Blog do Romilson

Rumo a 2010 | 29/12/2009, 14h:30 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Secretário de Wilson, Sinohara pede votos para Baiano

   O secretário extraordinário municipal da Copa do Mundo de 2014 Pedro Sinohara surpreendeu a todos durante uma festa de confraternização promovida pelo secretário estadual de Esportes e Lazer Baiano Filho, ao anunciar publicamente que é eleitor de carteirinha do pré-candidato a deputado em 2010. Baiano está filiado ao PR, enquanto Sinohara é do PDT e apóia o seu chefe, prefeito de Cuiabá Wilson Santos, virtual candidato do PSDB a governador.

   A confraternização reuniu cerca de 300 servidores, todos convidados de Baiano, e alguns dirigentes de entidades esportivas. No discurso, Sinohara lembrou que pertence a um grupo político adversário de Baiano mas que, mesmo assim, fazia questão de anunciar seu apoio ao republicano. "Baiano merece ser deputado porque fez muito pelo esporte em nosso Estado. Ele marcou posição”, diz o secretário de Wilson e ex-dirigente da Federação Mato-Grossense de Judô e ex-técnico da Seleção Brasileira de Judô. Empolgado, ele chegou a pedir que os servidores também se empenhem para ajudar Baiano na conquista de uma das 24 cadeiras na Assembleia.

   A festa aconteceu na última quinta (24) na Associação Médica, situada à avenida Archimedes Pereira Lima, a conhecida estrada do Moinho. Para não dar conotação política ao evento, Baiano iniciou o seu discurso dizendo que não falaria sobre política. Depois, diante da empolgação de Sinohara, o secretário do governo Blairo Maggi só faltou pedir voto.

    Esta não é a primeira vez que Baiano ensaia candidatura. Ex-vereador por Sinop, ele concorreu e perdeu para prefeito em 2004. No pleito de 2008, chegou a se afastar do posto de secretário na expectativa de concorrer novamente à sucessão municipal, mas desistiu e apoiou o hoje prefeito Juarez Costa (PMDB). Os principais adversários de Baiano em Sinop, onde reside, são o já deputado Dilceu Dal Bosco (DEM) e o vereador e ex-deputado Gilson de Oliveira (PP).

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  • PEDRO LUIZ SINOHARA | Quarta-Feira, 30 de Dezembro de 2009, 01h44
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    Boa Noite Patrícia e leitores, Gostaria de fazer uma correção nessa matéria. Informo que este assunto deve ter sido dito por terceiros a jornalista Patrícia,pois o que ocorreu foi isso mesmo que foi divulgado apenas que: "Eu não disse que sou eleitor do Baiano Filho, muito menos de carteirinha e nem disse que votaria nele.O que eu disse é que eles, por serem funcionários do secretário, deveriam vestir a camisa do candidato aqui em Cuiabá, por não ser aqui a base eleitoral dele, e com isso ajudaria muito" O restante foi isso mesmo que aconteceu, pois disse que estava a vontade de pedir voto para aquelas pessoas, pois não sou do grupo político do Baiano e aqueles que alí estavam eram colegas de secretaria do Baiano filho, assim como por ele ter feito muito pelo esporte no estado. Prof. Pedro Luiz SINOHARA

Senado | 29/12/2009, 14h:21 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Cheguei no limite, não vou me candidatar, diz Sobrinho

   Após exercer o cargo de senador por 121 dias, o ex-deputado estadual e ex-secretário de Governo de Cuiabá Osvaldo Sobrinho (PTB) se diz desiludido com a vida política. Ele figura em todas as pesquisas de intenções de votos ao Senado, mas garante que não disputará cargo eletivo em 2010. “Cheguei ao meu limite. Vou me dedicar à minha vida pessoal”, desconversa.

   Segundo suplente do senador Jayme Campos (DEM), Sobrinho assumiu em setembro devido à desistência do primeiro suplente Luiz Antônio Pagot em deixar o comando do Dnit para se dedicar aos trabalhos no Senado. Em 1º de fevereiro, o democrata volta a atuar no Congresso, enquanto Sobrinho pretende se dedicar à campanha do prefeito Wilson Santos (PSDB) ao governo do Estado. “Vou ajudar os amigos. Foi muito bom, valeu à pena, mas não dá mais”, diz.

    Se por um lado Sobrinho se mostra totalmente desiludido com a política, de outro demonstra empolgação ao falar dos projetos e pronunciamentos feitos no Senado. Ele pretende divulgar nos próximos dias um balanço de sua atividade parlamentar, que considera extremamente positiva. “Tivemos uma produtividade muito boa, vamos até divulgar um balanço com todos os dados”.

   Nos quatro meses em que ficou no Congresso, o petebista embolsou salário de praticamente R$ 16 mil. Ele também recebe R$ 11,5 mil como governador, apesar de ter assumido o comando do Estado por menos de 15 dias. Sobrinho era vice do então governador Jaime Campos (ex-PFL atual DEM).
 

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Comentários (4)

  • maria amelia | Domingo, 03 de Janeiro de 2010, 12h20
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    Até q enfim..., ja vai tarde!!!!!

  • Alex Vieiraa | Quarta-Feira, 30 de Dezembro de 2009, 02h27
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    Uma pena, realmente uma perda, a desistencia da vida publica do Prof. Osvaldo, sempre etico e humilde, valorizou a categoria de professores quando foi delegado e secretario de educação.O brasileiro tem uma mania de generalizar a qualificaçao da vida publica dos politicos. Criticas tem e deve ser pontuadas, mas com embasamento.

  • Paulo Roberto | Quarta-Feira, 30 de Dezembro de 2009, 00h50
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    Gostaria que o sr. Osvaldo Sobrinho, me ensinase a fazer a ficar rico da noite para o dia, ou será o contrário? O cara era um simples professor, de repente tem várias emissora de rádio, fazendas, etc. O homem tem o toque de midas.

  • Bonifacio | Terça-Feira, 29 de Dezembro de 2009, 23h32
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    Na verdade Marajá Sobrinho é o povo que já está no limite com politicos de sua laia, que somente dilapidaram o erário publico em beneficio proprio e de apaniguados. O limite do politico tinha quer o limite da ética, porém ,não foi o seu caso e de muitos iguais. Já vai tarde,ex-senador, o eleitor agradece, vai curtir as suas aposentadorias vergonhosas e imorais (15 de governo e o resto da vida de benesses, arg!), de politicos iguais a voces, nos estamos cheios...faça um favor para o eleitor, gaste o que foi conseguido com o suor do povo humilde e trabalhador que demora 40 anos para receber uma miseria de aposentadoria e toda vez que gastar um centavo desse seu salario, olhe no espelho e veja quantos sacolões, remedios, leitos hospitalares poderiam ter sido adquiridos apenas com a aposentadoria imoral de governador!!Feliz ano novo...senador..

Articulação | 29/12/2009, 14h:05 - Atualizado: 03/12/2014, 18h:00

PR pressiona Murilo para disputa a federal


Os deputados federais Homero Pereira e Wellington e o estadual Mauro Savi querem Murilo no páreo

    A direção estadual do PR e a bancada do partido na Câmara Federal se mobilizaram para convencer o prefeito várzea-grandense Murilo Domingos a concorrer a uma cadeira de deputado federal e, ao mesmo tempo, cumprir acordo feito por ocasião do pleito de 2008 com o vice Tião da Zaeli, de modo que este venha a concluir os mais de dois anos de mandato. No fundo, a investida do partido tem uma única razão: reforçar a chapa proporcional, na esperança de eleger dois e, possivelmente, um terceiro nome na sobra na corrida às 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.

   Murilo, que está licenciado por 45 dias, só não confirmou oficialmente que vai concorrer de novo a federal por causa do irmão-sócio, empresário Toninho Domingos, ex-secretário de Fazenda de Várzea Grande. Toninho não aceita que Murilo renuncie ao mandato. Não quer perder o poder, já que hoje, mesmo fora do primeiro escalão, interfere diretamente em praticamente todos os setores da administração.

   Numa projeção de aumento de quase 4% do eleitorado nos últimos quatro anos, a tendência é que o quociente eleitoral seja de 193,2 mil votos para federal. No pleito de 2006, a soma dos votos de legenda por vaga chegou a 179,4 mil. A expectativa do PR é, com Murilo no páreo, mesmo sem muita chance de êxito nas urnas, garantir ao partido e/ou coligação pelo menos 500 mil votos. Os principais concorrentes são os já deputados Homero Pereira e Wellington Fagundes, que está no quinto mandato e comanda a legenda republicana no Estado. Corre por fora o líder do governo Blairo Maggi na Assembleia, deputado Mauro Savi. Se atender ao apelo do partido e entrar no páreo, Murilo terá de renunciar ao mandato de prefeito do segundo maior município mato-grossense, o que contemplaria o seu vice Zaeli, que hoje acumula também a condução das pastas de Esporte e Lazer e de Educação.

   Os republicanos batem cabeça na composição da chapa de federal. Apostam também nas candidaturas do ex-prefeito de Juína e ex-deputado estadual Hilton Campos e do prefeito de Juruena Bernardo Crozetta.

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  • rogerio lima | Quarta-Feira, 30 de Dezembro de 2009, 10h49
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    sai do palanque para o outro assumir com mais responsabilidade na prefeitura o Sr. não tem mais condições para administrar a prefeitura de v. grande oande seu irmão q. mandar acordar Murilo.faça politica com respeito e responsabilidade para o cidadão de Varzea Grande.

Câmara de Cuiabá | 29/12/2009, 10h:40 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Vereadores vão ter emendas de até R$ 300 mil em 2010

   A Lei Orçamentária Anual de Cuiabá para 2010 deve ser aprovada com cerca de 30 emendas nesta terça (29). Após muita negociação e articulação do prefeito em exercício Chico Galindo (PTB) e do líder do Executivo na Câmara, vereador Paulo Borges (PSDB), os parlamentares governistas teriam concordado em aprovar emendas individuais de até R$ 300 mil. Por outro lado, as chamadas emendas "astronômicas", com previsão de investimentos entre R$ 11 milhões e R$ 20 milhões foram barradas. Catorze dos 19 parlamentares dão sustentação à administração municipal. Aqueles vereadores que decidirem abdicar de todas as emendas podem consultar os eleitores e fazer indicações de obras no próximo ano, desde que os valores não ultrapassem ao teto de R$ 300 mil.

   Entre os pontos polêmicos que envolvem o orçamento estão emendas de autoria de Lúdio Cabral (PT) e Antônio Fernandes (PSDB) que pretendem reduzir o orçamento flutuante da prefeitura de 20% para 5% ou 10%. Trata-se do percentual da fatia orçamentária que pode ser remanejado conforme o interesse e/ou necessidade do prefeito. A base aliada teria decidido pela manutenção dos 20% propostos pelo Executivo. A tendência é que a votação seja tranquila e sem muita polêmica. Os oposicionistas Lúdio, Francisco Vuolo (PR) e Domingos Sávio (PMDB), entretanto, prometem fazer “barulho” e defender suas emendas até o final.

   Segundo o projeto orçamentário, vão ser investidos R$ 282 milhões em saúde no próximo ano. Já a pasta de Infraestrutura terá R$ 504,6 milhões. Os gastos com pessoal e encargos serão de R$ 382,8 milhões. As receitas correntes devem ficar em R$ 995,5 milhões e, as de capital, R$ 387 milhões.

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Confronto | 29/12/2009, 10h:20 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Galindo assume Sanecap e vai manter a mesma diretoria

   O vice-prefeito de Cuiabá Chico Galindo (PTB) será o novo presidente da Sanecap. Ele deve assumir o posto em 5 de janeiro, revela o jornal A Gazeta desta terça (29). A informação foi confirmada pelo prefeito Wilson Santos (PSDB), que curte férias com a família, e pelo próprio Galindo. O acordo foi feito antes do tucano viajar para o Nordeste, onde permanece por cerca de duas semanas. O prefeito vinha fazendo mistério sobre o nome do sucessor da diretora-presidente Eliana Rondon. Por enquanto, comanda interinamente a companhia o diretor-financeiro, ex-governador Frederico Campos. Nos bastidores, cogitou-se o nome do economista Paulo Ronan, que foi liquidante do Bemat e secretário de Cuiabá na gestão Roberto França. Houve resistência ao nome de Ronan.

   Chico Galindo deixou a pasta de Planejamento em 21 de dezembro para assumir a cadeira de prefeito por 15 dias. Wilson é pré-candidato ao governo e, se vier a renunciar ao mandato até 4 de abril para ter legitimidade para a concorrida ao Paiaguás, o petebista terá mais de dois anos de mandato. Nesse caso, caberá ao próprio Galindo definir a nomeação para comando da Sanecap, responsável pelos serviços de saneamento de Cuiabá.

   Galindo adiantou na entrevista para A Gazeta que não pretende alterar a diretoria da Sanecap e que está satisfeito com o andamento da empresa de saneamento. Sua missão é espinhosa. Precisa articular a aprovação dos projetos que transformam a Sanecap em Sociedade Anônima para poder expandir os seus investimentos. A proposta é polêmica e deve entrar em pauta nos primeiros dias de fevereiro, quando termina o recesso parlamentar. Além disso, estão também sobre os ombros da Sanecap os projetos do PAC, que não foram executados nem 10% de um montante de R$ 238 milhões liberados pela União para pavimentação asfáltica, rede de água e esgotamento sanitário.

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  • josé carlos miranda de arruda | Terça-Feira, 29 de Dezembro de 2009, 23h39
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    competência você têm Chico, vai em frente, prefeito!!!

Resgate Histórico | 28/12/2009, 19h:59 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Palácio do Comércio é ponto de referência da Capital




O Palácio do Comércio é um ponto de referência antigo de Cuiabá. Localizado no centro histórico, o edifício se destaca ao lado da Praça da República, desde a década de 1910. Sua construção foi idealizada por Waldo Olavarria Filho, na época em que presidiu a Associação Comercial de Cuiabá (ACC). Advogado e economista, Waldo exerceu mandato de vereador (1951-1955) e de deputado estadual (1955-1959). Nas imagens acima, o prédio é visto em três ângulos diferentes, com parte das ruas Antônio Maria e 13 de Junho e ao fundo das lojas Riachuelo, no Calçadão.
Fotos: Eurípedes Andreatto/Misc

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Palácio Alencastro | 28/12/2009, 19h:32 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Galindo vistoria obras e promete conclusão para abril de 2010

Chico Galindo   O prefeito de Cuiabá em exercício, Chico Galindo (PTB), vistoriou nesta segunda (28) as obras de reforma e ampliação do Hospital e Pronto Socorro da Capital (HPSMC) e demonstrou estar satisfeito com os trabalhos. Segundo o pedetista, as obras estão adiantadas e devem ser concluídas em abril de 2010, com a reforma do Box de Emergência e dos Pronto Atendimentos Adulto e Infantil. Estão previstos investimentos de R$ 5,5 milhões, sendo R$ 2,5 milhões para a reforma e o restante para a aquisição de equipamentos.

   O secretario de Saúde Maurélio Ribeiro reafirmou que apenas pacientes que chegarem em carros oficiais, como ambulâncias ou da polícia, serão atendidos na unidade, mesmo após a conclusão dos trabalhos. Os casos considerados de menor gravidade continuarão sendo transferidos a uma das seis policlínicas da Capital: Verdão, Planalto, CPA I, Coxipó, Pedra 90 e Pascoal Ramos.

    As alterações na estrutura do HPSMC são realizadas em duas etapas: uma na parte baixa do prédio e outra no pavimento superior. Enquanto uma passa por reforma, a outra continua em funcionamento e, depois, a situação se reverte. Nesse ínterim, a sala de cirurgia continua funcionando. Antes de fechar a parte de baixo do complexo, o prefeito vai inaugurar a reforma das policlínicas dos bairros Verdão e Planalto.

    As obras começaram em 10 de outubro em meio à greve dos médicos, que paralisaram as atividades por 40 dias. A queda de braço entre os profissionais e o então secretário de Saúde Luiz Soares acabou gerando desgastes na já conturbada relação entre o Alencastro e o governador Blairo Maggi (PR). O tucano alega que faltam investimentos do Estado na Saúde da Capital, que também atende o interior. Santos critica a falta de um Hospital Regional.

    Para desafogar o Pronto-Socorro, o tucano defende que a unidade só recebe pacientes da urgência e emergência e em carros oficiais. O secretário estadual de Saúde, Augustinho Moro, contra-ataca mostrando dados de transferência de recursos. Também apontava a falta de diálogo com Soares como um dos principais entraves à busca de uma solução. Diante disso, os deputados estaduais instalaram um CPI para descobrir quem tem razão. O requerimento foi proposto pelo deputado Percival Muniz (PPS), mas a presidência acabou nas mãos do primeiro-secretário Sérgio Ricardo, que retoma as oitivas e vistorias em hospitais públicos após o fim do recesso parlamentar, em fevereiro.

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Artigo | 28/12/2009, 18h:04 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

"Um Judiciário insensível e um governo que negocia vida"

Jornalista Maurelio Menezes: Caso Sean   O professor universitário Maurélio Menezes, ex-secretário de Comunicação da Prefeitura de Cuiabá nesta gestão Wilson Santos (PSDB), chegou no Rio para curtir férias com familiares e, de cara, entrou na discussão sobre a disputa judicial pela guarda do menino Sean Goldman, de 9 anos, devolvido ao pai, o americano David Goldman, que mora nos Estados Unidos. A decisão partiu do presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro mato-grossense Gilmar Mendes. O caso vinha se arrastando desde 2004. Em artigo, Maurélio conta que as acusações são as mais diversas e vê uma delas como sendo a mais gravíssima: do Brasil trocar o menino por um acordo tarifário, o que traria uma economia de alguns milhões de dólares para o governo federal." "Por aqui o comentário geral é que o pai só quis o filho porque ele é herdeiro da família Bianchi Carneiro. Pode ser. (afinal ele somente passou a se preocupar com o caso com a morte da mãe, tentando, portanto, ser o tutor de Sean)", escreve o jornalista e professor.

   Maurélio discorre sobre o embate no Supremo e chama atenção para as declarações da avó materna de Sean, Silvana Bianchi, que acusa o governo brasileiro de ter usado o neto para garantir um acordo comercial e tarifário. "Aqui no Rio (...) a maioria critica a forma como foi tomada a decisão e todos concordam com a avó materna, segundo quem a decisão de Gilmar Mendes foi uma covardia, já que ele poderia esperar o fim do recesso e discutir com os demais ministros qual deveria ser o destino de Sean", destaca Maurélio. Em seguida, completa: "a impressão que ficou por aqui é que temos um Judiciário insensível e, pior ainda, um governo que troca vidas por acordos e que não protege seus cidadãos. Pelo menos não quando esses cidadãos possam significar problemas para seus interesses, por mais mesquinhos que sejam."

   Sob o título "Uma vida por um acordo comercial", o artigo de Maurélio Menezes está postado na seção Artigos, logo acima, à esquerda. Confira lá e comente cá.
 

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