos, a esposa e prefeita Lucimar Campos e o vice-prefeito José Hazama (atrás, sorrindo) 

Em Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral do Estado (cerca de 190 mil eleitores), o casal Jayme e Lucimar Campos, senador e prefeita, já montaram estratégia eleitoral para 2020.

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CIDADÃOS MATO-GROSSENSES

MT vai prestar homenagem ao dono da Havan, a Bolsonaro e a Barbudo

Por 23/05/2019, 10h:10 - Atualizado: 23/05/2019, 10h:21

luciano bolsonaro 680

Empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, e o presidente Jair Bolsonaro, que serão homenageados em MT

O anti-petista e defensor fervoroso do Governo Bolsonaro, empresário Luciano Hang, vai receber título de Cidadão Mato-Grossense. A homenagem partiu do deputado Sílvio Fávero, do PSL, mesmo partido do presidente da República.

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Comentários (6)

  • João plenario | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 16h49
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    A inveja é triste, e muito fácil atacar, muitos só sabem criticar, muitas vezes não consegue nem limpar o quintal de casa, muitos destes que carregam o na gegativismo como escudo e proteção do seu fracasso e da incapacidade pessoal, só sabem fazer isso CRITICAR. Vão arrumar oque fazer, sejam candidato a deputado e ganhe a eleição, depois mostre o seu trabalho Parabéns a todos aqueles que fazem as coisas acontecer!

  • Jose Brasileiro | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 16h45
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    Esse deputado ta mostrando serviço...kkkkk

  • alexandre | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 16h22
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    Ele vai abrir a 3 Havan entre cuiabá e VG, é um grande gerador de empregos....e investimentos no Estado. reconehcimento merecido.

  • juara | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 15h37
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    Se eu não me engano, conforme consta em muitos noticiários, o tal dono da havan foi condenado a cumprir pena de 13 anos de detenção por sonegação de impostos e evasão de divisas e foi condenado também pelo ministério do trabalho ... Ou seja, esse deputado de MT ao invés de trabalhar, criar projetos de lei em favorecimento da população mato-grossense, quer "homenagear" esse senhor.... Esses deputados do PSL querem salários altos sem precisar fazer esforços !!!

  • Alberto | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 13h54
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    Será que esse deputado medíocre não tem outra coisa para fazer. Esse Barbudo é um toglodita, Luciano é um extremista puxa-saco e Bolsonaro, até agora só fez trapalhadas e bobagens. Lamentável!

  • Oi? | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 12h49
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    Eles fizeram o que por Mato Grosso mesmo?

Empedernida crítica, sensibilidade para quê?

Por 23/05/2019, 08h:12 - Atualizado: 23/05/2019, 08h:27

clailton

Clailton Cavalcante

O Brasil é capaz de tudo, inclusive, de inovação alucinada, quem disse isso foi o jornalista Paulo Henrique Amorim em sua infeliz comparação entre o evento denominado “Adoção na Passarela” e a SP Fashion Week, deveria o renomado jornalista saber que aqui se busca muitos cifrões, ao passo que lá, crianças e adolescentes buscam um lar.

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Comentários (4)

  • Nane | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 15h23
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    Digite o No corredor Nesta semana me deparei com uma enxurrada de críticas ao evento “Adoção na passarela” que aconteceu na noite da última terça-feira (21) no Pantanal Shopping. Confesso que no primeiro momento não fechei uma conclusão sobre o assunto. Apesar de conhecer pessoas que foram educadas por pais adotivos ou outras que estão na fila de espera para adotar uma criança ou adolescente, nunca havia parado de verdade para saber sobre o assunto. Vira e mexe vemos algum caso “emocionante” sobre adoção. Atrizes que vão até países distantes em busca de um filho ou crianças que encontram um lar depois de ter passado por situações de extremo abandono. Mas desta vez não. Não foi em um país distante, nem envolve nomes do cinema ou do pop mundial. Foi bem na nossa cara. Foi no meio do corredor. Despertou-se, então a ira dos gigantes adormecidos, que munidos de pedras (em forma de palavras nas redes sociais) e de uma ignorância latente vestiram suas armaduras e foram para guerra. Defensores vorazes daquilo que parece nem sabiam que existia (crianças na fila de adoção). “Pobres crianças, sendo expostas como animais”, essa foi uma das ladainhas mais repetidas, ou, “Navio negreiro”, diziam os grandes estudiosos da história nacional empolgados com a fala do tal doutor. Todos enfurecidos por trás de uma tela “armadura”. A maioria sem conhecimento de causa nem interesse real de procurar saber mais sobre o assunto instantâneo do momento. Eu tive bons pais, hoje tenho meus filhos, alegria da minha vida. Dou a eles tudo que entendo ser importante para sua educação. Cada filho é uma missão. Mas nem todas as crianças tem a mesma sorte que eu tive ou que meus filhos tem. Existem crianças sem pais, bem perto de nós. Pasmem, na passarela no meio do corredor do shopping. E é aí que começa a polêmica. Meus caros, tocaram no nosso brio. Não foi a Madonna ou a Angelina Jolie (isso para não citar nomes mais “próximos” de nós), foram as crianças de rosto desconhecido. Nos fizeram lembrar que a realidade está bem debaixo do nosso nariz. Que vergonha. No meio do corredor. Nos esfregaram na cara o que muitas vezes viramos o rosto para não ver, a verdade. Existem vidas abandonadas, que se não fosse a boa vontade de alguns, estariam jogadas nas ruas, ou continuariam vivendo situações de violência ao lado daqueles que deveriam zelar por sua integridade. Ontem, quando coloquei meus filhos para dormir me apertou o coração. Queria poder dar um beijo em cada criança sem pais, sem amor, sem esperança. Queria poder fazer mais, ser mais forte. Queria poder dizer aos que colocaram as crianças na passarela, com a intenção de lutar pela causa da adoção, que eles também merecem um abraço. A adoção ainda precisa de muito espaço. A maioria das pessoas ainda não tem informação suficiente. A realidade chocou a muitos. A realidade estava ali, no meio do corredor. texto aqui

  • Nane | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 15h06
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    Parabéns pelo texto.

  • Luiz Henrique Lima | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 12h39
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    Observo que muitas críticas foram levianas e oportunistas, sem procurar se informar sobre o que de fato ocorreu e o que era a proposta do evento, promovido por pessoas e entidades de inequívoco compromisso com a causa da adoção legal e responsável. Parabéns pelo artigo!

  • Fábia Souza | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 09h01
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    Brilhante sua fala. Entender errado ou nao concordar com uma ação é direito de todos, denegrir sem conhecimento de causa é agravar e dar visibilidade negativa ao que nao se entende. Vamos conhecer o projeto, contribuir com sugestões e ações desde de que estejamos inseridos na causa.

Rastreabilidade ambiental

Por 23/05/2019, 07h:54 - Atualizado: 23/05/2019, 08h:00

Dayanne Dallicani

Colunista Vivaldo Lopes

 

A maioria dos cidadãos matogrossenses estão conscientes que a sustentabilidade ambiental passou a fazer parte da matriz econômica que sustenta o desenvolvimento econômico do Estado. A base de nossa economia é produção de alimentos e fibras. Líderes políticos que ignorarem tais fatores poderão frear o progresso econômico do Estado e perenizar o subdesenvolvimento de nossa economia. Estrategistas de negócios e empreendedores que não levarem em consideração este ativo intangível, a sustentabilidade ambiental e responsabilidade social, poderão conduzir seus negócios ao fracasso, por desprezarem o pensamento prevalecente no mundo atual.

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Comentários (1)

  • Hugo werle | Quinta-Feira, 23 de Maio de 2019, 11h36
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    Parabéns pelo texto. Muito bom. O tema pode ter a discussao ampliada, apontando quais efetivamente poderiam ser os cuidados a serem tomados.

ANÁLISES e RISCOS

Maluf mantém PDV na Metamat e Empaer e evita demissão sumária

Por 22/05/2019, 19h:22 - Atualizado: 22/05/2019, 21h:37

guilherme maluf tce 680

 

A secretaria de Controle Externo de Atos de Pessoal do TCE sugeriu, após diagnóstico e avaliação de riscos, a suspensão do Plano de Desligamento Voluntário (PDV) da Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat) e também da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). Ambas estão na lista das seis empresas e órgãos que serão extintas pelo governo estadual.

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  • top esse conse.. Guilherme Maluf | Quarta-Feira, 22 de Maio de 2019, 21h58
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    verdad por mais q somos clt somos híbridos o tal do concurso para que serviria, conselheiro q sab das coisas

MARAJÁ DO ALENCASTRO

Secretário não devolveu R$ 106 mil

Por 22/05/2019, 16h:50 - Atualizado: 22/05/2019, 16h:55

Rodinei Crescêncio/Rdnews/Arquivo

antenor figueiredo 680

 

Antenor de Figueiredo Neto, o auditor fiscal e secretário de Mobilidade Urbana de Cuiabá, que recebeu R$ 142,3 mil em março, ainda não reembolsou o Município.

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